Comunicado Assembleia Geral 1-2018 – Assembleia Geral SNTCT

ASSEMBLEIA GERAL DO SNTCT
5 de Maio de 2018
em
Figueira da Foz

CONVOCATÓRIA

Abre aqui o comunicado em formato PDF » » » 2018-01 ASSEMBLEIA GERAL SNTCT

Nos termos dos Artigos 54.º, 55.º alínea J, 56.º Ponto 1.º, 57.º e 58.º dos Estatutos do SNTCT, publicados no BTE, 1.ª S, nº 4 de 29 de Janeiro de 2007 e das alterações introduzidas e publicadas no BTE, 1ª Série, nº 21 de 8 de Junho de 2015, bem como do Regulamento da Assembleia Geral que lhe é anexo, convoco os associados do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações a reunir em Assembleia Geral, em primeira convocatória, no dia 5 de Maio de 2018, pelas 14 horas, no Auditório Municipal da Figueira da Foz, Rua Calouste Gulbenkian, na Figueira da Foz, com a seguinte ordem de trabalhos:

1. Discussão e deliberação sobre o Relatório de Actividades e as Contas de 2017;
2. Discussão e deliberação sobre o Plano de Actividades e o Orçamento para 2018;
3. Diversos.

Não estando presentes a maioria legal dos associados à hora indicada, ficam os associados convocados a reunir em Assembleia Geral meia hora depois, em segunda e última convocatória, no mesmo local e com a mesma ordem de trabalhos, funcionando a Assembleia Geral com qualquer número de associados presentes.
Lisboa, 5 de Abril de 2018
O Presidente da Mesa da Assembleia Geral
do SNTCT

Auditório Municipal da Figueira da Foz
(Edifício do Museu Municipal da Figueira da Foz)
Rua Calouste Gulbenkian – Figueira da Foz

PARTICIPA!

Iremos organizar transportes em autocarro de aluguer (de que comparticiparemos 80% do custo) a partir das diversas regiões onde o número de interessados o justifique. As Secções Regionais do SNTCT abrirão antecipadamente as inscrições para o efeito.

Atenção: Onde pelo número de inscritos não se justificar o aluguer de um autocarro qualquer outro tipo de comparticipação nas despesas de deslocação será analisada caso a caso mas, sempre, tratado antecipadamente sem o que não haverá comparticipação.

Contacta já a Secção Regional do SNTCT da tua área para que possamos dar início à organização dos transportes.

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SNTCT – A força de continuarmos juntos!

ALTERAÇÃO REGIME TRANSMISSÃO DE EMPRESAS OU ESTABELECIMENTOS

COM UMA GRANDE SAUDAÇÃO AOS TRABALHADORES PT-MEO

PELO SEU GRANDE CONTRIBUTO, COM A SUA LUTA, PARA A ALTERAÇÃO DA LEI

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Alteração do regime da transmissão de empresas ou estabelecimentos (Lei nº 14/2018, de 19 de Março)

Para consultar o texto da Lei nº 14/2018 clique aqui » » » LEI 14_2018 – 19 MARÇO

A POSIÇÃO DA CGTP-IN QUE O SNTCT SUBSCREVE NA INTEGRA:

 

“Camaradas,

Foi publicada a Lei 14/2018, de 19 de Março, que altera o regime da transmissão de empresas ou estabelecimentos constante do Código do Trabalho.

O objectivo desta alteração do regime da transmissão de empresa ou estabelecimento é reforçar os direitos dos trabalhadores, consagrando novas garantias, bem como um conjunto de novos procedimentos destinados a assegurar a legalidade do processo e a própria fundamentação da transmissão, sob controlo da administração do trabalho; com o mesmo objectivo é ainda clarificado o conceito de “unidade económica” para efeito da transmissão.

A principal garantia inovatoriamente consagrada nesta Lei é o direito de oposição do trabalhador à transmissão do seu contrato de trabalho quando esta transmissão seja susceptível de lhe causar prejuízo sério, nomeadamente por manifesta falta de solvabilidade ou situação financeira difícil do adquirente ou pelo facto de a política de organização do trabalho deste não lhe merecer confiança (artigo 286ºA).

O exercício deste direito de oposição do trabalhador tem como consequência ou a manutenção do vinculo com o transmitente (ou seja a manutenção do contrato de trabalho com o seu empregador original), ou, designadamente no caso de a transmissão da empresa ser total, a resolução do seu contrato de trabalho com justa causa e direito a compensação.

Cumpre aqui salientar que o direito a compensação pela resolução do contrato de trabalho com justa causa dependerá sempre da alegação e prova da existência de justa causa, neste caso concreto da alegação e prova de prejuízo sério para o trabalhador resultante da transmissão da empresa, em acção judicial intentada para o efeito.

Significa isto também que, em qualquer caso, não basta ao trabalhador alegar a existência de um prejuízo sério, terá que provar a sua existência decorrente nomeadamente de um dos factores expressamente definidos no nº1 do artigo 286ºA.

Outras novas garantias dos direitos dos trabalhadores em caso de transmissão são:

• O esclarecimento de que, em caso de transmissão dos contratos de trabalho, os trabalhadores mantêm todos os direitos contratuais e adquiridos, nomeadamente 
retribuição, antiguidade, categoria profissional e conteúdo funcional e benefícios sociais (artigo 285º, nº 3);

• O alargamento da responsabilidade solidária do transmitente pelos créditos emergentes do contrato de trabalho, sua violação ou cessação, bem como pelos correspondentes encargos sociais, vencidos até à data da transmissão, aos dois anos subsequentes a esta transmissão (artigo 285º,nº6);

• A possibilidade da legalidade e legitimidade da transmissão da empresa ou estabelecimento serem escrutinadas pela ACT (artigo 285º, nºs 8 e 9) e pelos próprios trabalhadores e seus representantes (artigo 286º);

• A garantia de que os efeitos produzidos pelo instrumento de regulamentação colectiva que vincula o transmitente, pelo menos no que respeita à retribuição do trabalhador, categoria e respectiva definição, duração do tempo de trabalho e regimes de protecção social substitutivos dos regimes públicos, se mantêm após o termo do respectivo prazo de vigência ou, em alternativa, findos 12 meses contados da transmissão, caso não seja aplicável ao adquirente qualquer instrumento de regulamentação colectiva de trabalho (artigo 498º).
O novo regime decorrente desta Lei 14/2018 entra em vigor no dia 20 de Março.

Não obstante considerar que estas alterações podem tornar o regime da transmissão de empresa ou estabelecimento mais claro e transparente e logo menos permeável a utilizações abusivas, a CGTP-IN alerta novamente para o facto de o novo regime agora instituído não constituir um meio ou instrumento idóneo para a resolução de processos concretos em curso, de que é exemplo o processo da PT/Altice, designadamente porque as novas disposições da lei não têm aplicação retroactiva.

Saudações Sindicais,

José Augusto Oliveira

Comissão Executiva do Conselho Nacional

CGTP-IN”

ADESÃO GREVE 23 FEVEREIRO

Cavalo 12horas

Com os dados d que dispomos às 12:00 deste dia 23 de Fevereiro de 2018,

podemos afirmar que, a adesão à Greve, rondará os

66,33%

Com os dados disponíveis até esta hora podemos afirmar que esta acção de luta

está a ser bem participada pelos trabalhadores dos CTT que assim, apesar das

diversas pressões a que têm estado sujeitos nestes últimos dias, demonstram

desta forma, inequivocamente, que a luta em defesa dos CTT e do futuro de

todos os que nela trabalham, é uma luta que se impõe.

Até agora, por baixo, pois temos indicações não confirmadas de que estes dados

pecam por defeito, podemos informar que estão 9 CDP,s a 100%, muitos outros

com grandes adesões, 1 EC encerrada, 4 só com as chefias, muitas outras com

grandes adesões como há muito não acontecia e, ainda, uma forte adesão no

tratamento e nos transportes.

Como uma grande maioria de dirigentes e delegados sindicais estão a caminho

de Lisboa para participarem na Manifestação que tem lugar a partir das 14H30,

só a partir de segunda-feira teremos condições para melhorarmos estes dados.

A luta continua.

A REVERSÃO DA PRIVATIZAÇÃO DOS CTT, IMPÕE-SE E LUTAREMOS ATÉ QUE A MESMA SE TORNE NUMA REALIDADE.

SNTCT – a FORÇA DE CONTINUARMOS JUNTOS!

CTT – COMUNICADO CONJUNTO SOBRE SERVIÇOS MÍNIMOS

GREVE GERAL CTT
23 FEVEREIRO
NÃO FORAM DECLARADOS SERVIÇOS MÍNIMOS
PELOS MINISTÉRIOS

Abre aqui o comunicado em formato PDF  » » » COMUNICADO CONJUNTO SERVIÇOS MÍNIMOS 

Assim, ficam como Serviços Mínimos, exclusivamente os declarados nos Pré-Avisos de Greve entregues pelos Sindicatos aos CTT e aos Ministérios.

“Para efeitos do cumprimento dos disposto no nº 3 do Art.º 534 do Código de Trabalho, informamos que:
1. Os serviços necessários à segurança e manutenção de equipamento e instalações serão assegurados por Delegados Sindicais, Dirigentes Sindicais e trabalhadores não aderentes;
2. Nos termos e para efeitos do nº 1 do Art.º 537 do referido Diploma Legal, (…a direcção de cada sindicato…) vem propor os seguintes serviços mínimos, a assegurar por Delegados Sindicais, Dirigentes Sindicais e trabalhadores não aderentes:
• Garantia da segurança e manutenção das instalações e do equipamento;
• Distribuição de Telegramas e Vales Telegráficos;
• Distribuição de Vales Postais da Segurança Social bem como da correspondência que titule prestações por encargos familiares ou substitutivas de rendimentos de trabalho emitida por entidade bancária contratada pela Segurança Social que, pelo seu formato específico, permita, sem equívocos concluir pela natureza de tais prestações;
• Recolha, tratamento, expedição e distribuição de correio e encomendas postais que contenham medicamentos ou produtos perecíveis, desde que devidamente identificados no exterior.”
DAÍ:
• SE QUALQUER TRABALHADOR(A) FOR “ESCALADO(A)” OU “REQUISITADO(A)” , DEVE DE IMEDIATO CONTACTAR O SEU SINDICATO.
• SE ALGUM(A) TRABALHADOR(A) FOR INSTADO A ASSINAR QUALQUER DOCUMENTO NÃO O DEVE FAZER E DEVE, TAMBÉM, DENUNCIAR IMEDIATAMENTE A SITUAÇÃO AO SEU SINDICATO.
• SE ALGUM(A) TRABALHADOR(A) FOR CONFRONTADO COM A INFORMAÇÃO – ILEGAL E MENTIROSA – DE QUE LHE VAO DESCONTAR 3 DIAS PELA GREVE, O(A) TRABALHADOR(A) DEVE PEDIR UMA DECLARAÇÃO ESCRITA À PESSOA QUE FIZER TAL AFIRMAÇÃO.

 

CT-CTT – SNTCT – SINDETELCO – SINCOR – SINTTAV

COMUNICADO CONJUNTO SOBRE GREVE/MANIF. CTT 23 FEVEREIRO

DIA 23 FEVEREIRO
GREVE GERAL NOS CTT E EMPRESAS DO GRUPO CTT
MANIFESTAÇÃO NACIONAL EM LISBOA
ÀS 14H30 NO MARQUÊS DE POMBAL

Abra este link para aceder À versão PDF do comunicado: COMUNICADO CONJUNTO CTT 23 FEV

O futuro do serviço público e universal de correios prestado às populações e empresas, o futuro da Empresa CTT e dos seus trabalhadores, ESTÁ NAS NOSSAS MÃOS. UMA GRANDE ADESÃO À GREVE GERAL E UMA GRANDE MANIFESTAÇÃO EM LISBOA serão um passo decisivo para obrigar o Governo a reverter a privatização dos CTT. Os trabalhadores dos CTT – Atendimento, Distribuição, Tratamento e Serviços Centrais – e os trabalhadores das empresas do grupo CTT, TÊM OBRIGATORIAMENTE QUE PENSAR NO SEU FUTURO E DAS SUAS FAMÍLIAS. Trabalhamos, por isso não queremos perder direitos. Trabalhamos, por isso temos que ter melhores salários. Queremos continuar a ter orgulho em trabalhar nos CTT-Correios de Portugal e prestar um serviço de qualidade aos utentes/clientes. QUEREMOS SER RESPEITADOS e não queremos ser assediados, ameaçados e castigados com alterações de horários, mudanças de giro e deslocações. Está na hora de despertar e de sair da nossa zona de conforto, é hora de decidirmos o nosso presente e futuro, sem comodismos e sem arranjarmos desculpas. JUNTOS SOMOS SUFICIENTEMENTE FORTES PARA ATINGIR OS NOSSOS OBJECTIVOS. Alguns pensam que não vale a pena lutar porque eles são muito fortes ou porque não conseguimos dar a volta à situação, mas a história recente ensinou-nos que não há impossíveis. Também os trabalhadores da PT que durante anos acharam que não valia a pena lutar, confrontados com os problemas graves que os atingiam, “acordaram” e fizeram uma greve muito grande e uma manifestação em Lisboa com mais de 5.000 pessoas. A partir desse dia os órgãos de poder foram obrigados a tomar posição e decidiram a favor dos trabalhadores. A luta foi ganha! TODOS PARA LISBOA
HÁ TRANSPORTES ORGANIZADOS, CONTACTA O TEU SINDICATO

CT-CTT – SNTCT – SINDETELCO – SINCOR – SINTTAV

FALECEU O CAMARADA PACHECO VIEIRA, EX-PRESIDENTE DA MESA DO PLENÁRIO DO SNTCT

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Manuel Ernesto PACHECO VIEIRA

28-06-1940 – 18-02-2018

Associado 13948 do SNTCT

Ex-Presidente da Mesa do Plenário Nacional do SNTCT

Faleceu ontem Manuel Ernesto Pacheco Vieira que, no princípio dos anos 90 foi Presidente da Mesa do Plenário Nacional do SNTCT.

Aposentado desde 1992, o camarada Pacheco Vieira era Engenheiro de Telecomunicações de profissão e foi o último responsável pelo serviço de Telégrafo, DST, dos CTT- Correios e Telecomunicações de Portugal, Empresa Pública.

Com a partida deste camarada ficamos mais pobres mas, conhecendo-o como o conhecíamos, continuarmos a nossa luta é a melhor forma de o homenagearmos.

À família do camarada Pacheco Vieira a Direcção Nacional do SNTCT apresentou já condolências e far-se-á representar no funeral.

Até sempre camarada Pacheco!

Nota: O corpo encontra-se em câmara ardente na Igreja do Santo Condestável (Campo de Ourique) em Lisboa, donde sairá hoje às 14H00 para o Cemitério dos Olivais onde será cremado.

Comunicado SNTCT Correios 3-2018

CRT
DEFENDER O FUTURO DA TUA EMPRESA É, TAMBÉM, RESPONSABILIDADE TUA.
Constatares os problemas e as injustiças não chega.
TENS DE AGIR!

23 Fevereiro 2018
GREVE GERAL + MANIFESTAÇÃO EM LISBOA

Abre este link para acederes à versão PDF deste comunicado »»» 2018_3 CTT CORREIOS

• Andas há meses a dobrar giros por falta de pessoal;
• Trabalhas para além do teu horário prejudicando a tua vida;
• Vais para a rua dar a cara pelo mau serviço a que te obrigam;
• Sofres ameaças na rua por não levares o serviço que até está no CDP;
• Ao sol ou à chuva dás sempre o teu melhor;
• Falta-te equipamento adequado para transportares grandes volumes;
• Nas promoções por mais que faças e te superes, só vês outros subir;
• És exemplar no trabalho mas há sempre quem te diga que não chega.
Nunca lhes chega!
E tu sempre a seres prejudicado. BASTA!

Nos últimos anos a gestão dos CTT fez desaparecer quase metade dos CDP’s, centralizando muitos e provocando com isso ainda maiores problemas no serviço, além de ter reduzido grandemente o número de Carteiros. É visível, para quem o queira ver, que faltam trabalhadores e que a sobrecarga é enorme sobre os que restam. E ainda querem ver-se livres de mais 800 trabalhadores? Só se for para fecharem as portas e acabarem definitivamente com o serviço de correios dentro dos CTT.

Na generalidade dos serviços é flagrante a “poupança” principalmente no número de trabalhadores, mas não só. Procuram assim esconder a realidade; que o que tem desequilibrado as contas dos CTT são as assessorias, contratações com chorudos ordenados e investimentos no Banco CTT.
ENTRETANTO, NOS CDP’S, NINGUÉM O PODE IGNORAR:
• Faltam trabalhadores em número suficiente para uma correcta execução do serviço. As dobras de giros são constantes, com o desgaste que tal traz para os CRT’s. Os “Giros agenciados” proliferam com tudo aquilo que de mau trazem, incluindo a redução de pessoal dos CTT , em muitos casos, uma má prestação do serviço;
• As alterações de horários, sempre para pouparem em alguns subsídios, com acréscimos desmedidos dos intervalos de descanso, são maus para o normal andamento do serviço e para a vida pessoal dos CRT’s;
• As pressões, de toda a espécie, sobre os trabalhadores da Distribuição raia o assédio moral. Nunca chega mesmo que se cumpram os objectivos. O crescimento do número de casos de estafa física e psicológica bem como de acidentes de trabalho tem vindo a ser uma constante;
• A falta de respeito para com os cidadãos no tocante ao atraso verificado na distribuição das correspondências fez aumentar o número de ameaças de agressão física fundamentalmente nas zonas de maior problemática social;
• A enormidade de valores transportados pelos CRT’s, por exemplo para pagamento de vales ao domicílio (muitas da vezes em resultado do encerramento de estações de Correio na proximidade das populações), faz perigar também a segurança dos CRT’s;
Estas são apenas algumas das situações que nos são relatadas todos os dias. Mas muitas mais existem e tu, que trabalhas na Distribuição sabes bem quais são. Nada do que te acontece é inocente. Faz tudo parte da descapitalização da empresa até na sua imagem junto das populações, faz tudo parte da destruição dos CTT Correios para que possam ficar com a marca CTT a servir de escudo ao Banco.
Os CTT continuam a dar lucro, porque é também o teu trabalho, muitas vezes sem condições, a criar esse lucro. Mas, como deves saber, é muito mais que o lucro que vai parar ao bolso dos accionistas enquanto para ti, NADA. Isto não pode continuar.
A gestão dos CTT está descontrolada e urge pôr cobro ao desnorte antes que nada sobre da Empresa que também tu ajudaste a construir.
É POR ISSO QUE EXIGIMOS DO PODER POLÍTICO
A REVERSÃO TOTAL DA PRIVATIZAÇÃO.
É por tudo isto que, dia 23 de Fevereiro, vamos estar em Greve e nos vamos manifestar em Lisboa.
Motivos não nos faltam, verdade?
Então junta-te à luta porque juntos, somos mais fortes.
SNTCT – A força de continuarmos juntos!
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CTT – 23 FEVEREIRO 2018 – GREVE GERAL E MANIFESTAÇÃO

GREVE GERAL
NAS EMPRESAS DO GRUPO CTT
23 DE FEVEREIRO DE 2018

MANIFESTAÇÃO NACIONAL DE TRABALHADORES DO GRUPO CTT E POPULAÇÕES
23 DE FEVEREIRO DE 2018
LISBOA – 14H30 – MARQUÊS DE POMBAL

Abra aqui a versão PDF deste comunicado » » » cOMUNICADO greve 23 Fev

• PELA REVERSÃO DA PRIVATIZAÇÃO DOS CTT
• POR UM SERVIÇO POSTAL UNIVERSAL DE QUALIDADE
• CONTRA OS DESPEDIMENTOS (ENCAPOTADOS OU NÃO)
• CONTRA O ENCERRAMENTO DE ESTAÇÕES DE CORREIO
• CONTRA A REDUÇÃO E SOBRECARGA DE GIROS
Os Sindicatos subscritores deste comunicado, confrontados com a destruição da Rede Pública Postal e da qualidade de serviço pela CE dos CTT, decidiram continuar a luta, com o apoio da Comissão de Trabalhadores dos CTT.
Depois dos contactos com as populações, reuniões com Comissões de Utentes e com Autarquias, das audições com os Grupos Parlamentares, das audições nas Comissões de Trabalho e Economia da AR, das reuniões com a ANACOM e ANMP, depois de Plenários e contactos com os Trabalhadores a nível nacional, e depois da Greve Geral realizada em Dezembro passado, é para todos claro os CTT têm que aumentar o número de trabalhadores, de giros e de estações actualmente existentes e não, como anunciaram, fechar Estações e despedir trabalhadores.
Assim, perante o autismo da CE da Empresa, o único caminho é o da exigência da Reversão Total da Privatização dos CTT, existindo já uma Petição nesse sentido entregue na AR. O Governo tem que assumir as suas responsabilidades no sentido de salvaguardar a Rede Pública Postal e para que o Serviço Postal Universal volte a ser prestado com qualidade às populações e empresas.

É NECESSÁRIO QUE NO DIA 23 DE FEVEREIRO ESTEJAM NA RUA MILHARES DE PESSOAS (TRABALHADORES E POPULAÇÃO), SÓ ASSIM PODEREMOS CONTRIBUIR DECISIVAMENTE PARA REVERTER A PRIVATIZAÇÃO DOS CTT.

As Direcções dos Sindicatos: SNTCT – SINDETELCO – SINCOR – SINTTAV

 

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SNTCT – a força de continuarmos juntos!

PLENÁRIO/VIGÍLIA PT-MEO – LISBOA – 22 JAN

pt.meo cartaz 22 janeiro 2018

TRABALHADORES(AS) PT-MEO
22 JANEIRO 2018

14 HORAS – PLENÁRIO DE TRABALHADORES
17 HORAS – VIGÍLIA
Edifício PT-MEO – Picoas – Lisboa

  • Não aos despedimentos de Trabalhadores(as).
  • Não à permanência de Trabalhadores(as) sem funções (USP).

Convocatória da Frente Sindical

(SINTTAV- STPT- SINDTELCO – SNTCT – SINQUADROS – STT – SITESE)

com o apoio da CT-PT

A Direcção Nacional do SNTCT apela à participação de todos(as) os(as) Trabalhadores(as) PT-MEO nestas iniciativas independentemente da sua filiação (ou não filiação) sindical.

Informamos que foram convidadas a fazer-se representar a CGTP-IN e a UGT, estando a esta hora já confirmada a presença de Arménio Carlos, Secretário Geral da CGTP-IN.

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SNTCT – A força de continuarmos juntos!

Comunicado SNTCT CORREIOS 1-2018

ADM E ACCIONISTAS DOS CTT ESTÃO A ENGANAR AS POPULAÇÕES E O PAÍS
É URGENTE A INTERVENÇÃO DO GOVERNO
Basta de mau serviço às populações e às empresas para aumentarem os lucros aos accionistas.
O CONTROLO DOS CTT PELO ESTADO É URGENTE

Abra aqui o comunicado em formato PDF » » » 2018_1 CTT CORREIOS

Acções, lucros, dividendos, vendas de património, é disto que se fala, é a componente financeira que interessa.
A privatização dos CTT foi prejudicial para o País e para os Portugueses.
Medida errada e inexplicável decidida pelo PS e efectivada pelo PSD e CDS, não teria rendido o que rendeu – muito abaixo do seu valor real – se não tivesse sido atribuída uma licença bancária aos CTT.
Assim nasceu o Banco CTT, a chamada “galinha dos ovos de ouro” dos accionistas, nomeadamente do maior accionista – Manuel Champalimaud, que se dá ao luxo de deixar recados ao Governo e aos trabalhadores: (sic) “Manuel Champalimaud sustenta que, “se a decisão do Governo for acabar com esta concessão … nessa altura entra a concorrência estrangeira, a marca depressa desaparecerá e o quadro de pessoal aí sim, será muito sacrificado”.
É caso para dizer que depois de investimentos na REN e outros, o que está a dar são os CTT (leia-se banco), porque “é fácil, é barato e dá milhões”.
Subidas e descidas do valor das acções, aquisição de acções a baixo valor, dividendos pagos muito acima dos lucros, medidas tomadas à pressa sob a falsa justificação de uma pseudo reestruturação, mais não são que decisões para “bolsa ver” e para manter os chorudos dividendos e as muitas centenas de milhares de euros que a ADM/CTT recebe anualmente.
Além disso a gestão dos CTT utiliza o argumento de que a “carta” está a desaparecer e isso tem resultados negativos nas receitas dos CTT, o que é uma inverdade, porque as receitas com encomendas e outras correspondências de valor acrescentado têm aumentado.
O que tem desequilibrado as contas dos CTT são as assessorias, contratações com chorudos ordenados e investimentos no banco CTT.
Está em causa o serviço público e universal de correios com qualidade, estão em causa os direitos das populações e empresas, estão em causa centenas senão milhares de postos de trabalho, estão em causa os pontos de acesso – a estações de correio.
Quando já só existem cerca de 600 Estações de Correio, ainda querem fechar 22 e muitas outras se seguirão, provavelmente as que não têm balcões do Banco CTT, o correio já só é distribuído 1 vez por semana em muitas zonas, e é conhecida a intenção de despedir pelo menos 800 trabalhadores.
A confiança nos CTT junto da populações e empresas está a diminuir vertiginosamente sendo os trabalhadores dos CTT confrontados diariamente com reclamações, impropérios e nalguns casos ameaças.
ESTA SITUAÇÃO NÃO PODE CONTINUAR A SER IGNORADA POR QUEM DE DIREITO – ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA E GOVERNO!

O ESTADO TEM QUE TOMAR DECISÕES E ADMITIR INEQUIVOCAMENTE QUE FOI UM ERRO A PRIVATIZAÇÃO DOS CTT, ASSUMINDO A TOMADA DE MEDIDAS URGENTES PARA A REVERSÃO DA PRIVATIZAÇÃO.
SNTCT – A força de continuarmos juntos!
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