PETIÇÃO PELA REVERSÃO TOTAL DA PRIVATIZAÇÃO DOS CTT

REVERSÃO PRIVATIZAÇÃO CTT

86129_1

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TEXTO DA PETIÇÃO

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Ao
Exmo. Senhor
Presidente da Assembleia da República
Assembleia da República
Palácio de São Bento
1249-068 Lisboa
PETIÇÃO

Exmo. Senhor,
Os subscritores e as subscritoras desta Petição, confrontados(as) com os efeitos, em seu entender perniciosos e prejudiciais para os Portugueses e as Portuguesas e para o País, da privatização dos CTT, Correios de Portugal, S.A. decidida pelo Governo de então em 2013/2014, vêm junto de V.ª Ex.ª expor e peticionar de acordo com o texto que se segue.

Considerando os peticionantes e as peticionantes que:
• Desde 1520, aquando da instituição dos Serviços Postais em Portugal, os Correios Portugueses, adiante designados por CTT, independentemente da sua figura jurídica ou denominação, sempre foram considerados como o melhor serviço público em Portugal. Desde o início do Século XX e até 2014, apesar das diversas vicissitudes e transformações porque passaram, os CTT sempre respeitaram os seus utentes, fornecendo um Serviço Postal Público de qualidade e considerados no topo dos correios a nível mundial;
• Desde 2013/2014, após a privatização total dos CTT-Correios de Portugal, S.A., cujo capital era até aí detido em exclusivo pelo Estado Português, a qualidade do serviço prestado pela hoje designada CTT – Correios de Portugal, Sociedade Aberta, tem vindo a decrescer fortemente em qualidade e periodicidade estando actualmente a raiar o descalabro;
• Estando o imediatamente atrás referido publicamente comprovado pela Entidade Reguladora ANACOM, sob cuja proposta o Governo da República multou os CTT por desrespeito pelo Contrato de Concessão e Convénio de qualidade (só relativamente a 2014 faltando os anos subsequentes);
• Com a redução do número de Carteiros e as “novas metodologias” de distribuição de correio, os atrasos na distribuição são uma constante em todo o País, existindo mesmo localidades em que o Carteiro só passa uma vez por semana, e outras, pouco mais que isso, prejudicando assim gravemente os cidadãos;
• Após a implementação do chamado Banco CTT sobre a estrutura de Estações de Correio, agora designadas por Lojas Postais, o desvio de trabalhadores dos balcões dos serviços postais para os balcões do serviço do Banco, provoca filas intermináveis de espera nos primeiros, chegando ao absurdo de um cidadão ou uma cidadã esperar mais de duas horas para comprar um selo ou fazer um envio postal. Concomitantemente o encerramento de muitas estações de correio, nomeadamente nas zonas menos povoadas é em tudo preocupante até porque põe me causa a coesão territorial;
• Em nosso entender a gestão privada dos CTT está a emagrecer/destruir deliberadamente a estrutura e componentes da Rede Pública Postal e, com isso, a incumprir o Contrato de Concessão e o Convénio de Qualidade e, dessa forma, a prejudicar fortemente os Portugueses e Portuguesas e o Estado Português.

Somos, por tudo o atrás referido e antes que o Serviço Público Postal e a Rede Pública Postal sejam destruídos de forma irreversível, a requerer a V.ª Ex.ª que, nessa Assembleia da República, sejam envidados todos os passos necessários a um rápido e imprescindível processo de reversão da privatização dos CTT-Correios de Portugal, voltando os mesmos à posse total e gestão directa do Estado Português, como acontecia até Dezembro de 2013.

 

SNTCT APRESENTOU PETIÇÃO PELA REVERSÃO TOTAL DA PRIVATIZAÇÃO DOS CTT

PETIÇÃO 2017 FOTO CABEÇALHO

Cada vez mais apreensivos com o caminho que, a gestão privada dos CTT está a levar, o SNTCT decidiu propor aos Portugueses e às Portuguesas e com eles à Assembleia da República, o início do processo de reversão total da privatização da Empresa. Esta Petição dá corpo ao Programa Eleitoral da actual Direcção Nacional do SNTCT e é uma decisão reafirmada nas suas duas últimas Assembleia Gerais.

Abra aqui a versão PDF da “folha exemplo” da Petição: PETIÇÃO 2017 CTT exemplo

ATENÇÃO: NA RECOLHA DE ASSINATURAS DEVEMOS PRIVILEGIAR O CONTACTO DIRECTO COM AS PESSOAS, DEVEMOS LOGO QUE AS MESMAS ESTIVEREM DISPONÍVEIS, USAR SÓMENTE AS FOLHAS IMPRESSAS PELO SNTCT.

A VERSÃO ELECTRÓNICA DA PETIÇÃO ESTARÁ DISPONÍVEL LOGO QUE POSSÍVEL.

Na Petição, que a partir do princípio da próxima semana está disponível para recolha de assinaturas, o SNTCT propõe que os CTT- Correios de Portugal voltem à forma que tinham anteriormente à privatização que teve início em 5 de Dezembro de 2013: Posse total e gestão directa e total pelo Estado Português.

“Ao
Exmo. Senhor
Presidente da Assembleia da República
Assembleia da República
Palácio de São Bento
1249-068 Lisboa

Exmo. Senhor,
Os subscritores e as subscritoras desta Petição, confrontados(as) com os efeitos, em seu entender perniciosos e prejudiciais para os Portugueses e as Portuguesas e para o País, da privatização dos CTT, Correios de Portugal, S.A. decidida pelo Governo de então em 2013/2014, vêm junto de V.ª Ex.ª expor e peticionar de acordo com o texto que se segue.

Considerando os peticionantes e as peticionantes que:
• Desde 1520, aquando da instituição dos Serviços Postais em Portugal, os Correios Portugueses, adiante designados por CTT, independentemente da sua figura jurídica ou denominação, sempre foram considerados como o melhor serviço público em Portugal. Desde o início do Século XX e até 2014, apesar das diversas vicissitudes e transformações porque passaram, os CTT sempre respeitaram os seus utentes, fornecendo um Serviço Postal Público de qualidade e considerados no topo dos correios a nível mundial;
• Desde 2013/2014, após a privatização total dos CTT-Correios de Portugal, S.A., cujo capital era até aí detido em exclusivo pelo Estado Português, a qualidade do serviço prestado pela hoje designada CTT – Correios de Portugal, Sociedade Aberta, tem vindo a decrescer fortemente em qualidade e periodicidade estando actualmente a raiar o descalabro;
• Estando o imediatamente atrás referido publicamente comprovado pela Entidade Reguladora ANACOM, sob cuja proposta o Governo da República multou os CTT por desrespeito pelo Contrato de Concessão e Convénio de qualidade (só relativamente a 2014 faltando os anos subsequentes);
• Com a redução do número de Carteiros e as “novas metodologias” de distribuição de correio, os atrasos na distribuição são uma constante em todo o País, existindo mesmo localidades em que o Carteiro só passa uma vez por semana, e outras, pouco mais que isso, prejudicando assim gravemente os cidadãos;
• Após a implementação do chamado Banco CTT sobre a estrutura de Estações de Correio, agora designadas por Lojas Postais, o desvio de trabalhadores dos balcões dos serviços postais para os balcões do serviço do Banco, provoca filas intermináveis de espera nos primeiros, chegando ao absurdo de um cidadão ou uma cidadã esperar mais de duas horas para comprar um selo ou fazer um envio postal. Concomitantemente o encerramento de muitas estações de correio, nomeadamente nas zonas menos povoadas é em tudo preocupante até porque põe me causa a coesão territorial;
• Em nosso entender a gestão privada dos CTT está a emagrecer/destruir deliberadamente a estrutura e componentes da Rede Pública Postal e, com isso, a incumprir o Contrato de Concessão e o Convénio de Qualidade e, dessa forma, a prejudicar fortemente os Portugueses e Portuguesas e o Estado Português.

Somos, por tudo o atrás referido e antes que o Serviço Público Postal e a Rede Pública Postal sejam destruídos de forma irreversível, a requerer a V.ª Ex.ª que, nessa Assembleia da República, sejam envidados todos os passos necessários a um rápido e imprescindível processo de reversão da privatização dos CTT-Correios de Portugal, voltando os mesmos à posse total e gestão directa do Estado Português, como acontecia até Dezembro de 2013.”

 

43º ANIVERSÁRIO DO SNTCT

CARTAZ43 reduzido

Há 43 anos atrás, poucos dias após a Revolução de 25 de Abril de 1974, a Revolução dos Cravos, os trabalhadores dos Correios e Telecomunicações conseguiram cumprir o sonho da criação do seu Sindicato, criaram o SNTCT.

Hoje, 43 anos depois, ainda faltam cumprir muitos do ideais de Abril e da Constituição da República que dele saiu, nomeadamente no que concerne à valorização do trabalho, aos diretos sociais, e à valorização integral dos portugueses e das portuguesas quer no plano individual quer no plano colectivo.

No plano das empresas do Sector das Comunicações, Telecomunicações e Actividades Afins, ainda muito há para conseguir no plano da contratação colectiva e dos direitos dos trabalhadores e, muito luta nos aguarda para defender tudo aquilo que conquistámos nestes 43 anos e que tantos ataques tem sofrido.

Deixarmos aqui uma calorosa saudação a todos os homens e todas as mulheres que ao longo deste tempo ajudaram a construir o SNTCT com a sua dedicação, empenho e militância. Nós vos saudamos!

E, para terminarmos esta breves palavras, nada melhor que fazê-lo com o lema que nos tem guiado desde há muito tempo,

SNTCT – A força de continuarmos juntos!

Viva o SNTCT!

Comunicado SNTCT Correios 5-2017

CTT 5 2017

Cuidados a ter na utilização do
IOS-CTT
Começou por ser um comunicado só para os Aposentados e Reformados ligados à Comissão de Aposentados e Reformados do SNTCT. Contudo, aquando da sua saída no passado dia 13, foram muitos os associados no activo que nos sugeriram alargar aquele comunicado a todo o universo CTT. Resolvemos pois fazê-lo. Aqui está. Outros faremos sobre outros aspectos ligados ao IOS.

Abra este link para aceder à versão PDF deste comunicado: SNTCT CORREIOS 5 -2017

NO RECURSO AOS PRESTADORES (MÉDICOS/OUTROS PRESTADORES) TENHA CUIDADO DE SE IDENTIFICAR SEMPRE COMO CTT UTILIZADOR DA REDE CTT/MEDIS.
Num consultório ou em qualquer outra instituição de saúde (por Ex: nos hospitais privados) identifique-se sempre com o seu cartão IOS-CTT/CTT-MÉDIS.
Você não é “da MEDIS”, é CTT-MÉDIS.

PAGAMENTO DE CONSULTAS EM PRESTADORES CONVENCIONADOS CTT MEDIS
Quando necessitar de uma consulta médica de clinica geral ou de especialidade certifique-se que o médico/prestador está convencionado pela Rede CTT-MÉDIS.
Sendo o médico/prestador convencionado pelo CTT-MÉDIS o único pagamento que tem que fazer no acto, “à cabeça” como usamos dizer, é de 5 EUROS (Art.º 14.º Regulamento IOS).
Tudo o resto que houver a pagar “vai” para o sistema de crédito (cujo montante irá pagar mensalmente mediante extracto de conta enviado para sua casa (Art.º do Regulamento IOS).

PAGAMENTO DE CONSULTAS EM PRESTADORES NÃO CONVENCIONADOS CTT MÉDIS

  • Quando houver prestador CTT-MÉDIS convencionado no Concelho da sua residência e opte por um não convencionado tem que pagar a consulta/serviço na íntegra. Mediante envio do recibo de pagamento para CTT-MÉDIS será ressarcido no mesmo valor que é pago aos convencionados.
  • Quando não houver prestador CTT-MÉDIS convencionado no Concelho da sua residência e recorrer a um prestador não convencionado terá de pagar a consulta ou serviço na íntegra. Mediante envio de pagamento para CTT-MÉDIS será ressarcido de 75% do valor pago.

EXAMES COMPLEMENTAR E AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
O seu médico, de clínica geral ou de especialidade, receitou-lhe análises ou outros exames de diagnóstico?

  • Peça ao médico que se certifique que essa análise ou exame estão na lista autorizada pelo CTT-MÉDIS e se não existe limite anual ao número dos mesmos (por exemplo só está autorizado um RX por ano) e, na hipótese de ter excedido esse limite, o médico emite um parecer justificativo da necessidade de uma nova análise ou exame pedindo a sua autorização;
  • Quando for marcar a análise ou exame em questão identifique-se com o cartão IOS-CTT/CTT-MÉDIS e questione se essa entidade está convencionada com o CTT-MÉDIS e, em concreto, se está convencionada para essa análise ou exame. Se não for convencionado terá de pagar o serviço e só irá ser ressarcido (se o exame estiver na lista autorizada) no mesmo valor que é pago aos convencionados.

COMO SE PAGAM OS MEDICAMENTOS?

  • BENEFICIÁRIOS SUBSCRITORES DA CGA (CAIXA GERAL DE APOSENTAÇÕES)
    Nos medicamentos comparticipados pelo SNS (Serviço Nacional de Saúde), os Beneficiários IOS da CGA pagam na farmácia 50% do valor do medicamento. Se a comparticipação do SNS for superior a 50% o Beneficiário CGA só paga na farmácia o valor remanescente (Ex: se o SNS comparticipar 70% só paga 30%). Em qualquer dos casos mostrar sempre o Cartão CTT-MÉDIS.
  • BENEFICIÁRIOS DA SS (SEGURANÇA SOCIAL) E TODOS OS FAMILIARES
    Pagam a totalidade dos medicamentos na farmácia. No caso dos medicamentos comparticipados pelo SNS sendo reembolsados pelo IOS (através do CTT-Médis) em 50% do valor do medicamento. Para esse efeito devem pois enviar para CTT-MÉDIS (Apartado 102 EC Porto Salvo – 2741-970 PORTO SALVO) uma fotocópia da receita médica + o original do recibo de pagamento na farmácia. Atenção, estes documentos têm que ser enviados até ao final do mês seguinte àquele a que dizem respeito (Ex: os documentos de Março têm que ser enviados até ao final do mês de Abril).
  • O BENEFICIÁRIO NÃO TEM DINHEIRO PARA AVIAR OS MEDICAMENTOS?
    Acontece a todos. Os salários nos CTT e os valores da pensões e reformas não têm resposto o poder de compra perdido e, também por isso, em todos os agregados familiares acontecem situações de crise mais ou menos pontuais.
    O Regulamento IOS no Ponto 4.º do seu Art.º 20.º prevê essa situação, para todos os Benificiários. Contacte o IOS (ver números abaixo) relate a situação e peça que os medicamentos lhe sejam fornecidos a crédito total pelo IOS.

NUNCA ACEITE UM “NÃO TEM DIREITO” COMO BOM. VERIFIQUE SEMPRE SE TEM, OU NÃO TEM, DIREITO.
Tem dúvidas? Precisa saber onde existe um médico ou um outro serviço de saúde que necessita? Não corra riscos desnecessários de pagar aquilo que não deve pagar ou, pior, de deixar tomar um medicamento ou de fazer um exame ou tratamento necessário.

Primeiro contacte o CTT-MÉDIS
Telefones 218 458 899 ou 808 918 899

Se continuar com dúvidas contacte o IOS-CTT
Telefone: 210 471 300 e pede para ligar o IOS-CTT

Se ainda assim persistirem as dúvidas ligue-nos
Telefone: 218 428 900
Cá estaremos para o/a ajudar na resolução de eventuais problemas.

SNTCT – A força de continuarmos juntos!

Página web do SNTCT: www.sntct.pt Página do SNTCT no Facebook: www.facebook.com/sntct

A Direcção Nacional do SNTCT

VOTOS DE UM 2017 MELHOR E MAIS JUSTO

postal-2017-final

VOTOS DE UM 2017 MELHOR E MAIS JUSTO.

(Para ver este postal na versão PDF clique aqui >>> postal-sntct-2017 )

A Direcção Nacional do SNTCT deseja a todos(as) os(as) os(as) seus associados e associadas e a todos(as) os(as) trabalhadores(as) das empresas CTT CORREIOS, CTT EXPRESSO, CTT CONTACTO, MAILTEC, MEO-PT, DHL EXPRESS, DHL AVIATION, CHRONOPOST, FEDEX, UPS, NOS, VODAFONE, EGOR, PHONE HOUSE, FUJITSU, CRH, RH MAIS, ESEGUR, RANDSTAD e de todas as demais empresas do Sector das Comunicações, Telecomunicações e Actividades Afins, um melhor e mais justo Ano de 2017.
Reforçarmos a contratação colectiva nas empresas onde ela existe e implementá-la naquelas onde ainda não chegou e melhorarmos, quer através da contratação quer e se necessário através da luta, os direitos e a condições de trabalho é o caminho que queremos e vamos trilhar.
No plano nacional continuaremos a bater-nos com a CGTP pela valorização do trabalho, pela reposição de direitos, pela segurança e estabilidade no emprego, por mais e melhor emprego, pela efectivação dos direitos, por melhores condições de vida e de trabalho para todos(as) os(as) trabalhadores(as) portugueses(as).
COM FORÇA E DETERMINAÇÃO VAMOS LÁ CHEGAR!
Um 2017 melhor e mais justo.
Saudações sindicais,
A Direcção Nacional do SNTCT.

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