21 JULHO 2017 – GREVE NA PT-MEO

Greve PT 21 Julho

A GREVE GERAL DE 24 HORAS

DECRETADA PARA OS(AS) TRABALHADORES(AS) DA PT-MEO

INICIA-SE À MEIA-NOITE

O SNTCT APELA À PARTICIPAÇÃO MASSIVA DE TODOS(AS) OS(AS) TRABALHADORES(AS) PT-MEO NESTA LUTA CONTRA A DESTRUIÇÃO DA EMPRESA E OS ATAQUES AOS(ÀS) TRABALHADORES(AS) QUE A ALTICE ESTÁ A TENTAR LEVAR A CABO.

00:00 – Início da Greve

  • Piquete de Greve junto ao Edifício Picoas (concentração de dirigentes às 23:30)

13:30 – Concentração/Manifestação

  • Concentração frente ao edifício das Picoas – de trabalhadores(as) em Greve oriundos(as9 de diversos pontos do País – entre as 13:30h e 14:30h e manifestação até à residência oficial do Primeiro-ministro (chegada prevista 15h).

Sobre a questão dos Serviços Mínimos segue em anexo o comunicado conjunto dos Sindicatos representativos dos(as) Trabalhadores(as) PT-MEO. Abra aqui a versão PDF deste comunicado » » » GREVE – SERVIÇOS MÍNIMOS (2)

A luta continua!

SNTCT – A força de continuarmos juntos!

Comunicado SNTCT Call Centers 5-2017

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AOS TRABALHADORES DOS CALL-CENTERS

Abra aqui o comunicado na versão PDF » » » SNTCT CALL CENTERS 5-2017

O SNTCT saúda todos os trabalhadores pela forte adesão na greve de dia 30 de Junho. Esta decisão dos trabalhadores e trabalhadoras das várias empresas em serviço nos Call Centers, BackOffice e lojas da PT-MEO, mostra claramente a determinação em continuarem a sua luta pela ocupação dos postos de trabalho permanentes e que corresponda um contrato efectivo nos operadores de comunicações e telecomunicações que detém o serviço.

O SNTCT firme nos seus princípios e pondo os interesses e a luta dos trabalhadores e das trabalhadoras sempre em primeiro lugar!
O SNTCT valoriza esta tomada de posição, exortando todas e todos os trabalhadores na continuação da sua luta que é justa e legítima.
Estes trabalhadores e trabalhadoras, muitos deles a darem a cara, neste caso a voz e o nome, há mais de uma década à PT/MEO, na prestação de um serviço por todos reconhecido de alta qualidade.
As lutas dos trabalhadores vão continuar pela valorização dos salários, do seu trabalho e pelo vínculo efectivo do posto de trabalho. Esta actividade não pode continuar a ser desprezada pela entidade patronal nem pelo governo.

A CADA UM DOS SEUS POSTOS DE TRABALHO DEVE CORRESPONDER UM VÍNCULO DE TRABALHO EFECTIVO NAS EMPRESAS PARA AS QUAIS PRESTAM EFECTIVAMENTE SERVIÇO.
SEJAM ELAS A PT/MEO OU OUTRO DOS OPERADORES DE COMUNICAÇÕES E TELECOMUNICAÇÕES
A LUTA CONTINUA!
SNTCT – A força de continuarmos juntos!
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Comunicado SNTCT Telecom 5-2017

Greve PT 21 Julho

O SNTCT APELA À ADESÃO À GREVE DO DIA 21 DE JULHO!

Está a tocar a rebate na MEO!

Abra aqui a versão PDF deste comunicado » » » COM 2017_05 SNTCT TELECOM

Nunca até hoje, na história da PT, passámos por um momento tão grave como o que agora vivemos por responsabilidade da Altice, que já provou não ter qualquer consideração pelos seus trabalhadores!
Além dos cortes sucessivos de direitos e benefícios, congelamentos salariais, de práticas de gestão que estão a prejudicar seriamente a saúde física e psíquica dos trabalhadores, agora somos confrontados com algo que nunca se havia verificado na empresa: a possibilidade de sermos descartados para uma empresa do exterior, perdermos direitos em formação e mais tarde, a curto prazo, podermos vir a ser despedidos ou retransmitidos pela nova empresa…
Nenhum trabalhador da MEO estará a salvo de que a sua atual situação laboral não possa a vir piorar substancialmente!
Hoje uma transmissão de estabelecimento atinge colegas teus…amanhã pode atingir-te a ti e aos outros. (Todas as atividades que não sejam consideradas negócio principal poderão vir a ser elegíveis para serem transmitidas para empresas do exterior!)
É tempo de demonstrarmos inequivocamente o nosso descontentamento e revolta pelo actual e lamentável estado a que a esta gestão conduziu a empresa. É tempo de acção colectiva!
Não podes ficar passivo…deves defender o teu/nosso futuro!
Junta-te a nós e dá força a esta justíssima luta!

Adere à greve do dia 21 de Julho!!!
Sobre a greve:
• Não tens que participar que vais aderir à greve! Não deves aceitar pressões ou coações para não aderires. No caso de ocorrerem, denuncia a situação ao teu Sindicato ou à Comissão de Trabalhadores, identificando quem o fizer!
• Não deves ter medo porque é um direito protegido por Lei sobre o qual não podes vir futuramente a ser prejudicado, sob pena de consequências legais para quem o fizer.
• Além dos pré-avisos de greve que abrangem todos os trabalhadores da PT, o SNTCT enviou um pré-aviso de greve à Administração da Winprovit, possibilitando que os trabalhadores PT indevidamente transferidos para aquela empresa possam igualmente aderir a esta greve.
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Comunicado SNTCT Cultura/Tempos Livres 1-2017

2017_01 CULTURA_TEMPOS LIVRES imagem 01

PROTOCOLO 2017 PARA AQUISIÇÃO DE LIVROS ESCOLARES
PARA OS FILHOS DOS ASSOCIADOS DO SNTCT

Abra aqui a versão PDF deste comunicado » » » 2017_01 CULTURA_TEMPOS LIVRES

No seguimento do sucesso do Protocolo celebrado nos anos anteriores entre o SNTCT e a Livraria Tio Papel – especialista em livros escolares – a mesma irá continuar a realizar 10% de desconto sobre o preço de capa dos livros escolares (1º ao 12º Ano) encomendados até dia 31 de Agosto de 2017.
A encomenda deverá ser feita para o email encomendas@tiopapel.com através do preenchimento da ficha em anexo (digitalizando-a depois de preenchida ou escrevendo no email de encomenda todos os dados solicitados bem como as indicações a colocar no campo observações).
A Livraria Tio Papel comunicará ao associado(a) do SNTCT o valor total da factura, valor que o mesmo pagará de acordo com forma estabelecida; transferência bancária, cheque ou cobrança postal (ª).
Após bom pagamento, quando a encomenda estiver pronta, a livraria entregará a mesma, junto com a factura, nas instalações sede do SNTCT, que por sua vez irá fazê-la chegar ao associado. No caso de optar pela Cobrança Postal a mesma será enviada pela Livraria Tio Papel directamente para casa do Associado ficando os portes e prémio de cobrança a cargo do mesmo.
Para além dos 10% de desconto, poderá ainda solicitar a plastificação dos seus livros por mais 1 euros por exemplar.

(ª) O valor total da factura poderá ainda ser pago em 3 vezes por via do envio de cheques pré-datados sendo o primeiro descontado pela Livraria Tio Papel antes do envio da encomenda.

PARA ESCLARECIMENTOS CONTACTAR SNTCT SEDE: 218428900 ou sntct@sntct.pt

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A Direcção Nacional do SNTCT
Encomendas do SNTCT
SINDICATO NACIONAL DOS TRABALHADORES DOS CORREIOS E TELECOMUNICAÇÕES

Enviar por email para: encomendas@tiopapel.com

Nome do(a) Associado(a):

Nº de Associado(a):

Contacto Telefónico:

Morada do(a) Associado(a):

Empresa:

Local de Trabalho:

Nome da Escola da Criança:

Localidade da Escola:

Concelho da Escola:

Ano escolar a frequentar:

Os livros vêm normalmente no chamado “Pack Pedagógico”, com os cadernos de atividades e o CD. Assinale em “Observações” se não quiser o CD ou mesmo o Caderno de Atividades.
Assinale em “Observações” caso não deseje algum livro adotado pela escola.
Assinale em “Observações” se pretende algum livro plastificado.
ATENÇÃO
OS LIVROS TÊM QUE SER ENCOMENDADOS ATÉ 31 DE AGOSTO

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Comunicado SNTCT Telecom 4-2017

PT 4 01

TRANSMISSÕES DE ESTABELECIMENTO DA MEO PARA OUTRAS EMPRESAS

Abra aqui a versão PDF deste comunicado » » » 2017_04 COM SNTCT TELECOM

Desde a compra da PT pela Altice em junho de 2015 que se têm sucedido diversas malfeitorias desta gestão aos trabalhadores. (Vide comunicado do SNTCT, numero 2 de 2017).
A maior parte das piores reservas sobre a venda do Grupo PT, a uma multinacional vieram infelizmente a confirmar-se, algumas por defeito.
Sem dúvida que se trata de um grupo de acionistas que atua dentro dos melhores cânones do capitalismo selvagem, que coloca o lucro e objetivos financeiros como a sua única meta. Assim, o lema honesto da Altice deveria ser “Everything for the actionists, nothing for the workers!”.
Qualquer discurso genérico sobre supostas preocupações sociais, por exemplo como aquele em que nos consideraram “uma família” é facilmente desmentido pela prática do dia a dia de uma gestão com laivos de arrogância e prepotência, que utiliza todas as ferramentas que puder, (mesmo com assessorias jurídicas bem pagas) para inventar formas para se descartar de trabalhadores.
É o caso das chamadas transmissões de estabelecimento! Estas situações tem enquadramento legal nos artigos 285 a 287 do Código do Trabalho. No entanto, são discutíveis alguns dos pressupostos em que a empresa se baseia para as justificar, havendo a preocupação que estas “transmissões” para empresas de muito menor dimensão que a PT e de discutível sustentabilidade financeira futura não sejam mais do que o planeamento de despedimentos a curto prazo.
Para os que se recordam há uns anos, colegas da PT saíram da DCSI para a IBM, o contrato de prestação de serviços da PT para a IBM era de 10 anos…ao fim de ano e meio estavam desempregados!!! Agora e no caso da transmissão de estabelecimento de 37 trabalhadores da MEO para a Winprovit o contrato de prestação de serviços é de 5 anos.
Em reunião ocorrida com a gestão em 09.06 p p. questionámos se estariam dispostos a aceitar colocar nos contratos destes trabalhadores uma cláusula de reversibilidade, ou seja, caso se verificasse uma situação de falência da Winprovit a MEO ou quem a substituísse aceitasse de volta esses trabalhadores. A questão ficou em análise e só no dia 29 de junho, apesar de positivo…soubemos que a montanha pariu um rato! Tivemos conhecimento que a gestão aceitava uma cláusula daquele tipo por um período de três anos, que ficaria sem efeito caso a Winprovit por sua vez os retransmitisse para outra empresa nas mesmas condições com que haviam ido para lá.
Como é óbvio ficámos extremamente preocupados com o facto desta clausula abranger um período
temporal inferior ao período em que se manterá o contrato de prestação de serviços da MEO á Winprovit. Tal documento e outros nunca foram do conhecimento das entidades que a Lei reconhece com direito á informação no caso em apreço.
Nas diversas reuniões em que o SNTCT esteve presente, (a primeira das quais por convocatória sem referência ao assunto ou menção a uma ordem de trabalhos), referimos sempre que não concordávamos com as transmissões de estabelecimento da MEO para outras empresas, por termos reservas em relação aos fundamentos apresentados pela empresa, por entendermos que envolve aspetos legais dúbios, e acima de tudo pelo aspeto chocante que envolve todos estes processos com trabalhadores a serem “despachados” para um patrão que não escolheram, com direitos em formação que se vão perder, segundo a Lei após um ano sobre a data da transmissão, por exemplo o prémio de aposentação, complementos de reforma (aplicáveis a alguns), plano clássico da PT ACS, (algo que teriam de modo vitalício e que assim perderão daqui a um ano), além da intranquilidade e insegurança que este processo produz principalmente nos trabalhadores envolvidos.
Além da posição publica e enérgica expressa em reuniões, consideradas pela empresa de “mera cortesia”, porque efetivamente a Lei não confere o direito á informação ás direções dos sindicatos, mas, apenas no caso da PT, à Comissão de Trabalhadores e aos Delegados Sindicais:
– Os nossos sócios enviaram uma carta à DRH referindo a sua não concordância com este processo.
– Os nossos delegados sindicais questionaram a DRH sobre diversos aspetos que consideraram não estar claros e que derivaram e derivam da enorme falta de informação objetiva. (Escrita.)
– A Direção do SNTCT remeteu carta ao PCA da MEO, Engº Paulo Neves, informando e justificando o nosso descontentamento, tecendo igualmente considerações de teor jurídico sobre as transmissões de estabelecimento.
Os nossos dirigentes, bem como o Contencioso do Sindicato têm estado empenhados em acompanhar em permanência os sócios envolvidos nestas preocupantes transmissões de estabelecimento. Referimos á gestão que iriamos até onde os nossos sócios quisessem que fossemos, incluindo o recurso á via judicial.
Contudo, e apesar de não prescindirmos da defesa direta e exclusiva dos nossos sócios e termos objetivos próprios como Estrutura Representativa de Trabalhadores,(ERT) estaremos sempre disponíveis sem qualquer preocupação de protagonismo, em unidade com os outros Sindicatos e a CT, em definir estratégias comuns para melhor defender os trabalhadores da PT e minimizar os prejuízos que esta gestão pretende em permanência aplicar aos recursos humanos.
Tudo leva a crer que as áreas de negócio que não forem consideradas principais, (core business), sendo suporte ao negócio, serão elegíveis para serem transmitidas por estabelecimento.
TRABALHADOR DA PT LEMBRA-TE QUE HOJE ESTÃO A TENTAR TRAMAR ALGUNS DOS TEUS COLEGAS… AMANHÃ PODERÁ SER A TUA VEZ!
NUNCA COMO HOJE FOI PRECISO LUTAR EM UNIDADE E TODOS MOSTRARMOS QUE TEMOS FORÇA E DETERMINAÇÃO PARA DEFENDER O NOSSO FUTURO!
ALTICE = CHATICE … PARA OS TRABALHADORES, CLARO!!!
SINDICALIZA-TE

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VERSÃO ELECTRÓNICA DA PETIÇÃO PELA REVERSÃO DA PRIVATIZAÇÃO DOS CTT

REVERSÃO PRIVATIZAÇÃO CTT

JÁ ESTÁ DISPONÍVEL DA VERSÃO ELECTRÓNICA DA PETIÇÃO

PROMOVIDA PELO SNTCT QUE PEDE A REVERSÃO DO PROCESSO DE PRIVATIZAÇÃO DOS CTT – CORREIOS DE PORTUGAL.

Se já assinou a versão em papel, não volte a assinar aqui. Se assinar aqui não necessita voltar a assinar na versão em papel.

CLIQUE AQUI PARA ASSINAR A VERSÃO ELECTRÓNICA DA PETIÇÃO

Ao
Exmo. Senhor
Presidente da Assembleia da República
Assembleia da República
Palácio de São Bento
1249-068 Lisboa
PETIÇÃO

Exmo. Senhor,
Os subscritores e as subscritoras desta Petição, confrontados(as) com os efeitos, em seu entender perniciosos e prejudiciais para os Portugueses e as Portuguesas e para o País, da privatização dos CTT, Correios de Portugal, S.A. decidida pelo Governo de então em 2013/2014, vêm junto de V.ª Ex.ª expor e peticionar de acordo com o texto que se segue.

Considerando os peticionantes e as peticionantes que:
• Desde 1520, aquando da instituição dos Serviços Postais em Portugal, os Correios Portugueses, adiante designados por CTT, independentemente da sua figura jurídica ou denominação, sempre foram considerados como o melhor serviço público em Portugal. Desde o início do Século XX e até 2014, apesar das diversas vicissitudes e transformações porque passaram, os CTT sempre respeitaram os seus utentes, fornecendo um Serviço Postal Público de qualidade e considerados no topo dos correios a nível mundial;
• Desde 2013/2014, após a privatização total dos CTT-Correios de Portugal, S.A., cujo capital era até aí detido em exclusivo pelo Estado Português, a qualidade do serviço prestado pela hoje designada CTT – Correios de Portugal, Sociedade Aberta, tem vindo a decrescer fortemente em qualidade e periodicidade estando actualmente a raiar o descalabro;
• Estando o imediatamente atrás referido publicamente comprovado pela Entidade Reguladora ANACOM, sob cuja proposta o Governo da República multou os CTT por desrespeito pelo Contrato de Concessão e Convénio de qualidade (só relativamente a 2014 faltando os anos subsequentes);
• Com a redução do número de Carteiros e as “novas metodologias” de distribuição de correio, os atrasos na distribuição são uma constante em todo o País, existindo mesmo localidades em que o Carteiro só passa uma vez por semana, e outras, pouco mais que isso, prejudicando assim gravemente os cidadãos;
• Após a implementação do chamado Banco CTT sobre a estrutura de Estações de Correio, agora designadas por Lojas Postais, o desvio de trabalhadores dos balcões dos serviços postais para os balcões do serviço do Banco, provoca filas intermináveis de espera nos primeiros, chegando ao absurdo de um cidadão ou uma cidadã esperar mais de duas horas para comprar um selo ou fazer um envio postal. Concomitantemente o encerramento de muitas estações de correio, nomeadamente nas zonas menos povoadas é em tudo preocupante até porque põe me causa a coesão territorial;
• Em nosso entender a gestão privada dos CTT está a emagrecer/destruir deliberadamente a estrutura e componentes da Rede Pública Postal e, com isso, a incumprir o Contrato de Concessão e o Convénio de Qualidade e, dessa forma, a prejudicar fortemente os Portugueses e Portuguesas e o Estado Português.

Somos, por tudo o atrás referido e antes que o Serviço Público Postal e a Rede Pública Postal sejam destruídos de forma irreversível, a requerer a V.ª Ex.ª que, nessa Assembleia da República, sejam envidados todos os passos necessários a um rápido e imprescindível processo de reversão da privatização dos CTT-Correios de Portugal, voltando os mesmos à posse total e gestão directa do Estado Português, como acontecia até Dezembro de 2013.

Comunicado SNTCT Correios – 14-2017

Cucos 1

OS CUCOS

Clique aqui para abrir este comunicado na versão PDF » » » 2017_14 CTT CORREIOS

É conhecida a particularidade dos cucos colocarem os ovos nos ninhos de outras aves. São aves trepadoras cuculídeas, frequentes em Portugal e nos CTT.
Vem isto a propósito das negociações da matéria salarial de 2016 e 2017.
Em 2016 os cucos deram acordo à proposta dos CTT numa manhã aziaga e logo pela tardinha estavam a assinar, tal era a pressa. Como é sabido o SNTCT por considerar que a proposta dos CTT era ainda insuficiente não deu o seu acordo. Em conformidade com esta posição o SNTCT utilizou todos os meios ao seu alcance para lutar contra a situação criada, nunca se desresponsabilizando e assumindo sempre as decisões tomadas em nome dos seus associados. Ao invés, os cucos, sem procurarem concertar posições negociais, partiram para aquilo que consideraram “uma mina de ouro”, ou seja, esvoaçar, debicar, rapinar e mentir com o intuito de sindicalizar associados do SNTCT e, se possível, fragilizá-lo e diminuí-lo. Seguiu-se uma fase turbulenta que é conhecida de todos, com adesões individuais, sindicalizações e desindicalizações. Curiosamente muitos trabalhadores e trabalhadoras não assinaram nunca a carta das adesões individuais (em nosso entender ilegais), e o SNTCT continua a ser o Sindicato maioritário no grupo CTT. Claro que para além das acções judiciais em curso, o SNTCT tentou durante quase 1 ano, junto dos CTT resolver a questão da diferenciação salarial.
Quando se iniciou o processo negocial de 2017 o SNTCT tinha como principal objectivo resolver a questão da diferenciação salarial. Durante as negociações foram tomadas iniciativas entre SNTCT e CTT para chegar a acordo neste aspecto que para nós era essencial. Finalmente chegou-se a acordo em relação a uma cláusula transitória que define que os associados do SNTCT que não tivessem aderido à matéria salarial de 2016 serão aumentados desde Janeiro de 2017 em 1,3% 0,9% e 0,7%, com um aumento mínimo de 10€. Estava resolvida em parte a questão da diferenciação salarial, dado que continua em Tribunal a acção contra a discriminação salarial em 2016. Para além disso os associados dos SNTCT terão ainda um outro aumento de 1%, 0,75% e 0,65% também desde Janeiro de 2017.
Mas já no final das negociações os cucos ficaram “desasados”. Tinham andado a roubar sócios ao SNTCT e uma parte desses trabalhadores não iria ser abrangida pela igualdade salarial. Na azáfama de roubar sócios ao SNTCT por causa da diferenciação salarial, esqueceram-se de os informar que se o SNTCT conseguisse resolver em parte ou no todo a questão da diferenciação salarial, esses novos associados dos cucos seriam prejudicados. Omitiram ou pior que isso mentiram aos trabalhadores. Apanhados de surpresa, os cucos sentiram que o chão lhes faltava debaixo dos pés e foram fazer o que neles é habitual – pedir batatinhas/favores para resolver a questão. Claro que o SNTCT não se iria opor a que todos os trabalhadores tivessem os mesmos vencimentos, e nunca faria o que os cucos fizeram em 2016, porque o SNTCT é um Sindicato responsável, solidário e que não mente aos trabalhadores.
O SNTCT teve um papel fundamental na regularização da matéria salarial nos CTT.

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Comunicado SNTCT Call Centers 4-2017

CALL C 0417 00

OS TRABALHADORES DOS CALL-CENTERS VÃO ENTRAR EM GREVE NO DIA 30 DE JUNHO

Clique aqui para aceder à versão PDF deste comunicado »»»» 2017_4 call centers
Os trabalhadores e trabalhadoras, há muito que dão a cara, voz e o nome, alguns há mais de uma década à PT/MEO na prestação de um serviço por todos reconhecido e de alta qualidade. Continuam a ser mal remunerados, têm que ver a sua situação alterada.
No seguimento da Moção entregue na Assembleia da Republica no dia 28 de Março estes trabalhadores vão continuar a luta pela sua integração na empresa onde prestam o seu serviço.

A CADA POSTO DE TRABALHO TEM QUE CORRESPONDER UM VÍNCULO DE TRABALHO EFECTIVO, NAS EMPRESAS PARA AS QUAIS PRESTAM EFECTIVAMENTE SERVIÇO.
(SEJA NA PT/MEO OU OUTROS OPERADORES DE COMUNICAÇÕES E TELECOMUNICAÇÕES)
Este pré-aviso abrange os trabalhadores da Adecco, Kelly Service, Manpower, Vertente Humana, Randstad, Grupo Egor, Talenter.

Concentração dia 30 de Junho às 14h, à porta da sede da PT/MEO nas Picoas

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Comunicado SNTCT 13-2017

Correios13 02

NEGOCIAÇÃO DA MATÉRIA SALARIAL PARA 2017

2017_13 CTT CORREIOS-3
SNTCT E CTT CHEGAM A ACORDO
PASSARÁ A HAVER UMA TABELA SALARIAL ÚNICA
A PARTIR DE 1 DE JANEIRO DE 2017
OS SÓCIOS(AS) DO SNTCT QUE NÃO FORAM
ABRANGIDOS PELA TABELA SALARIAL DE 2016 TERÃO
UM AUMENTO COM EFEITOS A 1 DE JANEIRO 2017, DE:
1,3% (vencimentos até 1.250,90€);
0,9% (vencimentos acima de 1.250,90€ e até 1.872,70€);
O,7% (vencimentos acima de 1872,70€ e até 2.753,00€).
Aumento mínimo de 10€
PARA ALÉM DOS VALORES ATRÁS REFERIDOS HAVERÁ
AINDA A SOMAR UM AUMENTO, COM EFEITOS TAMBÉM A
1 DE JANEIRO DE 2017, DE:
1,0% (vencimentos até 1.267,20€);
O,75% (vencimentos acima de 1.267,20€ até 1.889,60€);
0,65% (vencimento superior a 1.889,60€ e até 2.772,30€).
PARA ALÉM DESTES AUMENTOS
CONTINUA EM TRIBUNAL A ACÇÃO QUE O SNTCT
INTENTOU CONTRA OS CTT POR CAUSA DA
DISCRIMINAÇÃO SALARIAL DE 2016
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Comunicado SNTCT Telecom 3-2017

Telecom 3-2017 topo

PROCESSOS DAS DIUTURNIDADES DOS “ACADEMISTAS”  

Abra aqui  a versão PDF deste comunicado » » » Com 3-2017 SNTCT TELECOM
No comunicado nº 1 de 2017, de 30 de Março, divulgámos que o SNTCT tinha intentado uma ação judicial  contra a MEO, relativa à causa das diuturnidades e que o julgamento estava marcado para Julho próximo.
Na sequência de tal noticia, ocorreu uma reação da MEO, cujos serviços de Relações Laborais tentaram convencer-nos a adiar o julgamento porque estariam a negociar este assunto com os Sindicatos.(?)
Informamos o nosso Contencioso que nunca fomos contactados nesse sentido e mesmo que o tivéssemos sido, nunca faríamos qualquer acordo que impossibilitasse que algum dos nossos sócios colocasse futuramente a empresa em Tribunal pelas razões que entendesse sobre qualquer matéria.
Sobre o tema dos processos das diuturnidades chegou-nos a notícia que a empresa já havia realizado um “acordo” com um Sindicato. A confirmarem-se os termos em que tal “acordo” terá sido celebrado cremos haver prejuízos evidentes para quem o vier a aceitar.
Por exemplo, os casos em que ao invés das 40 horas de trabalho semanais, o trabalhador pudesse ter por direito horário de trabalho com menos horas de laboração semanal e o facto de mesmo sendo reconhecido o direito à antiguidade com atribuição das diuturnidades, não seria realizado qualquer pagamento de retroativos. Ou seja, só a partir da data do “acordo” é que seriam pagos os valores mensais correspondentes ás diuturnidades reconhecidas. (No período antecedente nada seria pago…apesar de ser reconhecido um direito com vários anos de existência!?)
Como vem sido hábito na prática de tal Sindicato e a confirmar-se tal notícia, é expectável que elabore uma minuta sobre a matéria e que a apresente aos “academistas”, (mesmo sócios de outros sindicatos), a fim de que os mesmos assinem tal documento que supostamente lhes irá resolver todos os problemas sobre as diuturnidades. . (De referir que a assinatura de um documento deste tipo impede que mais tarde quem o assine venha a poder  exigir qualquer outro direito relacionado com tal matéria, dadas algumas clausulas de tipo quitação geral que em regra compõem o seu conteúdo).
Por isso, caro “academista” mantem-te atento e informado e não te deixes iludir por “cantos de sereia”!!! Com efeito, apesar de existirem situações dispares sobre a presente matéria, com “acordos” deste tipo há prejuízos para os trabalhadores envolvidos e benefícios para a empresa, que se terá apercebido que se as potenciais ações forem ganhas judicialmente pelos trabalhadores lhe implicará maiores custos do que os decorrentes de tal “acordo”.
Porque seguimos uma prática sindical ética e transparente, não quisemos deixar de alertar para esta situação e esclarecer que, como já afirmámos, não fomos contactados pela MEO para a realização deste ou de qualquer outro “acordo” que achamos sempre suspeitos. Entendemos que tais compromissos ou soluções devem ser resolvidas no âmbito da negociação coletiva ou no mínimo, no enquadramento de um procedimento ético e integro, entre a MEO e todos os Sindicatos…
3/2017
02Jun

O fim das marcas PT e MEO e a entrada para uma grande “Familia”
O recente anuncio sobre uma decisão de gestão da Altice que implicará a curto prazo o desaparecimento das marcas MEO e PT Portugal, apesar de ser um legitimo direito do novo dono do Grupo PT, é chocante para um número elevado de trabalhadores da PT que durante décadas “demonstraram serem gente de fibra” e deram suficientes provas de competência e zelo profissional em estreita ligação com as citadas designações empresariais. Recorda também e amargamente como um grupo de empresas icónico para Portugal foi liquidado num grave crime económico pela ação conjunta de políticos, acionistas e gestores sem escrúpulos.
Muitas teorias, inclusive de marketing, poderiam ser desenvolvidas contra a alteração das marcas. Apesar de conhecermos aquelas que foram propaladas pela alta direção da Altice, temos reservas em relação aos seus fundamentos.  Quando o Grupo PT foi vendido á Altice, uma multinacional francesa, entendemos que seria um mau negócio para os trabalhadores e também principalmente pelo aspeto económico, para Portugal.
Passado este tempo, desde junho de 2015 até à data, temos a noção que se concretizaram tais receios. Os trabalhadores têm sido maltratados, (como referimos e descrevemos no nosso anterior comunicado) e a economia nacional também não ficou melhor…
Não nos esqueçamos que se trata de uma multinacional, com sede no estrangeiro, com acionistas na  maior parte estrangeiros e que usa “mecanismos” financeiros para a transferência de verbas avultadas do país para o exterior. Um exemplo paradigmático é a noticia recentemente difundida nos média sobre uma taxa de  franchising que iria ser aplicada sobre as receitas do Grupo PT pelas “vantagens que a empresa portuguesa terá em pertencer ao grupo Altice”,justificando-se por ser um modelo alticiano aplicado à generalidade do Grupo Altice. Lamentavelmente em Portugal esta situação não teve o desenvolvimento que ocorreu em França, país em que o regulador se opôs à aplicação da citada taxa.
Sobre alguns comentários, de Patrick Drahi, sobre sermos todos uma grande Família…continuamos a ter sérias reservas em relação aquela teoria. Com efeito, o padrão que temos do que deve ser uma Família não se enquadra na análise que fazemos em relação á forma de tratamento que a alta direção da Altice tem mostrado e operacionalizado em relação aos trabalhadores da PT.
Faltam as provas objetivas, que se devem traduzir por atos que comprovem consideração, valorização, motivação, justa retribuição e ao fim de algum tempo possam estabelecer uma relação de confiança. Sem tais princípios…não há Família que resista!!!
SINDICALIZA-TE no SNTCT, o Sindicato que te defenderá com rigor, tenacidade, ética e sem “acordos” de índole duvidosa!
www.sntct.pt ou www.facebook.com/sntct

SNTCT – A força de continuarmos juntos!

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