NOS 500 ANOS DOS CORREIOS EM PORTUGAL, EXGIR A RENACIONALIZAÇÃO DOS CTT É O ÚNICO CAMINHO.

Na próxima Sexta-Feira, 6 de Novembro,

entre as 10H00 e as 13H00

 

TRABALHADORES CTT,

ACOMPANHADOS POR D. MANUEL l,

VÃO ESTAR NAS RUAS DE LISBOA

 

… exigindo do poder político aquilo que é de uma necessidade e evidência incontestáveis nos dias que correm;

 

A RENACIONALIZAÇÃO IMEDIATA DOS CTT.

 

Há 500 anos, no dia 6 de Novembro de 1520, D. Manuel l criou o Serviço Público Postal em Portugal.

 

PORTUGAL, OS PORTUGUESES

E OS TRABALHADORES CTT ESTÃO DE PARABÉNS

MAS SEM MOTIVOS PARA FESTEJOS.

A gestão privada dos “Correios” está a destruir paulatinamente o que levou 500 anos a construir.

 

É esta a opinião generalizada que se ouve da boca do comum dos Portugueses e das Portuguesas, de Autarcas, de Empresários, de Organizações de Utentes e Consumidores, de quem no dia-a-dia necessita de recorrer aos serviços postais prestados por uns CTT que hoje envergonham 500 anos de bons serviços ao País.

 

A mesma opinião e vergonha que têm os Trabalhadores e as Trabalhadoras CTT, que só não a expressam publicamente por pressão da  “lei da rolha” imposta na Empresa por quem pretende “tapar o Sol com uma peneira”. Alguém em sã consciência pensa que os Carteiros, os Técnicos, os Motoristas e tanta gente consciente que trabalha nos CTT, que esteve sempre na linha da frente desde Março de 2020, solidariamente e tantas vezes em risco para ter para com os Portuguese o respeito que a gestão privada dos CTT não tem, se cala perante o que vê e sabe… só porque quer? Que não sentem vergonha do estado a que uma errada gestão está a levar o serviço postal e a Empresa onde muitos trabalham há duas, três e mais décadas?

 

Opiniões, tantas certezas, que têm vindo a ser infelizmente confirmadas pela acção de um Regulador, a ANACOM, que decidiu e bem cumprir cabalmente as suas funções e recusar a triste “sina” dos reguladores e, com essa recusa, ter recusado deixar-se aprisionar pelo interesse dos regulados respeitando os direitos e interesses daqueles que, por força das suas funções, tem que defender; os de Portugal, dos Portugueses e das Portuguesas.

 

Assim, porque perante a destruição da qualidade de serviço, perante o desrespeito pelos cidadãos, perante a alienação ao desbarato de património edificado e património construído recebido do Estado aquando da criminosa – criminosa – privatização dos CTT, porque perante o desrespeito diário pelos direitos dos Trabalhadores CTT que dão a cara, porque perante a chantagem que tem vindo a público e levada a cabo pelos representantes dos bolsos do accionistas privados dos CTT no processo de renegociação do Contrato de Concessão para a Prestação do Serviço Público Universal,… vamos uma vez mais dar voz a quem não a tem e, acompanhados da figura alegórica de D. Manuel l, vamos exigir uma vez mais do Governo da República e demais Poder Político que levem a cabo a única acção justa, válida e urgente;

 

A RENACIONALIZAÇÃO IMEDIATA DOS CTT – CORREIOS DE PORTUGAL.

 

Convidamos por isso a Comunicação Social e todos os que a nós se queiram juntar (respeitando como é obvio, rigorosamente,  o distanciamento necessário previsto nas medidas de combate à infecção pelo COVID-19) a estarem connosco no…

 

DIA 6 DE NOVEMBRO DE 2020

 

Entre as 10h00 e as 11H00

Junto à Sede da ANACOM

Av. José Malhoa, 12 – Lisboa

Onde entregaremos um documento.

 

Entre as 12H00 e as 13H00

Junto ao Gabinete do Senhor Ministro das Infraestruturas e Habitação

Av. Barbosa du Bocage, 5 – Lisboa

Onde entregaremos um documento.

 

Na certeza do vosso bom acolhimento a esta nota e ao convite que vos endereçamos somos, com os nossos melhores cumprimentos,

 

A Direcção Nacional do SNTCT

 

FALECEU KALIDÁS BARRETO

FALECEU KALIDÁS BARRETO

Foi com profundo pesar que a Direcção Nacional do SNTCT tomou conhecimento, através de nota da CGTP-IN (ver texto abaixo), da morte de Kalidás Barreto.

Enviámos já à família de Kalidás Barreto as nossas mais sentidas condolências.

A Direcção Nacional do SNTCT

“É com profundo pesar que a CGTP-IN toma conhecimento do falecimento de Kalidás Barreto.

Luís Maria Kalidás da Costa Barreto- Nasceu em Montemor-o-Novo a 16 de Outubro de 1932.

Contabilista de profissão, exercida no sector têxtil, em Castanheira de Pera, onde, em 1958, integrou a comissão de apoio à candidatura de Humberto Delgado à Presidência da República.

Foi dirigente do Sindicato dos Têxteis do Centro e, nessa qualidade, participou numa reunião da Intersindical, realizada em Leiria, antes do 25 de Abril. Foi também dirigente nacional da Federação dos Sindicatos Têxteis.

Foi eleito Deputado pelo PS à Assembleia Constituinte, em 1975,

Foi eleito, sucessivamente, para o Conselho Nacional e a Comissão Executiva da CGTP – IN, entre 1977 e 1996.

Membro do 1.º Conselho Permanente de Concertação Social

Mais tarde veio a ser Provedor do INATEL.

É autor de várias publicações entre as quais: Subsídios para a História do Movimento Operário em Castanheira de Pera, 1982; A Organização Profissional dos Trabalhadores Têxteis de Leira.

Acérrimo defensor da unidade dos trabalhadores, contra o divisionismo sindical, teve um importante papel na realização do Congresso de Todos os Sindicatos realizado em Janeiro de 1977, no qual lhe coube a primeira intervenção em defesa da unidade sindical, consubstanciada na CGTP-Intersindical Nacional.

Kalidás Barreto foi um activo sindicalista, desde a primeira hora, no processo de fundação da Intersindical a sua morte constitui uma perda assinalável que muito se lamenta.

Neste momento de luto e de perda para o Movimento Sindical, a CGTP-IN envia à sua família, aos amigos e camaradas as mais sentidas condolências.

Tendo em conta as restrições existentes, que não permitem a presença de todos quantos gostariam de prestar uma última homenagem a Kalidás Barreto, informamos, que poderão enviar mensagens de condolências para o seguinte email: pedrokalidas@gmail.com “

COMUNICADO SNTCT CORREIOS 8-2020

DIA MUNDIAL DOS CORREIOS

OS TRABALHADORES DOS CORREIOS PORTUGUESES ESTÃO DE PARABÉNS!

ABRE AQUI O COMUNICADO EM VERSÃO PDF » » » SNTCT CORREIOS 08-2020

Antes e durante a Pandemia provocada pelo COVID-19, o seu empenho, esforço, dedicação, resistência e o profissionalismo com que têm colmatado efeitos nocivos e perniciosos da má gestão privada dos CTT – nomeadamente na prestação em más condições do Serviço Postal Universal – merece, sem qualquer dúvida, um forte aplauso de todos(as) os(as) Portugueses(as).

Lamentável que ao invés de reconhecer todas essas qualidades, a gestão:

  • Não seja capaz desse reconhecimento chegando ao ponto de propor um vergonhoso aumento de 0% em 2020;

  • Desperdice o know how de quem percebe de correios dedicando-se a pressionar a saída antecipada de técnicos/trabalhadores;

  • Ao invés de contratar os trabalhadores em número suficiente, tem andado a sobrecarregar os trabalhadores que restam na rua e nos balcões;

  • Tenha vindo a fazer decrescer a qualidade da prestação do Serviço Postal Universal a níveis inaceitáveis deixando aos trabalhadores o darem a cara.

Comemora-se hoje o Dia Mundial dos Correios. Foi como tal declarado pelo Congresso da UPU – União Postal Universal realizado em Tóquio, no Japão, no ano de 1969. O dia escolhido, o 9 de Outubro, é o da criação da UPU (de que Portugal é País Fundador), em Berna, no ano de 1874.

Decidiu aquele Congresso da UPU criar o Dia Mundial dos Correios como forma de consciencializar pessoas e instituições sobre o papel dos correios na vida dos povos. Consciencializar portanto os homens e mulheres sobre a importância do Sector Postal na sua vida diária e o seu papel no desenvolvimento e coesão social, económica e territorial de todos os países e de cada país em particular. Reconhecia-se assim a importância da mais antiga e mais eficiente “network” de comunicação. Estava-se em 1969, os Serviços Postais pertenciam aos Estados, implementava-se e estudava-se uma maior qualidade na sua prestação e tinham como fim a satisfação das necessidades dos cidadãos no que respeitava à comunicação.

Em Portugal os Serviços Postais eram então prestados pela Direcção Geral dos Correios Telégrafos e Telefones que, no final desse ano, foi transformada na primeira Empresa Pública portuguesa, os CTT – Correios e Telecomunicações de Portugal, E.P.. Os CTT, ou os “CORREIOS”, como sempre foram designados com respeito e carinho pelos portugueses, eram então um dos melhores Serviços Postais do Mundo e assim se mantiveram até à primeira década do Século XXI. Começavam então a implementar-se as decisões tomadas em Bruxelas sobre a liberalização total dos Serviços Postais, decisões transpostas para a Legislação Nacional por Governos da República Portuguesa que não souberam, nem quiseram, defender os interesses nacionais e sobretudo os dos Cidadãos.

Foi então que os Utentes começaram a ser designados por “Clientes” e, começou a acção de destruição da qualidade dos serviços prestados, o encerramento de Estações de Correios, a tentativa de supressão de direitos e regalias dos trabalhadores e a redução do número dos mesmos. Hoje os factos não deixam lugar a quaisquer dúvidas, com vista à Privatização dos CTT. Privatização primeiro proposta por um Governo de José Sócrates/PS e concretizada pelo Governo PSD/CDS liderado por Passos Coelho que, criminosamente, privatizou os CTT.

OS(AS) TRABALHADORES(AS) CTT ESTÃO DE PARABÉNS MAS ELES(AS) E OS UTENTES DOS SERVIÇOS DOS CTT TÊM RAZÕES PARA FESTEJAR? VEJAMOS…

TRABALHADORES CTT – FESTEJAREM O QUÊ?

  • A supressão contínua de postos de trabalho e venda de património construído dos CTT? O desgaste físico e psíquico provocado pelo excesso de trabalho e prolongamentos abusivos (sem pagamentos e sob coacção e ameaça) dos tempos de trabalho?

  • A Gestão da Empresa a chorar míseros aumentos salariais nas mesas de negociação – propôs 0% de aumento salarial em 2020 quer para a empresa mãe quer para as empresas do grupo – e a salvaguardar futuros pagamentos de lucros aos accionistas? Os alegados “prémios” e progressões profissionais que ninguém vê?

  • A gestão irracional da reduzida força de trabalho, ordens contraditórias ao minuto e serem responsabilizados por erros cuja responsabilidade é da má gestão?

  • Os trabalhadores dos balcões a serem tratados como carne para canhão? Os trabalhadores dos balcões, de carreira, incluindo chefias que executam serviço postal e bancário a ganharem menos que recém-contratados que vieram de fora? Chefes de loja com provas dadas que de repente são exonerados e substituídos por gente que veio da banca e que percebe tanto de correios como de astronomia?

  • Carteiros que são obrigados a prolongarem os seus horários de trabalho sob ameaça de processo se trouxerem correio para trás? Carteiros e TNG’s a quem hoje obrigam a fazer mal o seu trabalho? Os mesmos que têm que dar a cara todos os dias pelos problemas sistemáticos no atendimento e na distribuição de correio? Chefias de Estações de Correio e de CDP’s sem meios humanos que lhes permitam fazer melhor?

  • Trabalhadores que vêem denegados acidentes de trabalho/serviço? Não terem Serviços de Saúde e Segurança no Trabalho fiáveis? Serem tratados como criminosos quando, levados a isso por uma gestão negreira do trabalho, são obrigados a não trabalharem e ficarem na situação de ausência por doença? Trabalhadores vítimas de processos disciplinares por flagrante delito de opinião nas redes e não só?

 

E OS UTENTES/CLIENTES, VÃO FESTEJAR O QUÊ?

  • Receberem o seu correio sistematicamente atrasado? Verem-se prejudicados nas suas vidas pessoais e profissionais por tais atrasos? Verem reduzidos os pontos de acesso à Rede Postal Pública obrigando-os assim a calcorrearem quilómetros para encontrarem uma Estação de Correios ou Marco Postal?

  • Passarem horas em filas dos serviços postais nas Estações de Correios porque o pouco pessoal é desviado para os balcões dos serviços bancários? Serem destratados porque reclamam da qualidade dos serviços e obterem respostas ínvias às suas reclamações quando as recebem? Sentirem-se coagidos a comprarem lotarias/raspadinhas e quejandos só para serem simpáticos aos trabalhadores que por sua vez são coagidos a pressioná-los paras comprarem tais produtos?

 

EM SUMA, TRABALHADORES E UTENTES/CLIENTES A FESTEJAREM O QUÊ?

  • O DESRESPEITO PARA COM TODOS ELES?

  • A DESTRUIÇÃO DA QUALIDADE E DA ESTRUTURA DOS CTT?

  • O FUTURO DOS CTT QUE ESTÁ A SER COMPROMETIDO, SÓ PARA QUE OS ACCIONISTAS ENCHAM FUTURAMENTE OS BOLSOS?

Na certeza de que havemos de recuperar o orgulho nos CTT e vermos reposta a qualidade do serviço prestado e termos resposta às legítimas aspirações e direitos dos trabalhadores e utentes/clientes, VIVA OS TRABALHADORES E OS UTENTES/CLIENTES DOS CTT!

RENACIONALIZAÇÃO DOS CTT, JÁ!

SNTCT – A força de continuarmos juntos!

www.sntct.ptwww.facebook.com/sntctwww.instagram.com/sntct7 –  https://twitter.com/SNTCT

 

VÍDEO 50 ANOS CGTP-IN

1970 – 1 DE OUTUBRO – 2020

50 ANOS CGTP-IN

50 ANOS DE ACÇÃO E LUTA POR UM PORTUGAL COM FUTURO.

VIVA A CGTP-IN.

SNTCT – A FORÇA DE CONTINUARMOS JUNTOS!

CGTP-IN – 50 ANOS

50 ANOS CGTP

COMPLETAM-SE HOJE SOBRE O DIA EM QUE FOI FUNDADA A NOSSA CGTP-IN, A CONFEDERAÇÃO GERAL DOS TRABALHADORES PORTUGUESES – INTERSINDICAL NACIONAL.

A Direcção Nacional do SNTCT saúda todos os Homens e todas as Mulheres que deram e vão continuar a dar corpo a este projecto imprescindível aos Trabalhadores e às Trabalhadoras Portugueses mas, também e há que não o esquecer, ao País.

CGTP-IN – UNIDADE SINDICAL!

SNTCT – A FORÇA DE CONTINUARMOS JUNTOS!

SOLIDARIEDADE DOM TRABALHADORES POSTAIS DO BRASIL

BOLSONARO E O SEU GOVERNO VIRARAM AGORA ARMAS

CONTRA A EMPRESA CORREIOS DO BRASIL

E OS SEUS TRABALHADORES

O SNTCT ENVIOU HOJE UMA CARTA DE SOLIDARIEDADE ÀS

FEDERAÇÕES SINDICAIS FENTECT E FINDECT

E DUAS CARTAS AO TRIBUNAL DE TRABALHO E MINSTRO DAS COMUNICAÇÕES

DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL

 

Carta aos sindicatos:

Abre aqui as cartas em formato PDF » » » Cartas BRASIL

A José Aparecido Gimenes Gandara, Presidente da FINDECT,

A Ronaldo Ferreira Martin,  Secretário Geral  da FINDECT,

A José Rivaldo, Secretário Geral  da FENTECT.

 

Caros camaradas,

O SNTCT – Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações, de Portugal, expressa a sua total e incondicional solidariedade com todos os Trabalhadores Postais Brasileiros e os seus Sindicatos – FENTECT e FINDECT – na sua luta em defesa dos direitos dos Trabalhadores.

Os Trabalhadores Postais deram e continuam a dar o seu melhor durante no decurso desta pandemia e provaram que estão a prestar um serviço essencial ao seu Povo. Por isso condenamos liminarmente os ataque do Governo de Bolsonaro aos serviços postais e à contratação colectiva. Condenamos pois esses ataques promovidos e levados a cabo pela direita revanchista e, como sempre, estamos inteiramente solidários com os vossos Sindicatos na defesa dos Direitos dos Trabalhadores e da Contratação Colectiva assegurando uma forte participação dos Trabalhadores Postais.

Esses ataques da direita revanchista aos Correios do Brasil e aos Trabalhadores Postais que prestam um Serviço Público Essencial (e que através dessa prestação garantem a igualdade e a inclusão social e financeira) são uma clara ameaça a todos os Trabalhadores Postais e às comunidades que servem. A vossa luta contra a direita revanchista e o governo neoliberal que infelizmente governa o vosso País é um exemplo que deve ser seguindo por todo o Mundo. É um ataque aos serviços públicos, aos Direitos dos Trabalhadores e aos Direitos Humanos que os Sindicatos não podem nem devem nunca aceitar.

Por tudo isso, caros camaradas, o SNTCT, também ele em luta pela manutenção dos direitos dos Trabalhadores Postais Portugueses e pela renacionalização dos Correios de Portugal, apoia-vos sem reservas  e exige ao Governo Brasileiro que pare imediatamente com os ataques aos Serviços Postais Brasileiros e, ao TST – Tribunal Superior do Trabalho do Brasil, o SNTCT exige que mantenha o acordo de negociação colectiva, legitimamente negociado com os Sindicatos e que assegure com isso a protecção dos Trabalhadores Postais Brasileiros.

Os Sindicatos são poder e, mais que nunca, um ataque contra um Sindicato é um ataque contra todos eles.

Em Solidariedade total.

Victor Narciso

Secretário Geral do SNTCT

COMUNICADO MESA DA ASSEMBLEIA GERAL – 2-2020

ASSEMBLEIA GERAL DO SNTCT

19 de Setembro de 2020

em

Lisboa

 

CONVOCATÓRIA

Abre aqui o comunicado em formato PDF » » » 2020_02 SNTCT MESA DA ASSEMBLEIA GERAL

Nos termos dos Artigos 54.º, 55.º alínea J, 56.º Ponto 1.º, 57.º e 58.º dos Estatutos do SNTCT, publicados no BTE, 1.ª S, nº 4 de 29 de Janeiro de 2007 e das alterações introduzidas e publicadas no BTE, 1ª Série, nº 21 de 8 de Junho de 2015, bem como do Regulamento da Assembleia Geral que lhe é anexo, convoco os associados do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações a reunir em Assembleia Geral, em primeira convocatória, no dia 19 de Setembro de 2020, pelas 14 horas, no Auditório da UACS, R. Castilho 14, em Lisboa, com a seguinte ordem de trabalhos:

  1. Discussão e deliberação sobre o Relatório de Actividades e as Contas de 2019;
  2. Discussão e deliberação sobre o Plano de Actividades e o Orçamento para 2020;

Não estando presentes a maioria legal dos associados à hora indicada, ficam os associados convocados a reunir em Assembleia Geral meia hora depois, em segunda e última convocatória, no mesmo local e com a mesma ordem de trabalhos, funcionando a Assembleia Geral com qualquer número de associados presentes.

Nota: A Assembleia Geral realiza-se nesta data por via da Pandemia provocada pelo vírus Covid-19. Devido à necessidade de observarmos todas as medidas de protecção definidas durante a Pandemia os associados que participarem nesta Assembleia devem vir munidos de máscara de protecção e, respeitarem rigorosamente a organização de lugares pré-estabelecida na sala onde a mesma tem lugar.

Lisboa, 19 de Agosto de 2020

 

O Presidente

  da Mesa da Assembleia Geral do SNTCT

António José Gouveia Duarte

 

Auditório da UACS

  1. Castilho 14,

em Lisboa

PARTICIPA!

Iremos organizar transportes em autocarro de aluguer (de que comparticiparemos 80% do custo) a partir das diversas regiões onde o número de interessados o justifique. As Secções Regionais do SNTCT abrirão antecipadamente as inscrições para o efeito.

Atenção: Onde pelo número de inscritos não se justificar o aluguer de um autocarro qualquer outro tipo de comparticipação nas despesas de deslocação será analisada caso a caso mas, sempre, tratado antecipadamente sem o que não haverá comparticipação.

ATENÇÃO – MUITO IMPORTANTE

MEDIDAS PROTECÇÃO COVID-19

Devido à necessidade de observarmos todas as medidas de protecção definidas durante a Pandemia Covid-19 os associados que participarem nesta Assembleia devem vir munidos de máscara de protecção e, respeitarem rigorosamente a organização de lugares pré-estabelecida na sala onde a mesma tem lugar.

 

SNTCT – a força de continuarmos juntos!

www.sntct.pt

www.facebook.com/sntctwww.instagram.com/sntct7 –  https://twitter.com/SNTCT 

COMUNICADO CONJUNTO SINDICATOS ALTICE PORTUGAL – 5 AGOSTO 2020

NEGOCIAÇÃO DO ACT ALTICE PORTUGAL

PROCESSO SERÁ RETOMADO EM SETEMBRO/OUTUBRO

A FRENTE SINDICAL NÃO CEDE A CHANTAGENS
SEM AUMENTOS SALARIAIS NÃO HÁ ACORDO

1º SEMESTRE DE 2020 COM “DESEMPENHO OPERACIONAL EXCEPCIONAL”
SÓ PARA OS ACCIONISTAS?

 

Abre aqui o comunicado em formato PDF » » » Comunicado_NEGOCIAÇÃO DO ACT ALTICE PORTUGAL_05 de Agosto

Na reunião do passado dia 30 de Julho deu-se mais um pequeno passo para a obtenção de um acordo que vá ao encontro das necessidades e espectativas dos trabalhadores das empresas da Altice Portugal abrangidas pelo ACT.

Mas o que já foi consensualizado está ainda muito longe do necessário para um acordo.

SALÁRIOS
Salário mínimo dos trabalhadores que se encontram ao serviço para 740 euros com efeitos a 1/7. Quem ganha menos fica com base de 740 euros (cerca de 225 trabalhadores abrangidos). A Frente Sindical propôs o valor mínimo de 760€ e qualquer aumento deverá ter efeitos retroactivos a 1 de Janeiro, compromisso, alias, que já sido assumido pela empresa em Fevereiro.

EVOLUÇÃO PROFISSIONAL
A empresa assumiu mais 60 movimentos de evolução profissional para juntarem aos 150 já avançados para 2020. Estes 60 movimentos (30 de progressão e 30 de promoção) são para trabalhadores que pelo menos há 10 anos não são movimentados. Sendo positivo, esta medida é curta e muito distante da proposta de Frente Sindical se considerarmos que cerca de 70% do trabalhadores não têm evolução profissional (não são progredidos e/ou promovidos) há 7 anos ou mais.

PRÉMIO DE APOSENTAÇÃO
Acerto no prémio de aposentação. No prémio máximo a empresa aceitou a proposta da Frente Sindical de reduzir de 47 anos para 45 anos, mas ainda não aceitou alterar os valores. Aceitam manter o prémio em dobro na reforma/aposentação dos trabalhadores do activo que o façam até 31/12/2021.

PLANOS DE SAÚDE
Manutenção dos Planos de Saúde inalterados até 31/12/2021. A Frente Sindical continua a defender uma garantia até ao final de 2023.

PACOTE DE COMUNICAÇÕES
Assumiram que vai haver melhorias no pacote de Comunicações a partir de Setembro com redução de encargos para os trabalhadores. No entanto a empresa não quis avançar quais as melhorias que aceitava face à proposta feita pela Frente Sindical.

ALTERAÇÕES ACT
Nas restantes matérias mantem-se a informação do nosso comunicado anterior, com destaque para a inclusão da PT CONTACT, MEO ST e FASTFIBER no âmbito do ACT, o pagamento do Subsídio de Refeição ao fim de 3 horas de trabalho, o aumento do valor mínimo no Subsídio de Turno em 50% (de 30€ passa para 45 e de 60€ passa para 90).
Já foram aceites pela gestão 18 medidas que melhoram o ACT, que embora positivas, são apenas uma gota de água no oceano, se comparado com todos os temas mais importantes em relação aos quais ainda não há acordo e não sabemos se vai haver.

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO
Para a Frente Sindical, o tema da Avaliação do Desempenho tem que ser seriamente tratado. A Empresa tem que perceber que é necessário introduzir alterações de fundo, que tornem o Modelo credível junto dos trabalhadores, caso contrário não vale a pena continuarmos com um sistema tão descaracterizado no qual já ninguém acredita. Com esse objectivo, estamos a trabalhar na procura das alterações positivas e indispensáveis. A Frente Sindical propôs que esta matéria fizesse parte do protocolo. A gestão ainda não aceitou.

TABELA DE REMUNERAÇÕES MÍNIMAS
A Frente Sindical propôs que ficasse garantido em protocolo a constituição de um Grupo de Trabalho, integrando elementos dos Parceiros Sociais, para se ocupar da análise objectiva da Tabela de Remunerações Mínimas, abrangendo todas as suas componentes por forma a poder ser integrada na próxima revisão do ACT. A gestão ainda não aceitou.

AUMENTOS SALARIAIS PARA TODOS
A Frente Sindical não abdica de negociar o aumento salarial para todos!
Compromisso que já estava assumido e que a gestão recuou evocando este período da COVID-19 para não pagar o prémio face aos resultados de 2019 considerados “históricos” pelo CEO, nem aceitar até agora aumentos salariais generalizados para 2020.

ESCLARECEDOR
O COMEX divulgou na Comunicação Social e internamente uma informação elogiadora sobre “o desempenho operacional extraordinário no 1º semestre de 2020”, mas em relação aos que produzem a riqueza que é toda canalizada para os accionistas, que são os trabalhadores, nem uma palavra é dita, o que é esclarecedor e mostra à evidência o que representam para a gestão aqueles que trabalham duramente para os resultados
alcançados. Mas ao menos podia o COMEX já ter assumido honrar os compromissos relativos aos aumentos salariais para 2020, mas preferem o adiamento desta discussão para Outubro.

Na última sessão a empresa tentou obter um acordo, em 2 fases, primeiro obter a assinatura e mandar publicar estas 18 melhorias consensualizadas, sem aumentos salariais.

Uma segunda fase seria em Outubro para então se discutirem os aumentos salariais e não havendo acordo, que é o mais previsível, ficava-se pelo clausulado publicado.

A Frente Sindical não aceita chantagens, para nós o Acordo é global e a assinatura terá de implicar aumentos salarias para os trabalhadores.

A FRENTE SINDICAL EM OUTUBRO IRÁ DISCUTIR A SITUAÇÃO COM OS TRABALHADORES,
AUSCULTAR A SUA OPINIÃO E PROCURAR EM CONJUNTO A RESPOSTA A DAR, QUE TERÁ QUE SER À ALTURA DO QUE É HÁBITO, PORQUE OS TRABALHADORES AINDA NÃO ESQECERAM QUE QUANDO É PRECISO, RESPONDEM EM CONFORMIDADE.

TRABALHO SUPLEMENTAR, PREVENÇÃO COM INTERVENÇÃO LOCAL E CHAMADA ACIDENTAL

DRH divulgou recentemente um documento sobre “TRABALHO SUPLEMENTAR E PREVENÇÃO”, não se sabe qual o objetivo com que foi feito.

O documento além de estar incompleto é impreciso, o que leva a confusões e a interpretações erradas.

Sobre esta matéria nada mudou, mas a DRH tem que esclarecer a confusão, que criou, premeditada ou não.

Quando a DRH escreve que: “As horas de deslocação para trabalho suplementar, não são
contabilizadas no trabalho suplementar a registar”, está a gerar a confusão, porque isto não se pode aplicar à Prevenção e Chamada Acidental, cujas intervenções são pagas como trabalho suplementar.

A Frente Sindical não consegue entender a resistência da DRH a esclarecer o erro que cometeu.

Esperamos que o faça rapidamente, caso contrário, teremos que dar orientações aos trabalhadores.

Mais uma vez, os trabalhadores que não assinaram o contrato de cedência para a MEO ST,
continuam na lista negra.

Agora tocou a vez a um conjunto de trabalhadores da área Administrativa, que desde 2016 vinha recebendo o Subsídio de Turno em função dos horários praticados e no mês de Junho passado ainda receberem.

Porém, no mês de Julho tal já não lhe foi processado e a gestão nem ao menos se dignou dar-lhes uma explicação. É o caminho desta Gestão, o facto consumado, tirar o que podem a quem pouco tem, para darem o máximo a quem muito tem.

Trabalhador, olho vivo, porque há por aí muitos “APRENDIZES DE FEITICEIRO” que se julgam “MAIS PAPISTAS QUE O PAPA”.

PARA QUEM VAI, BOAS FÉRIAS, PARA QUEM VOLTA, BOM REGRESSO!

Lisboa, 5 de Agosto de 2020 Os Sindicatos subscritores

 

46º ANIVERSÁRIO DO SNTCT

1974 – 5 de Maio – 2020

O SNTCT foi fundado há 46 anos.

Abre aqui o Cartaz em formato PDF »»»CARTAZ 46 ANOS SNTCT

Vieram de todos os pontos do País, eram mais de 10.000 homens e mulheres os/as que naquele dia 5 de maio de 1974 encheram por completo o Pavilhão dos Desportos de Lisboa (Hoje Pavilhão Carlos Lopes) para, naquele dia, darem corpo àquilo que há muito ambicionavam e o regime fascista do Estado novo lhe tinha negado até então, até à Revolução de 25 de Abril de 1974 – criarem/fundarem o seu Sindicato. Um Sindicato vertical onde coubessem todos os trabalhadores dos Correios e Telecomunicações.

Nasceu assim o SNTCT.

Hoje, 46 anos volvidos, numa realidade diferente, num País diferente mas em que os problemas dos trabalhadores e os ataques de que são vítimas são os mesmos, a luta continua.CARTAZ 46 ANOS SNTCT

Manter os mesmos princípios de unidade e solidariedade, tendo sempre em vista a manutenção, conquista e a defesa de direitos dos seus associados em particular, e dos trabalhadores e das trabalhadoras portugueses em geral, nunca foi, não é nem jamais será um caminho fácil de trilhar..

Mas, citando o poema de Jorge Palma, intitulado “A gente vai continuar” e saudando todos os homens e mulheres que ao longo destes 46 anos deram corpo ao mais antigo e consequente projecto sindical dos trabalhadores dos correios, telecomunicações e actividades afins, sempre diremos;

“Enquanto houver estrada pra andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada pra andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar”.

Viva o SNTCT!

SNTCT – A foça de continuarmos juntos!

1º MAIO 2020

1º DE MAIO

DIA INTERNACIONAL DO TRABALHADOR

LUTAR! DEFENDER A SAÚDE E OS DIREITOS DOS TRABALHADORES!

GARANTIR EMPREGO, SALÁRIOS, SERVIÇOS PÚBLICOS.

Ler o texto abaixo da nota sobre as comemorações e podes abrir aqui o manifesto em formato PDF » » » manifesto 1 maio 2020

Abre aqui o mapa das iniciativas 1º de Maio CGTP-IN em que o SNTCT se integra » » »MAPA 1º DE MAIO CGTP 2020

ATENÇÃO

COMEMORAÇÕES DO 1º DE MAIO

Este ano, devido às medidas de contenção por via da pandemia COVID-19, as comemorações do 1º de Maio vão decorrer de forma diferente do habitual.

A CGTP-IN já manifestou publicamente que não iremos realizar as manifestações, concentrações e desfiles. Não teremos a participação de centenas de milhar de trabalhadores e reformados que estarão solidários a partir das residências e locais de trabalho (os que trabalham nesse dia).

Mas, neste 1º de Maio, estaremos na rua, garantindo a protecção e o distanciamento sanitário de todos quanto participarão, afirmando o nosso protesto, as nossas reivindicações, a nossa luta.

Este ano a dimensão das acções é limitada, aqueles que estarão na rua representarão todos os trabalhadores.

Em Lisboa estaremos na Alameda D. Afonso Henriques e o SNTCT estará presente, tal como no Porto e em Coimbra, apenas com uma delegação de Dirigentes Nacionais e Delegados Sindicais das diversas empresas em que temos associados.

Apelamos por isso a todos(as) os(as) camaradas, nomeadamente os(as) reformados(as) e aposentados(as) que habitualmente participam na Manifestação/Desfile do 1º de Maio e que não estejam integrados na Delegação do SNTCT que, comemorem o 1º de Maio a partir das suas casas.

Sentiremos a falta do vosso abraço e da vossa participação mas, a protecção da nossa/vossa saúde está primeiro.

Para o ano lá estaremos todos juntos outra vez, demonstrando que tal como nos últimos 46 anos, SNTCT – A força de continuarmos juntos!

Vamos comemorar este 1º de Maio num momento de grande complexidade no País e no Mundo. A actual situação de pandemia inspira cuidados a todos, mas atinge de forma particular os trabalhadores.

São os trabalhadores que estão na linha da frente deste combate, assegurando os serviços de saúde e todos os serviços públicos e sociais, a produção e distribuição de bens e serviços essenciais, entre outras funções . Sem os trabalhadores nada funcional!

São também eles os mais afectados por respostas políticas  desequilibradas  e medidas que não têm em conta a garantia dos postos de trabalho e a totalidade dos salários, quando para as empresas se multiplicam as medidas e até se abrem portas para explorar mais os trabalhadores.

Depois de anos a fio de políticas de desinvestimento nos serviços públicos, de aprofundamento de um modelo de baixos salários, precariedade e ataque aos direitos dos trabalhadores por sucessivos governos do PS, PSD e CDS, as condições que existem para responder ao problema sanitário bem como à situação económica são mais frágeis.

As reivindicações da CGTP-IN assumem neste quadro, uma maior dimensão: urgência de revitalização do aparelho produtivo, investimento nos serviços públicos e funções sociais do Estado, combate e erradicação da precariedade e necessidade urgente de aumento geral dos salários. Só por via do cumprimento destas exigências é possível garantir a soberania do país e a saúde, os direitos, o emprego e salários dignos para todos os trabalhadores.

NESTE 1º DE MAIO VAMOS AFIRMAR O NOSSO PROTESTO, AS NOSSAS REIVINDICAÇÕES, A NOSSA LUTA!

PELOS DIREITOS, PELO EMPREGO, SALÁRIOS E SAÚDE!

  • condições de saúde segurança e higiene que protejam e salvaguardem os trabalhadores!

  • não podem ser os trabalhadores a pagar a factura desta situação!

  • medidas de efectiva e total protecção aos trabalhadores e às famílias!

  • garantir a manutenção de todos os postos de trabalho independentemente do vínculo!

  • garantir a totalidade dos salários dos trabalhadores!

  • a Constituição da República Portuguesa e os direitos são para cumprir!

CONTRA A EXPLORAÇÃO, PELA VALORIZAÇÃO DOS TRABALHADORES,

POR UM PORTUGAL COM FUTURO.

 

CGTP-IN /SNTCT

 

 

1 2 3 5