PETIÇÃO PELA CONSIDERAÇÃO, PARA TODOS OS EFEITOS, DA PROFISSÃO DE CARTEIRO COMO UMA PROFISSÃO DE DESGASTE RÁPIDO

PETIÇÃO PELA CONSIDERAÇÃO, PARA TODOS OS EFEITOS, DA PROFISSÃO DE CARTEIRO COMO UMA PROFISSÃO DE DESGASTE RÁPIDO

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Exmo. Senhor
Presidente da Assembleia da República
Assembleia da República
Palácio de São Bento
1249-068 Lisboa

PETIÇÃO

Para que uma profissão seja considerada de desgaste rápido há um conjunto de características que podem determinar essa caracterização:

1. PRESSÃO E STRESS
2. DESGASTE EMOCIONAL OU FÍSICO
3. CONDIÇÕES DE TRABALHO

Assim, considerando essas três características no caso concreto dos Carteiros:

1. PRESSÃO E STRESS
Na execução das suas tarefas diárias, os Carteiros estão sujeitos ao cumprimento rigoroso de um conjunto de prazos que se relacionam com o serviço postal na sua generalidade. Acresce que, também no desempenho da sua actividade, os Carteiros são responsáveis pela entrega de notificações judiciais, outras comunicações de entidades públicas e também correspondência relativa ao cumprimento de obrigações.
A pressão associada ao lapso na entrega ou a simples demora é manifestamente relevante, bem como os próprios ritmos que muitas vezes contribuem para uma acumulação de stress.

2. DESGASTE EMOCIONAL OU FÍSICO
Em situações normais o Carteiro inicia a prestação do seu trabalho às 06H30, podendo ainda executar as suas funções por turnos ou em horários descontínuos.
Por outro lado, imaginemos um Carteiro que tenha entrado para a profissão aos 20 anos e se reforme aos 66 anos.
Carga física de um carteiro apeado que trabalhe 46 anos:
• Num dia comum de trabalho irá puxar um carrinho com certa de 30 Kg durante 8 Km e 5 horas;
• Num mês irá puxar o mesmo carrinho com cerca de 660 kg durante 110 horas percorrendo 176 km;
• Num ano irá puxar o mesmo carrinho com cerca de 7260 kg durante 1 210 horas percorrendo 1 936 km;
• Em 46 anos irá puxar o mesmo carrinho com cerca de 333 960 Kg durante 55 660 horas, percorrendo 89 056 Km.
(Todo este esforço físico sem contemplar os degraus que irá subir e descer ao longo da sua carreira que serão centenas de milhares.)

Carga física de um carteiro motorizado em motociclo que trabalhe 46 anos:
• Num dia comum de trabalho irá conduzir um motociclo que pesa no mínimo 100 kg mais 30 ou 40 Kg de correspondência durante em média 60 km em 5 horas, em que terá de montar e desmontar do motociclo dezenas de vezes;
• Num mês irá conduzir um motociclo que pesa no mínimo 100 Kg mais 30 ou 40 Kg de correspondência durante 1 320 km em 110 horas, em que terá de montar e desmontar do motociclo centenas de vezes;
• Num ano irá conduzir um motociclo que pesa no mínimo 100 kg mais 30 ou 40 Kg de correspondência durante 14 520 km em 1 210 horas, em que terá de montar e desmontar do motociclo milhares de vezes;
• Em 46 anos irá conduzir um motociclo que pesa no mínimo 100 kg mais 30 ou 40 de correspondência durante 667 920 km em 55 660 horas, em que terá de montar e desmontar do motociclo dezenas de milhares de vezes.

Carga física de um carteiro motorizado em viatura de 4 rodas que trabalhe 46 anos:
• Num dia comum de trabalho irá conduzir um automóvel, no qual irá carregar em média certa de 200 kg (por vezes muito mais que este valor) de correspondência durante cerca de 75 km em 5 horas, em que terá de sair e entrar da viatura dezenas de vezes;
• Num mês irá conduzir um automóvel, no qual irá carregar em média cerca de 4 400 kg (por vezes muito mais que este valor) de correspondência durante cerca de 1 650 km em 110 horas, em que terá de sair e entrar de viatura milhares de vezes;
• Num ano irá conduzir um automóvel, no qual irá carregar em média cerca de 48 400 kg (por vezes muito mais que este valor) de correspondência durante cerca de 19 800 km em 1 210 horas, em que terá de sair e entrar de viatura milhares de vezes;
• Em 46 anos de trabalho irá conduzir um automóvel, no qual irá carregar em média cerca de 2 226 400 kg de correspondência durante cerca de 910 800 km. Em 55 660 horas, em que terá de sair e entrar da viatura centenas de milhares de vezes.

3. CONDIÇÕES DE TRABALHO
A prestação de trabalho do Carteiro, porque na maioria das vezes é desempenhada no exterior, está sujeita a um conjunto de adversidades climatéricas pouco comuns na generalidade das profissões. Desde logo, o Carteiro irá desempenhar as suas funções, sujeito aos elementos, durante 4 estações do ano.
Os carteiros, muitas vezes, enfrentam mudanças bruscas das condições climatéricas, acrescendo a isso o peso do carrinho que têm de transportar durante 4 a 5 horas do seu dia de trabalho (o que prejudica gravemente a coluna), ou a condução de um motociclo durante o mesmo período. A esse respeito cumpre referir que uma percentagem significativa de Carteiros padece de problemas físicos, nomeadamente na zona lombar.

Neste sentido, e face ao exposto, vêm os peticionantes abaixo-assinados requerer a V.ª Excelência que, nessa Assembleia da República, sejam envidados todos os passos necessários à consideração, para todos os efeitos, da profissão de Carteiro como uma profissão de desgaste rápido.

COMUNICADO SNTCT CORREIOS 4-2018

9 DE OUTUBRO DE 2018
DIA MUNDIAL DOS CORREIOS

Um Dia a celebrar, num País em que os CORREIOS e aqueles que são a sua razão de existirem e os que lhes dão corpo – os utentes/clientes e os que neles trabalham – e tão mal tratados são?

Abre aqui o comunicado na versão PDF » » » 2018_ 4 CTT Correios

Devemos celebrar este dia apesar de ontem a gestão dos CTT ter encerrado mais aquela Estação de Correios, anteontem ter moído a paciência daquele TNG até ele aceitar rescindir o seu contrato de trabalho (as pomposamente chamadas negociações), de hoje vir anunciar o encerramento daquele CDP e a consequente deslocação diária daquele CRT para quilómetros de distância, de amanhã obrigar aquele CRT a distribuir correio atrasado só porque lhe aumentaram o giro e/ou não substituíram o colega que se foi embora?
• Devemos celebrar as medidas economicistas de gestão e de interesses financeiros dos accionistas dos CTT que têm paulatinamente reduzido a Rede Postal Pública de qualidade e que era o motor de um bom serviço postal público? Devemos celebrar o corte e a deterioração desse serviço ao mesmo tempo que concomitantemente se desinveste no correio em favor do bendito Banco CTT? Devemos celebrar?
• Devemos celebrar a delapidação do património físico e de imagem dos Correios, que o capital privado recebeu do Estado no processo da criminosa privatização, só para que os já referidos accionistas recebam anualmente de dividendos mais do que a empresa, apesar de tudo, gera de lucros? Devemos celebrar?
• Devemos celebrar o desmantelar do Serviço Público de Correios em Portugal com base na falsa argumentação da quebra de procura? De uma quebra de procura que acontece e acelera sobretudo porque, deliberadamente, a gestão dos CTT reduz, a capacidade de resposta da Rede Pública Postal, que deveria manter e melhorar e que ao invés disso tudo faz para a afundar? Devemos celebrar?
• Devemos celebrar o verificarmos que em outros Países que responderam à substituição electrónica e outras com inovação (ao invés de deterioração premeditada), com uma melhor utilização das suas Redes Postais e melhores serviços (no combate ao abaixamento da procura), com a criação de Bancos Postais com intenções de manutenção e até de crescimento e nunca de cisão e/ou trampolim para mais um banco comercial, as quebras de mercado são infinitamente menores que em Portugal? Devemos celebrar?
• Devemos celebrar o perigoso caminho que traçaram e estão a percorrer com vista a que em 2020, nada reste dos CTT Correios e dos seus 500 Anos de História, a não ser a tão apetecida marca CTT? Devemos celebrar?

Neste Dia Mundial dos Correios, declarado pela União Postal Universal, de que Portugal é País fundador, o que devemos efectivamente celebrar?
Tudo o que atrás questionámos, ou, coerentemente e para respeitarmos um passado de 500 Anos de história e bons serviços, todos os que com o seu trabalho e esforço construíram e engrandeceram os Correios de Portugal, os que nele trabalharam e trabalham – os trabalhadores e as trabalhadoras CTT – bem como os que foram sempre a razão da sua existência, os que sempre recorreram aos seus bons serviços e, apesar de tudo, ainda recorrem – os Portugueses e as Portuguesas utentes do Serviço Público de Correios em Portugal?

Assim, neste dia 9 de Outubro de 2018, Dia Mundial dos Correios, saudamos todos os trabalhadores e todas as trabalhadoras dos CTT Correios que, ao longo de quase 500 Anos, honraram e honram o Serviço Público de Correios e, com isso, todos os portugueses e todas as portuguesas que durante esses mesmos 500 Anos souberam usufruir e defender os bons serviços daquele que, até há bem pouco tempo, nomeadamente até à ignóbil privatização foi, sem direito a quaisquer dúvidas, um dos melhores de correios do mundo – os Correios Portugueses.

Claro que nesta saudação não podemos nem queremos esquecer todos(as) os(as) Trabalhadores(as) deste sector, em constante evolução, dos serviços postais e afins.

VIVA… OS TRABALHADORES DOS CTT CORREIOS!
VIVA… OS TRABALHADORES DO SECTOR POSTAL E AFINS EM PORTUGAL!
VIVA… OS UTENTES E CLIENTES DO SECTOR POSTAL E ACTIVIDADES AFINS EM PORTUGAL!

Quanto aos CTT, só não vê quem não quer, urge a reversão da sua privatização. Ontem já era tarde!

SNTCT – A força de continuarmos juntos!

COMUNICADO SNTCT RANDSTAD 8-2018

RANDSTAD ASSUME COMPROMISSO COM A DGERT E O SNTCT E NÃO CUMPRE

Abra aqui a versão PDF deste comunicado » » »2018_8 RANDSTAD 1

Na última reunião na DGERT no dia 26 de Junho a empresa assumiu alguns compromissos que ate a data ainda não deu qualquer resposta, tendo a própria DGERT questionado o sindicato se já tinha recebido a informação que a Randstad se comprometeu a enviar.
Aqui fica a declaração para a acta dos representantes da empresa.
“Por último a RANDSTAD informou que podem elaborar uma resposta final às questões, agora colocadas pelo sindicato, dentro de uma semana, considerando que depois poderão passar ao diálogo normal e directo com as organizações sindicais.”
Como podemos verificar a empresa não cumpriu os compromissos que assumiu passados dois meses.
A Randstad não esta interessada no dialogo social nem respeita a vontade dos trabalhadores provocando o conflito.
Mais uma prova de falta de caracter, foi a empresa afirmar claramente que não ia atribuir o dia de aniversário aos trabalhadores que trabalham nos vários operadores. Após as negociações, para criar divisão entre os trabalhadores atribuiu o dia de aniversário aos trabalhadores que estão no operador NOS e não foi para todos, tendo sido aplicado só a alguns.
O SNTCT e a comissão sindical na empresa procuram de encontrar soluções que ponham fim à precariedade que a empresa procura impor, por via contratos precários, de baixos salários e do recurso a prémios para que possa impor ritmos e exigências no limite, facturar o máximo e deixar as migalhas para os trabalhadores.
Nas várias reuniões de trabalhadores, estes mandataram o SNTCT para desenvolver todas a formas de luta para que o seu regulamento e o caderno reivindicativo seja uma realidade!
Assim caso a empresa não altere a sua posição, o SNTCT irá ser realizar Plenários de trabalhadores, de forma a definir as acções mais adequadas e que obrigue a empresa ater de alterar as suas posições.

A luta vai continuar na Randstad

Visita a página do SNTCT em www.sntct.pt
SINDICALIZA-TE NO SNTCT
sntct – a força de continuarmos juntos!

CGTP AFIRMA – PREÇOS DE BENS ESSENCIAIS CORROEM O PODER DE COMPRA NO PERÍODO DE 2000 – 2017

CGTP AFIRMA

PREÇOS DE BENS ESSENCIAIS CORROEM O PODER DE COMPRA NO PERÍODO DE 2000- 2017

Comunicado de Imprensa nº 042/2018

Abra aqui este comunicado de imprensa » » » Preços de bens essenciais corroem o poder de compra no periodo 2000 2017

1. Diversas categorias de bens essenciais tiveram no período de 2000 a 2017 aumentos significativos de preços. É o caso das despesas de educação (81%), de habitação (75,6%, compreendendo a habitação, água, energia, gás e outros) e de transportes (53,2%), assim como as da alimentação e bebidas não alcoólicas (27,5%), de acordo com os dados publicados pelo Eurostat.

2. Estes aumentos têm um forte impacto no nível de vida dos trabalhadores por se tratar de bens que pesam muito nas despesas das famílias. De acordo com o último Inquérito às Despesas das Famílias 2015/2016, os encargos destas em habitação, transportes e alimentação representam 60% do total das despesas.

3. O facto das despesas com alimentação e bebidas não alcoólicas ter subido abaixo da média comunitária não significa que este acréscimo deva ser minimizado. O facto é que subiu 27,5% e sabe-se que a proporção da despesa gasta nesta rubrica tem maior peso nos orçamentos familiares mais baixos. Acontece que os países cujo rendimento médio é baixo são mais afectados pelo aumento de preços em categorias de despesa que respeitam a necessidades básicas.

4.Do mesmo modo, o aumento de preços em cada país deve ter em conta a distribuição do rendimento entre categorias sociais. Neste quadro é preocupante o facto de no 1º trimestre existirem 31,2% dos trabalhadores a auferir um salário igual ou inferior ao SMN. Para estes trabalhadores, cerca de 1 milhão e 251 mil, assim como para muitos outros com salários baixos o agravamento de preços em categorias básicas é muito mais penalizador.

5. A CGTP-IN alerta também para o aumento em espiral do preço da habitação e o forte impacto que tem tido nos orçamentos familiares, num quadro em que os salários estão longe de recuperar o poder de compra perdido no período da troika e do Governo PSD-CDS. Este aumento em espiral dos valores da habitação está relacionado com a formação de uma “bolha” imobiliária de natureza especulativa que é fortemente sentido em todo o país, com especial incidência nos grandes centros populacionais, como são os casos das Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto.

6. A CGTP-IN considera ainda a necessidades da adopção de medidas urgentes que reduzam significativamente os encargos das famílias com os transportes públicos. O investimento do Estado em transportes colectivos é essencial não só para no imediato travar o estado de deterioração declarado em que alguns se encontram, mas também para assegurar o transporte público em todo o país, a preços sociais e com qualidade. Estas medidas são tanto mais importantes quanto Portugal, em 2016, se situou no grupo dos países que menos investiram nos transportes (1,7% do PIB face a 1,9% na média da UE).

7. Estes dados confirmam a importância e urgência do aumento geral dos salários e das pensões, não só para fazer face a estes aumentos mas também para promover uma mais justa distribuição da riqueza, elevar as condições de vida dos trabalhadores e da população e empreender de forma sustentada o caminho da convergência com os restantes países da U.E.

Saudações Sindicais

Arménio Carlos Secretário-Geral

Comunicado SNTCT Correios 3-2018

ESTÃO A DESTRUIR OS CTT

ESTÃO A DAR CABO DO SERVIÇO UNIVERSAL DE CORREIO

O GOVERNO TEM QUE TOMAR COM URGÊNCIA A DECISÃO DE REVERTER A PRIVATIZAÇÃO DOS CTT

Abra aqui a versão PDF deste comunicado. Clique no neste link »» » 2018_ 3 CTT Correios

“Lacerda declara”, “Lacerda sublinha”, “Lacerda promete”, “Lacerda transforma”, são as parangonas que os meios de comunicação normalmente trazem sobre os CTT. Continuamos pois a aguardar que algum deles, um dia, tenha a coragem de mudar o disco e, assim, titular efectivamente a realidade, com um “Lacerda aufere centenas de milhares para dar cabo do serviço de correios”!

Ainda não há muitos anos, por exemplo em 2007 os CTT, empresa cujo capital era 100% do Estado Português, deu lucros anuais de 72,7 milhões de euros. Tinha mais 2500 trabalhadores do que tem hoje, tinha mais 1000 estacões e postos de correio do que tem hoje, prestava um serviço público e universal de qualidade.

Hoje, privatizados, os CTT dão 6,3 milhões de euros por semestre, as Estações de Correio têm enormes filas de espera, o correio é distribuído muitas vezes apenas uma vez por semana. Os utentes são mal servidos e as reclamações sobem em flecha.

O “mérito” desta situação desastrosa vai todo para o CEO Lacerda e seus pares.

Comparando o 1º semestre de 2018, com o de 2017, a situação nos CTT era a seguinte:

Lucro 6,3 Milhões €
Diminuição do lucro – 64,8%
Resultados operacionais + 3,0 Milhões €

Rendimento Correio + 761 Mil €
Rendimento correio expresso e encomendas + 11,1 Milhões €
Serviços financeiros – 9,3 Milhões €
Banco CTT + 1,9 Milhões €
Aumento das tarifas + 4,1%
Venda do edifício da R. da Palma + 1,7 Milhões €
Pagamento de dividendos a accionistas 57,7 Milhões €
Integração da Payshop no Banco – saíram dos CTT 6,4 Milhões €
Aumento do capital social do Banco – saíram dos CTT 25 Milhões €
Nº de trabalhadores no grupo CTT – 164
Gastos com pessoal – 1,5 Milões €
Nº Estações de Correio – 33
Indicador global da qualidade do serviço – 20%
Satisfação dos clientes – 6,3%
Valor das acções 2,99€
Desvalorização das acções – 46%

Em resumo, menos qualidade, menos postos de trabalho, menos estações de correio, menos distribuição de correio, menos lucros e património delapidado.

O País, as populações, o tecido empresarial/económico e os agentes culturais regionais e locais têm direito a um serviço público de qualidade, prestado atempadamente e que seja propiciador da coesão económica e social em todo o território Português.

A esmagadora maioria da população sabe que a privatização foi um erro e os decisores políticos, mesmo os que cobardemente o negam, também.

A esmagadora maioria dos utentes sabe o estado de degradação a que o serviço chegou. O ministro do Planeamento disse em Fevereiro de 2018 que a situação dos CTT é consequência da privatização a 100% da empresa feita pelo anterior governo (grande novidade) e que, lavando as mãos como pilatos, cabe agora ao regulador assegurar a qualidade dos serviços. Perante esta situação perguntamos:

DE QUE ESTÁ O GOVERNO À ESPERA
PARA REVERTER A PRIVATIZAÇÃO DOS CTT?

Porque é que o Governo empurra para o regulador e este aplica multinhas para que tudo continue na mesma?

Não vale a pena saber de quem foi a culpa da privatização. Todos sabem que foi. Importa sim, assumir que foi um erro e resolver a situação.

REVERTER DA PRIVATIZAÇÃO DOS CTT É URGENTE!

FAÇAM-NO, PÔRRA!!!!!

SNTCT – a força de continuarmos juntos!

Comuncado SNTCT Correios 2-2018

SNTCT ASSINA A REVISÃO DA MATÉRIA SALARIAL DE 2018
ESTES AUMENTOS APLICAM-SE TAMBÉM A TODOS OS TRABALHADORES DAS EMPRESAS DO GRUPO CTT
OS AUMENTOS SERÃO APLICADOS EM JULHO COM RETROACTIVOS A 1 DE JANEIRO
SERÃO INTEGRADOS NO QUADRO DOS CTT 100 TRABALHADORES ATÉ AO FINAL DO ANO E MAIS 25 ATÉ JUNHO DE 2019

Abre aqui o comunicado na versão PDF » » » 2018_2 CTT CORREIOS

Decorreu no dia 4 de Julho a assinatura do acordo para a revisão salarial de 2018 dos CTT.
Após um processo negocial em que os CTT só bastante tarde fizeram propostas que o SNTCT considerou passíveis de serem negociadas, iniciou-se um período negocial mais rápido com reuniões informais e formais, que veio a culminar no acordo agora assinado.

O acordo alcançado abrange questões que para o SNTCT eram essenciais:
• Aumentos salariais para todos os trabalhadores;
• Aumento mínimo que permitisse abranger mais de metade dos trabalhadores.
• Aumentos salariais que se aproximassem da taxa de inflação previsível;
• Admissão de trabalhadores no quadro dos CTT;
• Salário mínimo nos CTT passou para 610€;
• Progressão dos trabalhadores que estavam na posição inicial dos níveis II e III.
AUMENTOS SALARIAIS
Graus de qualificação e posições de referência % AUMENTO

Remunerações base mensais compreendidas entre o valor correspondente ao limite mínimo do grau de qualificação I e o limite máximo do grau de qualificação II – até 1279,90
1,30%
Remunerações base mensais compreendidas a partir do valor correspondente ao limite máximo do grau de qualificação II e o limite máximo do grau de qualificação IV – de 1279,91 a 1903,80
1,20%
Remunerações base mensais compreendidas a partir do valor correspondente ao limite máximo do grau de qualificação IV e o limite máximo do grau de qualificação VII – de 1903,81 a 2790,40
1,10%

AUMENTO MÍNIMO 12,00€

• Admissão de 50 CRT e 50 TNG para o quadro dos CTT até final do ano de 2018 e mais 25 CRT até ao final do 1º semestre de 2019. Os trabalhadores a admitir devem ser os que estejam a ocupar postos de trabalho, não possam efectuar mais renovações de contrato e que tenham avaliação positiva. Devem também ser tidos em conta os trabalhadores que tenham tido 3 ou mais contratos e que tendo avaliação positiva não estejam a trabalhar neste momento nos CTT. Os CTT informarão os sindicatos acerca do número de trabalhadores a entrar para o quadro e os respectivos locais de trabalho.
• Reposicionamento para a posição seguinte de cerca de 79 trabalhadores que estão nas posições iniciais para a P1 dos graus de qualificação II III e os que estão na P1 para a P2. Estes trabalhadores serão aumentados entre 30 e 40 euros.

• O aumento mínimo de 12€ e o aumento de 1,3% aplica-se a cerca de 75% dos trabalhadores.
• O aumento de 1,2% aplica-se a cerca de 20% dos trabalhadores.
• O aumento de 1,1% aplica-se a cerca de 5% dos trabalhadores.

Os aumentos salariais serão processados no mês de Julho, com retroactivos a 1 de Janeiro de 2018.
Estes aumentos aplicam-se também às empresas do grupo CTT.

Este acordo, apesar de poder ter sido melhor se não fosse a intransigência dos CTT, garante os interesses dos sócios do SNTCT e dos trabalhadores em geral.

Consulta a página do SNTCT – www.sntct.pt

sntct – a força de continuarmos juntos!

Comunicado SNTCT Telecom 3-2018

EM NOME DOS SUPREMOS INTERESSES DOS NOSSOS ASSOCIADOS
SNTCT ASSINA REVISÃO DA MATÉRIA SALARIAL E PECUNIÁRIA E ALTERAÇÕES A ALGUMAS CLÁUSULAS DO ACT DA MEO E OUTRAS EMPRESAS

Abra aqui este comunicado em formato PDF » » » TELECOM 3-2018

Decorreu no passado dia 11 de Julho a assinatura do acordo para revisão parcial do ACT da MEO e outras empresas.
Recordamos que o SNTCT integrado na Frente Sindical havia feito em 28 de Novembro de 2017 uma proposta de aumentos salariais e matérias pecuniárias. Dado que a empresa não respondeu no prazo a que a tal é obrigada legalmente, foi necessário solicitar a intervenção da Direção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho, (DGERT), do Ministério do Trabalho para obrigar a empresa a sentar-se à mesa das negociações e a marcar data do início do processo negocial – 18 de Abril. O processo negocial terminou em 21 de Junho.
Os Sindicatos que compõem a Frente Sindical fizeram com sucesso um esforço para gerir em coletivo as suas naturais diferenças. Tudo em prol dos trabalhadores e da sua unidade na ação face ao negativo “modus operandi” que a gestão da Altice nos habituou e que não cremos que se tenha substancialmente alterado. Face àquelas razões e sempre manifestando as nossas posições e as eventuais consequências cedemos na discussão de clausulado, da alteração inicialmente prevista de aplicação de percentagens salariais versus valores pecuniários em função dos valores salariais auferidos mensalmente e discutir a mobilidade funcional.
Na última sessão de negociações o SNTCT não deu acordo de princípio porque não concordou com a forma como foram redigidas as alterações à Clª 15ª do ACT. Assim, iniciámos um processo de consulta aos sócios para saber a sua opinião e posteriormente tomar uma decisão final. Após a recolha das opiniões que foram expressas, o SNTCT deliberou dar acordo ao texto final.
Não era este desfecho que o SNTCT tinha em mente aquando do início das negociações. Apenas pretendíamos negociar matéria salarial e pecuniária, que os trabalhadores recuperassem o poder de compra que perderam pela falta de actualizações salariais desde 2013.
Apesar das posições iniciais da Altice indiciarem uma negociação difícil, o SNTCT no âmbito da frente sindical contribuiu também para que a Altice evoluísse nas suas propostas minimalistas e para que estas fossem alteradas no sentido de poder ser possível chegar a um acordo. Infelizmente todas as ERCT’s contribuíram para que, além da matéria salarial, se negociasse também alguma matéria de clausulado, ou seja, sem que tenha havido denúncia do ACT e havendo apenas propostas salariais, as ERCT’s predispuseram-se a negociar matérias que eram consideradas “linhas vermelhas”. Na Frente Sindical não foi possível construir uma posição consensual que permitisse afastar deste acordo a mobilidade funcional. Estamos manifestamente desagradados com o facto de cerca de 3000 trabalhadores na situação de suspensão de contrato e pré-reforma não serem abrangidos pelos aumentos salariais. Tudo faremos para os apoiar nas acções que considerem levar a cabo. Em nome dos supremos interesses dos nossos associados e para evitar que sejam, mais uma vez prejudicados, o SNTCT deu o acordo final e assinou a REVISÃO PARCIAL do ACT da MEO e outras, esperando que que sejam escrupulosamente respeitadas as afirmações de ambas as partes sobre a Clª 15ª do ACT e o Art.º 120º do Código do Trabalho.
É de referir ainda que apenas sejam gastos 2,5 milhões e meio de euros com aumentos da massa salarial que envolvem milhares de trabalhadores e se gastem milhões de euros em indemnizações a diversos gestores.
Acabado o processo negocial o Sr. Presidente não resistiu à tentação de falar do mesmo à comunicação social. É natural, está no seu ADN. Lemos o artigo e ficámos a pensar: será distração, será inexperiência ou será bem pior que isso?
O conteúdo e as afirmações são um arrazoado de omissões e inverdades, senão vejamos:
1. Os aumentos vão de 0,0%, a 4%;
2. Ficaram sem aumento para além de que auferem mais de 3010€, os cerca de 3.000 trabalhadores da MEO que estão na situação de pré-reforma e suspensão de contrato;
3. O que foi assinado não é um novo acordo mas sim uma revisão parcial do ACT;
4. O conflito que dura há bem mais de um ano não foi apenas nem principalmente despoletado por questões salariais, mas sobretudo por haver centenas de trabalhadores sem funções atribuídas, centena e meia de trabalhadores transmitidos para outras empresas, assédio moral para obrigar os trabalhadores a assinar rescisões de contrato, atitudes prepotentes, trabalhadores colocados a efectuar funções muito inferiores às suas, imposição do cartão refeição, retirada de complementos remuneratórios, diminuição unilateral de vários benefícios;
5. Muitos trabalhadores continuam sem funções atribuídas.
Neste contexto falar em paz social é no mínimo caricato, senão vejamos
• A MEO/Altice está esvaziar a empresa de áreas funcionais e de trabalhadores;
• Acerca da transmissão de estabelecimento estão já em tribunal vários processos e outros estão para dar entrada;
• Continuam a dar entrada em tribunal processos sobre assédio moral;
• Continuam a verificar-se patologias clínicas do foro psíquico decorrentes da mobilidade funcional, sem que haja qualquer avaliação de riscos psicossociais;
• Imposição de procedimentos sobre a frota automóvel Altice Portugal, cujo conteúdo é rejeitado pelos trabalhadores e que advogados consideram ilegal nalguns aspectos;
• Vários trabalhadores estão a ser contactados por uma empresa exterior, com a cumplicidade da MEO, no sentido de aceitarem sair da MEO e passarem para essa empresa com um novo contrato de trabalho. Esta situação é uma acção da MEO para continuar encapotadamente com a transmissão de estabelecimento.
Pode o senhor administrador falar em paz social, proximidade interna e estabilidade laboral, porque será apenas para “francês ver”. Na Altice Portugal nada disto se passa e os trabalhadores são considerados instrumentos para maximizar lucros.
= SINDICALIZA-TE =
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Comunicado SNTCT Tempos Livres – 1-2019

PROTOCOLO PARA AQUISIÇÃO DE
LIVROS ESCOLARES
PARA OS FILHOS DOS ASSOCIADOS DO SNTCT

Livros 2018

Abra aqui o comunicado em formato PDF: 2018_01 CULTURA_TEMPOS LIVRES

No seguimento do sucesso do Protocolo celebrado nos anos anteriores entre o SNTCT e a Livraria Tio Papel – especialista em livros escolares – a mesma irá continuar a realizar 10% de desconto sobre o preço de capa dos livros escolares – 7º ao 12º Ano (ver em a) pág. 2), encomendados até dia 31 de Agosto de 2018.
A encomenda deverá ser feita para o email encomendas@tigrepapel.pt através do preenchimento da ficha em anexo (digitalizando-a depois de preenchida ou escrevendo no email de encomenda todos os dados solicitados bem como as indicações a colocar no campo observações).
A Livraria Tio Papel comunicará ao associado(a) do SNTCT o valor total da factura, valor que o mesmo pagará de acordo com forma estabelecida; transferência bancária, cheque ou cobrança postal (ª).
Após bom pagamento, quando a encomenda estiver pronta, a livraria entregará a mesma, junto com a factura, directamente nas suas papelarias (em Lisboa (Tigre de Papel, Rua de Arroios), Barreiro ou Sacavém) ou na sede do SNTCT, que por sua vez irá fazê-la chegar ao associado. No caso de optar pela Cobrança Postal a mesma será enviada pela Livraria Tio Papel directamente para casa do Associado ficando os portes e prémio de cobrança a cargo do mesmo.
Para além dos 10% de desconto, poderá ainda solicitar a plastificação dos seus livros por mais 1 euros por exemplar.
(ª) O valor total da factura poderá ainda ser pago em 3 vezes por via do envio de cheques pré-datados sendo o primeiro descontado pela Livraria Tio Papel antes do envio da encomenda.

PARA ESCLARECIMENTOS CONTACTAR SNTCT SEDE: 218428900 ou sntct@sntct.pt

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A Direcção Nacional do SNTCT
SINDICATO NACIONAL DOS TRABALHADORES DOS CORREIOS E TELECOMUNICAÇÕES

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Os livros vêm normalmente no chamado “Pack Pedagógico”, conjuntamente com os cadernos de actividades.
Assinale em “Observações”:
– Se quer a “Senha de Acesso” que substituiu o CD;
– Se não pretende algum dos cadernos de actividades;
– Se não deseja algum dos livros adoptados pela escola;
– se pretende algum livro com a capa plastificada.
a) OS MANUAIS DO 1º AO 6º ANO DE ESCOLARIDADE SÃO GRATUÍTOS.
PARA TAL, O MINISTÉRIO FORNECE UM VOUCHER POR VIA ELECTRÓNICA.
Também pode adquirir os livros relativos a esses anos de escolaridade na LIVRARIA TIO PAPEL, mediante troca do referido voucher.

Comunicado SNTCT RANDSTAD 6-2018

GREVE GERAL
6 JULHO DE 2018

Abra aqui o comunicado em formato PDF » » » 2018_ 6 RANDSTAD

Na última reunião de negociações na DEGERT a Randstad recusou as propostas dos trabalhadores, demonstrando deste modo que não quer negociar seriamente. Os trabalhadores não desistirão e vão continuar a lutar pelas suas reivindicações. A próxima greve geral é no dia 6 de Julho e outras se seguirão, sendo também efectuadas outras formas de luta. CONTRA A PREPOTÊNCIA, OS TRABALHADORES RESPONDERÃO COM A SUA UNIDADE E DETERMINAÇÃO.
São mais de 6000 trabalhadores que a Randstad teima em prejudicar, com o objectivo de aumentar os lucros Os trabalhadores exercem a sua actividade na NOS, VODAFONE, ALTICE, NOWO e SRF.
OS TRABALHADORES NÃO SE DEIXARÃO INTIMIDAR PELAS AMEAÇAS DA RANDSTAD PORQUE TÊM FORÇA, RAZÃO E ESTÃO APOIADOS PELOS SEUS SINDICATOS, NOMEADAMENTE O SNTCT. A UNIDADE DOS TRABALHADORES VAI SER DETERMINANTE PARA ALCANÇAR AS SUAS REIVINDICAÇOES,
NENHUM TRABALHADOR É OBRIGADO A INFORMAR SE VAI FAZER GREVE!
OS TRABALHADORES EXIGEM:
• AUMENTOS SALARIAIS;
• FIM DO SEU VÍNCULO PRECÁRIO E INTEGRAÇÃO NOS OPERADORES ONDE PRESTAM SERVIÇO;
• HARMONIZAÇÃO DO SUBSIDIO DE ALMOÇO PARA TODOS;
• UMA ESTRUTURA DE CARREIRA JUSTA E DIGNA;
• VALORIZAÇÃO DO TRABALHO;
• MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO;
• NEGOCIAÇÃO DO CADERNO REIVINDICATIVO E REGULAMENTO INTERNO.
Transcrevemos no verso a resposta da Randstad às reivindicações dos trabalhadores que foram apresentadas pelo SNTCT.
Randstad 6 A

_________________________________

Esta Greve abrange todos os trabalhadores da Randstad do sector das comunicações e telecomunicações independentemente do operador onde estão a trabalhar.

Visita a página do SNTCT em www.sntct.pt
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sntct – a força de continuarmos juntos!

Comunicado SNTCT Telecom 2-2018

NEGOCIAÇÕES DO ACT 2018 PT/ALTICE PORTUGAL
RESULTADO FINAL TERIA SIDO ACEITÁVEL SE NÃO FOSSE A MOBILIDADE FUNCIONAL
O SNTCT NÃO DEU ACORDO DE PRINCÍPIO PORQUE TEM DÚVIDAS SOBRE AS CONSEQUÊNCIAS DA APLICAÇÃO DA CLª 15 DO ACT
VAMOS AUSCULTAR OS NOSSOS ASSOCIADOS E DEPOIS TOMAREMOS UMA DECISÃO DEFINITIVA

Abra aqui a versão PDF deste comunicado » » » 2018_2 Comunicado Telecom

Face às propostas iniciais da Comissão Executiva sabíamos que este processo seria complicado porque todos conhecemos os princípios da MEO/Altice – poupar nos recursos humanos e maximizar os lucros.
Por outro lado, a MEO/Altice queria “aproveitar” para alterar também algumas cláusulas do ACT, ou seja, duma penada podiam conseguir os seus objectivos com o mínimo possível de acréscimo de custos.
Os Sindicatos da Frente Sindical, através das suas propostas levaram à alteração de posições por parte da empresa e ao fim de 2 meses de negociações, foi apresentada uma proposta que a MEO/Altice considerou final que não sendo consensual inclui muitas das nossas propostas:
• Aumentos no salário base, nalgumas matérias pecuniárias e benefícios;
• Compromisso do CEO de que não haverá despedimentos;

RESULTADOS DA NEGOCIAÇÃO.
A Empresa tinha inicialmente propostas inaceitáveis, pois eram muito negativas para os trabalhadores, nomeadamente no clausulado:
1. Mobilidade geográfica – pretendiam poder transferir trabalhadores abolindo a atual limitação máxima das 2 horas em transportes. Proposta que caiu pela oposição dos Sindicatos da Frente.
2. Horários Concentrado – pretendiam de forma unilateral flexibilizar os horários de trabalho de modo a que os trabalhadores fossem obrigados a fazer 10 horas diárias em 4 dias por semana. Esta proposta caiu pela oposição dos Sindicatos da Frente.
3. Mobilidade funcional. A Empresa pretendia alterar a Cláusula 15ª do ACT, de modo a que os trabalhadores fossem obrigados a exercer temporariamente funções não compreendidas na actividade contratada, sem referir expressamente a justificação e a duração previsível da mesma.
O SNTCT tem dúvidas e reservas acerca das consequências que esta alteração produziria nos direitos dos trabalhadores se esta imposição fosse consagrada na regulamentação colectiva (ACT).

TABELAS SALARIAIS, MATÉRIA SALARIAL E DE EXPRESSÃO PECUNIÁRIA:

1. Salários base
• Salários até 800€ inclusive, aumento de 25€.
• Salários a partir de 800€ até 1000€ inclusive, aumento de 20€.
• Salários a partir de 1000€ até 1500€ inclusive, aumento de 15€.
• Salários a partir de 1500 até 3000€ inclusive, aumento de 10€.
(de 3000 a 3009 euros aumento de 10€).
• Salários a partir de 3010€ inclusive, sem atualização.
2. Subsídio de grande altura
A Empresa aceitou pagar este subsídio no trabalho em Torres de Telecomunicações com altura a partir dos 30 metros contados a partir da base.
A 1ª subida sem necessidade de permanência mínima de 3h, atribui um subsídio de 13€.
Paga também, a 2ª intervenção desde que esta tenha pelo menos 3 horas de atividade na Torre.
No entanto, fica limitado ao máximo de 2 subsídios por dia, salvo casos excepcionais. Esta assumido o compromisso que o trabalhador pode receber mais de 2 subsídios por dia desde que os mesmos sejam justificados e aprovados pela Direção.
3. Subsídio de Turno
• Turnos de descanso semanal variável, o subsídio de 2,5% (salario base + diuturnidades) com o valor mínimo de 30€.
• Turnos de laboração contínua, 5%, com o valor mínimo de 60€.
4. Subsídio especial de refeição
O subsídio especial de refeição (refeições em trabalho suplementar), passa a ser igual ao valor do subsídio de refeição – 8,15€ (era 7,97 €).
5. Subsídio de Pequeno-almoço:
Passa de 1,95€ para 2€.

BENEFÍCIOS DE COMUNICAÇÕES:

• Para os trabalhadores na SCT e Pré-reforma, conseguiu-se alterar o valor do desconto de 50%, para 60%, a partir do próximo ciclo de facturação (previsão Agosto de 2018).
• Em sede de Comissão Paritária, no início de 2019, esta matéria voltará a ser discutida.
Para os trabalhadores do ativo foi criado um novo escalão (total pecuniário até 15.000€/ano)

Total pecuniário até 15.000€ Total pecuniário até 30.000€ Total pecuniário => 30.000€
PACOTE – MENSALIDADE PACOTE- MENSALIDADE PACOTE – MENSALIDADE
M5O 19,99€ M5O 24,99€ M5O 34,99€
M4OLIGHT (2CARTÕES) 14,99€ M4OLIGHT (2CARTÕES) 19,99€ M4OLIGHT (2 CARTÕES) 24,99€
M4O LIGHT (1CARTÃO) 9,99€ M4O LIGHT (1CARTÃO) 14,99€ M4O LIGHT (1CARTÃO) 19,99€
PACOTE 3P (TV+NET+TELEFONE 4,99€ PACOTE 3P (TV+NET+TELEFONE 9,99€ PACOTE 3P (TV+NET+TELEFONE 14,99€
6. Prémio de reforma/aposentação
Pagamento em dobro para os trabalhadores do ativo que se reformem na idade mínima legal ou por invalidez, até 31/12/2020.
Dois dias de dispensa por mês, a pedido do trabalhador, mantendo o subsídio de refeição nos 6 meses que antecedem o pedido de reforma.
Diminui o número de anos do prémio máximo de reforma/aposentação de 50 anos para 47 anos de antiguidade.
7. Progressões
Serão efectuados 200 movimentos de evolução profissional até ao final de 2018, sendo 100 Progressões e 50 Promoções e, ainda, mais 50 de progressões ou promoções consoante as necessidades da Empresa. No primeiro semestre de 2019 haverá mais 50 movimentos de progressão.
8. Férias
Será atribuído mais um dia de férias (em regra passa de 22 para 23) para quem não tenha qualquer falta injustificada no ano a que as férias dizem respeito, este aumento aplica-se já a partir de 1 de Janeiro de 2019.
9. PT/ACS
As partes acordam diligenciar no sentido de abordar conjuntamente a temática dos Planos de Saúde até ao final do 1º semestre de 2019, com vista a discutir a possibilidade de prolongamento das condições atuais do Plano de Saúde Clássico para além de 31 de dezembro de 2019.

O SNTCT continua na Frente Sindical porque considera que os interesses dos trabalhadores estarão melhor defendidos com a unidade na acção de todos os Sindicatos e porque estamos em crer que a MEO/Altice tem projectos para, futuramente penalizar os trabalhadores.
No entanto, os nossos princípios sindicais levam-nos a recusar as matérias que penalizam os trabalhadores nomeadamente o banco de horas, a mobilidade geográfica, horário concentrado e mobilidade funcional.

ORA, ESTA ÚLTIMA FOI O QUE LEVOU A QUE O SNTCT NÃO DESSE O SEU ACORDO DE PRINCÍPIO.
AGORA TÊM A PALAVRA OS SÓCIOS

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