21 JULHO 2017 – GREVE NA PT-MEO

Greve PT 21 Julho

A GREVE GERAL DE 24 HORAS

DECRETADA PARA OS(AS) TRABALHADORES(AS) DA PT-MEO

INICIA-SE À MEIA-NOITE

O SNTCT APELA À PARTICIPAÇÃO MASSIVA DE TODOS(AS) OS(AS) TRABALHADORES(AS) PT-MEO NESTA LUTA CONTRA A DESTRUIÇÃO DA EMPRESA E OS ATAQUES AOS(ÀS) TRABALHADORES(AS) QUE A ALTICE ESTÁ A TENTAR LEVAR A CABO.

00:00 – Início da Greve

  • Piquete de Greve junto ao Edifício Picoas (concentração de dirigentes às 23:30)

13:30 – Concentração/Manifestação

  • Concentração frente ao edifício das Picoas – de trabalhadores(as) em Greve oriundos(as9 de diversos pontos do País – entre as 13:30h e 14:30h e manifestação até à residência oficial do Primeiro-ministro (chegada prevista 15h).

Sobre a questão dos Serviços Mínimos segue em anexo o comunicado conjunto dos Sindicatos representativos dos(as) Trabalhadores(as) PT-MEO. Abra aqui a versão PDF deste comunicado » » » GREVE – SERVIÇOS MÍNIMOS (2)

A luta continua!

SNTCT – A força de continuarmos juntos!

Comunicado SNTCT Telecom 5-2017

Greve PT 21 Julho

O SNTCT APELA À ADESÃO À GREVE DO DIA 21 DE JULHO!

Está a tocar a rebate na MEO!

Abra aqui a versão PDF deste comunicado » » » COM 2017_05 SNTCT TELECOM

Nunca até hoje, na história da PT, passámos por um momento tão grave como o que agora vivemos por responsabilidade da Altice, que já provou não ter qualquer consideração pelos seus trabalhadores!
Além dos cortes sucessivos de direitos e benefícios, congelamentos salariais, de práticas de gestão que estão a prejudicar seriamente a saúde física e psíquica dos trabalhadores, agora somos confrontados com algo que nunca se havia verificado na empresa: a possibilidade de sermos descartados para uma empresa do exterior, perdermos direitos em formação e mais tarde, a curto prazo, podermos vir a ser despedidos ou retransmitidos pela nova empresa…
Nenhum trabalhador da MEO estará a salvo de que a sua atual situação laboral não possa a vir piorar substancialmente!
Hoje uma transmissão de estabelecimento atinge colegas teus…amanhã pode atingir-te a ti e aos outros. (Todas as atividades que não sejam consideradas negócio principal poderão vir a ser elegíveis para serem transmitidas para empresas do exterior!)
É tempo de demonstrarmos inequivocamente o nosso descontentamento e revolta pelo actual e lamentável estado a que a esta gestão conduziu a empresa. É tempo de acção colectiva!
Não podes ficar passivo…deves defender o teu/nosso futuro!
Junta-te a nós e dá força a esta justíssima luta!

Adere à greve do dia 21 de Julho!!!
Sobre a greve:
• Não tens que participar que vais aderir à greve! Não deves aceitar pressões ou coações para não aderires. No caso de ocorrerem, denuncia a situação ao teu Sindicato ou à Comissão de Trabalhadores, identificando quem o fizer!
• Não deves ter medo porque é um direito protegido por Lei sobre o qual não podes vir futuramente a ser prejudicado, sob pena de consequências legais para quem o fizer.
• Além dos pré-avisos de greve que abrangem todos os trabalhadores da PT, o SNTCT enviou um pré-aviso de greve à Administração da Winprovit, possibilitando que os trabalhadores PT indevidamente transferidos para aquela empresa possam igualmente aderir a esta greve.
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Comunicado SNTCT Cultura/Tempos Livres 1-2017

2017_01 CULTURA_TEMPOS LIVRES imagem 01

PROTOCOLO 2017 PARA AQUISIÇÃO DE LIVROS ESCOLARES
PARA OS FILHOS DOS ASSOCIADOS DO SNTCT

Abra aqui a versão PDF deste comunicado » » » 2017_01 CULTURA_TEMPOS LIVRES

No seguimento do sucesso do Protocolo celebrado nos anos anteriores entre o SNTCT e a Livraria Tio Papel – especialista em livros escolares – a mesma irá continuar a realizar 10% de desconto sobre o preço de capa dos livros escolares (1º ao 12º Ano) encomendados até dia 31 de Agosto de 2017.
A encomenda deverá ser feita para o email encomendas@tiopapel.com através do preenchimento da ficha em anexo (digitalizando-a depois de preenchida ou escrevendo no email de encomenda todos os dados solicitados bem como as indicações a colocar no campo observações).
A Livraria Tio Papel comunicará ao associado(a) do SNTCT o valor total da factura, valor que o mesmo pagará de acordo com forma estabelecida; transferência bancária, cheque ou cobrança postal (ª).
Após bom pagamento, quando a encomenda estiver pronta, a livraria entregará a mesma, junto com a factura, nas instalações sede do SNTCT, que por sua vez irá fazê-la chegar ao associado. No caso de optar pela Cobrança Postal a mesma será enviada pela Livraria Tio Papel directamente para casa do Associado ficando os portes e prémio de cobrança a cargo do mesmo.
Para além dos 10% de desconto, poderá ainda solicitar a plastificação dos seus livros por mais 1 euros por exemplar.

(ª) O valor total da factura poderá ainda ser pago em 3 vezes por via do envio de cheques pré-datados sendo o primeiro descontado pela Livraria Tio Papel antes do envio da encomenda.

PARA ESCLARECIMENTOS CONTACTAR SNTCT SEDE: 218428900 ou sntct@sntct.pt

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A Direcção Nacional do SNTCT
Encomendas do SNTCT
SINDICATO NACIONAL DOS TRABALHADORES DOS CORREIOS E TELECOMUNICAÇÕES

Enviar por email para: encomendas@tiopapel.com

Nome do(a) Associado(a):

Nº de Associado(a):

Contacto Telefónico:

Morada do(a) Associado(a):

Empresa:

Local de Trabalho:

Nome da Escola da Criança:

Localidade da Escola:

Concelho da Escola:

Ano escolar a frequentar:

Os livros vêm normalmente no chamado “Pack Pedagógico”, com os cadernos de atividades e o CD. Assinale em “Observações” se não quiser o CD ou mesmo o Caderno de Atividades.
Assinale em “Observações” caso não deseje algum livro adotado pela escola.
Assinale em “Observações” se pretende algum livro plastificado.
ATENÇÃO
OS LIVROS TÊM QUE SER ENCOMENDADOS ATÉ 31 DE AGOSTO

SNTCT – A força de continuarmos juntos!

Comunicado SNTCT Telecom 4-2017

PT 4 01

TRANSMISSÕES DE ESTABELECIMENTO DA MEO PARA OUTRAS EMPRESAS

Abra aqui a versão PDF deste comunicado » » » 2017_04 COM SNTCT TELECOM

Desde a compra da PT pela Altice em junho de 2015 que se têm sucedido diversas malfeitorias desta gestão aos trabalhadores. (Vide comunicado do SNTCT, numero 2 de 2017).
A maior parte das piores reservas sobre a venda do Grupo PT, a uma multinacional vieram infelizmente a confirmar-se, algumas por defeito.
Sem dúvida que se trata de um grupo de acionistas que atua dentro dos melhores cânones do capitalismo selvagem, que coloca o lucro e objetivos financeiros como a sua única meta. Assim, o lema honesto da Altice deveria ser “Everything for the actionists, nothing for the workers!”.
Qualquer discurso genérico sobre supostas preocupações sociais, por exemplo como aquele em que nos consideraram “uma família” é facilmente desmentido pela prática do dia a dia de uma gestão com laivos de arrogância e prepotência, que utiliza todas as ferramentas que puder, (mesmo com assessorias jurídicas bem pagas) para inventar formas para se descartar de trabalhadores.
É o caso das chamadas transmissões de estabelecimento! Estas situações tem enquadramento legal nos artigos 285 a 287 do Código do Trabalho. No entanto, são discutíveis alguns dos pressupostos em que a empresa se baseia para as justificar, havendo a preocupação que estas “transmissões” para empresas de muito menor dimensão que a PT e de discutível sustentabilidade financeira futura não sejam mais do que o planeamento de despedimentos a curto prazo.
Para os que se recordam há uns anos, colegas da PT saíram da DCSI para a IBM, o contrato de prestação de serviços da PT para a IBM era de 10 anos…ao fim de ano e meio estavam desempregados!!! Agora e no caso da transmissão de estabelecimento de 37 trabalhadores da MEO para a Winprovit o contrato de prestação de serviços é de 5 anos.
Em reunião ocorrida com a gestão em 09.06 p p. questionámos se estariam dispostos a aceitar colocar nos contratos destes trabalhadores uma cláusula de reversibilidade, ou seja, caso se verificasse uma situação de falência da Winprovit a MEO ou quem a substituísse aceitasse de volta esses trabalhadores. A questão ficou em análise e só no dia 29 de junho, apesar de positivo…soubemos que a montanha pariu um rato! Tivemos conhecimento que a gestão aceitava uma cláusula daquele tipo por um período de três anos, que ficaria sem efeito caso a Winprovit por sua vez os retransmitisse para outra empresa nas mesmas condições com que haviam ido para lá.
Como é óbvio ficámos extremamente preocupados com o facto desta clausula abranger um período
temporal inferior ao período em que se manterá o contrato de prestação de serviços da MEO á Winprovit. Tal documento e outros nunca foram do conhecimento das entidades que a Lei reconhece com direito á informação no caso em apreço.
Nas diversas reuniões em que o SNTCT esteve presente, (a primeira das quais por convocatória sem referência ao assunto ou menção a uma ordem de trabalhos), referimos sempre que não concordávamos com as transmissões de estabelecimento da MEO para outras empresas, por termos reservas em relação aos fundamentos apresentados pela empresa, por entendermos que envolve aspetos legais dúbios, e acima de tudo pelo aspeto chocante que envolve todos estes processos com trabalhadores a serem “despachados” para um patrão que não escolheram, com direitos em formação que se vão perder, segundo a Lei após um ano sobre a data da transmissão, por exemplo o prémio de aposentação, complementos de reforma (aplicáveis a alguns), plano clássico da PT ACS, (algo que teriam de modo vitalício e que assim perderão daqui a um ano), além da intranquilidade e insegurança que este processo produz principalmente nos trabalhadores envolvidos.
Além da posição publica e enérgica expressa em reuniões, consideradas pela empresa de “mera cortesia”, porque efetivamente a Lei não confere o direito á informação ás direções dos sindicatos, mas, apenas no caso da PT, à Comissão de Trabalhadores e aos Delegados Sindicais:
– Os nossos sócios enviaram uma carta à DRH referindo a sua não concordância com este processo.
– Os nossos delegados sindicais questionaram a DRH sobre diversos aspetos que consideraram não estar claros e que derivaram e derivam da enorme falta de informação objetiva. (Escrita.)
– A Direção do SNTCT remeteu carta ao PCA da MEO, Engº Paulo Neves, informando e justificando o nosso descontentamento, tecendo igualmente considerações de teor jurídico sobre as transmissões de estabelecimento.
Os nossos dirigentes, bem como o Contencioso do Sindicato têm estado empenhados em acompanhar em permanência os sócios envolvidos nestas preocupantes transmissões de estabelecimento. Referimos á gestão que iriamos até onde os nossos sócios quisessem que fossemos, incluindo o recurso á via judicial.
Contudo, e apesar de não prescindirmos da defesa direta e exclusiva dos nossos sócios e termos objetivos próprios como Estrutura Representativa de Trabalhadores,(ERT) estaremos sempre disponíveis sem qualquer preocupação de protagonismo, em unidade com os outros Sindicatos e a CT, em definir estratégias comuns para melhor defender os trabalhadores da PT e minimizar os prejuízos que esta gestão pretende em permanência aplicar aos recursos humanos.
Tudo leva a crer que as áreas de negócio que não forem consideradas principais, (core business), sendo suporte ao negócio, serão elegíveis para serem transmitidas por estabelecimento.
TRABALHADOR DA PT LEMBRA-TE QUE HOJE ESTÃO A TENTAR TRAMAR ALGUNS DOS TEUS COLEGAS… AMANHÃ PODERÁ SER A TUA VEZ!
NUNCA COMO HOJE FOI PRECISO LUTAR EM UNIDADE E TODOS MOSTRARMOS QUE TEMOS FORÇA E DETERMINAÇÃO PARA DEFENDER O NOSSO FUTURO!
ALTICE = CHATICE … PARA OS TRABALHADORES, CLARO!!!
SINDICALIZA-TE

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Comunicado SNTCT Telecom 3-2017

Telecom 3-2017 topo

PROCESSOS DAS DIUTURNIDADES DOS “ACADEMISTAS”  

Abra aqui  a versão PDF deste comunicado » » » Com 3-2017 SNTCT TELECOM
No comunicado nº 1 de 2017, de 30 de Março, divulgámos que o SNTCT tinha intentado uma ação judicial  contra a MEO, relativa à causa das diuturnidades e que o julgamento estava marcado para Julho próximo.
Na sequência de tal noticia, ocorreu uma reação da MEO, cujos serviços de Relações Laborais tentaram convencer-nos a adiar o julgamento porque estariam a negociar este assunto com os Sindicatos.(?)
Informamos o nosso Contencioso que nunca fomos contactados nesse sentido e mesmo que o tivéssemos sido, nunca faríamos qualquer acordo que impossibilitasse que algum dos nossos sócios colocasse futuramente a empresa em Tribunal pelas razões que entendesse sobre qualquer matéria.
Sobre o tema dos processos das diuturnidades chegou-nos a notícia que a empresa já havia realizado um “acordo” com um Sindicato. A confirmarem-se os termos em que tal “acordo” terá sido celebrado cremos haver prejuízos evidentes para quem o vier a aceitar.
Por exemplo, os casos em que ao invés das 40 horas de trabalho semanais, o trabalhador pudesse ter por direito horário de trabalho com menos horas de laboração semanal e o facto de mesmo sendo reconhecido o direito à antiguidade com atribuição das diuturnidades, não seria realizado qualquer pagamento de retroativos. Ou seja, só a partir da data do “acordo” é que seriam pagos os valores mensais correspondentes ás diuturnidades reconhecidas. (No período antecedente nada seria pago…apesar de ser reconhecido um direito com vários anos de existência!?)
Como vem sido hábito na prática de tal Sindicato e a confirmar-se tal notícia, é expectável que elabore uma minuta sobre a matéria e que a apresente aos “academistas”, (mesmo sócios de outros sindicatos), a fim de que os mesmos assinem tal documento que supostamente lhes irá resolver todos os problemas sobre as diuturnidades. . (De referir que a assinatura de um documento deste tipo impede que mais tarde quem o assine venha a poder  exigir qualquer outro direito relacionado com tal matéria, dadas algumas clausulas de tipo quitação geral que em regra compõem o seu conteúdo).
Por isso, caro “academista” mantem-te atento e informado e não te deixes iludir por “cantos de sereia”!!! Com efeito, apesar de existirem situações dispares sobre a presente matéria, com “acordos” deste tipo há prejuízos para os trabalhadores envolvidos e benefícios para a empresa, que se terá apercebido que se as potenciais ações forem ganhas judicialmente pelos trabalhadores lhe implicará maiores custos do que os decorrentes de tal “acordo”.
Porque seguimos uma prática sindical ética e transparente, não quisemos deixar de alertar para esta situação e esclarecer que, como já afirmámos, não fomos contactados pela MEO para a realização deste ou de qualquer outro “acordo” que achamos sempre suspeitos. Entendemos que tais compromissos ou soluções devem ser resolvidas no âmbito da negociação coletiva ou no mínimo, no enquadramento de um procedimento ético e integro, entre a MEO e todos os Sindicatos…
3/2017
02Jun

O fim das marcas PT e MEO e a entrada para uma grande “Familia”
O recente anuncio sobre uma decisão de gestão da Altice que implicará a curto prazo o desaparecimento das marcas MEO e PT Portugal, apesar de ser um legitimo direito do novo dono do Grupo PT, é chocante para um número elevado de trabalhadores da PT que durante décadas “demonstraram serem gente de fibra” e deram suficientes provas de competência e zelo profissional em estreita ligação com as citadas designações empresariais. Recorda também e amargamente como um grupo de empresas icónico para Portugal foi liquidado num grave crime económico pela ação conjunta de políticos, acionistas e gestores sem escrúpulos.
Muitas teorias, inclusive de marketing, poderiam ser desenvolvidas contra a alteração das marcas. Apesar de conhecermos aquelas que foram propaladas pela alta direção da Altice, temos reservas em relação aos seus fundamentos.  Quando o Grupo PT foi vendido á Altice, uma multinacional francesa, entendemos que seria um mau negócio para os trabalhadores e também principalmente pelo aspeto económico, para Portugal.
Passado este tempo, desde junho de 2015 até à data, temos a noção que se concretizaram tais receios. Os trabalhadores têm sido maltratados, (como referimos e descrevemos no nosso anterior comunicado) e a economia nacional também não ficou melhor…
Não nos esqueçamos que se trata de uma multinacional, com sede no estrangeiro, com acionistas na  maior parte estrangeiros e que usa “mecanismos” financeiros para a transferência de verbas avultadas do país para o exterior. Um exemplo paradigmático é a noticia recentemente difundida nos média sobre uma taxa de  franchising que iria ser aplicada sobre as receitas do Grupo PT pelas “vantagens que a empresa portuguesa terá em pertencer ao grupo Altice”,justificando-se por ser um modelo alticiano aplicado à generalidade do Grupo Altice. Lamentavelmente em Portugal esta situação não teve o desenvolvimento que ocorreu em França, país em que o regulador se opôs à aplicação da citada taxa.
Sobre alguns comentários, de Patrick Drahi, sobre sermos todos uma grande Família…continuamos a ter sérias reservas em relação aquela teoria. Com efeito, o padrão que temos do que deve ser uma Família não se enquadra na análise que fazemos em relação á forma de tratamento que a alta direção da Altice tem mostrado e operacionalizado em relação aos trabalhadores da PT.
Faltam as provas objetivas, que se devem traduzir por atos que comprovem consideração, valorização, motivação, justa retribuição e ao fim de algum tempo possam estabelecer uma relação de confiança. Sem tais princípios…não há Família que resista!!!
SINDICALIZA-TE no SNTCT, o Sindicato que te defenderá com rigor, tenacidade, ética e sem “acordos” de índole duvidosa!
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SNTCT – A força de continuarmos juntos!

ALTICE PREPARA-SE PARA DESTRUIR O QUE RESTA DA MARCA DE CONFIANÇA PT/MEO

PT

ALTICE ACABA COM… as marcas???
NÃO!!!
É MUITO MAIS QUE ISSO!!!

A ALTICE, qual abutre, prepara-se para destruir o que resta da outrora maior e mais forte empresa portuguesa, uma Empresa Pública, a PORTUGAL TELECOM!

Desculpem, sabemos que não vai adiantar nada mas, os bois têm nome neste descalabro. Assistimos ao desenrolar do processo e, se nos calarmos, sufocamos.

E, porque somos honestos, se esmiuçarmos a situação, o que a ALTICE se prepara verdadeiramente para destruir, é muito mais que uma qualquer marca…

E, para sermos honestos, temos que trazer a jogo a grande Área de Telecomunicações dos CTT-EP, os TLP, a RÁDIO MARCONI, a TV CABO, a TELEPAC, a TMN, a TDP e as Páginas Amarelas, todas elas valiosas Empresas Públicas Portuguesas, fundidas primeiro na mega empresa PORTUGAL TELECOM, que foi depois criminosamente privatizada, ao ser vendida num processo altamente lesivo para o ESTADO, para os portugueses e para os trabalhadores de todas elas.

Crime, sim um hediondo crime.

Começado pelos Governos PSD/Cavaco que prepararam a privatização (desmembrado de caminho os CTT- Correios e Telecomunicações de Portugal – Empresa Pública e retirando-lhe a sua poderosa Área de Telecomunicações), continuado pelos Governos PS/Guterres que efectivaram a privatização, continuado pelos Governos PSD/CDS/Durão Barroso & Santana Lopes que venderam o resto, continuado pelos Governos PS/Sócrates que em conluio com os homens de mão que ali tinham (Murteira, Granadeiro, Bava & C.ª) e também com o amigo Salgado/BES, meteram a PT na salsada da OI e da VIVO, continuado pelo Governo Passos/Portas/PSD/CDS que intermediou e forçou a venda à ALTICE em condições desfavoráveis para o futuro da Empresa, todos eles contribuíram para o afundamento da PT e, com ela, do que foram 8 saudáveis empresas da esfera pública que lhe deram origem.

Um crime que contou com o fechar de olhos e até conivência da generalidade dos ditos Sindicatos da PT com uma única e honrosa excepção, o SNTCT.

Negócios escuros ou escusos com a PT (ou com a pré-PT), nunca os tivemos.

Negociatas na Mesa de Negociações nunca as tivemos, as Actas das Reuniões, cujas cópias guardámos “religiosamente” e estão à disposição de quem as queira consultar, são a nossa melhor testemunha.

Também nunca recebemos adiantamentos de quotizações, promoções de dirigentes ou contratação de familiares dos mesmos, nem ainda justificações para mantermos dirigentes do SNTCT, aposentados profissionalmente, como dirigentes do nosso SINDICATO, por todas a razões de ética sindical e porque, desde sempre, os nossos Estatutos não o permitem e muito bem.

O mesmo SNTCT que, não tendo feito “pandilha” com Todo-Bom, Nabo, Granadeiro, Bava e todos os restantes, hoje, sendo o único Sindicato com as mãos totalmente limpas neste processo, pode, sem engulhos, exigir ante qualquer ALTICE ou instância Nacional ou Internacional, o respeito pelos trabalhadores da PT (no activo ou aposentados/reformados) e pelos direitos dos mesmos.

Por fim, quanto à ALTICE, como nada lhes devemos e o nosso único compromisso é com os trabalhadores e trabalhadoras da PT/MEO, cá estaremos atentos e actuantes em relação a qualquer tentativa de acção de “rapinização” sobre os activos e os trabalhadores da PT/MEO. A ALTICE além de querer ver-se livre de trabalhadores da PT/MEO quer ainda, pasme-se, uma franquia pela utilização da marca ALTICE. Não fosse tudo isso verdade e qualquer um, mais atento à situação da PT/MEO, julgaria que se trata de uma anedota.

A partir de hoje estaremos novamente nos locais de trabalho, como sempre de cara levantada e sem tabus, a discutirmos com os trabalhadores da PT/MEO todas as questões que os mesmos queiram levantar ou verem esclarecidas.

A Direcção Nacional do SNTCT

SNTCT – A força de continuarmos juntos!

 

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Sobre a notícia inserida no Jorna Público com o título:

Altice acaba com marcas Portugal Telecom e Meo
A empresa liderada por Patrick Drahi vai pôr a última pedra sobre o legado de Zeinal Bava na Portugal Telecom e fazer desaparecer as marcas PT e Meo. Sobrevivem Sapo, Moche e Uzo
Pedro Ferreira Esteves Em Nova Iorque 23 de Maio de 2017, 14:56

Veja esta Notícia em:

https://www.publico.pt/2017/05/23/economia/noticia/altice-acaba-com-marcas-portugal-telecom-e-meo-1773159

 

Comunicado SNTCT Telecom 2-2017

telecom 22017

Together has no limits.
(Juntos não há limites!)

Abra este link para aceder à versão PDF deste comunicado >>>> 2017_02 Com Telecom-2

É um interessante mote para uma multinacional! Sob o ponto de vista empresarial compreende-se!
Tenta-se mobilizar e motivar trabalhadores que desde a compra do Grupo PT pela Altice em junho de 2015 tem vindo a ser sucessivamente maltratados.

Recordamos:

– A perda parcial dos benefícios de telecomunicações.

– Alterações determinadas unilateralmente com perdas para os trabalhadores nas ajudas de custo.

– Imposição do cartão refeição.

– Congelamentos salariais desde que adquiriram o Grupo PT e até à data.

– Negociação coletiva pouco positiva para os trabalhadores em termos de melhoria de direitos e benefícios, dada a obstrução da empresa aqueles nossos objetivos.

-Avaliação de desempenho manifestamente injusta, revoltante e desacreditada, com processos dúbios, trabalhadores sem avaliação, (muitos na USP/GMA) e outros sem reunião de feedback. Processo de reclamação sem credibilidade e praticamente sem possibilidade objetiva de uma anterior decisão avaliativa ser alterada. (Por razões óbvias a reunião de feedback tem prática oral e não escrita e em caso de reclamação o trabalhador pode reclamar em última instância para a Comissão Paritária, órgão que neste assunto é “decorativo” pois não tem poder de decisão, sendo apenas consultivo.) Somos críticos à forma como foi “desenhada” esta prática avaliativa cujos critérios continuam a ser discutíveis e cremos propositadamente complexos. (As competências avaliadas passaram de 6 e 5 para 15 nos perfis de gestão e carreira técnica, além das regras não terem sido iguais num mesmo ano civil ou período de avaliação!)

-Pouca formação e sem critérios sérios, porque não é abrangente por igual para todos os trabalhadores do Grupo PT. (Referimo-nos à formação certificada e não ao “faz de conta” que é alguma do tipo e-learning.)

-Inatividade laboral forçada, (GMA/USP), ilegal e sem critérios percetíveis, ao arbítrio das chefias.

-Sucessivas entrevistas para RMA, com alguns episódios coativos e propostas de saída com “valores indecentes”, que na maioria dos casos a serem aceites poriam em causa o futuro da sustentabilidade financeira do trabalhador e da sua família.

-Mobilidade funcional de índole discutível e que pretende contornar disposições do artigo 120 do Código do Trabalho.

-Inoperacionalidade sobre a realização de avaliação de riscos psicossociais a quem se encontra em mobilidade funcional e na USP/GMA solicitados e pendentes há bastante tempo em sede da Comissão de Segurança e Saúde no Trabalho, pelos trabalhadores propostos pelo SNTCT e eleitos para aquele cargo.

– Crescente conflitualidade laboral, com centenas de processos judiciais contra a MEO devido à falta de disponibilidade para negociar e resolver as questões extrajudicialmente de forma justa. (Como exemplo citem-se os casos dos chamados processos das médias, das diuturnidades, assédio moral e outros.)

– Falta de informação regular aos trabalhadores e ás ERT. E não apenas informação reativa a noticias veiculadas nos média. Foi positivo o esclarecimento de que não haveria despedimentos, nem venda da empresa a terceiros, mas tais “boatos” foram deixados “a correr” sem desmentido ou qualquer comentário da gestão, por demasiado tempo provocando desnecessária intranquilidade aos trabalhadores e quiçá prejudicando alguma produtividade.

Apesar de acreditarmos mais nos atos dos gestores do que nas suas palavras, (um triste passado recente da história do Grupo PT, ainda reforça mais esta nossa convicção), apoiamos e damos razão ao tema alticiano: “Together has no limits”.

No SNTCT dizemos o mesmo há décadas com um lema que nos é muito grato e que consta nos nossos comunicados: SNTCT – a força de continuarmos juntos!

A gestão de topo da Altice tem razão! “Juntos não há limites” para coletivamente os trabalhadores do Grupo PT se organizarem e de um modo eficiente se defenderem de eventuais abusos, ilegalidades, salvaguardarem e melhorarem os seus direitos e benefícios e em conjunto cumprirmos eficazmente diversos objetivos, entre os quais ressalta a justa compensação pela prestação de trabalho e consequentemente os aumentos salariais e de matérias pecuniárias anuais.

Por isso…sindicaliza-te no SNTCT!!!

SINDICALIZA-TE
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SNTCT – A força de continuarmos juntos!

43º ANIVERSÁRIO DO SNTCT

CARTAZ43 reduzido

Há 43 anos atrás, poucos dias após a Revolução de 25 de Abril de 1974, a Revolução dos Cravos, os trabalhadores dos Correios e Telecomunicações conseguiram cumprir o sonho da criação do seu Sindicato, criaram o SNTCT.

Hoje, 43 anos depois, ainda faltam cumprir muitos do ideais de Abril e da Constituição da República que dele saiu, nomeadamente no que concerne à valorização do trabalho, aos diretos sociais, e à valorização integral dos portugueses e das portuguesas quer no plano individual quer no plano colectivo.

No plano das empresas do Sector das Comunicações, Telecomunicações e Actividades Afins, ainda muito há para conseguir no plano da contratação colectiva e dos direitos dos trabalhadores e, muito luta nos aguarda para defender tudo aquilo que conquistámos nestes 43 anos e que tantos ataques tem sofrido.

Deixarmos aqui uma calorosa saudação a todos os homens e todas as mulheres que ao longo deste tempo ajudaram a construir o SNTCT com a sua dedicação, empenho e militância. Nós vos saudamos!

E, para terminarmos esta breves palavras, nada melhor que fazê-lo com o lema que nos tem guiado desde há muito tempo,

SNTCT – A força de continuarmos juntos!

Viva o SNTCT!

SNTCT NA MEO(PT) NA PASSADA SEMANA (AVEIRO, VISEU, F. FOZ, COIMBRA)

PT

DIRECÇÃO NACIONAL DO SNTCT
REUNIU COM TRABALHADORES DA MEO (PT)
DA ZONA CENTRO NA PASSADA SEMANA
AVEIRO – VISEU – FIGUEIRA DA FOZ – COIMBRA
A Direcção Nacional do SNTCT continua assim a reunir de forma regular com os trabalhadores e trabalhadoras da MEO.
Reuniões onde, como é óbvio, além da análise dos problemas locais se têm discutido todas as ameaças e problemas com que a Altice tem vindo a confrontar os Trabalhadores da MEO (PT).
SNTCT – A força de continuarmos juntos!

DIRECÇÃO NACIONAL DO SNTCT EM REUNIÕES DE TRABALHADORES NA MEO (ZONA CENTRO)

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DIRECÇÃO NACIONAL DO SNTCT
ESTEVE ONTEM REUNIDA COM TRABALHADORES DA MEO
NA QUINTA DO SIMÃO EM AVEIRO
Na continuação do acompanhamento mais assíduo aos locais de trabalho estivemos ontem reunidos com os trabalhadores da MEO(PT) da Quinta do Simão, em Aveiro.
Durante a semana continuaremos este tipo de reuniões pela zona centro.
SNTCT – A força de continuarmos juntos!

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