COMUNICADO CONJUNTO CTT 20 NOVEMBRO 2020

REUNIÃO NA DGERT

CTT CONTINUAM A NEGAR AS EVIDÊNCIAS, PORQUE A VERDADE É QUE PODE HAVER AUMENTOS SALARIAIS. SÓ NÃO HÁ PORQUE PREFEREM FAZER ACTOS DE GESTÃO EM VEZ DE NEGOCIAR.

Abrir aqui o comunicado em PDF » » » Comunicado sindicatos CTT – reunião DGERT – 19 Novembro 2020

Realizou-se ontem a reunião que os Sindicatos tinham solicitado à DGERT.

Esta reunião tinha como finalidade provar que os CTT utilizaram argumentos que não eram verdadeiros durante o processo de conciliação e aquilatar se a havia por parte da empresa alguma alteração de posição.

Infelizmente os CTT mantiveram a mesma posição apesar de ter ficado claro que só não há aumentos salariais porque os CTT querem mudar de paradigma: “negociações não, actos de gestão sim”.

Assim, os Sindicatos informaram a DGERT e os CTT que até ao dia 4 de Dezembro de 2020 será entregue aos CTT uma proposta de aumentos salariais para 2021, proposta essa que vai ter em conta os aumentos recusados em 2020.

 

QUEREMOS AUMENTOS SALARIAIS

QUEREMOS UMA GESTÃO DIFERENTE PARA OS CTT

QUEREMOS TRABALHAR COM QUALIDADE

 

VAMOS LUTAR

 

Lisboa, 20 de Novembro de 2020

COMUNICADO CONJUNTO CTT 17 NOVEMBRO

SINDICATOS SOLICITARAM INTERVENÇÃO DA DGERT

PORQUE OS CTT ENGANARAM E NÃO DISSERAM A VERDADE NEM AOS SINDICATOS NEM À DGERT

Abrir aqui o comunicado em formato PDF » » » Comunicado sindicatos CTT – pedido de intervenção DGERT – 17 Novembro 20…

Os sindicatos reuniram hoje e, para além reafirmarem a necessidade de lutar contra a política de gestão desta Administração, decidiram solicitar a intervenção da DGERT por causa das inverdades que os CTT utilizaram durante o processo de conciliação.

A luta é justa porque os trabalhadores querem aumentos salariais NOS VENCIMENTOS BASE.

Prémio é esmola! Subsídio de Natal 10 dias antes “é para inglês ver”!

Aumentos salariais são um direito e são negociados com VERDADE!

Mas esta luta não é só por aumentos. Os trabalhadores querem que sejam admitidos para o quadro o número de trabalhadores suficientes para puderem fazer o serviço normalmente e com qualidade. Os trabalhadores não admitem mais as atitudes persecutórias, os castigos e os processos disciplinares que não tenham cabimento. Os trabalhadores querem segurança e futuro no emprego e isso só pode ser assegurado se o Estado tiver intervenção nos CTT.

Os Prémios já foram atribuídos, o subsídio de Natal devia ter sido antecipado em Outubro, mas no entanto já “cá mora”, falta o principal – AUMENTOS SALARIAIS DE 2020, COM RETROACTIVOS A 1 DE JANEIRO. Porque está provado que HÁ DINHEIRO E HÁ LIQUIDEZ DE TESOURARIA.

VAMOS TODOS LUTAR

QUEREMOS AUMENTOS SALARIAIS EM 2020

Lisboa, 17 de Novembro de 2020

COMUNICADO CONJUNTO CTT 16- NOVEMBRO

GREVE GERAL NOS CTT
DIAS 30 NOV, 2 e 3 DEZ

Abre aqui comunicado em PDF 》 》 》Comunicado sindicatos CTT 16 Novembro 2020

PORQUE OS TRABALHADORES QUEREM DEFENDER OS CORREIOS DE PORTUGAL DE QUEM OS QUER UTILIZAR PARA OUTROS FINS E PORQUE QUEREM TRABALHAR SEM SEREM “ENXOVALHADOS” DIÁRIAMENTE.

PORQUE OS TRABALHADORES QUEREM AUMENTOS SALARIAIS E NÃO “ESMOLAS”.

PORQUE OS TRABALHADORES EXIGEM A ADMISSÃO PARA O QUADRO DA EMPRESA OS TRABALHADORES EM NÚMERO SUFICIENTE PARA PRESTAR O SERVIÇO DE QUALIDADE QUE TODO O PAÍS ESTA HABITUADO ANTES DA PRIVATIZAÇÃO.

PORQUE OS TRABALHADORES QUEREM MANTER OS SEUS DIREITOS QUE ESTÃO CADA VEZ MAIS AMEAÇADOS POR UMA GESTÃO QUE AO MESMO TEMPO AUMENTA A REPRESSÃO E AS ATITUDES INQUISITORIAIS.

PORQUE OS TRABALHADORES EXIGEM QUE QUEM DE DIREITO TOME MEDIDAS FIRMES PARA ALTERAR TODAS ESTAS SITUAÇÕES.

VAMOS TODOS LUTAR

NÃO NOS ENGANAM, PODEM DAR PAPAS E BOLOS, QUE NÃO SOMOS TOLOS

Prémios são da iniciativa dos CTT, com critérios obscuros e a antecipação do pagamento do subsídio de Natal são sinais que afinal os CTT têm dinheiro e liquidez, por isso …

QUEREMOS AUMENTOS SALARIAIS EM 2020!

Lisboa, 16 de Novembro de 2020

COMUNICADO CONJUNTO CTT – 11NOV2020

SITUAÇÃO NOS CTT VAI DE MAL A PIOR

Abre aqui o comunicado em versão PDF 》》》 Comunicado sindicatos CTT 11 Novembro

NÃO ADMITEM PARA O QUADRO AS CENTENAS DE TRABALHADORES QUE FAZEM FALTA

CONTRATOS A TERMO NÃO SÃO RENOVADOS

A QUALIDADE DO SERVIÇO É PÉSSIMA

ESTÃO A TENTAR ACABAR COM A CONTRATAÇÃO COLECTIVA ATRAVÉS DE MEDIDAS UNILATERAIS

DISTRIBUEM MUITAS CENTENAS DE MILHARES DE EUROS EM PRÉMIOS, MAS NÃO HÁ DINHEIRO PARA AUMENTOS SALARIAIS

E AGORA QUEREM FAZER CHANTAGEM NO PROCESSO DE NEGOCIAÇAO DO CONTRATO DE CONCESSÃO

É preciso pôr um fim a tudo isto! É necessário respeitar os CTT, os seus trabalhadores, as populações e o país. ISTO NÃO ESTÁ A ACONTECER NEM ACONTECERÁ COM ESTE TIPO DE GESTÃO!

Para a resolução dos problemas dos trabalhadores e para haver um correio universal de qualidade, é fundamental a acção das populações, do Governo e dos trabalhadores.

Os Sindicatos tomarão as medidas que fores consideradas necessárias.

Lisboa, 11 de Novembro de 2020

COMUNICADO SNTCT RANDSTAD 4-2020

REUNIÃO SOBRE TRANSMISSÃO DE ESTABELECIMENTO PARA A INTELCIA!

Abre aqui o comunicado em versão PDF » » » 2020_4 Randstad

Dia 2 de novembro a RANDSTAD enviou um mail a convidar o SNTCT a participar numa reunião por teleconferência, tendo como ordem de trabalhos “Comunicação RANDSTAD”.

Reunião que se realizou dia 3 de novembro, na qual para além do SNTCT que participou com dois Dirigentes, esteve ainda a RANDSTAD, promotora da reunião, com dois representantes e a Intelcia com três.

A reunião foi iniciada por uma das representantes da RANDSTAD, com responsabilidades nas operações e nos Recursos Humanos, que começou por dizer, que a exemplo de outras zonas do País, por decisão da Altice, a Intelcia (empresa de Outsourcing do grupo Altice) assumirá todos os serviços.

Por acordo entre a RANDSTAD e a Altice irão dar início à transmissão de estabelecimento de todos os activos da RANDSTAD na Intelcia, já a partir de 1 de Dezembro. Foi dito que esta reunião era de cariz informativo, e que neste mesmo dia tinham havido reuniões com os responsáveis de equipas e chefias da empresa, para os colocar a par deste assunto, e que os trabalhadores irão começar a ser todos informados.

A representante da Randstad disse a participação do SNTCT nesta reunião era importante e que iria brevemente enviar-nos toda a documente escrita.

A Representante da Intelcia, com responsabilidades nos Recursos Humanos, interveio no sentido de afirmar, que a exemplo do que tem sucedido no resto do País, esperam que este processo corra com normalidade. Que aos trabalhadores serão assegurados os vencimentos e a antiguidade, e que irão também receber um plano de saúde.

O SNTCT, disse que iria aguardar a informação escrita do processo de TRANSMISSÃO DE ESTABELECIMENTO, e perguntou se o plano de saúde seria comparado a algum dos existentes na Altice?

A Responsável da Intelcia disse que não, mas que era mais uma vantagem que a empresa iria atribuir.

 

Este processo está já em fase de finalização, a exemplo do que já sucedeu noutras zonas do país.

 

O Facto de passarem a ser trabalhadores com vínculo à Intelcia, não será muito diferente da situação actual. Ser trabalhador da Randstad II ou da Intelcia, continuarão na mesma forma a ser trabalhadores em Outsourcing, apenas passarão a trabalhar numa empresa do Grupo Altice. No entanto não serão trabalhadores da Altice, ao contrário do que era a sua reivindicação. Continuarão a não ter acesso aos direitos do ACT/PT, a não ter direito aos mesmos vencimentos, às mesmas carreiras, entre outros.

A Atribuição de um plano de saúde, para quem apenas têm a Segurança Social, poderá ser vantajoso, falta conhecer quais os benefícios abrangidos.

As condições de trabalho, dos locais de trabalho, ou agora nesta fase que estão em teletrabalho, a suportar os custos com internet, electricidade entre outros irão sofrer alterações e melhorias?

Serão negociados/aplicados aumentos salariais em 2020 e 2021?

A reivindicação dos trabalhadores em serem integrados na Empresa/operador, como é que vai ficar? É que ser trabalhador da Intelcia pouco ou nada acrescenta.

 

A LUTA CONTINUA!

 

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            SINDICALIZA-TE NO SNTCT           

 

sntcta força de continuarmos juntos!

 

NOS 500 ANOS DOS CORREIOS EM PORTUGAL, EXGIR A RENACIONALIZAÇÃO DOS CTT É O ÚNICO CAMINHO.

Na próxima Sexta-Feira, 6 de Novembro,

entre as 10H00 e as 13H00

 

TRABALHADORES CTT,

ACOMPANHADOS POR D. MANUEL l,

VÃO ESTAR NAS RUAS DE LISBOA

 

… exigindo do poder político aquilo que é de uma necessidade e evidência incontestáveis nos dias que correm;

 

A RENACIONALIZAÇÃO IMEDIATA DOS CTT.

 

Há 500 anos, no dia 6 de Novembro de 1520, D. Manuel l criou o Serviço Público Postal em Portugal.

 

PORTUGAL, OS PORTUGUESES

E OS TRABALHADORES CTT ESTÃO DE PARABÉNS

MAS SEM MOTIVOS PARA FESTEJOS.

A gestão privada dos “Correios” está a destruir paulatinamente o que levou 500 anos a construir.

 

É esta a opinião generalizada que se ouve da boca do comum dos Portugueses e das Portuguesas, de Autarcas, de Empresários, de Organizações de Utentes e Consumidores, de quem no dia-a-dia necessita de recorrer aos serviços postais prestados por uns CTT que hoje envergonham 500 anos de bons serviços ao País.

 

A mesma opinião e vergonha que têm os Trabalhadores e as Trabalhadoras CTT, que só não a expressam publicamente por pressão da  “lei da rolha” imposta na Empresa por quem pretende “tapar o Sol com uma peneira”. Alguém em sã consciência pensa que os Carteiros, os Técnicos, os Motoristas e tanta gente consciente que trabalha nos CTT, que esteve sempre na linha da frente desde Março de 2020, solidariamente e tantas vezes em risco para ter para com os Portuguese o respeito que a gestão privada dos CTT não tem, se cala perante o que vê e sabe… só porque quer? Que não sentem vergonha do estado a que uma errada gestão está a levar o serviço postal e a Empresa onde muitos trabalham há duas, três e mais décadas?

 

Opiniões, tantas certezas, que têm vindo a ser infelizmente confirmadas pela acção de um Regulador, a ANACOM, que decidiu e bem cumprir cabalmente as suas funções e recusar a triste “sina” dos reguladores e, com essa recusa, ter recusado deixar-se aprisionar pelo interesse dos regulados respeitando os direitos e interesses daqueles que, por força das suas funções, tem que defender; os de Portugal, dos Portugueses e das Portuguesas.

 

Assim, porque perante a destruição da qualidade de serviço, perante o desrespeito pelos cidadãos, perante a alienação ao desbarato de património edificado e património construído recebido do Estado aquando da criminosa – criminosa – privatização dos CTT, porque perante o desrespeito diário pelos direitos dos Trabalhadores CTT que dão a cara, porque perante a chantagem que tem vindo a público e levada a cabo pelos representantes dos bolsos do accionistas privados dos CTT no processo de renegociação do Contrato de Concessão para a Prestação do Serviço Público Universal,… vamos uma vez mais dar voz a quem não a tem e, acompanhados da figura alegórica de D. Manuel l, vamos exigir uma vez mais do Governo da República e demais Poder Político que levem a cabo a única acção justa, válida e urgente;

 

A RENACIONALIZAÇÃO IMEDIATA DOS CTT – CORREIOS DE PORTUGAL.

 

Convidamos por isso a Comunicação Social e todos os que a nós se queiram juntar (respeitando como é obvio, rigorosamente,  o distanciamento necessário previsto nas medidas de combate à infecção pelo COVID-19) a estarem connosco no…

 

DIA 6 DE NOVEMBRO DE 2020

 

Entre as 10h00 e as 11H00

Junto à Sede da ANACOM

Av. José Malhoa, 12 – Lisboa

Onde entregaremos um documento.

 

Entre as 12H00 e as 13H00

Junto ao Gabinete do Senhor Ministro das Infraestruturas e Habitação

Av. Barbosa du Bocage, 5 – Lisboa

Onde entregaremos um documento.

 

Na certeza do vosso bom acolhimento a esta nota e ao convite que vos endereçamos somos, com os nossos melhores cumprimentos,

 

A Direcção Nacional do SNTCT

 

FALECEU KALIDÁS BARRETO

FALECEU KALIDÁS BARRETO

Foi com profundo pesar que a Direcção Nacional do SNTCT tomou conhecimento, através de nota da CGTP-IN (ver texto abaixo), da morte de Kalidás Barreto.

Enviámos já à família de Kalidás Barreto as nossas mais sentidas condolências.

A Direcção Nacional do SNTCT

“É com profundo pesar que a CGTP-IN toma conhecimento do falecimento de Kalidás Barreto.

Luís Maria Kalidás da Costa Barreto- Nasceu em Montemor-o-Novo a 16 de Outubro de 1932.

Contabilista de profissão, exercida no sector têxtil, em Castanheira de Pera, onde, em 1958, integrou a comissão de apoio à candidatura de Humberto Delgado à Presidência da República.

Foi dirigente do Sindicato dos Têxteis do Centro e, nessa qualidade, participou numa reunião da Intersindical, realizada em Leiria, antes do 25 de Abril. Foi também dirigente nacional da Federação dos Sindicatos Têxteis.

Foi eleito Deputado pelo PS à Assembleia Constituinte, em 1975,

Foi eleito, sucessivamente, para o Conselho Nacional e a Comissão Executiva da CGTP – IN, entre 1977 e 1996.

Membro do 1.º Conselho Permanente de Concertação Social

Mais tarde veio a ser Provedor do INATEL.

É autor de várias publicações entre as quais: Subsídios para a História do Movimento Operário em Castanheira de Pera, 1982; A Organização Profissional dos Trabalhadores Têxteis de Leira.

Acérrimo defensor da unidade dos trabalhadores, contra o divisionismo sindical, teve um importante papel na realização do Congresso de Todos os Sindicatos realizado em Janeiro de 1977, no qual lhe coube a primeira intervenção em defesa da unidade sindical, consubstanciada na CGTP-Intersindical Nacional.

Kalidás Barreto foi um activo sindicalista, desde a primeira hora, no processo de fundação da Intersindical a sua morte constitui uma perda assinalável que muito se lamenta.

Neste momento de luto e de perda para o Movimento Sindical, a CGTP-IN envia à sua família, aos amigos e camaradas as mais sentidas condolências.

Tendo em conta as restrições existentes, que não permitem a presença de todos quantos gostariam de prestar uma última homenagem a Kalidás Barreto, informamos, que poderão enviar mensagens de condolências para o seguinte email: pedrokalidas@gmail.com “

COMUNICADO SNTCT RANDSTAD 3-2020

RANDSTAD

RECUSA NEGOCIAR AUMENTOS SALARIAIS!  

O SNTCT enviou em Fevereiro à administração da RANDSTAD, uma proposta de aumento salariais para 2020, com a devida fundamentação económica.

A proposta apresentada, apenas se referia a aumentos salariais de 90 euros para todos os trabalhadores da RANDSTAD no sector das Comunicações e Telecomunicações.

 Abre aqui o comunicado em PDF » » » 2020_3 COM_ RANDSTAD 2020_3 RANDSTAD

O SNTCT, no dia 20 de Fevereiro, enviou por carta registada com aviso de recepção uma proposta de aumentos solarias para 2020.

No início de Março, surge o Surto de Covid-19, que passa então pelos diversos estados decretados pelo Governo/DGS. A administração da RANDSTAD, decide declarar o Lay-off em alguns serviços e departamentos, e colocar a grande maioria dos restantes trabalhadores em teletrabalho.

Em 20 Junho, com o aliviar das restrições e com o País a retomar a normalidade possível, e não tendo chegado nenhuma resposta ou contraproposta ao Sindicato, decidimos solicitar a mediação de conflitos de trabalho à DGERT – MTSSS (Ministério do trabalho).

A DGERT, marcou a reunião para 7 de Setembro, à qual compareceu o SNTCT e uma representante da Empresa, que começou por dizer que na Empresa receberam a convocação da DGERT com admiração, pois não tinham recebido a proposta do Sindicato.

Situação que logo foi desmentida pelo sindicato, apresentando ao mediador a cópia do ofício e a prova de entrega do registo assinada. A representante da empresa justifica então que estando toda a empresa em Teletrabalho, deverá ter sido recebido por um porteiro que não a fez chegar á administração, justificação forçada e estranha, já estavam em teletrabalho antes do Surto!

O SNTCT entregou então em mão cópia da proposta, afirmando a representante da Empresa que teriam de estudar a mesma e responder depois, questionando se da parte do SNTCT haveria disponibilidade para continuarmos a discutir este assunto numa reunião bilateral só com a RANDSTAD, ao qual afirmamos a nossa disponibilidade.

Ficou então agendada a reunião através de Videoconferência para dia 18 de Setembro, que por motivos técnicos o SNTCT não teve condições, tendo sido remarcada então nova reunião para o dia 25 de Setembro.

Nessa reunião por videoconferência esteve presente o SNTCT e duas representantes da RANDSTAD, uma responsável pelos serviços Jurídicos e outra com responsabilidade nos recursos humanos e nas operações, que afirmaram ter analisado a proposta do Sindicato mas que a situação do País, agravada pelo Covid, não iria permitir que a RANDSTAD procedesse a aumentos salariais e que a preocupação neste momento era a manutenção dos postos de trabalho. O Sindicato afirmou então que não havendo abertura negocial da Randstad, iria solicitar novamente à DGERT a reabertura do processo.

 

No dia útil seguinte, (28 de Setembro) demos conhecimento por ofício à RANDSTAD e solicitámos à DGERT a reabertura do processo.

A DGERT agendou a reunião para dia 8 Outubro, onde para além do mediador da DGERT, estiveram presentes o SNTCT e a RANDSTAD.

O SNTCT iniciou a reunião e fez um ressumo da reunião bilateral, explicou que a RANDSTAD não tinha dado abertura negocial, esse o motivo que nos levou a solicitar nova reunião de mediação.

O mediador, perguntou às representantes da empresa se não tinham nada a acrescentar, tendo recebido como resposta, que reafirmavam que a sua preocupação são os postos de trabalho.

O Sindicato ainda questionou se em relação aos trabalhadores que estão em teletrabalho, a suportar os custos da Internet, da electricidade e outros para poderem trabalhar, se a RANDSTAD não estaria disponível para procurar uma compensação dos mesmos.

A empresa respondeu que não, os trabalhadores já estão a ganhar pois não têm custos com transportes para o local de trabalho e têm o desconto normal das operadoras e poderiam procurar junto destas se conseguiriam um desconto maior.

AS REUNIÕES COM A RANDSTAD, NESTE PROCESSO “AUMENTOS SALARIAIS 2020” CHEGARAM AO FIM, CABE AGORA A PALAVRA AOS TRABALHADORES.

QUANDO A RANDSTAD E AS OPERADORAS, MESMO NESTA ÉPOCA DE PANDEMIA, CONTINUARAM A AUMENTAR OS LUCROS, AS VENDAS, QUANDO COLOCANDO OS TRABALHADORES EM TELETRABALHO, POUPAM NA MANUTENÇÃO, NA CONSERVAÇÃO, NA LIMPEZA, NA DISINFESTAÇÃO, NA ELECTRICIDADE E NA ÁGUA, CONTINUAM A “CHORAR” E A AFIRMAR NÃO TER CONDIÇÕES PARA AUMENTAR SALÁRIOS.

  • AUMENTOS SALARIAIS, JÁ!
  • MELHORIA DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO
  • INTEGRAÇÃO NAS EMPRESAS/OPERADORES

QUANDO MAIS QUE NUNCA, SE TORNA VISIVÉL A NESSECIDADE QUE OS OPERADORES TÊM DO SERVIÇO PRESTADO NOS CALL CENTERS, EM BACK OFFICE OU FRONT OFFICE, NAS LOJAS, MAIS QUE NUNCA SE TORNA JUSTA A REINVINDICAÇÃO DE SEREM TRABALHADORES DAS EMPRESAS/OPERADORES E NÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇOS OU DE ALUGER DE MÃO DE OBRA.

IREMOS CONSULTAR OS SÓCIOS E OS TRABALHADORES, SEJA OS QUE ESTÃO EM TELETRABALHO (PELOS MEIOS INFORMÁTICOS), SEJA OS QUE ESTÃO NOS LOCAIS DE TRABALHO.

 

O CAMINHO É A LUTA

 

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COMUNICADO SNTCT CORREIOS 8-2020

DIA MUNDIAL DOS CORREIOS

OS TRABALHADORES DOS CORREIOS PORTUGUESES ESTÃO DE PARABÉNS!

ABRE AQUI O COMUNICADO EM VERSÃO PDF » » » SNTCT CORREIOS 08-2020

Antes e durante a Pandemia provocada pelo COVID-19, o seu empenho, esforço, dedicação, resistência e o profissionalismo com que têm colmatado efeitos nocivos e perniciosos da má gestão privada dos CTT – nomeadamente na prestação em más condições do Serviço Postal Universal – merece, sem qualquer dúvida, um forte aplauso de todos(as) os(as) Portugueses(as).

Lamentável que ao invés de reconhecer todas essas qualidades, a gestão:

  • Não seja capaz desse reconhecimento chegando ao ponto de propor um vergonhoso aumento de 0% em 2020;

  • Desperdice o know how de quem percebe de correios dedicando-se a pressionar a saída antecipada de técnicos/trabalhadores;

  • Ao invés de contratar os trabalhadores em número suficiente, tem andado a sobrecarregar os trabalhadores que restam na rua e nos balcões;

  • Tenha vindo a fazer decrescer a qualidade da prestação do Serviço Postal Universal a níveis inaceitáveis deixando aos trabalhadores o darem a cara.

Comemora-se hoje o Dia Mundial dos Correios. Foi como tal declarado pelo Congresso da UPU – União Postal Universal realizado em Tóquio, no Japão, no ano de 1969. O dia escolhido, o 9 de Outubro, é o da criação da UPU (de que Portugal é País Fundador), em Berna, no ano de 1874.

Decidiu aquele Congresso da UPU criar o Dia Mundial dos Correios como forma de consciencializar pessoas e instituições sobre o papel dos correios na vida dos povos. Consciencializar portanto os homens e mulheres sobre a importância do Sector Postal na sua vida diária e o seu papel no desenvolvimento e coesão social, económica e territorial de todos os países e de cada país em particular. Reconhecia-se assim a importância da mais antiga e mais eficiente “network” de comunicação. Estava-se em 1969, os Serviços Postais pertenciam aos Estados, implementava-se e estudava-se uma maior qualidade na sua prestação e tinham como fim a satisfação das necessidades dos cidadãos no que respeitava à comunicação.

Em Portugal os Serviços Postais eram então prestados pela Direcção Geral dos Correios Telégrafos e Telefones que, no final desse ano, foi transformada na primeira Empresa Pública portuguesa, os CTT – Correios e Telecomunicações de Portugal, E.P.. Os CTT, ou os “CORREIOS”, como sempre foram designados com respeito e carinho pelos portugueses, eram então um dos melhores Serviços Postais do Mundo e assim se mantiveram até à primeira década do Século XXI. Começavam então a implementar-se as decisões tomadas em Bruxelas sobre a liberalização total dos Serviços Postais, decisões transpostas para a Legislação Nacional por Governos da República Portuguesa que não souberam, nem quiseram, defender os interesses nacionais e sobretudo os dos Cidadãos.

Foi então que os Utentes começaram a ser designados por “Clientes” e, começou a acção de destruição da qualidade dos serviços prestados, o encerramento de Estações de Correios, a tentativa de supressão de direitos e regalias dos trabalhadores e a redução do número dos mesmos. Hoje os factos não deixam lugar a quaisquer dúvidas, com vista à Privatização dos CTT. Privatização primeiro proposta por um Governo de José Sócrates/PS e concretizada pelo Governo PSD/CDS liderado por Passos Coelho que, criminosamente, privatizou os CTT.

OS(AS) TRABALHADORES(AS) CTT ESTÃO DE PARABÉNS MAS ELES(AS) E OS UTENTES DOS SERVIÇOS DOS CTT TÊM RAZÕES PARA FESTEJAR? VEJAMOS…

TRABALHADORES CTT – FESTEJAREM O QUÊ?

  • A supressão contínua de postos de trabalho e venda de património construído dos CTT? O desgaste físico e psíquico provocado pelo excesso de trabalho e prolongamentos abusivos (sem pagamentos e sob coacção e ameaça) dos tempos de trabalho?

  • A Gestão da Empresa a chorar míseros aumentos salariais nas mesas de negociação – propôs 0% de aumento salarial em 2020 quer para a empresa mãe quer para as empresas do grupo – e a salvaguardar futuros pagamentos de lucros aos accionistas? Os alegados “prémios” e progressões profissionais que ninguém vê?

  • A gestão irracional da reduzida força de trabalho, ordens contraditórias ao minuto e serem responsabilizados por erros cuja responsabilidade é da má gestão?

  • Os trabalhadores dos balcões a serem tratados como carne para canhão? Os trabalhadores dos balcões, de carreira, incluindo chefias que executam serviço postal e bancário a ganharem menos que recém-contratados que vieram de fora? Chefes de loja com provas dadas que de repente são exonerados e substituídos por gente que veio da banca e que percebe tanto de correios como de astronomia?

  • Carteiros que são obrigados a prolongarem os seus horários de trabalho sob ameaça de processo se trouxerem correio para trás? Carteiros e TNG’s a quem hoje obrigam a fazer mal o seu trabalho? Os mesmos que têm que dar a cara todos os dias pelos problemas sistemáticos no atendimento e na distribuição de correio? Chefias de Estações de Correio e de CDP’s sem meios humanos que lhes permitam fazer melhor?

  • Trabalhadores que vêem denegados acidentes de trabalho/serviço? Não terem Serviços de Saúde e Segurança no Trabalho fiáveis? Serem tratados como criminosos quando, levados a isso por uma gestão negreira do trabalho, são obrigados a não trabalharem e ficarem na situação de ausência por doença? Trabalhadores vítimas de processos disciplinares por flagrante delito de opinião nas redes e não só?

 

E OS UTENTES/CLIENTES, VÃO FESTEJAR O QUÊ?

  • Receberem o seu correio sistematicamente atrasado? Verem-se prejudicados nas suas vidas pessoais e profissionais por tais atrasos? Verem reduzidos os pontos de acesso à Rede Postal Pública obrigando-os assim a calcorrearem quilómetros para encontrarem uma Estação de Correios ou Marco Postal?

  • Passarem horas em filas dos serviços postais nas Estações de Correios porque o pouco pessoal é desviado para os balcões dos serviços bancários? Serem destratados porque reclamam da qualidade dos serviços e obterem respostas ínvias às suas reclamações quando as recebem? Sentirem-se coagidos a comprarem lotarias/raspadinhas e quejandos só para serem simpáticos aos trabalhadores que por sua vez são coagidos a pressioná-los paras comprarem tais produtos?

 

EM SUMA, TRABALHADORES E UTENTES/CLIENTES A FESTEJAREM O QUÊ?

  • O DESRESPEITO PARA COM TODOS ELES?

  • A DESTRUIÇÃO DA QUALIDADE E DA ESTRUTURA DOS CTT?

  • O FUTURO DOS CTT QUE ESTÁ A SER COMPROMETIDO, SÓ PARA QUE OS ACCIONISTAS ENCHAM FUTURAMENTE OS BOLSOS?

Na certeza de que havemos de recuperar o orgulho nos CTT e vermos reposta a qualidade do serviço prestado e termos resposta às legítimas aspirações e direitos dos trabalhadores e utentes/clientes, VIVA OS TRABALHADORES E OS UTENTES/CLIENTES DOS CTT!

RENACIONALIZAÇÃO DOS CTT, JÁ!

SNTCT – A força de continuarmos juntos!

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ALTICE – COMUNICADO CONJUNTO DE 1 DE OUTUBRO DE 2020

NEGOCIAÇÃO DO ACT ALTICE PORTUGAL

PROCESSO DEVERÁ SER RETOMADO EM OUTUBRO

SEM AUMENTOS SALARIAIS NÃO HÁ ACORDO!

ABRE AQUI O COMUNICADO EM VERSÃO pdf: COMUNICADO CONJUNTO ALTICE 1 OUTUBRO 2020

No seguimento do compromisso assumido e depois deste interregno, o processo negocial deverá ser retomado durante o mês de Outubro.

Para que não restem dúvidas a Frente Sindical volta a reafirmar que todas a suas propostas entregues à empresa durante o processo negocial e que têm sido comunicadas aos trabalhadores, se mantêm sem alteração.

Reafirmamos, também que não abdicamos de aumentos salariais para todos!

Para a Frente Sindical os compromissos que tinham sido assumidos pela gestão, nomeadamente a atribuição de um valor pecuniário a todos, referente ao ano de 2019, terão que ser cumpridos. Não aceitamos recuos. Há um ditado popular que diz “palavra dada é palavra honrada”, esta tem que ser a prática de todos, incluindo da gestão da Altice.

A Altice não pode ter dois discursos distintos, um para a comunicação social, no qual parece que é tudo um mar de rosas (investimento, patrocínios, compra de acções, etc.) e outro discurso para dentro da empresa, no qual as dificuldades são muitas e que os efeitos da COVID são um entrave às reivindicações dos trabalhadores.

Os trabalhadores são o motor das empresas do grupo Altice Portugal e como tal não podem, mais uma vez, deixar de ter o reconhecimento e a valorização através do aumento real do salários e melhores condições laborais.

Para a Frente Sindical é ponto de honra que a Avaliação de Desempenho implique evolução profissional em termos concretos. Não podemos permitir que cerca 80% dos trabalhadores não tenham qualquer movimento de progressão ou de promoção pelo menos há 10 anos, se analisarmos nos últimos 7 anos o número pouco baixa.

 

RETIRADA DE ALTICE EUROPA DO MERCADO DE CAPITAIS (HOLANDA)

UM NEGÓCIO DE MUITOS MILHÕES PARA OS BOLSOS DO PATRÃO

Através da Comunicação Social, tivemos conhecimento que o Sr. Patrick Drahi está empenhado em lançar uma operação financeira, que envolve mais de 2,5 mil milhões de euros, de modo a retirar as ações da Altice Europa (dona da Altice Portugal) da Bolsa de Amesterdão. Esta operação teve logo o apoio público do CEO da Altice Portugal. Este tipo de operações visam unicamente encher os bolsos dos accionistas maioritários, pois ficam com o controlo total das empresas e com mãos livres para, à custa da “sangria” dos ativos (venda de património, distribuição de dividendos, etc.) e do esmagamento dos custos do factor trabalho, pagar estes financiamentos com o chamado “pêlo do cão”. Lembram-se das vendas de Zeinal Bava (Marrocos, Macau, Brasil – VIVO). Lembram-se do que nos aconteceu! Nós não esquecemos. Será que estamos no mesmo caminho? Responda quem souber…

Claro que este tipo de negociatas, não trás vantagem para os trabalhadores, nem para as empresas, mas enriquece ainda mais os homens de mão. Segundo um estudo do Bank of América publicado em Junho o director-geral da Altice Europa, Alain Weill é o chefe de telecomunicações mais bem pago de França e o 2º mais bem pago da Europa. Como será na COMEX da Altice Portugal?

A Frente Sindical tem de combater estas estratégias de concentração da riqueza produzida. Não podemos aceitar que haja dinheiro (milhões) para os “patrões” e migalhas ou “peva” para quem trabalha.

PACOTE DE COMUNICAÇÕES PARA OS TRABALHADORES DO ATIVO DAS EMPRESAS DA ALTICE PORTUGAL

OUTRA VEZ A POLÍTICA DO FACTO CONSUMADO

Recentemente foram anunciadas algumas alterações para o pacote de comunicações dos trabalhadores com efeitos na fatura de Setembro (paga em Outubro). Algumas sugestões da Frente Sindical foram aceites, mas a maior parte delas não foi.

Para os trabalhadores que ganham até 15.000 euros de Total Pecuniário Anual houve uma redução 5 euros por mês excepto no 3P que foi de 4 euros.

Para quem tem cartões móveis adicionais (M4O e M5O) desconto de 50%. Fica cada, até ao máximo de 4 (até 2 são gratuitos) a 6.95 por mês.

Atribuição de um telemóvel ou de um “voucher” de 300 euros (podendo ser substituído ao fim de 36 meses) a todos os trabalhadores que não tinham telemóvel de serviço.

No dia 22 de Julho, a Proposta global que a Frente Sindical apresentou, tem incluída uma proposta concreta sobre o “pacote comunicações”, a MEO nem sequer respondeu a agora divulga uma decisão sem discutir com os Sindicatos.

Isto não é negociar, é a prática continuada da política do facto consumado, como se a Gestão da MEO fosse dona e senhora do processo negocial. Assim não vamos lá.

A Frente Sindical vai continuar a tentar melhorar as condições, reivindicando o alargamento do desconto mensal dos 5 euros para todos os trabalhadores e o desconto nos telemóveis adicionais para os trabalhadores em contrato de suspensos, pré-reforma ou na reforma/aposentação (é preciso evitar que mudem os cartões móveis adicionais para a concorrência).

 

A FRENTE SINDICAL EXIGE UM PROCESSO NEGOCIAL SÉRIO

NÃO ACEITAMOS IMPOSIÇÕES. ATRÁS DE TEMPOS, TEMPOS VEÊM.

1 de Outubro de 2020

SINTTAV – STPT – SNTCT – STT – SINQUADROS – FE

 

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