PETIÇÃO PELA REVERSÃO TOTAL DA PRIVATIZAÇÃO DOS CTT

REVERSÃO PRIVATIZAÇÃO CTT

86129_1

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TEXTO DA PETIÇÃO

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Ao
Exmo. Senhor
Presidente da Assembleia da República
Assembleia da República
Palácio de São Bento
1249-068 Lisboa
PETIÇÃO

Exmo. Senhor,
Os subscritores e as subscritoras desta Petição, confrontados(as) com os efeitos, em seu entender perniciosos e prejudiciais para os Portugueses e as Portuguesas e para o País, da privatização dos CTT, Correios de Portugal, S.A. decidida pelo Governo de então em 2013/2014, vêm junto de V.ª Ex.ª expor e peticionar de acordo com o texto que se segue.

Considerando os peticionantes e as peticionantes que:
• Desde 1520, aquando da instituição dos Serviços Postais em Portugal, os Correios Portugueses, adiante designados por CTT, independentemente da sua figura jurídica ou denominação, sempre foram considerados como o melhor serviço público em Portugal. Desde o início do Século XX e até 2014, apesar das diversas vicissitudes e transformações porque passaram, os CTT sempre respeitaram os seus utentes, fornecendo um Serviço Postal Público de qualidade e considerados no topo dos correios a nível mundial;
• Desde 2013/2014, após a privatização total dos CTT-Correios de Portugal, S.A., cujo capital era até aí detido em exclusivo pelo Estado Português, a qualidade do serviço prestado pela hoje designada CTT – Correios de Portugal, Sociedade Aberta, tem vindo a decrescer fortemente em qualidade e periodicidade estando actualmente a raiar o descalabro;
• Estando o imediatamente atrás referido publicamente comprovado pela Entidade Reguladora ANACOM, sob cuja proposta o Governo da República multou os CTT por desrespeito pelo Contrato de Concessão e Convénio de qualidade (só relativamente a 2014 faltando os anos subsequentes);
• Com a redução do número de Carteiros e as “novas metodologias” de distribuição de correio, os atrasos na distribuição são uma constante em todo o País, existindo mesmo localidades em que o Carteiro só passa uma vez por semana, e outras, pouco mais que isso, prejudicando assim gravemente os cidadãos;
• Após a implementação do chamado Banco CTT sobre a estrutura de Estações de Correio, agora designadas por Lojas Postais, o desvio de trabalhadores dos balcões dos serviços postais para os balcões do serviço do Banco, provoca filas intermináveis de espera nos primeiros, chegando ao absurdo de um cidadão ou uma cidadã esperar mais de duas horas para comprar um selo ou fazer um envio postal. Concomitantemente o encerramento de muitas estações de correio, nomeadamente nas zonas menos povoadas é em tudo preocupante até porque põe me causa a coesão territorial;
• Em nosso entender a gestão privada dos CTT está a emagrecer/destruir deliberadamente a estrutura e componentes da Rede Pública Postal e, com isso, a incumprir o Contrato de Concessão e o Convénio de Qualidade e, dessa forma, a prejudicar fortemente os Portugueses e Portuguesas e o Estado Português.

Somos, por tudo o atrás referido e antes que o Serviço Público Postal e a Rede Pública Postal sejam destruídos de forma irreversível, a requerer a V.ª Ex.ª que, nessa Assembleia da República, sejam envidados todos os passos necessários a um rápido e imprescindível processo de reversão da privatização dos CTT-Correios de Portugal, voltando os mesmos à posse total e gestão directa do Estado Português, como acontecia até Dezembro de 2013.

 

Comunicado SNTCT Correios 18-2017

greve

GREVE GERAL NOS CTT

DIAS 21 E 22 DE DEZEMBRO 2017

Veja aqui a versão PDF » » » 2017_18 CTT CORREIOS

  • CONTRA A DESTRUIÇÃO DOS CTT
  • CONTRA A DETERIORAÇÃO DO SERVIÇO UNIVERSAL DE CORREIO
  • CONTRA OS DESPEDIMENTOS ENCAPOTADOS
  • CONTRA O ASSÉDIO MORAL E PROFISSIONAL
  • CONTRA DESTRUIÇÃO DOS POSTOS DE TRABALHO
  • CONTRA A ENTREGA DE ESTAÇÕES A TERCEIROS
  • CONTRA A DESTRUIÇÃO DO PATRIMÓNIO DOS CTT
  • CONTRA A GESTÃO APENAS PARA FAVOR DOS ACCIONISTAS
  • CONTRA O TRABALHO EXTRAORDINÁRIO NÃO PAGO
  • CONTRA O ABUSO EXERCIDO SOBRE OS CONTRATADOS A PRAZO EM RELAÇÃO AO PROLONGAMENTO ILEGAL DO HORÁRIO

EXIGIMOS:

  • PRESTAÇÃO DO SERVIÇO UNIVERSAL COM QUALIDADE
  • TRABALHADORES SUFICIENTES (EC´S, CDP´S E TRATAMENTO)
  • INTEGRAÇÃO DOS CONTRATADOS E AGENCIADOS
  • ADMISSÃO DE MAIS 300 TRABALHADORES
  • MELHORIA DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO

PELA REVERSÃO DA PRIVATIZAÇÃO DOS CTT.

SNCT – A força de continuarmos juntos!

Comunicado SNTCT Correios 17-2017

ctt 17 2017 min

CTT – CORREIOS DE PORTUGAL?
AO SERVIÇO DE QUEM?

 

Abra aqui o comunicado em formato PDF 2017_17 CTT CORREIOS
CTT – GOVERNO E ANACOM COM RESPONSABILIDADE NA DEGRADAÇÃO
·         Correio com atraso até 15 dias úteis;
·         Mais de uma hora em filas de espera nas estações de correio;
·         Registos entregues com mais de 5 dias de atraso;
·         Trabalhadores extenuados a recorrer cada vez mais a ajuda médica por efectuarem de 10 e mais horas de trabalho diário no atendimento e distribuição;
·         Centenas de postos de trabalho sem trabalhadores!
·         1 a 3 semanas de tempo de espera para abrir uma conta no banco CTT;
·         Resultados (de janeiro a setembro) a diminuir cerca de 57% em relação a 2016;
·         Milhões de euros gastos em consultadorias;
·         Querem entregar as estações a entidades terceiras.

QUE FUTURO PARA OS CTT?
OS CTT – CORREIOS DE PORTUGAL SÃO UMA EMPRESA ESTRATÉGICA, QUE TEM POR OBRIGAÇÃO PRESTAR O SERVIÇO UNIVERSAL E DIMINUIR AS ASSIMETRIAS REGIONAIS
A ACTUAL SITUAÇÃO IMPÕE QUE O ESTADO TOME MEDIDAS!
Diálogo social não existe. É através da comunicação social que Sindicatos, trabalhadores e populações têm conhecimento da real situação dos CTT. É lamentável que uma gestão paga “a peso de ouro” tenha levado os CTT-Correios de Portugal à degradação de um dos melhores serviços públicos do país.
NOTÍCIAS VEICULADAS PELA COMUNICAÇÃO SOCIAL (jornal de negócios, diário económico e ANACOM):
“O resultado registado pelos CTT nos primeiros nove meses deste ano – lucro de 19,5 milhões de euros, que representou uma queda de 57,6% face ao período homólogo – continua a pressionar a instituição liderada por Francisco Lacerda”.
“Os CTT revelaram que no âmbito do processo de reestruturação anunciado poderá incluir-se a atribuição da gestão de estações de correio a entidades terceiras”.
“A dificuldade na abertura de conta, mais especificamente o tempo de espera para que fique activa, é o principal problema apontado pelos clientes. Esperas de 1 semana, 2 semanas ou mesmo 3 semanas estão a ser reportadas diariamente, o que alegadamente, será justificado com o facto de muita gente estar a optar por abrir conta com o intuito de “fugir” às mudanças nas comissões”.
“O regulador (ANACOM) analisou “os indicadores de qualidade de serviço dos CTT relativos a 2016 e concluiu que o indicador relativo ao correio normal não entregue no prazo de 15 dias úteis não foi cumprido”, referiu, na altura, a ANACOM, que determinou a aplicação do mecanismo de compensação, este mecanismo implica que a concessionária do serviço postal universal (CTT) terá que aplicar uma dedução de 0,03 pontos percentuais à variação média ponderada dos preços do cabaz de serviços de correspondências, encomendas e correio editorial”. (Tudo indica que em 2017 será ainda pior).
A par de tudo isto, para efectuar com normalidade/qualidade o serviço universal de correios (sem reformas ou saídas antecipadas) existem cerca de 400 postos de trabalho efectivos por preencher na distribuição e atendimento. É por esta razão que a distribuição anda atrasada e as filas de espera nas estações de correio são enormes. Para piora a questão os CTT informaram o SNTCT que “identificaram um conjunto de trabalhadores, que a Empresa considerou reunirem determinadas condições cuja cessação do seu vínculo contratual não implicará substituição, com vista à cessação, por mútuo acordo, dos contratos de trabalho”. MAIS UMAS CENTENAS DE DESPEDIMENTOS ENCAPOTADOS!
Os trabalhadores dos CTT tudo têm feito para suprir a falta de ocupação dos postos de trabalho, contudo quem tem gerido os CTT nos últimos 3 anos apenas pensa no interesse dos accionistas. Os trabalhadores dos CTT lutam contra a degradação da qualidade do serviço. Os trabalhadores dos CTT também são vítimas das más opções tomadas pela CE e ADM dos CTT. Os trabalhadores não aceitam que quem causou esta situação continue a ganhar milhões, para destruir uma empresa com 500 anos de existência.
Em 2014 pomposamente um membro do governo disse: “A privatização dos CTT foi um enorme êxito.” Estas foram as palavras usadas pelo Executivo PSD/CDS, pela voz do ministro da Economia, para qualificar a venda dos Correios. Pires de Lima salientou o “sucesso objetivo do ponto de vista financeiro” e “adiantou que os atuais acionistas “são bons investidores internacionais e portugueses”, o que “é um motivo de conforto”. O SUCESSO E O CONFORTO ESTÃO À VISTA DE TODOS: Serviço público degradado; banco a naufragar e cortes cegos nas despesas operacionais. Tal decisão levou à destruição que agora se verifica. Contudo CE e ADM dos CTT continuam exclusivamente atentos aos “berros” dos accionistas ávidos de mais lucro e em garantir ordenados milionários, em detrimento das populações e do país.

É URGENTE A REVERSÃO
DA PRIVATIZAÇÃO DOS CTT

sntct – força de continuarmos juntos!

Comunicado 1-2017 Direcção Nacional

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TODOS À MANIFESTAÇÃO NACIONAL
Lisboa – 18 Nov – 15H00 – Marquês Pombal
(ponto de encontro: esquina da R. Braancamp com a Pr. Marquês Pombal, às 14H30)

aBRA AQUI A VERSÃO pdf: » » » 2017_1 DIRECÇÃO NACIONAL
LUTAR: VALORIZAR O TRABALHO E OS TRABALHADORES
Reconhecemos alguns avanços na recuperação de direitos, de rendimentos e salários, aumentos de reformas, pensões e apoios sociais, porem, ainda estão longe das necessidades, quer dos trabalhadores quer do país. É urgente resolver os problemas estruturais do país, reflexo de décadas de políticas de direita. Portugal não pode continuar a ser um” bom executante”, de forma obediente e nefastas para o país e para a população, das medidas da UE, A divida externa portuguesas, carece de ser renegociada.

É PRECISSO ROMPER COM A POLITICA DO PASSADO!

Os trabalhadores do sector de correios e telecomunicações, salvo raras excepções, ou não têm aumentos salariais ou se os tiveram foram muito abaixo do aumento do custo de vida
CONTINUAM AS DESIGUALDADES SOCIAIS E UMA PARTE MUITO SIGNIFICATIVA DA POPULAÇÃO VIVE NA POBREZA E EM SÉRIAS DIFICULDADES NO DIA-A-DIA
O GOVERNO (PS) RECUSA-SE A ALTERAR AS NORMAS MAIS GRAVOSAS DO CÓD. DO TRABALHO
OS TRABALHADORES COM VÍNCULOS PRECÁRIOS, ESTÃO ESTIMADOS EM CERCA DE 1 MILHÃO

É PRECISO AFIRMAR OS DIREITOS
É PRECISO LUTAR!

PELO AUMENTO DOS SALÁRIOS E POR UMA JUSTA REPARTIÇÃO DA RIQUEZA
PELO EMPREGO COM DIREITOS, CONTRA A PRECARIEDADE E CONTRA A DISCRIMINAÇÃO
·         Aumento de 4% dos salários em 2018, com um mínimo de 40 euros.
·         Criação de emprego estável e com direitos
·         Aumento do salário mínimo nacional para 600€ a partir de 1 de Jan de 2018.
·         Em cada posto de trabalho permanente tem de estar um trabalhador efectivo
·         Descongelação das progressões e promoções profissionais.
·         Integração nos quadros das empresas para as quais prestam serviço, os trabalhadores contratados a empresas de trabalho temporário e prestadores de serviços.

PELO DIREITO À CONTRATAÇÃO COLECTIVA
PELA REDUÇÃO E REGULAÇÃO DOS HORÁRIOS DE TRABALHO

·         Revogação das normas mais gravosas do Código do Trabalho, nomeadamente, a caducidade e sobrevigência das convenções colectivas.
·         Contra a adaptabilidade, os bancos de horas e os horários concentrados.
·         Reposição do princípio do tratamento mais favorável e da renovação automática dos contratos colectivos.
·         Pela reposição do valor do pagamento do trabalho extraordinário e dos dias de descanso.
·         Alteração da atribuição do subsídio de desemprego, eliminação do desconto de 10%.
·         Pela garantia de dois dias de descanso consecutivos, Sábado e Domingo.
·         Direito á reforma sem penalização ao fim de 40 de descontos.
Pelas 35 horas de trabalho semanal para todos.
·         Aumento das pensões de reforma.

·         Repor a idade da reforma aos 65 anos

PELA DEFESA DA SEGURANÇA SOCIAL E DOS SERVIÇOS PÚBLICOS. PELO PODER LOCAL DEMOCRÁTICO E POR UM SNS E UMA ESCOLA PÚBLICA AO SERVIÇO DO POVO E DO PAÍS.
TODOS À MANIFESTAÇÃO NACIONAL
sntct – a força de continuarmos juntos!

Comunicado SNTCT Correios 17-2017

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9 Outubro 2017
DIA MUNDIAL DOS CORREIOS
Comemorar o quê? Que correios?

Clique aqui para abrir a versão PDF deste comunicado » » » SNTCT CORREIOS 17-2017

Comemora-se hoje o Dia Mundial dos Correios. Foi como tal declarado pelo Congresso da UPU – União Postal Universal realizado em Tóquio, no Japão, no ano de 1969. O dia escolhido, o 9 de Outubro, é o da criação da UPU, em Berna, no ano de 1874.

Decidiu o Congresso da UPU criar este Dia Mundial dos Correios como forma de consciencializar pessoas e instituições sobre o papel dos correios na vida dos povos. Consciencializar portanto os homens e mulheres sobre a importância do Sector Postal na sua vida diária e o seu papel no desenvolvimento e coesão social e económica dos Países.
Estava-se em 1969, os Serviços Postais pertenciam aos Estados, implementava-se e estudava-se uma maior qualidade na sua prestação e tinham como fim a satisfação das necessidades dos cidadãos no que respeitava à comunicação.
Em Portugal os Serviços Postais eram então prestados pela Direcção Geral dos Correios Telégrafos e Telefones que, no final desse ano, foi transformada na primeira Empresa Pública portuguesa, os CTT – Correios e Telecomunicações de Portugal, E.P..
Os CTT, ou os “CORREIOS”, como sempre foram designados portugueses, eram então um dos melhores Serviços Postais do Mundo e assim se mantiveram até à primeira década do Século XXI.
Começavam então a implementar-se as decisões tomadas em Bruxelas sobre a liberalização total dos Serviços Postais, decisões transpostas para a Legislação Nacional por Governos da República Portuguesa que não souberam, nem quiseram, defender os interesses nacionais e sobretudo os dos Cidadãos.
Foi então que os Utentes começaram a ser designados por “Clientes” e, começou a acção de destruição da qualidade dos serviços prestados, o encerramento de Estações de Correios, a tentativa de supressão de direitos e regalias dos trabalhadores e a redução do número dos mesmos. Hoje os factos não deixam lugar a quaisquer dúvidas, com vista à Privatização dos CTT. Privatização primeiro proposta por um Governo de José Sócrates/PS e criminosamente concretizada pelo Governo PSD/CDS liderado por Passos Coelho que, criminosamente, privatizou os CTT.

OS TRABALHADORES E OS UTENTES DOS CTT TÊM RAZÕES PARA FESTEJAR? VEJAMOS… 

TRABALHADORES CTT – FESTEJAREM O QUÊ?
• A supressão contínua de postos de trabalho e venda de património construído dos CTT (assim continuamente empobrecidos) para crescerem os dividendos pagos aos accionistas?
• O desgaste físico e psíquico provocado pelo excesso de trabalho e prolongamentos abusivos (sem pagamentos e sob coacção e ameaça) dos tempos de trabalho?
• A Gestão da Empresa a chorar míseros aumentos salariais nas mesas de negociação e a distribuir lucros crescentes aos accionistas?
• Os alegados “prémios” e progressões profissionais que ninguém vê?
• A gestão irracional da reduzida força de trabalho, ordens contraditórias ao minuto e serem responsabilizados por erros cuja responsabilidade é da má gestão?
• Os trabalhadores dos balcões a serem tratados como carne para canhão, depois de terem contribuído para a criação do Banco CTT a custo zero, para os CTT encherem os bolsos dos seus proprietários, os accionistas?
• Os trabalhadores dos balcões que executam serviço do Banco CTT a ganharem menos que recém-contratados que vieram de fora com formação bancária feita à pressa?
• Chefes de loja com provas dadas que de repente são exonerados e substituídos por gente que veio da banca e que percebe tanto de correios como de astronomia?
• Carteiros e que são obrigados a prolongarem os seus horários de trabalho sob ameaça de processo se trouxerem correio para trás?
• Carteiros e TNG’s a quem hoje obrigam a fazer (mal) o seu trabalho? Os mesmos que têm que dar a cara todos os dias pelos problemas sistemáticos no atendimento e na distribuição de correio? Chefias de Estações de Correio e de CDP’s sem meios humanos que lhes permitam fazer melhor?
• Trabalhadores que vêem denegados acidentes de trabalho/serviço? Não terem Serviços de Saúde e Segurança no Trabalho fiáveis? Serem tratados como criminosos quando, levados a isso por uma gestão negreira do trabalho, são obrigados a não trabalharem e ficarem na situação de ausência por doença?

E OS UTENTES/CLIENTES, VÃO FESTEJAR O QUÊ?
• Receberem o seu correio sistematicamente atrasado? Verem-se prejudicados nas suas vidas pessoais e profissionais por tais atrasos?
• Verem reduzidos os pontos de acesso à Rede Postal Pública obrigando-os assim a calcorrearem quilómetros para encontrarem uma Estação de Correios ou Marco Postal?
• Passarem horas em filas dos serviços postais nas Estações de Correios porque o pouco pessoal é desviado para os balcões dos serviços bancários?
• Serem destratados porque reclamam da qualidade dos serviços e obterem respostas ínvias às suas reclamações quando as recebem?
• Sentirem-se coagidos a comprarem lotarias e quejandos só para serem simpáticos aos trabalhadores que por sua vez são coagidos a pressioná-los paras comprarem tais produtos?

  • EM SUMA, TRABALHADORES E UTENTES/CLIENTES A FESTEJAREM O QUÊ?
  • O DESRESPEITO PARA COM ELES?
  • A DESTRUIÇÃO DA QUALIDADE E DA ESTRUTURA DOS CTT?
  • O FUTURO DOS CTT QUE ESTÁ A SER COMPROMETIDO, SÓ PARA QUE OS ACCIONISTAS ENCHAM OS BOLSOS?

Na certeza de que havemos de recuperar o orgulho nos CTT e vermos resposta a qualidade do serviço prestado e o bem-estar e resposta às legítimas aspirações e direitos dos trabalhadores e utentes/clientes,

VIVAM OS TRABALHADORES E OS UTENTES/CLIENTES DOS CTT!
SNTCT – A força de continuarmos juntos!

www.sntct.pt – www.facebook.com/sntct

FALECEU O NOSSO CAMARADA CARAÇA

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O SNTCT está mais pobre…

FALECEU ONTEM O NOSSO

CAMARADA ACÁCIO CARAÇA

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ACÁCIO ALVES CARAÇA

BEJA – 05/07/1934 – 06/10/2017

Associado Fundador do SNTCT

ex-Dirigente Regional/Nacional do SNTCT

CRT Aposentado – CTT Correios de Portugal

Faleceu ontem o nosso Caraça. Esteve ligado à criação do nosso SNTCT, o seu/nosso Sindicato que sempre defendeu e ajudou a crescer.

O Caraça foi Dirigente Regional do SNTCT na Secção Regional de Beja do SNTCT (da qual foi Secretário Regional até à sua aposentação no princípio dos anos 90) e também seu Dirigente Nacional, tendo integrado o seu (então) Secretariado Nacional nos dois mandatos anteriores à data da sua aposentação.

Figura carismática do nosso SNTCT o Caraça, alentejano dos “quatro costados” era conhecido pela sua constante boa disposição, resposta sempre pronta e pelo seu humor por vezes muito cáustico.

Na memória de todos os camaradas que com ele conviveram o Caraça vai ficar sempre lembrado sobretudo como um querido amigo.

Já temos saudades tuas Caraça.

Um grande abraço e até sempre amigo e camarada!

– – – – –

O corpo do camarada Caraça encontra-se hoje em Câmara Ardente  na Capela Mortuária do Cemitério de Beja e o seu funeral terá lugar amanhã pelas 09:30.

A Direcção Nacional do SNTCT já apresentou condolências à família e far-se-á representar hoje e amanhã nas ezéquias fúnebres deste camarada que fará a sua ultima viagem coberto com a bandeira do seu SNTCT.

Como é usual entregaremos à família todas as mensagens de condolências que nos chegarem.

O NOSSO CAMARADA ARMANDO FALECEU HOJE. O SNTCT ESTÁ MAIS POBRE.

Armando Martins

O NOSSO CAMARADA ARMANDO
FALECEU HOJE.
O SNTCT ESTÁ MAIS POBRE.

Armando Martins

Armando Antunes Martins
27/05/1944 – 13/09/2017

Associado Nº 284 do SNTCT
Aposentado dos CTT

O Armando é, e será sempre, uma figura incontornável do SNTCT.
Foi durante décadas o exemplar, dedicado e respeitado Delegado Sindical do SNTCT no Sector de Encomendas da Central de Correios de Lisboa. Sempre convidado a integrar as listas à Direcção Nacional do SNTCT jamais aceitou por, dizia, preferir ser um bom Delegado Sindical do que um incerto Dirigente Nacional.
Esteve sempre ligado á vida do SNTCT e, após a sua aposentação, continuou a sua militância sindical integrando a Comissão Nacional de Reformados e Aposentados do SNTCT.
Na Comissão, em que diariamente continuou a dar o seu contributo abnegado, continuou o seu trabalho sindical até que hoje, quando o seu coração o traiu e o levou do nosso convívio.
O Armando esteve também desde sempre ligado ao PORVIR da Família Telégrafo Postal e à Casa do Aposentados dos CTT.
Armando, já sentimos a tua falta.
Até sempre camarada!

Lisboa, 13 de Setembro de 2017
A Direcção Nacional do SNTCT
A Comissão Nacional de Aposentados e Reformados do SNTCT

Comunicado SNTCT Correios 16-2017

ctt 16 2017

O CASO DA ACTA Nº 7
O PESO NA CONSCIÊNCIA LEVA AO DESESPERO DE QUEM CONTRIBUIU PARA DIVIDIR OS TRABALHADORES

Abra aqui a versão PDF deste comunicado: 2017_16 CTT Correios

NA SESSÃO DE NEGOCIAÇÕES REALIZADA EM 14 DE JUNHO O SNTCT PÔS OS PONTOS NOS III E “CHAMOU OS BOIS PELOS NOMES”. CLARO QUE NÃO GOSTARAM MAS EM VEZ DE DECLARAREM PARA A ACTA AS SUAS POSIÇÕES REMETERAM-SE AO SILÊNCIO.
O SNTCT RECTIFICOU O PROJECTO DE ACTA INTRODUZINDO FIELMENTE AS SUAS DECLARAÇÕES.
ORA OS OUTROS ACHARAM QUE O QUE O SNTCT DISSE PODIA SER MAU PARA ELES E TENTARAM ADULTERAR A ACTA (PRINCIPALMENTE O SITIC, SINQUADROS E SINDETELCO) E FIZERAM UMA PRESSÃO ENORME SOBRE OS CTT PARA IMPEDIR QUE FOSSE ESCRITA A VERDADE.
O SNTCT NÃO CEDE! AO CONTRÁRIO DOS OUTROS, O SNTCT NÃO MENTE! PORQUE NÃO TEM NADA A ESCONDER E PORQUE TAMBÉM AO CONTRÁRIO DOS OUTROS ESTEVE NESTE PROCESSO DE BOA-FÉ!
O QUE NOS MOVE NÃO SÃO OS EUROS DAS QUOTAS E NÃO SÃO AS MENTIRAS PARA ROUBAR SÓCIOS, O QUE NOS MOVE E A DEFESA DOS DIREITOS E INTERESSES DE TODOS OS TRABALHADORES, E PRINCIPALMENTE DOS NOSSOS ASSOCIADOS.

PORQUE PASSADO MAIS DE UM MÊS NUNCA FOI ASSINADA, O SNTCT FAZ A DIVULGAÇÃO PÚBLICA DA MESMA

AE/CTT – REVISÃO SALARIAL 2017
ATA N.º 7
Início: 10h50m Fim: 14h00m
Local: Rua da Palma, nº 236, em Lisboa
Data: 14-06-2017
Presenças: As constantes nas folhas de presença anexas.
Iniciada a sessão, a Empresa questionou os Sindicatos presentes sobre eventuais comentários que pretendessem apresentar no contexto do processo negocial.
Nesse contexto, o SNTCT reiterou que, embora a Empresa tenha recusado a proposta da celebração de um protocolo versando a admissão de novos trabalhadores, alegando estar atenta à evolução da situação, considera haver necessidade dessa admissão face à nítida falta de trabalhadores não só no período das férias, conforme se poderá constatar nos indicadores de gestão do mês de maio em relação aos anos transatos, mesmo considerando as substituições para férias. Assim, reiterou a necessidade de proceder a novas admissões, começando com os contratados a termo com mais tempo de contratação.
Posto isso, procedeu a nova reformulação da sua proposta, nos seguintes termos:
• Tabela salarial:
o Remuneração até 1250,90€ – aumento de 2.45%;
o Remuneração entre 1250.90€ e 1872,70€ – aumento de 1.85%;
o Remunerações superiores a 1872,70€ – aumento de 1.4%
o Aumento mínimo de 18,00€;
• Restantes matérias de expressão pecuniária – mantém proposta de aumento de 1,0%
O SINDETELCO, o SITIC, o SINQUADROS e a CGSI declararam subscrever a declaração do SNTCT em relação à necessidade de admissão de novos trabalhadores.
O SICOMP declarou também subscrever a declaração do SNTCT em relação à admissão de novos trabalhadores e manteve a sua proposta anterior.
A Empresa reiterou a sua indisponibilidade para a celebração de protocolos versando a admissão de novos trabalhadores, reafirmando estar atenta ao evoluir da situação e que tomará as medidas que entender necessárias nesta matéria, se e quando tal se justificar.
Não se registando novas propostas, a Empresa reformulou a sua proposta nos termos seguintes, salientando ser esta a sua proposta final no âmbito do presente processo negocial:
• Remunerações base mensais compreendidas entre o valor correspondente ao limite mínimo do grau de qualificação I e o limite máximo do grau de qualificação II: aumento de 1.0%;
• Remunerações base mensais compreendidas a partir do valor correspondente ao limite máximo do grau de qualificação II e o limite máximo do grau de qualificação IV: aumento de 0,75%;
• Remunerações base mensais compreendidas a partir do valor correspondente ao limite máximo do grau de qualificação IV e o limite máximo do grau de qualificação VII: aumento de 0,65%;
• Aumento do limite salarial mínimo do grau de qualificação II (CRT) de 576.90€ para 600.0€, a partir de 1/7/2017;
Referiu, ainda, que embora se trate de matéria excluída do presente processo de negociação coletiva, estava em condições de informar que no contexto de um acordo sobre a proposta supra apresentada, os valores acordados seriam também aplicados nas empresas subsidiárias com sede em Portugal, aos trabalhadores com funções equivalentes.
O SINDETELCO questionou quantos trabalhadores serão abrangidos por essa proposta de aumento do limite salarial mínimo do grau de qualificação II, considerando que a mesma é injusta em relação dos trabalhadores dos restantes graus de qualificação.
Também o SNTCT questionou o número de trabalhadores abrangidos por essa proposta de aumento do limite salarial mínimo do grau de qualificação II, considerando que a mesma reduz o leque salarial e é injusta em relação dos trabalhadores dos restantes graus de qualificação.
O SINDETELCO lamentou ainda que os aumentos propostos pela Empresa não cubram nem os 1.4% da inflação prevista pelo Banco de Portugal para o corrente ano, nem os 1.3% médios da contratação coletiva, permitindo desse modo conservar o poder de compra dos trabalhadores dos CTT.
Retomados os trabalhos após um breve intervalo, o SNTCT lembrou que havia proposto a criação de uma comissão bipartida para reanálise do modelo do abono para falhas, proposta que a Empresa não aceitou, alegando estar atenta à questão e que tomará, nesta matéria, as medidas que considerar necessárias e adequadas.
Não obstante a posição da Empresa, o SNTCT insistiu na necessidade de reformulação e aumento dos valores do referido abono para falhas, tendo em consideração as alterações dos valores manipulados, na sequência da introdução do serviço do Banco CTT.
A Empresa referiu ter solicitado aos serviços uma análise dos valores movimentados, designadamente antes e após a introdução do serviços do Banco CTT e que, em função dos resultados dessa análise, não deixará de tomar as medidas que entender necessárias e adequadas, dando disso conhecimento aos sindicatos.
O SINCOR solicitou informação quanto ao montante da massa salarial global decorrente da proposta da Empresa.
O SINQUADROS reformulou a sua proposta para 1.3% de aumento da tabela salarial e das restantes matérias de expressão pecuniária.
Também o SERS e o SNEET reviram as suas propostas para 1.3% de aumento na tabela salarial e da restante matéria de expressão pecuniária.
O SINDETELCO reformulou a sua proposta nos seguintes termos:
• Tabela salarial:
o Remuneração até 1267.20€ – aumento de 1.3%;
o Remuneração entre 1267.20€ e 1889.60€ – aumento de 1.0%;
o Remunerações superiores a 1889.60€ – aumento de 0.8%
• Aumento de 1.0% para as diuturnidades e subsídio de refeição.
Reafirmando a sua total disponibilidade para chegar a acordo, o SITIC reformulou também a sua proposta, nos seguintes termos:
• Tabela salarial:
o Remuneração até 1267.20€ – aumento de 1.3%;
o Remuneração entre 1267.20€ e 1889.60€ – aumento de 1.0%;
o Remunerações superiores a 1889.60€ – aumento de 0.8%;
o Aumento mínimo de 12,00€.
• Aumento de 1,5% para o subsídio de condução e de 1,0% nas restantes matérias de expressão pecuniária.
Manifestou igualmente o seu acordo em relação à proposta da Empresa de aumento para 600,00€ do limite mínimo do Grau de Qualificação II, com efeitos a partir de 1 de julho de 2017.
O SICOMP reviu a sua proposta de aumento único para todos os trabalhadores para 15,00€ e para 1,0% de aumento na restante matéria de expressão pecuniária, dando também o seu acordo de princípio à proposta da Empresa de aumento para 600,00€ do limite mínimo do Grau de Qualificação II.
O SNTCT questionou qual o número de trabalhadores abrangidos por essa proposta da Empresa., afirmando pretender saber não o nome desses trabalhadores pois isso era já do seu conhecimento, mas apenas o respetivo número, ao que a Empresa respondeu serem apenas 6 trabalhadores efetivos.
Face à reafirmação da Empresa de que a proposta apresentada é a sua proposta final neste processo negocial, o SNTCT considerou que essa proposta final da Empresa poderia ter ido mais longe, porquanto, em seu entender, os CTT têm condições para negociar aumentos salariais superiores aos da proposta apresentada, pois se o tráfego postal tem diminuído, outros tipos de negócio têm aumentado e o negócio do Banco CTT é já um negócio com futuro, à custa do esforço e empenhamento diário dos trabalhadores, que merecem melhores condições de trabalho e remuneração.
No entanto, e neste contexto, o SNTCT deu o seu acordo de princípio à proposta da Empresa, desde que ela garanta aos seus associados, com efeitos a 1 de janeiro de 2017, os aumentos aplicados em 2016.
O SINCOR alterou a sua proposta para a aplicação de um aumento único para todos os trabalhadores, no valor resultante da divisão do montante global da massa salarial decorrente da proposta da Empresa pelo número total de trabalhadores, deduzido de 10 cêntimos.
Após novo intervalo solicitado pela Empresa, o SINQUADROS declarou que a proposta final da Empresa fica muito aquém do expetável, considerando os valores dos aumentos dos anos transatos. Todavia, dado que a realidade do corrente ano é diferente da dos anos anteriores, declarou esperar que a Empresa acolha favoravelmente a proposta do SNTCT de colocar todos os trabalhadores em pé de igualdade com efeitos a 1 de janeiro de 2017, sendo que, nesse caso, o SINQUADROS dá o seu acordo de princípio à proposta da Empresa, completada que seja com a proposta do SNTCT.
A Empresa declarou que aceita a proposta do SNTCT relativamente à aplicação aos respetivos associados que não tenham tido aumentos em 2016, dos aumentos aplicados nesse ano e tabelas em vigor, com efeitos a 1 de janeiro de 2017,e sobre os quais incidirão os aumentos constantes da sua proposta para o presente processo negocial. Nesse sentido irá proceder à redação do acordo, nos termos que apresentou na pressente sessão negocial contendo um protocolo sobre a matéria proposta pelo SNTCT, que irá apresentar à apreciação dos sindicatos presentes até à próxima quarta-feira, para que estes possam atempadamente transmitir a sua posição final sobre o texto do acordo proposto.
O SINDETELCO solicitou esclarecimento quanto ao enquadramento no âmbito desse protocolo dos trabalhadores que, não tendo então sido abrangidos por esses aumentos de 2016, a título individual, mudaram entretanto, no corrente ano de 2017 para outros sindicatos, sem que, por essa via, tenham tido aumentos ou só os tiveram a partir da data em que a título individual acertaram com a Empresa os ditos aumentos.
A Empresa esclareceu que irá analisar essa questão, designadamente no quadro da legislação aplicável e dos objetivos subjacentes à aceitação da proposta do SNTCT.
O SINDETELCO fez então a seguinte declaração para a Ata:
“O SINDETELCO em conjunto com mais dez organizações sindicais, em 2016, assinou o Acordo de revisão de Tabela Salarial do AE CTT, com aumentos salariais 1,3% no 1.º escalão, 0,9% no 2.º escalão, 0,7% no 3.º escalão e com aumento mínimo de 10,00€, que para alguns trabalhadores representou um aumento superior a 1,3%, no ano em que a inflação registada foi de 0,6%.
Conseguimos repor algum do poder de compra (0,7%) perdido em anos anteriores.
A Empresa apresentou hoje uma proposta e classificamos de lamentável os valores propostos para aumento salarial, levando novamente os trabalhadores a perderem poder de compra.
Após registarmos o Acordo de algumas organizações sindicais perante esta proposta, o SINDETELCO, depois de auscultar os seus dirigentes e associados, tomará posição até ao próximo dia 23 de Junho de 2017.”
O SNTCT declarou-se enternecido com a preocupação manifestada por alguns dos sindicatos presentes relativamente à aplicação dos aumentos salariais acordados em 2016 aos seus associados com efeitos a 1 de janeiro de 2017. O SNTCT considerou ainda que, não sendo este um acordo excecional, é o acordo possível que permite alcançar os seus objetivos propostos para esta negociação.
O SICOMP reservou a sua posição até avaliar juridicamente o protocolo que a Empresa irá apresentar, mantendo até lá a sua proposta.
O SINTTAV deu o seu acordo de princípio à proposta da Empresa e do SNTCT, considerando o acordo do sindicato maioritário e a normalização das situações salariais decorrentes da não assinatura pelo SNTCT da Revisão Salarial de 2016.
O SINCOR reservou posição até sexta-feira da próxima semana.
A CGSI deu o seu acordo de princípio à proposta da Empresa.
O SERS e o SNEET deram também o seu acordo de princípio à proposta da Empresa.
O SITIC reservou posição até ver o texto do protocolo de acordo.
A Empresa comprometeu-se a enviar o texto do Protocolo de acordo até à próxima quarta-feira, tendo ficado acertado que até ao dia 23 de junho poderiam os sindicatos que ainda não tomaram posição final sobre o acordo transmitir a sua posição, por forma a que se proceda à assinatura do acordo nos primeiros dias da semana seguinte.
Não se registando mais intervenções, a sessão foi dada por encerrada às 14h00m.
Anexos: folhas de presenças

PELOS CTT
PELO SNTCT
DECLARAÇÃO DO SNTCT DE RESERVA PARCIAL À ACTA
O SNTCT declara que embora assine a presente ata, o faz com reserva parcial em relação ao segmento inserto no 31º parágrafo (“O SNTCT declarou-se enternecido com a preocupação manifestada por alguns dos sindicatos presentes relativamente à aplicação dos aumentos salariais acordados em 2016 aos seus associados com efeitos a 1 de janeiro de 2017. O SNTCT considerou ainda que, não sendo este um acordo excecional, é o acordo possível que permite alcançar os seus objetivos propostos para esta negociação”), considerando que o que declarou e deveria constar da ata era o seguinte:
“O SNTCT declarou-se enternecido com a preocupação manifestada por alguns dos sindicatos presentes relativamente à aplicação dos aumentos salariais acordados em 2016 aos seus associados com efeitos a 1 de janeiro de 2017, DADO QUE EM 2016 ESSES MESMOS SINDICATOS ASSINARAM À PRESSA UM ACORDO NÃO SE PREOCUPANDO EM CONSEGUIR CONSENSOS PARA IMPEDIR O QUE ACONTECEU. O SNTCT considerou ainda que, não sendo este um acordo excecional, é o acordo possível que permite alcançar os seus objetivos propostos para esta negociação.”

Nota: O texto desta acta teve o acordo dos CTT e do SNTCT

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Comunicado SNTCT Cultura/Tempos Livres 1-2017

2017_01 CULTURA_TEMPOS LIVRES imagem 01

PROTOCOLO 2017 PARA AQUISIÇÃO DE LIVROS ESCOLARES
PARA OS FILHOS DOS ASSOCIADOS DO SNTCT

Abra aqui a versão PDF deste comunicado » » » 2017_01 CULTURA_TEMPOS LIVRES

No seguimento do sucesso do Protocolo celebrado nos anos anteriores entre o SNTCT e a Livraria Tio Papel – especialista em livros escolares – a mesma irá continuar a realizar 10% de desconto sobre o preço de capa dos livros escolares (1º ao 12º Ano) encomendados até dia 31 de Agosto de 2017.
A encomenda deverá ser feita para o email encomendas@tiopapel.com através do preenchimento da ficha em anexo (digitalizando-a depois de preenchida ou escrevendo no email de encomenda todos os dados solicitados bem como as indicações a colocar no campo observações).
A Livraria Tio Papel comunicará ao associado(a) do SNTCT o valor total da factura, valor que o mesmo pagará de acordo com forma estabelecida; transferência bancária, cheque ou cobrança postal (ª).
Após bom pagamento, quando a encomenda estiver pronta, a livraria entregará a mesma, junto com a factura, nas instalações sede do SNTCT, que por sua vez irá fazê-la chegar ao associado. No caso de optar pela Cobrança Postal a mesma será enviada pela Livraria Tio Papel directamente para casa do Associado ficando os portes e prémio de cobrança a cargo do mesmo.
Para além dos 10% de desconto, poderá ainda solicitar a plastificação dos seus livros por mais 1 euros por exemplar.

(ª) O valor total da factura poderá ainda ser pago em 3 vezes por via do envio de cheques pré-datados sendo o primeiro descontado pela Livraria Tio Papel antes do envio da encomenda.

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Encomendas do SNTCT
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Nome do(a) Associado(a):

Nº de Associado(a):

Contacto Telefónico:

Morada do(a) Associado(a):

Empresa:

Local de Trabalho:

Nome da Escola da Criança:

Localidade da Escola:

Concelho da Escola:

Ano escolar a frequentar:

Os livros vêm normalmente no chamado “Pack Pedagógico”, com os cadernos de atividades e o CD. Assinale em “Observações” se não quiser o CD ou mesmo o Caderno de Atividades.
Assinale em “Observações” caso não deseje algum livro adotado pela escola.
Assinale em “Observações” se pretende algum livro plastificado.
ATENÇÃO
OS LIVROS TÊM QUE SER ENCOMENDADOS ATÉ 31 DE AGOSTO

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Comunicado SNTCT Correios 15-2017

20170628_132341

NEGOCIAÇÃO DA MATÉRIA SALARIAL DE 2017

TEXTO (PARCIAL) DO ACORDO ENTRE O SNTCT E OS CTT

Abra aqui a versão PDF > > >  2017_15 CTT Correios-2

ACORDO DE EMPRESA

CTT – Correios de Portugal, S.A., Sociedade Aberta,

– Revisão parcial –

Considerando a valorização de um clima de estabilidade e paz social na Empresa que constituem objetivos dos CTT e das Associações Sindicais outorgantes, é celebrado hoje, dia XX de Junho de 2017, o presente Acordo de Empresa que vem rever, em matéria salarial, o Acordo de Empresa entre as partes celebrado e publicado no Boletim do Trabalho e Emprego, nº 8, de 28 de fevereiro de 2015 (AE CTT 2015), para o SNTCT, bem como o acordo publicado no BTE nº 14, de 15/4/2016, para as restantes associações sindicais, nos seguintes termos:

 

Cláusula 1ª

Âmbito e produção de efeitos

 

  1. O presente Acordo obriga, por uma parte, a empresa CTT – Correios de Portugal, S.A., Sociedade Aberta e, por outra parte, os trabalhadores ao seu serviço, representados pelas Associações Sindicais outorgantes.
  2. Os aumentos remuneratórios decorrentes do presente Acordo retroagem os seus efeitos a 1 de janeiro de 2017, sem prejuízo do disposto no número seguinte e dos nº 3 e 4 da cláusula 2ª, e vigoram nos termos previstos nas cláusulas 2ª e 3ª do AE CTT2015,
  3. Relativamente aos trabalhadores abrangidos pela cláusula transitória, os aumentos referidos no número anterior serão aplicados aos valores resultantes do cumprimento do nº3 da referida cláusula transitória.
  4. O Acordo de Empresa dos CTT abrange o território nacional, no âmbito do setor da atividade postal e as categorias profissionais constantes do Anexo I do AE CTT 2015.

 

Cláusula 2ª

Aumentos remuneratórios

 

  1. As remunerações base mensais auferidas pelos trabalhadores abrangidos pelo presente Acordo ao serviço dos CTT à presente data são aumentadas nos seguintes termos:
  2. a) Remunerações base mensais até 1267,20€: aumento de 1%;
  3. b) Remunerações base mensais compreendidas a partir do valor correspondente ao limite máximo do grau de qualificação II e 1889,60€: aumento de 0,75%;
  4. c) Remunerações base mensais compreendidas a partir do valor correspondente ao limite máximo do grau de qualificação IV e 2772,30€: aumento de 0,65%.
  5. Os valores resultantes do disposto no número 1 da presente cláusula são os que constam dos Anexos III e IV do presente Acordo, com efeitos a 1 de janeiro de 2017.
  6. O valor do limite mínimo do Grau de Qualificação II do Anexo III, bem como o valor da Posição Inicial referente ao mesmo Grau de Qualificação, do Quadro I do Anexo IV, será aumentado, com efeitos a partir de 1 de Julho de 2017, para 600€.
  7. O valor do limite mínimo do Grau de Qualificação I do Anexo III, para 580€, bem como os valores referentes ao mesmo Grau de Qualificação, do Quadro I do Anexo IV, para a Posição Inicial, para a Posição P1 e para a Posição P2, respetivamente para 580€, 590€ e 600€, serão aumentados, com efeitos a partir de 1 de Julho de 2017.

 

 

ANEXO III

Limites salariais de referência

(Cláusula 66ª número 1)

 

Grau de Qualificação Limite mínimo Limite máximo
I 562,60 € 960,00 €
II 582,70 € 1.279,90 €
III 634,30 € 1.589,70 €
IV 705,60 € 1.903,80 €
V 906,60 € 1.943,50 €
VI 1.441,40 € 2.356,90 €
VII 2.219,70 € 2.790,40 €

 

 

ANEXO IV
Progressão salarial garantida

Quadro 1
(Cláusula 68ª números 5 e 6)

 

Grau de qualificação Posição inicial Posições de referência
P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8
I 562,60 571,40 580,10 632,30 671,20 700,90 736,70 782,70 834,90
II 582,70 632,30 671,20 700,90 752,10 808,90 871,50 944,50 1.043,70
III 634,30 671,20 736,70 840,20 944,50 1.069,70 1.184,60 1.306,60 1.410,20
IV 705,60 808,90 944,50 1.069,70 1.184,60 1.306,60 1.410,20 1.503,50 1.602,10

 

 

 

 

Quadro 2
(Cláusula 113.ª)

 

1 2 3 4 5 6
Grupo profissional em 19/4/2008 “Letra” em 19/4/2008 Nova Categoria Profissional Posição de referência inicial Próxima posição de referência Grau de Qualificação Posição de referência seguinte no Quadro 1
CRT,
MOT (residual)
E CRT,
MOT (residual)
671,20 702,20 II P4
F 702,20 759,90 II P5
G 759,90 816,50 II P6
H 816,50 897,80 II P7
I 897,80 1.003,40 II P8
J 1.003,40 II P8
TAC H OAN 816,50 897,80 II P7
I 897,80 1.003,40 II P8
TRA I TNG 897,80 1.003,40 III P5
J 1.003,40 1.134,40 III P6
K 1.134,40 1.270,10 III P7
L 1.270,10 III P7
L1 1.341,00 III P8
TPG,
OSI,TEP
G TNG,
OSI (residual), TEP (residual)
759,90 816,50 III P3
H 816,50 897,80 III P4
I 897,80 1.003,40 III P5
J 1.003,40 1.134,40 III P6
K 1.134,40 1.270,10 III P7
L 1.270,10 1.341,00 III P8
L1 1.341,00 III P8
EDC, TCF K TSR 1.134,40 1.270,10 IV P5
L 1.270,10 1.341,00 IV P6
L1 1.341,00 IV P6
L2 1.427,30 IV P7
M1 1.520,60 IV P8
ASG,

TDG

J TSR,

TDG (residual)

1.003,40 1.134,40 IV P4
K 1.134,40 1.270,10 IV P5
L 1.270,10 1.341,00 IV P6
L1 1.341,00 1.427,30 IV P7
L2 1.427,30 1.520,60 IV P8
M1 1.520,60 IV P8

 

Cláusula Transitória – A

(A que faz referência o nº 3 da cláusula 1ª do presente Acordo e que dele faz parte integrante)

 

O SNTCT e os CTT acordam o seguinte:

  1. No processamento salarial relativo ao mês de julho de 2017 e com efeitos a 1 de janeiro de 2017, os associados no SNTCT que não foram abrangidos pelos aumentos salariais de 2016, terão os seguintes aumentos, sem prejuízo de ser garantido um aumento mínimo de 10,00€, também com efeitos a 1 de janeiro de 2017, aos mesmos trabalhadores com remunerações base mensais até 1000,00€:
  2. a) Remunerações base mensais até 1250,90€: aumento de 1,30%;
  3. b) Remunerações base mensais compreendidas entre 1250,91€ e 1872,70€: aumento de 0,9%;
  4. c) Remunerações base mensais compreendidas entre 1872,71€ e 2753,00€: aumento de 0,7%.
  5. Com efeitos a 1 de janeiro de 2017, são aplicadas as seguintes tabelas aos associados no SNTCT que não foram abrangidos pelos aumentos salariais de 2016 nem pelas tabelas salariais que iniciaram vigência com efeitos a 1 de janeiro de 2016. (Nota do SNTCT: estas tabelas estarão disponíveis na página do SNTCT).
  6. Os trabalhadores que já foram abrangidos pelos aumentos salariais de 2016, mas com efeitos a data posterior a 1 de janeiro de 2017, retroagem os referidos aumentos a 1 de janeiro de 2017.
  7. Os aumentos salariais e as tabelas constantes do AE, do qual a presente Cláusula Transitória – A  faz parte integrante, serão aplicados sobre os valores resultantes do acordado supra nos nºs 1, 2 e 3, também com efeitos a 1 de Janeiro de 2017.
  8. Os aumentos acordados no nº1 da presente Cláusula Transitória – A não se aplicam aos trabalhadores que tenham sido admitidos pelos CTT após 20 de Abril de 2016.
  9. A presente Cláusula Transitória – A vincula os seus outorgantes.

 

Cláusula Transitória – B

(A que faz referência o nº 3 da cláusula 1ª do presente Acordo e que dele faz parte integrante)

Os SINDETELCO, SITIC, SINCOR, SINQUADROS, SICOMP, FENTCOP, SINTTAV, CGSI, SERS e SNEET e os CTT acordam o seguinte:

 

  1. No processamento salarial relativo ao mês de julho de 2017 e com efeitos a 1 de janeiro de 2017, os associados das associações sindicais acima identificadas que não foram abrangidos pelos aumentos salariais de 2016, terão os seguintes aumentos, sem prejuízo de ser garantido um aumento mínimo de 10,00€, também com efeitos a 1 de janeiro de 2017, aos mesmos trabalhadores com remunerações base mensais até 1000,00€:
  2. d) Remunerações base mensais até 1250,90€: aumento de 1,30%;
  3. e) Remunerações base mensais compreendidas entre 1250,91€ e 1872,70€: aumento de 0,9%;
  4. f) Remunerações base mensais compreendidas entre 1872,71€ e 2753,00€: aumento de 0,7%.
  5. Com efeitos a 1 de janeiro de 2017, são aplicadas as seguintes tabelas aos associados das associações sindicais acima identificadas que não foram abrangidos pelos aumentos salariais de 2016 nem pelas tabelas salariais que iniciaram vigência com efeitos a 1 de janeiro de 2016:
  6. Os trabalhadores que já foram abrangidos pelos aumentos salariais de 2016, mas com efeitos a data posterior a 1 de janeiro de 2017, retroagem os referidos aumentos a 1 de janeiro de 2017.
  7. Os aumentos salariais e as tabelas constantes do AE, do qual a presente Cláusula Transitória – B faz parte integrante, serão aplicados sobre os valores resultantes do acordado supra nos nºs 1, 2 e 3 também com efeitos a 1 de Janeiro de 2017.
  8. Os aumentos acordados no nº1 da presente Cláusula Transitória – B não se aplicam aos trabalhadores que tenham sido admitidos pelos CTT após 20 de Abril de 2016.
  9. A presente Cláusula Transitória – B vincula os seus outorgantes.

 

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