Comunicado SNTCT Correios 3-2018

ESTÃO A DESTRUIR OS CTT

ESTÃO A DAR CABO DO SERVIÇO UNIVERSAL DE CORREIO

O GOVERNO TEM QUE TOMAR COM URGÊNCIA A DECISÃO DE REVERTER A PRIVATIZAÇÃO DOS CTT

Abra aqui a versão PDF deste comunicado. Clique no neste link »» » 2018_ 3 CTT Correios

“Lacerda declara”, “Lacerda sublinha”, “Lacerda promete”, “Lacerda transforma”, são as parangonas que os meios de comunicação normalmente trazem sobre os CTT. Continuamos pois a aguardar que algum deles, um dia, tenha a coragem de mudar o disco e, assim, titular efectivamente a realidade, com um “Lacerda aufere centenas de milhares para dar cabo do serviço de correios”!

Ainda não há muitos anos, por exemplo em 2007 os CTT, empresa cujo capital era 100% do Estado Português, deu lucros anuais de 72,7 milhões de euros. Tinha mais 2500 trabalhadores do que tem hoje, tinha mais 1000 estacões e postos de correio do que tem hoje, prestava um serviço público e universal de qualidade.

Hoje, privatizados, os CTT dão 6,3 milhões de euros por semestre, as Estações de Correio têm enormes filas de espera, o correio é distribuído muitas vezes apenas uma vez por semana. Os utentes são mal servidos e as reclamações sobem em flecha.

O “mérito” desta situação desastrosa vai todo para o CEO Lacerda e seus pares.

Comparando o 1º semestre de 2018, com o de 2017, a situação nos CTT era a seguinte:

Lucro 6,3 Milhões €
Diminuição do lucro – 64,8%
Resultados operacionais + 3,0 Milhões €

Rendimento Correio + 761 Mil €
Rendimento correio expresso e encomendas + 11,1 Milhões €
Serviços financeiros – 9,3 Milhões €
Banco CTT + 1,9 Milhões €
Aumento das tarifas + 4,1%
Venda do edifício da R. da Palma + 1,7 Milhões €
Pagamento de dividendos a accionistas 57,7 Milhões €
Integração da Payshop no Banco – saíram dos CTT 6,4 Milhões €
Aumento do capital social do Banco – saíram dos CTT 25 Milhões €
Nº de trabalhadores no grupo CTT – 164
Gastos com pessoal – 1,5 Milões €
Nº Estações de Correio – 33
Indicador global da qualidade do serviço – 20%
Satisfação dos clientes – 6,3%
Valor das acções 2,99€
Desvalorização das acções – 46%

Em resumo, menos qualidade, menos postos de trabalho, menos estações de correio, menos distribuição de correio, menos lucros e património delapidado.

O País, as populações, o tecido empresarial/económico e os agentes culturais regionais e locais têm direito a um serviço público de qualidade, prestado atempadamente e que seja propiciador da coesão económica e social em todo o território Português.

A esmagadora maioria da população sabe que a privatização foi um erro e os decisores políticos, mesmo os que cobardemente o negam, também.

A esmagadora maioria dos utentes sabe o estado de degradação a que o serviço chegou. O ministro do Planeamento disse em Fevereiro de 2018 que a situação dos CTT é consequência da privatização a 100% da empresa feita pelo anterior governo (grande novidade) e que, lavando as mãos como pilatos, cabe agora ao regulador assegurar a qualidade dos serviços. Perante esta situação perguntamos:

DE QUE ESTÁ O GOVERNO À ESPERA
PARA REVERTER A PRIVATIZAÇÃO DOS CTT?

Porque é que o Governo empurra para o regulador e este aplica multinhas para que tudo continue na mesma?

Não vale a pena saber de quem foi a culpa da privatização. Todos sabem que foi. Importa sim, assumir que foi um erro e resolver a situação.

REVERTER DA PRIVATIZAÇÃO DOS CTT É URGENTE!

FAÇAM-NO, PÔRRA!!!!!

SNTCT – a força de continuarmos juntos!

Comuncado SNTCT Correios 2-2018

SNTCT ASSINA A REVISÃO DA MATÉRIA SALARIAL DE 2018
ESTES AUMENTOS APLICAM-SE TAMBÉM A TODOS OS TRABALHADORES DAS EMPRESAS DO GRUPO CTT
OS AUMENTOS SERÃO APLICADOS EM JULHO COM RETROACTIVOS A 1 DE JANEIRO
SERÃO INTEGRADOS NO QUADRO DOS CTT 100 TRABALHADORES ATÉ AO FINAL DO ANO E MAIS 25 ATÉ JUNHO DE 2019

Abre aqui o comunicado na versão PDF » » » 2018_2 CTT CORREIOS

Decorreu no dia 4 de Julho a assinatura do acordo para a revisão salarial de 2018 dos CTT.
Após um processo negocial em que os CTT só bastante tarde fizeram propostas que o SNTCT considerou passíveis de serem negociadas, iniciou-se um período negocial mais rápido com reuniões informais e formais, que veio a culminar no acordo agora assinado.

O acordo alcançado abrange questões que para o SNTCT eram essenciais:
• Aumentos salariais para todos os trabalhadores;
• Aumento mínimo que permitisse abranger mais de metade dos trabalhadores.
• Aumentos salariais que se aproximassem da taxa de inflação previsível;
• Admissão de trabalhadores no quadro dos CTT;
• Salário mínimo nos CTT passou para 610€;
• Progressão dos trabalhadores que estavam na posição inicial dos níveis II e III.
AUMENTOS SALARIAIS
Graus de qualificação e posições de referência % AUMENTO

Remunerações base mensais compreendidas entre o valor correspondente ao limite mínimo do grau de qualificação I e o limite máximo do grau de qualificação II – até 1279,90
1,30%
Remunerações base mensais compreendidas a partir do valor correspondente ao limite máximo do grau de qualificação II e o limite máximo do grau de qualificação IV – de 1279,91 a 1903,80
1,20%
Remunerações base mensais compreendidas a partir do valor correspondente ao limite máximo do grau de qualificação IV e o limite máximo do grau de qualificação VII – de 1903,81 a 2790,40
1,10%

AUMENTO MÍNIMO 12,00€

• Admissão de 50 CRT e 50 TNG para o quadro dos CTT até final do ano de 2018 e mais 25 CRT até ao final do 1º semestre de 2019. Os trabalhadores a admitir devem ser os que estejam a ocupar postos de trabalho, não possam efectuar mais renovações de contrato e que tenham avaliação positiva. Devem também ser tidos em conta os trabalhadores que tenham tido 3 ou mais contratos e que tendo avaliação positiva não estejam a trabalhar neste momento nos CTT. Os CTT informarão os sindicatos acerca do número de trabalhadores a entrar para o quadro e os respectivos locais de trabalho.
• Reposicionamento para a posição seguinte de cerca de 79 trabalhadores que estão nas posições iniciais para a P1 dos graus de qualificação II III e os que estão na P1 para a P2. Estes trabalhadores serão aumentados entre 30 e 40 euros.

• O aumento mínimo de 12€ e o aumento de 1,3% aplica-se a cerca de 75% dos trabalhadores.
• O aumento de 1,2% aplica-se a cerca de 20% dos trabalhadores.
• O aumento de 1,1% aplica-se a cerca de 5% dos trabalhadores.

Os aumentos salariais serão processados no mês de Julho, com retroactivos a 1 de Janeiro de 2018.
Estes aumentos aplicam-se também às empresas do grupo CTT.

Este acordo, apesar de poder ter sido melhor se não fosse a intransigência dos CTT, garante os interesses dos sócios do SNTCT e dos trabalhadores em geral.

Consulta a página do SNTCT – www.sntct.pt

sntct – a força de continuarmos juntos!

Comunicado SNTCT Telecom 3-2018

EM NOME DOS SUPREMOS INTERESSES DOS NOSSOS ASSOCIADOS
SNTCT ASSINA REVISÃO DA MATÉRIA SALARIAL E PECUNIÁRIA E ALTERAÇÕES A ALGUMAS CLÁUSULAS DO ACT DA MEO E OUTRAS EMPRESAS

Abra aqui este comunicado em formato PDF » » » TELECOM 3-2018

Decorreu no passado dia 11 de Julho a assinatura do acordo para revisão parcial do ACT da MEO e outras empresas.
Recordamos que o SNTCT integrado na Frente Sindical havia feito em 28 de Novembro de 2017 uma proposta de aumentos salariais e matérias pecuniárias. Dado que a empresa não respondeu no prazo a que a tal é obrigada legalmente, foi necessário solicitar a intervenção da Direção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho, (DGERT), do Ministério do Trabalho para obrigar a empresa a sentar-se à mesa das negociações e a marcar data do início do processo negocial – 18 de Abril. O processo negocial terminou em 21 de Junho.
Os Sindicatos que compõem a Frente Sindical fizeram com sucesso um esforço para gerir em coletivo as suas naturais diferenças. Tudo em prol dos trabalhadores e da sua unidade na ação face ao negativo “modus operandi” que a gestão da Altice nos habituou e que não cremos que se tenha substancialmente alterado. Face àquelas razões e sempre manifestando as nossas posições e as eventuais consequências cedemos na discussão de clausulado, da alteração inicialmente prevista de aplicação de percentagens salariais versus valores pecuniários em função dos valores salariais auferidos mensalmente e discutir a mobilidade funcional.
Na última sessão de negociações o SNTCT não deu acordo de princípio porque não concordou com a forma como foram redigidas as alterações à Clª 15ª do ACT. Assim, iniciámos um processo de consulta aos sócios para saber a sua opinião e posteriormente tomar uma decisão final. Após a recolha das opiniões que foram expressas, o SNTCT deliberou dar acordo ao texto final.
Não era este desfecho que o SNTCT tinha em mente aquando do início das negociações. Apenas pretendíamos negociar matéria salarial e pecuniária, que os trabalhadores recuperassem o poder de compra que perderam pela falta de actualizações salariais desde 2013.
Apesar das posições iniciais da Altice indiciarem uma negociação difícil, o SNTCT no âmbito da frente sindical contribuiu também para que a Altice evoluísse nas suas propostas minimalistas e para que estas fossem alteradas no sentido de poder ser possível chegar a um acordo. Infelizmente todas as ERCT’s contribuíram para que, além da matéria salarial, se negociasse também alguma matéria de clausulado, ou seja, sem que tenha havido denúncia do ACT e havendo apenas propostas salariais, as ERCT’s predispuseram-se a negociar matérias que eram consideradas “linhas vermelhas”. Na Frente Sindical não foi possível construir uma posição consensual que permitisse afastar deste acordo a mobilidade funcional. Estamos manifestamente desagradados com o facto de cerca de 3000 trabalhadores na situação de suspensão de contrato e pré-reforma não serem abrangidos pelos aumentos salariais. Tudo faremos para os apoiar nas acções que considerem levar a cabo. Em nome dos supremos interesses dos nossos associados e para evitar que sejam, mais uma vez prejudicados, o SNTCT deu o acordo final e assinou a REVISÃO PARCIAL do ACT da MEO e outras, esperando que que sejam escrupulosamente respeitadas as afirmações de ambas as partes sobre a Clª 15ª do ACT e o Art.º 120º do Código do Trabalho.
É de referir ainda que apenas sejam gastos 2,5 milhões e meio de euros com aumentos da massa salarial que envolvem milhares de trabalhadores e se gastem milhões de euros em indemnizações a diversos gestores.
Acabado o processo negocial o Sr. Presidente não resistiu à tentação de falar do mesmo à comunicação social. É natural, está no seu ADN. Lemos o artigo e ficámos a pensar: será distração, será inexperiência ou será bem pior que isso?
O conteúdo e as afirmações são um arrazoado de omissões e inverdades, senão vejamos:
1. Os aumentos vão de 0,0%, a 4%;
2. Ficaram sem aumento para além de que auferem mais de 3010€, os cerca de 3.000 trabalhadores da MEO que estão na situação de pré-reforma e suspensão de contrato;
3. O que foi assinado não é um novo acordo mas sim uma revisão parcial do ACT;
4. O conflito que dura há bem mais de um ano não foi apenas nem principalmente despoletado por questões salariais, mas sobretudo por haver centenas de trabalhadores sem funções atribuídas, centena e meia de trabalhadores transmitidos para outras empresas, assédio moral para obrigar os trabalhadores a assinar rescisões de contrato, atitudes prepotentes, trabalhadores colocados a efectuar funções muito inferiores às suas, imposição do cartão refeição, retirada de complementos remuneratórios, diminuição unilateral de vários benefícios;
5. Muitos trabalhadores continuam sem funções atribuídas.
Neste contexto falar em paz social é no mínimo caricato, senão vejamos
• A MEO/Altice está esvaziar a empresa de áreas funcionais e de trabalhadores;
• Acerca da transmissão de estabelecimento estão já em tribunal vários processos e outros estão para dar entrada;
• Continuam a dar entrada em tribunal processos sobre assédio moral;
• Continuam a verificar-se patologias clínicas do foro psíquico decorrentes da mobilidade funcional, sem que haja qualquer avaliação de riscos psicossociais;
• Imposição de procedimentos sobre a frota automóvel Altice Portugal, cujo conteúdo é rejeitado pelos trabalhadores e que advogados consideram ilegal nalguns aspectos;
• Vários trabalhadores estão a ser contactados por uma empresa exterior, com a cumplicidade da MEO, no sentido de aceitarem sair da MEO e passarem para essa empresa com um novo contrato de trabalho. Esta situação é uma acção da MEO para continuar encapotadamente com a transmissão de estabelecimento.
Pode o senhor administrador falar em paz social, proximidade interna e estabilidade laboral, porque será apenas para “francês ver”. Na Altice Portugal nada disto se passa e os trabalhadores são considerados instrumentos para maximizar lucros.
= SINDICALIZA-TE =
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Comunicado SNTCT Tempos Livres – 1-2019

PROTOCOLO PARA AQUISIÇÃO DE
LIVROS ESCOLARES
PARA OS FILHOS DOS ASSOCIADOS DO SNTCT

Livros 2018

Abra aqui o comunicado em formato PDF: 2018_01 CULTURA_TEMPOS LIVRES

No seguimento do sucesso do Protocolo celebrado nos anos anteriores entre o SNTCT e a Livraria Tio Papel – especialista em livros escolares – a mesma irá continuar a realizar 10% de desconto sobre o preço de capa dos livros escolares – 7º ao 12º Ano (ver em a) pág. 2), encomendados até dia 31 de Agosto de 2018.
A encomenda deverá ser feita para o email encomendas@tigrepapel.pt através do preenchimento da ficha em anexo (digitalizando-a depois de preenchida ou escrevendo no email de encomenda todos os dados solicitados bem como as indicações a colocar no campo observações).
A Livraria Tio Papel comunicará ao associado(a) do SNTCT o valor total da factura, valor que o mesmo pagará de acordo com forma estabelecida; transferência bancária, cheque ou cobrança postal (ª).
Após bom pagamento, quando a encomenda estiver pronta, a livraria entregará a mesma, junto com a factura, directamente nas suas papelarias (em Lisboa (Tigre de Papel, Rua de Arroios), Barreiro ou Sacavém) ou na sede do SNTCT, que por sua vez irá fazê-la chegar ao associado. No caso de optar pela Cobrança Postal a mesma será enviada pela Livraria Tio Papel directamente para casa do Associado ficando os portes e prémio de cobrança a cargo do mesmo.
Para além dos 10% de desconto, poderá ainda solicitar a plastificação dos seus livros por mais 1 euros por exemplar.
(ª) O valor total da factura poderá ainda ser pago em 3 vezes por via do envio de cheques pré-datados sendo o primeiro descontado pela Livraria Tio Papel antes do envio da encomenda.

PARA ESCLARECIMENTOS CONTACTAR SNTCT SEDE: 218428900 ou sntct@sntct.pt

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www.sntct.pt – www.facebook.com/sntct
A Direcção Nacional do SNTCT
SINDICATO NACIONAL DOS TRABALHADORES DOS CORREIOS E TELECOMUNICAÇÕES

Enviar por email para: encomendas@tigrepapel.pt

Nome do(a) Associado(a):
Nº de Associado(a):
Contacto Telefónico:
Morada do(a) Associado(a):
Empresa:
Local de Trabalho:
Nome da Escola da Criança:
Localidade da Escola:
Concelho da Escola:
Ano escolar a frequentar:

 

ATENÇÃO
Os livros vêm normalmente no chamado “Pack Pedagógico”, conjuntamente com os cadernos de actividades.
Assinale em “Observações”:
– Se quer a “Senha de Acesso” que substituiu o CD;
– Se não pretende algum dos cadernos de actividades;
– Se não deseja algum dos livros adoptados pela escola;
– se pretende algum livro com a capa plastificada.
a) OS MANUAIS DO 1º AO 6º ANO DE ESCOLARIDADE SÃO GRATUÍTOS.
PARA TAL, O MINISTÉRIO FORNECE UM VOUCHER POR VIA ELECTRÓNICA.
Também pode adquirir os livros relativos a esses anos de escolaridade na LIVRARIA TIO PAPEL, mediante troca do referido voucher.

Comunicado SNTCT RANDSTAD 6-2018

GREVE GERAL
6 JULHO DE 2018

Abra aqui o comunicado em formato PDF » » » 2018_ 6 RANDSTAD

Na última reunião de negociações na DEGERT a Randstad recusou as propostas dos trabalhadores, demonstrando deste modo que não quer negociar seriamente. Os trabalhadores não desistirão e vão continuar a lutar pelas suas reivindicações. A próxima greve geral é no dia 6 de Julho e outras se seguirão, sendo também efectuadas outras formas de luta. CONTRA A PREPOTÊNCIA, OS TRABALHADORES RESPONDERÃO COM A SUA UNIDADE E DETERMINAÇÃO.
São mais de 6000 trabalhadores que a Randstad teima em prejudicar, com o objectivo de aumentar os lucros Os trabalhadores exercem a sua actividade na NOS, VODAFONE, ALTICE, NOWO e SRF.
OS TRABALHADORES NÃO SE DEIXARÃO INTIMIDAR PELAS AMEAÇAS DA RANDSTAD PORQUE TÊM FORÇA, RAZÃO E ESTÃO APOIADOS PELOS SEUS SINDICATOS, NOMEADAMENTE O SNTCT. A UNIDADE DOS TRABALHADORES VAI SER DETERMINANTE PARA ALCANÇAR AS SUAS REIVINDICAÇOES,
NENHUM TRABALHADOR É OBRIGADO A INFORMAR SE VAI FAZER GREVE!
OS TRABALHADORES EXIGEM:
• AUMENTOS SALARIAIS;
• FIM DO SEU VÍNCULO PRECÁRIO E INTEGRAÇÃO NOS OPERADORES ONDE PRESTAM SERVIÇO;
• HARMONIZAÇÃO DO SUBSIDIO DE ALMOÇO PARA TODOS;
• UMA ESTRUTURA DE CARREIRA JUSTA E DIGNA;
• VALORIZAÇÃO DO TRABALHO;
• MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO;
• NEGOCIAÇÃO DO CADERNO REIVINDICATIVO E REGULAMENTO INTERNO.
Transcrevemos no verso a resposta da Randstad às reivindicações dos trabalhadores que foram apresentadas pelo SNTCT.
Randstad 6 A

_________________________________

Esta Greve abrange todos os trabalhadores da Randstad do sector das comunicações e telecomunicações independentemente do operador onde estão a trabalhar.

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SINDICALIZA-TE NO SNTCT
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Comunicado SNTCT Telecom 2-2018

NEGOCIAÇÕES DO ACT 2018 PT/ALTICE PORTUGAL
RESULTADO FINAL TERIA SIDO ACEITÁVEL SE NÃO FOSSE A MOBILIDADE FUNCIONAL
O SNTCT NÃO DEU ACORDO DE PRINCÍPIO PORQUE TEM DÚVIDAS SOBRE AS CONSEQUÊNCIAS DA APLICAÇÃO DA CLª 15 DO ACT
VAMOS AUSCULTAR OS NOSSOS ASSOCIADOS E DEPOIS TOMAREMOS UMA DECISÃO DEFINITIVA

Abra aqui a versão PDF deste comunicado » » » 2018_2 Comunicado Telecom

Face às propostas iniciais da Comissão Executiva sabíamos que este processo seria complicado porque todos conhecemos os princípios da MEO/Altice – poupar nos recursos humanos e maximizar os lucros.
Por outro lado, a MEO/Altice queria “aproveitar” para alterar também algumas cláusulas do ACT, ou seja, duma penada podiam conseguir os seus objectivos com o mínimo possível de acréscimo de custos.
Os Sindicatos da Frente Sindical, através das suas propostas levaram à alteração de posições por parte da empresa e ao fim de 2 meses de negociações, foi apresentada uma proposta que a MEO/Altice considerou final que não sendo consensual inclui muitas das nossas propostas:
• Aumentos no salário base, nalgumas matérias pecuniárias e benefícios;
• Compromisso do CEO de que não haverá despedimentos;

RESULTADOS DA NEGOCIAÇÃO.
A Empresa tinha inicialmente propostas inaceitáveis, pois eram muito negativas para os trabalhadores, nomeadamente no clausulado:
1. Mobilidade geográfica – pretendiam poder transferir trabalhadores abolindo a atual limitação máxima das 2 horas em transportes. Proposta que caiu pela oposição dos Sindicatos da Frente.
2. Horários Concentrado – pretendiam de forma unilateral flexibilizar os horários de trabalho de modo a que os trabalhadores fossem obrigados a fazer 10 horas diárias em 4 dias por semana. Esta proposta caiu pela oposição dos Sindicatos da Frente.
3. Mobilidade funcional. A Empresa pretendia alterar a Cláusula 15ª do ACT, de modo a que os trabalhadores fossem obrigados a exercer temporariamente funções não compreendidas na actividade contratada, sem referir expressamente a justificação e a duração previsível da mesma.
O SNTCT tem dúvidas e reservas acerca das consequências que esta alteração produziria nos direitos dos trabalhadores se esta imposição fosse consagrada na regulamentação colectiva (ACT).

TABELAS SALARIAIS, MATÉRIA SALARIAL E DE EXPRESSÃO PECUNIÁRIA:

1. Salários base
• Salários até 800€ inclusive, aumento de 25€.
• Salários a partir de 800€ até 1000€ inclusive, aumento de 20€.
• Salários a partir de 1000€ até 1500€ inclusive, aumento de 15€.
• Salários a partir de 1500 até 3000€ inclusive, aumento de 10€.
(de 3000 a 3009 euros aumento de 10€).
• Salários a partir de 3010€ inclusive, sem atualização.
2. Subsídio de grande altura
A Empresa aceitou pagar este subsídio no trabalho em Torres de Telecomunicações com altura a partir dos 30 metros contados a partir da base.
A 1ª subida sem necessidade de permanência mínima de 3h, atribui um subsídio de 13€.
Paga também, a 2ª intervenção desde que esta tenha pelo menos 3 horas de atividade na Torre.
No entanto, fica limitado ao máximo de 2 subsídios por dia, salvo casos excepcionais. Esta assumido o compromisso que o trabalhador pode receber mais de 2 subsídios por dia desde que os mesmos sejam justificados e aprovados pela Direção.
3. Subsídio de Turno
• Turnos de descanso semanal variável, o subsídio de 2,5% (salario base + diuturnidades) com o valor mínimo de 30€.
• Turnos de laboração contínua, 5%, com o valor mínimo de 60€.
4. Subsídio especial de refeição
O subsídio especial de refeição (refeições em trabalho suplementar), passa a ser igual ao valor do subsídio de refeição – 8,15€ (era 7,97 €).
5. Subsídio de Pequeno-almoço:
Passa de 1,95€ para 2€.

BENEFÍCIOS DE COMUNICAÇÕES:

• Para os trabalhadores na SCT e Pré-reforma, conseguiu-se alterar o valor do desconto de 50%, para 60%, a partir do próximo ciclo de facturação (previsão Agosto de 2018).
• Em sede de Comissão Paritária, no início de 2019, esta matéria voltará a ser discutida.
Para os trabalhadores do ativo foi criado um novo escalão (total pecuniário até 15.000€/ano)

Total pecuniário até 15.000€ Total pecuniário até 30.000€ Total pecuniário => 30.000€
PACOTE – MENSALIDADE PACOTE- MENSALIDADE PACOTE – MENSALIDADE
M5O 19,99€ M5O 24,99€ M5O 34,99€
M4OLIGHT (2CARTÕES) 14,99€ M4OLIGHT (2CARTÕES) 19,99€ M4OLIGHT (2 CARTÕES) 24,99€
M4O LIGHT (1CARTÃO) 9,99€ M4O LIGHT (1CARTÃO) 14,99€ M4O LIGHT (1CARTÃO) 19,99€
PACOTE 3P (TV+NET+TELEFONE 4,99€ PACOTE 3P (TV+NET+TELEFONE 9,99€ PACOTE 3P (TV+NET+TELEFONE 14,99€
6. Prémio de reforma/aposentação
Pagamento em dobro para os trabalhadores do ativo que se reformem na idade mínima legal ou por invalidez, até 31/12/2020.
Dois dias de dispensa por mês, a pedido do trabalhador, mantendo o subsídio de refeição nos 6 meses que antecedem o pedido de reforma.
Diminui o número de anos do prémio máximo de reforma/aposentação de 50 anos para 47 anos de antiguidade.
7. Progressões
Serão efectuados 200 movimentos de evolução profissional até ao final de 2018, sendo 100 Progressões e 50 Promoções e, ainda, mais 50 de progressões ou promoções consoante as necessidades da Empresa. No primeiro semestre de 2019 haverá mais 50 movimentos de progressão.
8. Férias
Será atribuído mais um dia de férias (em regra passa de 22 para 23) para quem não tenha qualquer falta injustificada no ano a que as férias dizem respeito, este aumento aplica-se já a partir de 1 de Janeiro de 2019.
9. PT/ACS
As partes acordam diligenciar no sentido de abordar conjuntamente a temática dos Planos de Saúde até ao final do 1º semestre de 2019, com vista a discutir a possibilidade de prolongamento das condições atuais do Plano de Saúde Clássico para além de 31 de dezembro de 2019.

O SNTCT continua na Frente Sindical porque considera que os interesses dos trabalhadores estarão melhor defendidos com a unidade na acção de todos os Sindicatos e porque estamos em crer que a MEO/Altice tem projectos para, futuramente penalizar os trabalhadores.
No entanto, os nossos princípios sindicais levam-nos a recusar as matérias que penalizam os trabalhadores nomeadamente o banco de horas, a mobilidade geográfica, horário concentrado e mobilidade funcional.

ORA, ESTA ÚLTIMA FOI O QUE LEVOU A QUE O SNTCT NÃO DESSE O SEU ACORDO DE PRINCÍPIO.
AGORA TÊM A PALAVRA OS SÓCIOS

Comunicado SNTCT RANDSTAD 5-2018

GREVE GERAL – RANDSTAD
13 de Junho 2018

Abra aqui a versão PDF deste comunicado: 2018_5 Randstad _ 2

Esta Greve abrange todos os trabalhadores da Randstad do sector das comunicações e telecomunicações independentemente do operador onde estão a trabalhar.

Os trabalhadores estão determinados a lutar para conseguir os seus objectivos e continuam a reivindicar os seus direitos:

  • AUMENTOS SALARIAIS;
  • HARMONIZAÇÃO DO SUBSIDIO DE ALMOÇO PARA TODOS OS TRABALHADORES;
  • UMA ESTRUTURA DE CARREIRA JUSTA E DIGNA;
  • VALORIZAÇÃO DO TRABALHO
  • FIM DO SEU VÍNCULO PRECÁRIO E INTEGRAÇÃO NOS OPERADORES ONDE PRESTAM SERVIÇO;
  • MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO;
  • NEGOCIAÇÃO DO CADERNO REIVINDICATIVO E REGULAMENTO INTERNO.

SINDICALIZA-TE NO SNTCT
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Comunicado SNTCT CALL CENTERS 04-2018

A IMPORTÂNCIA DE ESTAR SINDICALIZADO

Abre aqui o comunicado em versão PDF » » » 2018_4 Call Centers

ESTAR SINDICALIZADO, PARA QUÊ?
Estar sindicalizado é estar mais protegido, é ter acesso ao contencioso do Sindicato, é ter direito a apoio Sindical e Jurídico, é ter acesso a outros serviços protocolados entre o Sindicato e outras entidades.
Estar sindicalizado é estar organizado colectivamente aumentando o poder reivindicativo de modo a ser mais fácil alcançar as reivindicações dos trabalhadores – melhores salários, trabalho com direitos, melhores condições de trabalho, entre outras coisas.
Estar sindicalizado é poder participar na discussão colectiva, eleger e ser eleito, quer seja a nível local, (delegado sindical), Empresa (comissão sindical) e a nível nacional (dirigente).

SER SINDICALIZADO É UM DIREITO!
Está consignado na Constituição da República, na Lei Laboral (Código de Trabalho) e noutros instrumentos de regulamentação colectiva. Por isso, para além de ser um direito é um dever de quem trabalha por conta de outrem.

A IMPORTÂNCIA DO DELEGADO E DA COMISSÃO SINDICAL
O Delegado Sindical é quem representa os trabalhadores sindicalizados em cada local de trabalho. É quem faz a ligação entre o local de trabalho e a Estrutura do Sindicato.
A Comissão Sindical é o conjunto de Delegados Sindicais de um Sindicato na Empresa.
É o Delegado Sindical e ou a Comissão Sindical, que podem convocar reuniões de trabalhadores para discutir os problemas laborais, decidir formas de resolução dos problemas, decidir formas de luta.
Exemplo: No caso da Randstad, o SNTCT tem já eleitos Delegados Sindicais, assim como uma Comissão Sindical, o que nos permite, marcar reuniões de trabalhadores, (foi já possível discutir um Caderno Reivindicativo que nesta fase se encontra em discussão com a Empresa).

Está na altura de os trabalhadores das outras empresas de trabalho temporário ou prestadoras de serviços, reforçarem a sua organização através da eleição dos seus representantes.

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SINDICALIZA-TE NO SNTCT
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Ccomunicado SNTCT RANSTAD 04-2018

2ª REUNIAO NA DGERT COM A RANDSTAD,

NO DIA 10, SEM AVANÇOS

No dia 10 de Maio a comissão sindical e o SNTCT voltou a reunir na DGERT – Ministério do Trabalho.

Abre aqui o comunicado na versão PDF » » » comunicado 2018_4 Randstad

Empresa reiterou a posição da primeira reunião, em relação aos aumento salariais dizendo que “não tem margem para negociar aumentos salariais atendendo, nomeadamente, a subida do salario mínimo, não prevista nos contratos em vigor com os seus clientes, nem margem para contrapor nada”

Desde de 2008 que os trabalhadores não têm aumentos na Randstad, pretende a empresa assim manter os trabalhadores com baixos salários.
Sabemos que a Randstad tem margem para aumentar os salários dos trabalhadores, no ano de 2017 os trabalhadores que estão na Vodafone já recebiam 580€ de salario mínimo enquanto os trabalhadores que estão na NOS e na MEO recebiam 557€.
Existe margem para aumentos salariais haja vontade da empresa.
A Randstad disse que o encargo do caderno reivindicativo representa um aumento de 25%, este aumento é o que os trabalhadores deixaram de ganhar nos últimos 10 anos.
Os representantes da empresa vieram com o choradinho dizendo que se fosse possível que iriam proceder aos aumentos propostos… conversa de patrão.
Relativamente a outras matérias de expressão pecuniária, Diuturnidades/anuidades, subsídio de alimentação, subsídio de pequeno-almoço o discurso da empresa foi o mesmo dos salários.

OUTRAS MATERIAS
Dispensa do trabalhador/a no dia do Aniversário,
Informou não ter capacidade para atribuir esta proposta aos trabalhadores.
Trabalho suplementar
A empresa não esta disponível e que vai continuar a cumprir a lei.
Descanso compensatório
Relativamente a esta matéria a empresa ficou de analisar.
Escalas de feriados, Natal e Fim de ano
Nesta matéria a empresa na 1ª reunião na DEGERT assumiu que iria cumprir afirmando que o iria fazer para o feriado do 25 de Abril e 1º de Maio. No entanto viemos a verificar que tal não aconteceu ao contrário de outros prestadores de serviços que tinham afixado a escalas para conhecimento dos trabalhadores.
A empresa informou que não compreende porque não estava afixado conforme acordado e que ira rever a situação.
Em relação as escalas de Natal e Fim de ano esperamos que sejam afixados atempadamente para conhecimento dos trabalhadores/as
Pausas
Continua o diferendo entre o SNTCT e a empresa, continuando a empresa com ameaças veladas que os trabalhadores não podem continuar a fazer as pausas de 5 minutos. Para o SNTCT os trabalhadores/as que tem 3 minutos tem que passar para 5m.
Carreiras e evolução salarial
Nesta matéria a resposta foi a mesma que foi dada aos aumentos salariais, a empresa diz que quer implantar boas praticas mas não precisa de regulamentar essas medidas.
Para o SNTCT e trabalhadores é importante que conste do regulamento interno uma estrutura de carreiras e sua evolução.
O SNTCT na última reunião informou que vai apresentar uma proposta para quem trabalha nas lojas, será um abono para falhas para quem movimenta dinheiro.
A empresa foi sensível a esta matéria e ficou de analisar
O SNTCT solicitou que fosse dada resposta ponto por ponto para que ficasse em acta
Também na última reunião o SNTCT solicitou vários dados a Randstad que ficou de enviar.
Relativamente ao regulamento interno a muito que a empresa conhece a proposta do sindicato e ate ao momento não deu qualquer resposta. Nesta matéria também o SNTCT solicitou resposta a proposta de regulamento interno.
Próxima reunião 26 de Junho, a empresa disse que precisava de tempo para analisar todas a matérias do regulamento interno.
Face ao impasse negocial o SNTCT vai realizar varias reuniões de trabalhadores para analisarmos a situação e tomara as medidas necessárias.

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Comunicado RANDSTAD 3-2018

A RANDSTAD VIOLA A LEI DA GREVE

E PROCURA COAGIR TRABALHADORES

Abre aqui a versão PDF deste comunicado » » » 2018-03 RANDSTAD

A RANDSTAD, após a Greve de 25 de Abril e 1 de Maio, informou os assistentes que nos dias de greve quem falta deve indicar o motivo pelo qual faltou, sob pena de ficar com falta injustifica.
A LEI 7/2009 DE 12 DE FEVEREIRO (CODIGO DE TRABALHO), É CLARA SOBRE ESTA MATÉRIA.
Os trabalhadores, sócios dos Sindicatos promotores da Greve ou não, assim como os não sindicalizados, estão cobertos pelo Pré-Aviso de Greve emitido dentro da Lei.
Esta medida, é uma “Grosseira” violação da Lei, e visa intimidar e limitar os trabalhadores para que de futuro abdiquem do direito á GREVE, direito que está na Constituição e na Lei.
Excerto da Lei 7/2009 Código de Trabalho:
Lei n.º 7/2009 de 12 de fevereiro
Aprova a revisão do Código do Trabalho
Artigo 530.º – Direito à greve
1 – A greve constitui, nos termos da Constituição, um direito dos trabalhadores. 2 – Compete aos trabalhadores definir o âmbito de interesses a defender através da greve. 3 – O direito à greve é irrenunciável.
Artigo 536.º – Efeitos da greve
1 – A greve suspende o contrato de trabalho de trabalhador aderente, incluindo o direito à retribuição e os deveres de subordinação e assiduidade. 2 – Durante a greve, mantêm-se, além dos direitos, deveres e garantias das partes que não pressuponham a efetiva prestação do trabalho, os direitos previstos em legislação de segurança social e as prestações devidas por acidente de trabalho ou doença profissional. 3 – O período de suspensão conta-se para efeitos de antiguidade e não prejudica os efeitos decorrentes desta.

Artigo 540.º – Proibição de coação, prejuízo ou discriminação de trabalhador
1 – É nulo o ato que implique coação, prejuízo ou discriminação de trabalhador por motivo de adesão ou não a greve. 2 – Constitui contra-ordenação muito grave o ato do empregador que implique coação do trabalhador no sentido de não aderir a greve, ou que o prejudique ou discrimine por aderir ou não a greve.
Artigo 543.º
Responsabilidade penal em matéria de greve A violação do disposto no n.º 1 ou 2 do artigo 535.º ou no n.º 1 do artigo 540.º é punida com pena de multa até 120 dias.
Iremos de imediato apresentar uma queixa junto da ACT.
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