Este é o momento para avançar nos Direitos

O Governo PS preparou a proposta de Orçamento do Estado para 2019, ao mesmo tempo que avançou no acordo que fez com UGT e patrões para altear a lei laboral, genericamente, agravando-a. Apesar dos avanços e conquistas alcançados nos últimos 3 anos, apenas possíveis pela luta de quem trabalha e pela posição minoritária do PS na Assembleia da República, é preciso ir mais longe na reposição e conquistas de direitos.
É possível e necessário ir mais longe na reposição e conquista de direitos, bastaria ao Governo do PS responder às justas reivindicações dos jovens e dos trabalhadores e romper com a política de direita e a sujeição aos interesses do grande capital e aos ditames da União Europeia.
Este é o momento! Porquê?
Porque é agora que se discutem duas matérias de extrema importância para os trabalhadores, e em particular para os jovens trabalhadores – O Orçamento do Estado para 2019 e as alterações à legislação laboral.

Comunicado SNTCT Correios 5-2018

CTT CORREIOS
A SEREM DELIBERADAMENTE DESTRUÍDOS,
COM O SERVIÇO PÚBLICO A SER REDUZIDO A NADA, O RICO PATRIMÓNIO RECEBIDO DO ESTADO A SER DELAPIDADO
E O GOVERNO “A ASSOBIAR PARA O LADO”.

Abra aqui a versão PDF deste comunicado » » » 2018_5 CTT CORREIOS

O “REIZINHO” DOS CTT “VAI NÚ” E O GOVERNO FAZ QUE NÃO VÊ.

Administração da Empresa tenta iludir a verdadeira situação e vende “gato por lebre” na comunicação social, tentando justificar o injustificável. O Presidente dos CTT teve mesmo a distinta lata de afirmar que – foi isso que habilidosamente quis que ficasse na opinião pública – existe nos CTT quem só trabalhe 35 minutos por dia. Falta de decoro quando assim se pretende denegrir o trabalho e a dedicação de milhares de trabalhadores que, isso sim, muitos deles dão muitos “35 minutos” diários a mais de trabalho sem qualquer remuneração por isso.

• Nos últimos meses fecharam cerca de 40 Estações de Correio e, todas as semanas, se sabe de mais uma;
• Despediram, ainda que de forma encapotada (a dita rescisão por mútuo acordo), cerca de 400 trabalhadores;
• Os trabalhadores das Estações de Correio que restam, tenham elas Banco ou não, estão extenuados;
• Os Carteiros, afastados dos seus giros por via da junção/redução de Centros de Distribuição Postal, vêem diminuído o tempo de distribuição e, extenuados, ainda têm que ouvir as populações pelo atraso das correspondências;
• Com menos custos de exploração devido à redução da Rede Pública Postal e da qualidade do serviço (não cumprindo com isso ostensivamente a Lei), com uma quota de mercado acima dos 95%, com mais 21,1M€ de receita, a CE dos CTT anuncia uma redução dos lucros em 50%, passando os mesmos de 19,5M€ para 9.9M€.

BASTA! Senhor Ministro veja se acorda!

Ou está à espera que não sobre nada para depois o Estado ter que pagar, aos accionistas dos CTT ou a outros “rapazes amigos”, a reconstrução da Rede Pública Postal? Ou espera a derrocada total para reaver a Concessão do Serviço Postal Universal a custo zero e ajudar os CTT a, perdendo a concessão, ficarem com mais de 4.000 trabalhadores excedentes e, logo, “candidatos” ao despedimento colectivo previsto no Código do Trabalho? E o Senhor Ministro e o seu Governo ficarem de “mãos limpas” e poderem dar a Concessão a quem espera por ela desde que a privatização dos CTT entrou na ordem do dia através do Programa de Governo, de um Governo que o Senhor integrou?

Isso mesmo Senhor Ministro.

O Senhor sabe que a gente sabe que o Senhor sabe que nós sabemos que a sua inacção (inépcia? calculismo deliberado?) está a custar, a todos nós Portugueses, a destruição de um Serviço Público Postal que foi de qualidade e não o está a ser.

Um Serviço Público fundamental para a economia e coesão social e territorial do País.

Que o Senhor Ministro, com esse seu vaidoso e assoberbado “assobiar para o lado”, típico de quem quer pode e manda é, e será, tão ou mais responsável pela destruição dos quase 500 anos de história dos CTT (e do Serviço Público que lhe está concessionado) que Governo que antecedeu o seu e que, de forma criminosa e lesiva para os interesses de Portugal e dos Portugueses, privatizou os CTT Correios.

Assim não fosse e teria V.Ex.ª. e o seu Governo ouvido o SNTCT e os cidadãos e reservado, no Orçamento de Estado, uns míseros 500 milhões de Euros para renacionalizar os CTT, com o mesmo afinco com que reservou mais de 800 milhões de Euros para “salvar” os tais bancos, verdade Senhor Ministro?

Dizem os provérbios que “a presunção é a mãe de todas as asneiras” e “uma mentira estraga mil verdades”. A sabedoria popular caracteriza bem a situação actual nos CTT Correios.
O Serviço Postal Universal está pior que nunca, tal é a enorme diminuição da qualidade e universalidade do serviço, os CTT estão quase a deixar de dar lucro, o número de trabalhadores diminui às centenas, as Estações e os Postos de Correio diminuem assustadoramente, os marcos de correio são reduzidos para se poupar nas aberturas dos mesmos…!

Os Postos que estão instalados na Juntas de Freguesia fazem com que o Estado esteja a financiar uma empresa privada – CTT. A confidencialidade do serviço postal já não existe em centenas de postos agenciados. Os CTT alienaram, continuam e têm intenções de alienar a sua responsabilidade de prestação do Serviço Postal sobretudo no interior e norte do País (Beiras, Alentejo, Trás-os-Montes), contribuindo ainda mais para o aumento das assimetrias regionais.

Desde a privatização os CTT têm menos 553 trabalhadores, menos 7 Centros de Distribuição e menos 73 Estações de Correio. Se a esses números juntarmos todos os cortes na Rede Pública Postal desde 2009, durante a “preparação” para a privatização, quer durante o Governo de Sócrates (PS) quer depois, durante o Governo de Passos Coelho (PSD/CDS), que veio a concretizar a privatização – a destruição dos CTT é uma evidência que só não vê quem não quer.

A milagrosa e apetitosa licença bancária que foi dada aos CTT aquando da privatização, tem sido, infelizmente, um foco de equívocos, transferência de capital dos CTT para o Banco que hoje integra toda a actividade financeira, incluindo a Payshop, no mesmo, ou seja o serviço de correios é que está a financiar o banco. O Banco CTT é o que maior número de reclamações tem originado (em 2017 foram mais de 15.000 reclamações), facto que em nada abona a gestão dos CTT.

Entretanto, a pagar aos accionistas nos últimos 4 anos dividendos no dobro dos lucros obtidos, a gestão dos CTT tem ido “ás reservas” que mais não tem sido que o delapidar do património imobiliário dos CTT recebido do Estado aquando da privatização. Para se poder perceber esta questão e a descapitalização dos CTT-Correios não é, de certeza, necessário um curso superior de economia e finanças.

POR TUDO ISTO E PORQUE É URGENTE SALVAR O SERVIÇO PÚBLICO POSTAL PORTUGUÊS E SALVAGUARDAR O BEM-ESTAR SOCIAL E PROFISSIONAL DOS TRABALHADORES CTT,
O SNTCT NÃO DESISTE.

Junto da ANMP e da ANAFRE – Reafirmámos o pedido de reuniões à ANMP e à ANAFRE com o fim de com eles discutirmos a situação dos CTT Correios e as violentas quebras quer na sua estrutura e proximidade aos cidadãos. Isso e, a parte mais escabrosa, o financiamento do poder local à actividade de uma Empresa privada que, basicamente, vai cortando na qualidade do serviço prestado e, em muitos casos, passando para as autarquias o ónus da prestação dos serviços das Estações de Correio.

Junto da Assembleia da República – Entregámos em Janeiro de 2018 na Assembleia da República uma Petição, com cerca de 12.000 assinaturas, que exige da A.R. que legisle no sentido da REVERSÃO TOTAL DA PRIVATIZAÇÃO DOS CTT. Esta Petição continua assim, estranhamente por discutir, sem que haja qualquer explicação para esse facto.

Junto do Governo – Pedimos, insistimos, reinsistimos e, deixamos essa certeza, continuaremos a insistir, num pedido de reunião ao Sr. Ministro do Planeamento e Infraestruturas. Estranho silêncio o do Sr. Ministro cujo Governo tem muita urgência em salvaguardar no Orçamento de Estado para 2019 mais 800 milhões de Euros para o “salvamento” de Bancos privados e, para manter e recuperar a qualidade e defender o futuro do Serviço Postal Universal, não só nada faz como nada parece interessado em fazer.

É URGENTE A RENACIONALIZAÇÃO DOS CTT

Em 2013/2014 a Empresa foi vendida em bolsa por 909m€. Hoje, em Novembro de 2018, vale pouco mais de 503m€. A sua renacionalização é urgente e o SNTCT, garantimos, tudo continuará a fazer para que assim venha a acontecer antes que seja tarde demais.

SNTCT – A força de continuarmos juntos!

PETIÇÃO PELA CONSIDERAÇÃO, PARA TODOS OS EFEITOS, DA PROFISSÃO DE CARTEIRO COMO UMA PROFISSÃO DE DESGASTE RÁPIDO

PETIÇÃO PELA CONSIDERAÇÃO, PARA TODOS OS EFEITOS, DA PROFISSÃO DE CARTEIRO COMO UMA PROFISSÃO DE DESGASTE RÁPIDO

A Direcção Nacional do SNTCT, decidiu avançar com esta iniciativa que se afigura necessária tendo em vista o conseguirmos, agora por esta via, atingir um objectivo tantas vezes negado informalmente por quem de direito. Entendemos ser agora o tempo certo para o fazermos.

Aqui fica pois a Petiçao, para cujo texto, importa referir, contámos com o empenho e preciosa colaboração do nosso associado Pedro Longa, CRT no CDP das Caldas da Rainha.

CLARO QUE A PETIÇÃO É PARA SER ASSINADA PELOS CARTEIROS, MAS NÃO SÓ. QUALQUER TRABALHADOR DOS CTT OU QUALQUER CIDADÃO O PODE E, POR SER UMA CAUSA JUSTA, O DEVE FAZER.

Assina aqui em Petição Eletrónica » » »  http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT90904
Abre aqui a Petição em Formato PDF para recolha de assinaturas em papel » » »PETIÇÃO DESGASTE RÁPIDO CRT

Exmo. Senhor
Presidente da Assembleia da República
Assembleia da República
Palácio de São Bento
1249-068 Lisboa

PETIÇÃO

Para que uma profissão seja considerada de desgaste rápido há um conjunto de características que podem determinar essa caracterização:

1. PRESSÃO E STRESS
2. DESGASTE EMOCIONAL OU FÍSICO
3. CONDIÇÕES DE TRABALHO

Assim, considerando essas três características no caso concreto dos Carteiros:

1. PRESSÃO E STRESS
Na execução das suas tarefas diárias, os Carteiros estão sujeitos ao cumprimento rigoroso de um conjunto de prazos que se relacionam com o serviço postal na sua generalidade. Acresce que, também no desempenho da sua actividade, os Carteiros são responsáveis pela entrega de notificações judiciais, outras comunicações de entidades públicas e também correspondência relativa ao cumprimento de obrigações.
A pressão associada ao lapso na entrega ou a simples demora é manifestamente relevante, bem como os próprios ritmos que muitas vezes contribuem para uma acumulação de stress.

2. DESGASTE EMOCIONAL OU FÍSICO
Em situações normais o Carteiro inicia a prestação do seu trabalho às 06H30, podendo ainda executar as suas funções por turnos ou em horários descontínuos.
Por outro lado, imaginemos um Carteiro que tenha entrado para a profissão aos 20 anos e se reforme aos 66 anos.
Carga física de um carteiro apeado que trabalhe 46 anos:
• Num dia comum de trabalho irá puxar um carrinho com certa de 30 Kg durante 8 Km e 5 horas;
• Num mês irá puxar o mesmo carrinho com cerca de 660 kg durante 110 horas percorrendo 176 km;
• Num ano irá puxar o mesmo carrinho com cerca de 7260 kg durante 1 210 horas percorrendo 1 936 km;
• Em 46 anos irá puxar o mesmo carrinho com cerca de 333 960 Kg durante 55 660 horas, percorrendo 89 056 Km.
(Todo este esforço físico sem contemplar os degraus que irá subir e descer ao longo da sua carreira que serão centenas de milhares.)

Carga física de um carteiro motorizado em motociclo que trabalhe 46 anos:
• Num dia comum de trabalho irá conduzir um motociclo que pesa no mínimo 100 kg mais 30 ou 40 Kg de correspondência durante em média 60 km em 5 horas, em que terá de montar e desmontar do motociclo dezenas de vezes;
• Num mês irá conduzir um motociclo que pesa no mínimo 100 Kg mais 30 ou 40 Kg de correspondência durante 1 320 km em 110 horas, em que terá de montar e desmontar do motociclo centenas de vezes;
• Num ano irá conduzir um motociclo que pesa no mínimo 100 kg mais 30 ou 40 Kg de correspondência durante 14 520 km em 1 210 horas, em que terá de montar e desmontar do motociclo milhares de vezes;
• Em 46 anos irá conduzir um motociclo que pesa no mínimo 100 kg mais 30 ou 40 de correspondência durante 667 920 km em 55 660 horas, em que terá de montar e desmontar do motociclo dezenas de milhares de vezes.

Carga física de um carteiro motorizado em viatura de 4 rodas que trabalhe 46 anos:
• Num dia comum de trabalho irá conduzir um automóvel, no qual irá carregar em média certa de 200 kg (por vezes muito mais que este valor) de correspondência durante cerca de 75 km em 5 horas, em que terá de sair e entrar da viatura dezenas de vezes;
• Num mês irá conduzir um automóvel, no qual irá carregar em média cerca de 4 400 kg (por vezes muito mais que este valor) de correspondência durante cerca de 1 650 km em 110 horas, em que terá de sair e entrar de viatura milhares de vezes;
• Num ano irá conduzir um automóvel, no qual irá carregar em média cerca de 48 400 kg (por vezes muito mais que este valor) de correspondência durante cerca de 19 800 km em 1 210 horas, em que terá de sair e entrar de viatura milhares de vezes;
• Em 46 anos de trabalho irá conduzir um automóvel, no qual irá carregar em média cerca de 2 226 400 kg de correspondência durante cerca de 910 800 km. Em 55 660 horas, em que terá de sair e entrar da viatura centenas de milhares de vezes.

3. CONDIÇÕES DE TRABALHO
A prestação de trabalho do Carteiro, porque na maioria das vezes é desempenhada no exterior, está sujeita a um conjunto de adversidades climatéricas pouco comuns na generalidade das profissões. Desde logo, o Carteiro irá desempenhar as suas funções, sujeito aos elementos, durante 4 estações do ano.
Os carteiros, muitas vezes, enfrentam mudanças bruscas das condições climatéricas, acrescendo a isso o peso do carrinho que têm de transportar durante 4 a 5 horas do seu dia de trabalho (o que prejudica gravemente a coluna), ou a condução de um motociclo durante o mesmo período. A esse respeito cumpre referir que uma percentagem significativa de Carteiros padece de problemas físicos, nomeadamente na zona lombar.

Neste sentido, e face ao exposto, vêm os peticionantes abaixo-assinados requerer a V.ª Excelência que, nessa Assembleia da República, sejam envidados todos os passos necessários à consideração, para todos os efeitos, da profissão de Carteiro como uma profissão de desgaste rápido.

COMUNICADO SNTCT CORREIOS 4-2018

9 DE OUTUBRO DE 2018
DIA MUNDIAL DOS CORREIOS

Um Dia a celebrar, num País em que os CORREIOS e aqueles que são a sua razão de existirem e os que lhes dão corpo – os utentes/clientes e os que neles trabalham – e tão mal tratados são?

Abre aqui o comunicado na versão PDF » » » 2018_ 4 CTT Correios

Devemos celebrar este dia apesar de ontem a gestão dos CTT ter encerrado mais aquela Estação de Correios, anteontem ter moído a paciência daquele TNG até ele aceitar rescindir o seu contrato de trabalho (as pomposamente chamadas negociações), de hoje vir anunciar o encerramento daquele CDP e a consequente deslocação diária daquele CRT para quilómetros de distância, de amanhã obrigar aquele CRT a distribuir correio atrasado só porque lhe aumentaram o giro e/ou não substituíram o colega que se foi embora?
• Devemos celebrar as medidas economicistas de gestão e de interesses financeiros dos accionistas dos CTT que têm paulatinamente reduzido a Rede Postal Pública de qualidade e que era o motor de um bom serviço postal público? Devemos celebrar o corte e a deterioração desse serviço ao mesmo tempo que concomitantemente se desinveste no correio em favor do bendito Banco CTT? Devemos celebrar?
• Devemos celebrar a delapidação do património físico e de imagem dos Correios, que o capital privado recebeu do Estado no processo da criminosa privatização, só para que os já referidos accionistas recebam anualmente de dividendos mais do que a empresa, apesar de tudo, gera de lucros? Devemos celebrar?
• Devemos celebrar o desmantelar do Serviço Público de Correios em Portugal com base na falsa argumentação da quebra de procura? De uma quebra de procura que acontece e acelera sobretudo porque, deliberadamente, a gestão dos CTT reduz, a capacidade de resposta da Rede Pública Postal, que deveria manter e melhorar e que ao invés disso tudo faz para a afundar? Devemos celebrar?
• Devemos celebrar o verificarmos que em outros Países que responderam à substituição electrónica e outras com inovação (ao invés de deterioração premeditada), com uma melhor utilização das suas Redes Postais e melhores serviços (no combate ao abaixamento da procura), com a criação de Bancos Postais com intenções de manutenção e até de crescimento e nunca de cisão e/ou trampolim para mais um banco comercial, as quebras de mercado são infinitamente menores que em Portugal? Devemos celebrar?
• Devemos celebrar o perigoso caminho que traçaram e estão a percorrer com vista a que em 2020, nada reste dos CTT Correios e dos seus 500 Anos de História, a não ser a tão apetecida marca CTT? Devemos celebrar?

Neste Dia Mundial dos Correios, declarado pela União Postal Universal, de que Portugal é País fundador, o que devemos efectivamente celebrar?
Tudo o que atrás questionámos, ou, coerentemente e para respeitarmos um passado de 500 Anos de história e bons serviços, todos os que com o seu trabalho e esforço construíram e engrandeceram os Correios de Portugal, os que nele trabalharam e trabalham – os trabalhadores e as trabalhadoras CTT – bem como os que foram sempre a razão da sua existência, os que sempre recorreram aos seus bons serviços e, apesar de tudo, ainda recorrem – os Portugueses e as Portuguesas utentes do Serviço Público de Correios em Portugal?

Assim, neste dia 9 de Outubro de 2018, Dia Mundial dos Correios, saudamos todos os trabalhadores e todas as trabalhadoras dos CTT Correios que, ao longo de quase 500 Anos, honraram e honram o Serviço Público de Correios e, com isso, todos os portugueses e todas as portuguesas que durante esses mesmos 500 Anos souberam usufruir e defender os bons serviços daquele que, até há bem pouco tempo, nomeadamente até à ignóbil privatização foi, sem direito a quaisquer dúvidas, um dos melhores de correios do mundo – os Correios Portugueses.

Claro que nesta saudação não podemos nem queremos esquecer todos(as) os(as) Trabalhadores(as) deste sector, em constante evolução, dos serviços postais e afins.

VIVA… OS TRABALHADORES DOS CTT CORREIOS!
VIVA… OS TRABALHADORES DO SECTOR POSTAL E AFINS EM PORTUGAL!
VIVA… OS UTENTES E CLIENTES DO SECTOR POSTAL E ACTIVIDADES AFINS EM PORTUGAL!

Quanto aos CTT, só não vê quem não quer, urge a reversão da sua privatização. Ontem já era tarde!

SNTCT – A força de continuarmos juntos!

CGTP AFIRMA – PREÇOS DE BENS ESSENCIAIS CORROEM O PODER DE COMPRA NO PERÍODO DE 2000 – 2017

CGTP AFIRMA

PREÇOS DE BENS ESSENCIAIS CORROEM O PODER DE COMPRA NO PERÍODO DE 2000- 2017

Comunicado de Imprensa nº 042/2018

Abra aqui este comunicado de imprensa » » » Preços de bens essenciais corroem o poder de compra no periodo 2000 2017

1. Diversas categorias de bens essenciais tiveram no período de 2000 a 2017 aumentos significativos de preços. É o caso das despesas de educação (81%), de habitação (75,6%, compreendendo a habitação, água, energia, gás e outros) e de transportes (53,2%), assim como as da alimentação e bebidas não alcoólicas (27,5%), de acordo com os dados publicados pelo Eurostat.

2. Estes aumentos têm um forte impacto no nível de vida dos trabalhadores por se tratar de bens que pesam muito nas despesas das famílias. De acordo com o último Inquérito às Despesas das Famílias 2015/2016, os encargos destas em habitação, transportes e alimentação representam 60% do total das despesas.

3. O facto das despesas com alimentação e bebidas não alcoólicas ter subido abaixo da média comunitária não significa que este acréscimo deva ser minimizado. O facto é que subiu 27,5% e sabe-se que a proporção da despesa gasta nesta rubrica tem maior peso nos orçamentos familiares mais baixos. Acontece que os países cujo rendimento médio é baixo são mais afectados pelo aumento de preços em categorias de despesa que respeitam a necessidades básicas.

4.Do mesmo modo, o aumento de preços em cada país deve ter em conta a distribuição do rendimento entre categorias sociais. Neste quadro é preocupante o facto de no 1º trimestre existirem 31,2% dos trabalhadores a auferir um salário igual ou inferior ao SMN. Para estes trabalhadores, cerca de 1 milhão e 251 mil, assim como para muitos outros com salários baixos o agravamento de preços em categorias básicas é muito mais penalizador.

5. A CGTP-IN alerta também para o aumento em espiral do preço da habitação e o forte impacto que tem tido nos orçamentos familiares, num quadro em que os salários estão longe de recuperar o poder de compra perdido no período da troika e do Governo PSD-CDS. Este aumento em espiral dos valores da habitação está relacionado com a formação de uma “bolha” imobiliária de natureza especulativa que é fortemente sentido em todo o país, com especial incidência nos grandes centros populacionais, como são os casos das Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto.

6. A CGTP-IN considera ainda a necessidades da adopção de medidas urgentes que reduzam significativamente os encargos das famílias com os transportes públicos. O investimento do Estado em transportes colectivos é essencial não só para no imediato travar o estado de deterioração declarado em que alguns se encontram, mas também para assegurar o transporte público em todo o país, a preços sociais e com qualidade. Estas medidas são tanto mais importantes quanto Portugal, em 2016, se situou no grupo dos países que menos investiram nos transportes (1,7% do PIB face a 1,9% na média da UE).

7. Estes dados confirmam a importância e urgência do aumento geral dos salários e das pensões, não só para fazer face a estes aumentos mas também para promover uma mais justa distribuição da riqueza, elevar as condições de vida dos trabalhadores e da população e empreender de forma sustentada o caminho da convergência com os restantes países da U.E.

Saudações Sindicais

Arménio Carlos Secretário-Geral

CORREIOS SUIÇOS EM 1º… CORREIOS PORTUGUESES EM 71º….

CORREIOS SUIÇOS EM 1º…

CORREIOS PORTUGUESES EM 71º….

ENTRE 173 PAÍSES AVALIADOS.

Pois… porque será? Perguntamos nós.
Ainda não há muito tempo, os Correios Portugueses estavam na primeira linha e foram, durante décadas, considerados no pequeno leque dos melhores do Mundo e no TOP5 dos correios europeus… e hoje 71º em 173 países avaliados… 😨 😱 😨 😱 😨 😱
Ora, traduzindo à pressa esta notícia do LINN’S STAMP NEWS, assinada por Denise McCarty, dá que…

CLIQUE AQUI PARA ABRIR A NOTÍCIA DO LINN’S STAMP NEWS

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“Pelo segundo ano consecutivo, o Swiss Post foi classificado como a melhor administração postal do Mundo pela União Postal Universal.
A Holanda e o Japão ficaram em segundo e terceiro lugar, respectivamente, no Índice Integrado para o Desenvolvimento Postal, recentemente lançado pela UPU.
O Serviço Postal dos Estados Unidos ficou em oitavo lugar, em comparação com o 13º no índice anterior.
Segundo a UPU o Índice Integrado para o Desenvolvimento Postal “fornece uma visão geral do desenvolvimento dos correios em todo o mundo”, acrescentando que os resultados de 2018 cobriram 173 países e se basearam na data de todo o ano a partir de 2017.
De acordo com um comunicado de imprensa da Swiss Post, o estudo da UPU “avalia a confiabilidade (eficiência, rapidez e qualidade de entrega e serviços prestados), o âmbito (redes internacionais e responsabilidade), relevância (inovação de produtos e serviços, e quão importante eles são para o país) e resiliência (quão inovador é o Swiss Post, quão diversificadas são suas fontes de receita e como os desenvolvimentos sustentáveis são implementados). ”
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Eficiência, rapidez e qualidade na entrega, serviços prestados, âmbito, relevância, inovação, sustentabilidade… as palavras chave a reter para percebermos a posição a que os Correios Portugueses foram relegados… sem dúvida, um “excelente prémio” para uma gestão que apostou na redução da qualidade, na redução da rede, no desinvestimento no serviço postal, na ruinosa redução do número de trabalhadores necessários a um bom serviço postal a que os portugueses têm direito.
Não fosse a gravidade da situação e, ironicamente, gritaríamos “BRAVO!”. assim limitamo-nos â constatação de uma evidência que há muito vimos denunciando.

Lisboa 2 de Agosto de 2018

A Direcção Nacional do SNTCT

Comunicado SNTCT Correios 3-2018

ESTÃO A DESTRUIR OS CTT

ESTÃO A DAR CABO DO SERVIÇO UNIVERSAL DE CORREIO

O GOVERNO TEM QUE TOMAR COM URGÊNCIA A DECISÃO DE REVERTER A PRIVATIZAÇÃO DOS CTT

Abra aqui a versão PDF deste comunicado. Clique no neste link »» » 2018_ 3 CTT Correios

“Lacerda declara”, “Lacerda sublinha”, “Lacerda promete”, “Lacerda transforma”, são as parangonas que os meios de comunicação normalmente trazem sobre os CTT. Continuamos pois a aguardar que algum deles, um dia, tenha a coragem de mudar o disco e, assim, titular efectivamente a realidade, com um “Lacerda aufere centenas de milhares para dar cabo do serviço de correios”!

Ainda não há muitos anos, por exemplo em 2007 os CTT, empresa cujo capital era 100% do Estado Português, deu lucros anuais de 72,7 milhões de euros. Tinha mais 2500 trabalhadores do que tem hoje, tinha mais 1000 estacões e postos de correio do que tem hoje, prestava um serviço público e universal de qualidade.

Hoje, privatizados, os CTT dão 6,3 milhões de euros por semestre, as Estações de Correio têm enormes filas de espera, o correio é distribuído muitas vezes apenas uma vez por semana. Os utentes são mal servidos e as reclamações sobem em flecha.

O “mérito” desta situação desastrosa vai todo para o CEO Lacerda e seus pares.

Comparando o 1º semestre de 2018, com o de 2017, a situação nos CTT era a seguinte:

Lucro 6,3 Milhões €
Diminuição do lucro – 64,8%
Resultados operacionais + 3,0 Milhões €

Rendimento Correio + 761 Mil €
Rendimento correio expresso e encomendas + 11,1 Milhões €
Serviços financeiros – 9,3 Milhões €
Banco CTT + 1,9 Milhões €
Aumento das tarifas + 4,1%
Venda do edifício da R. da Palma + 1,7 Milhões €
Pagamento de dividendos a accionistas 57,7 Milhões €
Integração da Payshop no Banco – saíram dos CTT 6,4 Milhões €
Aumento do capital social do Banco – saíram dos CTT 25 Milhões €
Nº de trabalhadores no grupo CTT – 164
Gastos com pessoal – 1,5 Milões €
Nº Estações de Correio – 33
Indicador global da qualidade do serviço – 20%
Satisfação dos clientes – 6,3%
Valor das acções 2,99€
Desvalorização das acções – 46%

Em resumo, menos qualidade, menos postos de trabalho, menos estações de correio, menos distribuição de correio, menos lucros e património delapidado.

O País, as populações, o tecido empresarial/económico e os agentes culturais regionais e locais têm direito a um serviço público de qualidade, prestado atempadamente e que seja propiciador da coesão económica e social em todo o território Português.

A esmagadora maioria da população sabe que a privatização foi um erro e os decisores políticos, mesmo os que cobardemente o negam, também.

A esmagadora maioria dos utentes sabe o estado de degradação a que o serviço chegou. O ministro do Planeamento disse em Fevereiro de 2018 que a situação dos CTT é consequência da privatização a 100% da empresa feita pelo anterior governo (grande novidade) e que, lavando as mãos como pilatos, cabe agora ao regulador assegurar a qualidade dos serviços. Perante esta situação perguntamos:

DE QUE ESTÁ O GOVERNO À ESPERA
PARA REVERTER A PRIVATIZAÇÃO DOS CTT?

Porque é que o Governo empurra para o regulador e este aplica multinhas para que tudo continue na mesma?

Não vale a pena saber de quem foi a culpa da privatização. Todos sabem que foi. Importa sim, assumir que foi um erro e resolver a situação.

REVERTER DA PRIVATIZAÇÃO DOS CTT É URGENTE!

FAÇAM-NO, PÔRRA!!!!!

SNTCT – a força de continuarmos juntos!

Comuncado SNTCT Correios 2-2018

SNTCT ASSINA A REVISÃO DA MATÉRIA SALARIAL DE 2018
ESTES AUMENTOS APLICAM-SE TAMBÉM A TODOS OS TRABALHADORES DAS EMPRESAS DO GRUPO CTT
OS AUMENTOS SERÃO APLICADOS EM JULHO COM RETROACTIVOS A 1 DE JANEIRO
SERÃO INTEGRADOS NO QUADRO DOS CTT 100 TRABALHADORES ATÉ AO FINAL DO ANO E MAIS 25 ATÉ JUNHO DE 2019

Abre aqui o comunicado na versão PDF » » » 2018_2 CTT CORREIOS

Decorreu no dia 4 de Julho a assinatura do acordo para a revisão salarial de 2018 dos CTT.
Após um processo negocial em que os CTT só bastante tarde fizeram propostas que o SNTCT considerou passíveis de serem negociadas, iniciou-se um período negocial mais rápido com reuniões informais e formais, que veio a culminar no acordo agora assinado.

O acordo alcançado abrange questões que para o SNTCT eram essenciais:
• Aumentos salariais para todos os trabalhadores;
• Aumento mínimo que permitisse abranger mais de metade dos trabalhadores.
• Aumentos salariais que se aproximassem da taxa de inflação previsível;
• Admissão de trabalhadores no quadro dos CTT;
• Salário mínimo nos CTT passou para 610€;
• Progressão dos trabalhadores que estavam na posição inicial dos níveis II e III.
AUMENTOS SALARIAIS
Graus de qualificação e posições de referência % AUMENTO

Remunerações base mensais compreendidas entre o valor correspondente ao limite mínimo do grau de qualificação I e o limite máximo do grau de qualificação II – até 1279,90
1,30%
Remunerações base mensais compreendidas a partir do valor correspondente ao limite máximo do grau de qualificação II e o limite máximo do grau de qualificação IV – de 1279,91 a 1903,80
1,20%
Remunerações base mensais compreendidas a partir do valor correspondente ao limite máximo do grau de qualificação IV e o limite máximo do grau de qualificação VII – de 1903,81 a 2790,40
1,10%

AUMENTO MÍNIMO 12,00€

• Admissão de 50 CRT e 50 TNG para o quadro dos CTT até final do ano de 2018 e mais 25 CRT até ao final do 1º semestre de 2019. Os trabalhadores a admitir devem ser os que estejam a ocupar postos de trabalho, não possam efectuar mais renovações de contrato e que tenham avaliação positiva. Devem também ser tidos em conta os trabalhadores que tenham tido 3 ou mais contratos e que tendo avaliação positiva não estejam a trabalhar neste momento nos CTT. Os CTT informarão os sindicatos acerca do número de trabalhadores a entrar para o quadro e os respectivos locais de trabalho.
• Reposicionamento para a posição seguinte de cerca de 79 trabalhadores que estão nas posições iniciais para a P1 dos graus de qualificação II III e os que estão na P1 para a P2. Estes trabalhadores serão aumentados entre 30 e 40 euros.

• O aumento mínimo de 12€ e o aumento de 1,3% aplica-se a cerca de 75% dos trabalhadores.
• O aumento de 1,2% aplica-se a cerca de 20% dos trabalhadores.
• O aumento de 1,1% aplica-se a cerca de 5% dos trabalhadores.

Os aumentos salariais serão processados no mês de Julho, com retroactivos a 1 de Janeiro de 2018.
Estes aumentos aplicam-se também às empresas do grupo CTT.

Este acordo, apesar de poder ter sido melhor se não fosse a intransigência dos CTT, garante os interesses dos sócios do SNTCT e dos trabalhadores em geral.

Consulta a página do SNTCT – www.sntct.pt

sntct – a força de continuarmos juntos!

Comunicado SNTCT Tempos Livres – 1-2019

PROTOCOLO PARA AQUISIÇÃO DE
LIVROS ESCOLARES
PARA OS FILHOS DOS ASSOCIADOS DO SNTCT

Livros 2018

Abra aqui o comunicado em formato PDF: 2018_01 CULTURA_TEMPOS LIVRES

No seguimento do sucesso do Protocolo celebrado nos anos anteriores entre o SNTCT e a Livraria Tio Papel – especialista em livros escolares – a mesma irá continuar a realizar 10% de desconto sobre o preço de capa dos livros escolares – 7º ao 12º Ano (ver em a) pág. 2), encomendados até dia 31 de Agosto de 2018.
A encomenda deverá ser feita para o email encomendas@tigrepapel.pt através do preenchimento da ficha em anexo (digitalizando-a depois de preenchida ou escrevendo no email de encomenda todos os dados solicitados bem como as indicações a colocar no campo observações).
A Livraria Tio Papel comunicará ao associado(a) do SNTCT o valor total da factura, valor que o mesmo pagará de acordo com forma estabelecida; transferência bancária, cheque ou cobrança postal (ª).
Após bom pagamento, quando a encomenda estiver pronta, a livraria entregará a mesma, junto com a factura, directamente nas suas papelarias (em Lisboa (Tigre de Papel, Rua de Arroios), Barreiro ou Sacavém) ou na sede do SNTCT, que por sua vez irá fazê-la chegar ao associado. No caso de optar pela Cobrança Postal a mesma será enviada pela Livraria Tio Papel directamente para casa do Associado ficando os portes e prémio de cobrança a cargo do mesmo.
Para além dos 10% de desconto, poderá ainda solicitar a plastificação dos seus livros por mais 1 euros por exemplar.
(ª) O valor total da factura poderá ainda ser pago em 3 vezes por via do envio de cheques pré-datados sendo o primeiro descontado pela Livraria Tio Papel antes do envio da encomenda.

PARA ESCLARECIMENTOS CONTACTAR SNTCT SEDE: 218428900 ou sntct@sntct.pt

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www.sntct.pt – www.facebook.com/sntct
A Direcção Nacional do SNTCT
SINDICATO NACIONAL DOS TRABALHADORES DOS CORREIOS E TELECOMUNICAÇÕES

Enviar por email para: encomendas@tigrepapel.pt

Nome do(a) Associado(a):
Nº de Associado(a):
Contacto Telefónico:
Morada do(a) Associado(a):
Empresa:
Local de Trabalho:
Nome da Escola da Criança:
Localidade da Escola:
Concelho da Escola:
Ano escolar a frequentar:

 

ATENÇÃO
Os livros vêm normalmente no chamado “Pack Pedagógico”, conjuntamente com os cadernos de actividades.
Assinale em “Observações”:
– Se quer a “Senha de Acesso” que substituiu o CD;
– Se não pretende algum dos cadernos de actividades;
– Se não deseja algum dos livros adoptados pela escola;
– se pretende algum livro com a capa plastificada.
a) OS MANUAIS DO 1º AO 6º ANO DE ESCOLARIDADE SÃO GRATUÍTOS.
PARA TAL, O MINISTÉRIO FORNECE UM VOUCHER POR VIA ELECTRÓNICA.
Também pode adquirir os livros relativos a esses anos de escolaridade na LIVRARIA TIO PAPEL, mediante troca do referido voucher.

44º ANIVERSÁRIO DO SNTCT – O SINDICATO

44º ANIVERSÁRIO DO SNTCT

5 MAIO 1974 – 5 MAIO 2018

CARTAZ SNTCT

Abra aqui o cartaz em formato PDF » » » PDF CARTAZ SNTCT 44 ANOS

Tudo começou uns anos antes, em 1970, quando um grupo de trabalhadores convocado por Vitória Pinheiro, uma Telefonista dos CTT – Correios e Telecomunicações de Portugal-  EP (Empresa Pública), decidiu criar um Sindicato.

A Comissão Pró-Sindicato que ali foi eleita sabia que o regime Fascista de Salazar e Marcelo Caetano, o chamado Estado Novo, não permitia sindicatos de classe limitando à existência de alguns sindicatos corporativos controlados pelo regime.

A Comissão tudo tentou mas a acção do regime, chegando à intervenção da PIDE, a polícia política, acabou com esse sonho em 1972 quando já estava em funções a segunda Comissão, fechando as portas do local onde funcionava a Comissão, apreendendo o arquivo da mesma, perseguindo os seus elementos e prendendo mesmo um deles.

Foi necessário o advento da Revolução de 25 de Abril de 1974 para que finalmente os Trabalhadores dos CTT – Correios e Telecomunicações de Portugal – EP, pudessem dar corpo à criação do seu Sindicato.

Foi no dia 5 de Maio de 1974, pouquíssimos dias depois da Revolução dos Cravos que, no Pavilhão dos Desportos de Lisboa, hoje Pavilhão Carlos Lopes, numa Assembleia Magna com mais de 10.000 trabalhadores e trabalhadoras vindos de todos os pontos do País, decidiram criar o SNTCT, o SINDICATO.

44 anos depois ele aqui está, forte, combativo, de classe e a representar dignamente os trabalhadores dos Sector dos Correios, Telecomunicações e Actividades Afins.

SNTCT nós te saudamos e a todos(as) aqueles(as) que te construíram e reforçaram em cada um dos dias destes 44 anos.

Viva a luta dos trabalhadores.

Viva o SNTCT!

A FORÇA DE CONTINUARMOS JUNTOS

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