Este é o momento para avançar nos Direitos

O Governo PS preparou a proposta de Orçamento do Estado para 2019, ao mesmo tempo que avançou no acordo que fez com UGT e patrões para altear a lei laboral, genericamente, agravando-a. Apesar dos avanços e conquistas alcançados nos últimos 3 anos, apenas possíveis pela luta de quem trabalha e pela posição minoritária do PS na Assembleia da República, é preciso ir mais longe na reposição e conquistas de direitos.
É possível e necessário ir mais longe na reposição e conquista de direitos, bastaria ao Governo do PS responder às justas reivindicações dos jovens e dos trabalhadores e romper com a política de direita e a sujeição aos interesses do grande capital e aos ditames da União Europeia.
Este é o momento! Porquê?
Porque é agora que se discutem duas matérias de extrema importância para os trabalhadores, e em particular para os jovens trabalhadores – O Orçamento do Estado para 2019 e as alterações à legislação laboral.

Comunicado SNTCT Correios 5-2018

CTT CORREIOS
A SEREM DELIBERADAMENTE DESTRUÍDOS,
COM O SERVIÇO PÚBLICO A SER REDUZIDO A NADA, O RICO PATRIMÓNIO RECEBIDO DO ESTADO A SER DELAPIDADO
E O GOVERNO “A ASSOBIAR PARA O LADO”.

Abra aqui a versão PDF deste comunicado » » » 2018_5 CTT CORREIOS

O “REIZINHO” DOS CTT “VAI NÚ” E O GOVERNO FAZ QUE NÃO VÊ.

Administração da Empresa tenta iludir a verdadeira situação e vende “gato por lebre” na comunicação social, tentando justificar o injustificável. O Presidente dos CTT teve mesmo a distinta lata de afirmar que – foi isso que habilidosamente quis que ficasse na opinião pública – existe nos CTT quem só trabalhe 35 minutos por dia. Falta de decoro quando assim se pretende denegrir o trabalho e a dedicação de milhares de trabalhadores que, isso sim, muitos deles dão muitos “35 minutos” diários a mais de trabalho sem qualquer remuneração por isso.

• Nos últimos meses fecharam cerca de 40 Estações de Correio e, todas as semanas, se sabe de mais uma;
• Despediram, ainda que de forma encapotada (a dita rescisão por mútuo acordo), cerca de 400 trabalhadores;
• Os trabalhadores das Estações de Correio que restam, tenham elas Banco ou não, estão extenuados;
• Os Carteiros, afastados dos seus giros por via da junção/redução de Centros de Distribuição Postal, vêem diminuído o tempo de distribuição e, extenuados, ainda têm que ouvir as populações pelo atraso das correspondências;
• Com menos custos de exploração devido à redução da Rede Pública Postal e da qualidade do serviço (não cumprindo com isso ostensivamente a Lei), com uma quota de mercado acima dos 95%, com mais 21,1M€ de receita, a CE dos CTT anuncia uma redução dos lucros em 50%, passando os mesmos de 19,5M€ para 9.9M€.

BASTA! Senhor Ministro veja se acorda!

Ou está à espera que não sobre nada para depois o Estado ter que pagar, aos accionistas dos CTT ou a outros “rapazes amigos”, a reconstrução da Rede Pública Postal? Ou espera a derrocada total para reaver a Concessão do Serviço Postal Universal a custo zero e ajudar os CTT a, perdendo a concessão, ficarem com mais de 4.000 trabalhadores excedentes e, logo, “candidatos” ao despedimento colectivo previsto no Código do Trabalho? E o Senhor Ministro e o seu Governo ficarem de “mãos limpas” e poderem dar a Concessão a quem espera por ela desde que a privatização dos CTT entrou na ordem do dia através do Programa de Governo, de um Governo que o Senhor integrou?

Isso mesmo Senhor Ministro.

O Senhor sabe que a gente sabe que o Senhor sabe que nós sabemos que a sua inacção (inépcia? calculismo deliberado?) está a custar, a todos nós Portugueses, a destruição de um Serviço Público Postal que foi de qualidade e não o está a ser.

Um Serviço Público fundamental para a economia e coesão social e territorial do País.

Que o Senhor Ministro, com esse seu vaidoso e assoberbado “assobiar para o lado”, típico de quem quer pode e manda é, e será, tão ou mais responsável pela destruição dos quase 500 anos de história dos CTT (e do Serviço Público que lhe está concessionado) que Governo que antecedeu o seu e que, de forma criminosa e lesiva para os interesses de Portugal e dos Portugueses, privatizou os CTT Correios.

Assim não fosse e teria V.Ex.ª. e o seu Governo ouvido o SNTCT e os cidadãos e reservado, no Orçamento de Estado, uns míseros 500 milhões de Euros para renacionalizar os CTT, com o mesmo afinco com que reservou mais de 800 milhões de Euros para “salvar” os tais bancos, verdade Senhor Ministro?

Dizem os provérbios que “a presunção é a mãe de todas as asneiras” e “uma mentira estraga mil verdades”. A sabedoria popular caracteriza bem a situação actual nos CTT Correios.
O Serviço Postal Universal está pior que nunca, tal é a enorme diminuição da qualidade e universalidade do serviço, os CTT estão quase a deixar de dar lucro, o número de trabalhadores diminui às centenas, as Estações e os Postos de Correio diminuem assustadoramente, os marcos de correio são reduzidos para se poupar nas aberturas dos mesmos…!

Os Postos que estão instalados na Juntas de Freguesia fazem com que o Estado esteja a financiar uma empresa privada – CTT. A confidencialidade do serviço postal já não existe em centenas de postos agenciados. Os CTT alienaram, continuam e têm intenções de alienar a sua responsabilidade de prestação do Serviço Postal sobretudo no interior e norte do País (Beiras, Alentejo, Trás-os-Montes), contribuindo ainda mais para o aumento das assimetrias regionais.

Desde a privatização os CTT têm menos 553 trabalhadores, menos 7 Centros de Distribuição e menos 73 Estações de Correio. Se a esses números juntarmos todos os cortes na Rede Pública Postal desde 2009, durante a “preparação” para a privatização, quer durante o Governo de Sócrates (PS) quer depois, durante o Governo de Passos Coelho (PSD/CDS), que veio a concretizar a privatização – a destruição dos CTT é uma evidência que só não vê quem não quer.

A milagrosa e apetitosa licença bancária que foi dada aos CTT aquando da privatização, tem sido, infelizmente, um foco de equívocos, transferência de capital dos CTT para o Banco que hoje integra toda a actividade financeira, incluindo a Payshop, no mesmo, ou seja o serviço de correios é que está a financiar o banco. O Banco CTT é o que maior número de reclamações tem originado (em 2017 foram mais de 15.000 reclamações), facto que em nada abona a gestão dos CTT.

Entretanto, a pagar aos accionistas nos últimos 4 anos dividendos no dobro dos lucros obtidos, a gestão dos CTT tem ido “ás reservas” que mais não tem sido que o delapidar do património imobiliário dos CTT recebido do Estado aquando da privatização. Para se poder perceber esta questão e a descapitalização dos CTT-Correios não é, de certeza, necessário um curso superior de economia e finanças.

POR TUDO ISTO E PORQUE É URGENTE SALVAR O SERVIÇO PÚBLICO POSTAL PORTUGUÊS E SALVAGUARDAR O BEM-ESTAR SOCIAL E PROFISSIONAL DOS TRABALHADORES CTT,
O SNTCT NÃO DESISTE.

Junto da ANMP e da ANAFRE – Reafirmámos o pedido de reuniões à ANMP e à ANAFRE com o fim de com eles discutirmos a situação dos CTT Correios e as violentas quebras quer na sua estrutura e proximidade aos cidadãos. Isso e, a parte mais escabrosa, o financiamento do poder local à actividade de uma Empresa privada que, basicamente, vai cortando na qualidade do serviço prestado e, em muitos casos, passando para as autarquias o ónus da prestação dos serviços das Estações de Correio.

Junto da Assembleia da República – Entregámos em Janeiro de 2018 na Assembleia da República uma Petição, com cerca de 12.000 assinaturas, que exige da A.R. que legisle no sentido da REVERSÃO TOTAL DA PRIVATIZAÇÃO DOS CTT. Esta Petição continua assim, estranhamente por discutir, sem que haja qualquer explicação para esse facto.

Junto do Governo – Pedimos, insistimos, reinsistimos e, deixamos essa certeza, continuaremos a insistir, num pedido de reunião ao Sr. Ministro do Planeamento e Infraestruturas. Estranho silêncio o do Sr. Ministro cujo Governo tem muita urgência em salvaguardar no Orçamento de Estado para 2019 mais 800 milhões de Euros para o “salvamento” de Bancos privados e, para manter e recuperar a qualidade e defender o futuro do Serviço Postal Universal, não só nada faz como nada parece interessado em fazer.

É URGENTE A RENACIONALIZAÇÃO DOS CTT

Em 2013/2014 a Empresa foi vendida em bolsa por 909m€. Hoje, em Novembro de 2018, vale pouco mais de 503m€. A sua renacionalização é urgente e o SNTCT, garantimos, tudo continuará a fazer para que assim venha a acontecer antes que seja tarde demais.

SNTCT – A força de continuarmos juntos!

PETIÇÃO PELA CONSIDERAÇÃO, PARA TODOS OS EFEITOS, DA PROFISSÃO DE CARTEIRO COMO UMA PROFISSÃO DE DESGASTE RÁPIDO

PETIÇÃO PELA CONSIDERAÇÃO, PARA TODOS OS EFEITOS, DA PROFISSÃO DE CARTEIRO COMO UMA PROFISSÃO DE DESGASTE RÁPIDO

A Direcção Nacional do SNTCT, decidiu avançar com esta iniciativa que se afigura necessária tendo em vista o conseguirmos, agora por esta via, atingir um objectivo tantas vezes negado informalmente por quem de direito. Entendemos ser agora o tempo certo para o fazermos.

Aqui fica pois a Petiçao, para cujo texto, importa referir, contámos com o empenho e preciosa colaboração do nosso associado Pedro Longa, CRT no CDP das Caldas da Rainha.

CLARO QUE A PETIÇÃO É PARA SER ASSINADA PELOS CARTEIROS, MAS NÃO SÓ. QUALQUER TRABALHADOR DOS CTT OU QUALQUER CIDADÃO O PODE E, POR SER UMA CAUSA JUSTA, O DEVE FAZER.

Assina aqui em Petição Eletrónica » » »  http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT90904
Abre aqui a Petição em Formato PDF para recolha de assinaturas em papel » » »PETIÇÃO DESGASTE RÁPIDO CRT

Exmo. Senhor
Presidente da Assembleia da República
Assembleia da República
Palácio de São Bento
1249-068 Lisboa

PETIÇÃO

Para que uma profissão seja considerada de desgaste rápido há um conjunto de características que podem determinar essa caracterização:

1. PRESSÃO E STRESS
2. DESGASTE EMOCIONAL OU FÍSICO
3. CONDIÇÕES DE TRABALHO

Assim, considerando essas três características no caso concreto dos Carteiros:

1. PRESSÃO E STRESS
Na execução das suas tarefas diárias, os Carteiros estão sujeitos ao cumprimento rigoroso de um conjunto de prazos que se relacionam com o serviço postal na sua generalidade. Acresce que, também no desempenho da sua actividade, os Carteiros são responsáveis pela entrega de notificações judiciais, outras comunicações de entidades públicas e também correspondência relativa ao cumprimento de obrigações.
A pressão associada ao lapso na entrega ou a simples demora é manifestamente relevante, bem como os próprios ritmos que muitas vezes contribuem para uma acumulação de stress.

2. DESGASTE EMOCIONAL OU FÍSICO
Em situações normais o Carteiro inicia a prestação do seu trabalho às 06H30, podendo ainda executar as suas funções por turnos ou em horários descontínuos.
Por outro lado, imaginemos um Carteiro que tenha entrado para a profissão aos 20 anos e se reforme aos 66 anos.
Carga física de um carteiro apeado que trabalhe 46 anos:
• Num dia comum de trabalho irá puxar um carrinho com certa de 30 Kg durante 8 Km e 5 horas;
• Num mês irá puxar o mesmo carrinho com cerca de 660 kg durante 110 horas percorrendo 176 km;
• Num ano irá puxar o mesmo carrinho com cerca de 7260 kg durante 1 210 horas percorrendo 1 936 km;
• Em 46 anos irá puxar o mesmo carrinho com cerca de 333 960 Kg durante 55 660 horas, percorrendo 89 056 Km.
(Todo este esforço físico sem contemplar os degraus que irá subir e descer ao longo da sua carreira que serão centenas de milhares.)

Carga física de um carteiro motorizado em motociclo que trabalhe 46 anos:
• Num dia comum de trabalho irá conduzir um motociclo que pesa no mínimo 100 kg mais 30 ou 40 Kg de correspondência durante em média 60 km em 5 horas, em que terá de montar e desmontar do motociclo dezenas de vezes;
• Num mês irá conduzir um motociclo que pesa no mínimo 100 Kg mais 30 ou 40 Kg de correspondência durante 1 320 km em 110 horas, em que terá de montar e desmontar do motociclo centenas de vezes;
• Num ano irá conduzir um motociclo que pesa no mínimo 100 kg mais 30 ou 40 Kg de correspondência durante 14 520 km em 1 210 horas, em que terá de montar e desmontar do motociclo milhares de vezes;
• Em 46 anos irá conduzir um motociclo que pesa no mínimo 100 kg mais 30 ou 40 de correspondência durante 667 920 km em 55 660 horas, em que terá de montar e desmontar do motociclo dezenas de milhares de vezes.

Carga física de um carteiro motorizado em viatura de 4 rodas que trabalhe 46 anos:
• Num dia comum de trabalho irá conduzir um automóvel, no qual irá carregar em média certa de 200 kg (por vezes muito mais que este valor) de correspondência durante cerca de 75 km em 5 horas, em que terá de sair e entrar da viatura dezenas de vezes;
• Num mês irá conduzir um automóvel, no qual irá carregar em média cerca de 4 400 kg (por vezes muito mais que este valor) de correspondência durante cerca de 1 650 km em 110 horas, em que terá de sair e entrar de viatura milhares de vezes;
• Num ano irá conduzir um automóvel, no qual irá carregar em média cerca de 48 400 kg (por vezes muito mais que este valor) de correspondência durante cerca de 19 800 km em 1 210 horas, em que terá de sair e entrar de viatura milhares de vezes;
• Em 46 anos de trabalho irá conduzir um automóvel, no qual irá carregar em média cerca de 2 226 400 kg de correspondência durante cerca de 910 800 km. Em 55 660 horas, em que terá de sair e entrar da viatura centenas de milhares de vezes.

3. CONDIÇÕES DE TRABALHO
A prestação de trabalho do Carteiro, porque na maioria das vezes é desempenhada no exterior, está sujeita a um conjunto de adversidades climatéricas pouco comuns na generalidade das profissões. Desde logo, o Carteiro irá desempenhar as suas funções, sujeito aos elementos, durante 4 estações do ano.
Os carteiros, muitas vezes, enfrentam mudanças bruscas das condições climatéricas, acrescendo a isso o peso do carrinho que têm de transportar durante 4 a 5 horas do seu dia de trabalho (o que prejudica gravemente a coluna), ou a condução de um motociclo durante o mesmo período. A esse respeito cumpre referir que uma percentagem significativa de Carteiros padece de problemas físicos, nomeadamente na zona lombar.

Neste sentido, e face ao exposto, vêm os peticionantes abaixo-assinados requerer a V.ª Excelência que, nessa Assembleia da República, sejam envidados todos os passos necessários à consideração, para todos os efeitos, da profissão de Carteiro como uma profissão de desgaste rápido.

COMUNICADO SNTCT CORREIOS 4-2018

9 DE OUTUBRO DE 2018
DIA MUNDIAL DOS CORREIOS

Um Dia a celebrar, num País em que os CORREIOS e aqueles que são a sua razão de existirem e os que lhes dão corpo – os utentes/clientes e os que neles trabalham – e tão mal tratados são?

Abre aqui o comunicado na versão PDF » » » 2018_ 4 CTT Correios

Devemos celebrar este dia apesar de ontem a gestão dos CTT ter encerrado mais aquela Estação de Correios, anteontem ter moído a paciência daquele TNG até ele aceitar rescindir o seu contrato de trabalho (as pomposamente chamadas negociações), de hoje vir anunciar o encerramento daquele CDP e a consequente deslocação diária daquele CRT para quilómetros de distância, de amanhã obrigar aquele CRT a distribuir correio atrasado só porque lhe aumentaram o giro e/ou não substituíram o colega que se foi embora?
• Devemos celebrar as medidas economicistas de gestão e de interesses financeiros dos accionistas dos CTT que têm paulatinamente reduzido a Rede Postal Pública de qualidade e que era o motor de um bom serviço postal público? Devemos celebrar o corte e a deterioração desse serviço ao mesmo tempo que concomitantemente se desinveste no correio em favor do bendito Banco CTT? Devemos celebrar?
• Devemos celebrar a delapidação do património físico e de imagem dos Correios, que o capital privado recebeu do Estado no processo da criminosa privatização, só para que os já referidos accionistas recebam anualmente de dividendos mais do que a empresa, apesar de tudo, gera de lucros? Devemos celebrar?
• Devemos celebrar o desmantelar do Serviço Público de Correios em Portugal com base na falsa argumentação da quebra de procura? De uma quebra de procura que acontece e acelera sobretudo porque, deliberadamente, a gestão dos CTT reduz, a capacidade de resposta da Rede Pública Postal, que deveria manter e melhorar e que ao invés disso tudo faz para a afundar? Devemos celebrar?
• Devemos celebrar o verificarmos que em outros Países que responderam à substituição electrónica e outras com inovação (ao invés de deterioração premeditada), com uma melhor utilização das suas Redes Postais e melhores serviços (no combate ao abaixamento da procura), com a criação de Bancos Postais com intenções de manutenção e até de crescimento e nunca de cisão e/ou trampolim para mais um banco comercial, as quebras de mercado são infinitamente menores que em Portugal? Devemos celebrar?
• Devemos celebrar o perigoso caminho que traçaram e estão a percorrer com vista a que em 2020, nada reste dos CTT Correios e dos seus 500 Anos de História, a não ser a tão apetecida marca CTT? Devemos celebrar?

Neste Dia Mundial dos Correios, declarado pela União Postal Universal, de que Portugal é País fundador, o que devemos efectivamente celebrar?
Tudo o que atrás questionámos, ou, coerentemente e para respeitarmos um passado de 500 Anos de história e bons serviços, todos os que com o seu trabalho e esforço construíram e engrandeceram os Correios de Portugal, os que nele trabalharam e trabalham – os trabalhadores e as trabalhadoras CTT – bem como os que foram sempre a razão da sua existência, os que sempre recorreram aos seus bons serviços e, apesar de tudo, ainda recorrem – os Portugueses e as Portuguesas utentes do Serviço Público de Correios em Portugal?

Assim, neste dia 9 de Outubro de 2018, Dia Mundial dos Correios, saudamos todos os trabalhadores e todas as trabalhadoras dos CTT Correios que, ao longo de quase 500 Anos, honraram e honram o Serviço Público de Correios e, com isso, todos os portugueses e todas as portuguesas que durante esses mesmos 500 Anos souberam usufruir e defender os bons serviços daquele que, até há bem pouco tempo, nomeadamente até à ignóbil privatização foi, sem direito a quaisquer dúvidas, um dos melhores de correios do mundo – os Correios Portugueses.

Claro que nesta saudação não podemos nem queremos esquecer todos(as) os(as) Trabalhadores(as) deste sector, em constante evolução, dos serviços postais e afins.

VIVA… OS TRABALHADORES DOS CTT CORREIOS!
VIVA… OS TRABALHADORES DO SECTOR POSTAL E AFINS EM PORTUGAL!
VIVA… OS UTENTES E CLIENTES DO SECTOR POSTAL E ACTIVIDADES AFINS EM PORTUGAL!

Quanto aos CTT, só não vê quem não quer, urge a reversão da sua privatização. Ontem já era tarde!

SNTCT – A força de continuarmos juntos!

COMUNICADO SNTCT RANDSTAD 8-2018

RANDSTAD ASSUME COMPROMISSO COM A DGERT E O SNTCT E NÃO CUMPRE

Abra aqui a versão PDF deste comunicado » » »2018_8 RANDSTAD 1

Na última reunião na DGERT no dia 26 de Junho a empresa assumiu alguns compromissos que ate a data ainda não deu qualquer resposta, tendo a própria DGERT questionado o sindicato se já tinha recebido a informação que a Randstad se comprometeu a enviar.
Aqui fica a declaração para a acta dos representantes da empresa.
“Por último a RANDSTAD informou que podem elaborar uma resposta final às questões, agora colocadas pelo sindicato, dentro de uma semana, considerando que depois poderão passar ao diálogo normal e directo com as organizações sindicais.”
Como podemos verificar a empresa não cumpriu os compromissos que assumiu passados dois meses.
A Randstad não esta interessada no dialogo social nem respeita a vontade dos trabalhadores provocando o conflito.
Mais uma prova de falta de caracter, foi a empresa afirmar claramente que não ia atribuir o dia de aniversário aos trabalhadores que trabalham nos vários operadores. Após as negociações, para criar divisão entre os trabalhadores atribuiu o dia de aniversário aos trabalhadores que estão no operador NOS e não foi para todos, tendo sido aplicado só a alguns.
O SNTCT e a comissão sindical na empresa procuram de encontrar soluções que ponham fim à precariedade que a empresa procura impor, por via contratos precários, de baixos salários e do recurso a prémios para que possa impor ritmos e exigências no limite, facturar o máximo e deixar as migalhas para os trabalhadores.
Nas várias reuniões de trabalhadores, estes mandataram o SNTCT para desenvolver todas a formas de luta para que o seu regulamento e o caderno reivindicativo seja uma realidade!
Assim caso a empresa não altere a sua posição, o SNTCT irá ser realizar Plenários de trabalhadores, de forma a definir as acções mais adequadas e que obrigue a empresa ater de alterar as suas posições.

A luta vai continuar na Randstad

Visita a página do SNTCT em www.sntct.pt
SINDICALIZA-TE NO SNTCT
sntct – a força de continuarmos juntos!

CGTP AFIRMA – PREÇOS DE BENS ESSENCIAIS CORROEM O PODER DE COMPRA NO PERÍODO DE 2000 – 2017

CGTP AFIRMA

PREÇOS DE BENS ESSENCIAIS CORROEM O PODER DE COMPRA NO PERÍODO DE 2000- 2017

Comunicado de Imprensa nº 042/2018

Abra aqui este comunicado de imprensa » » » Preços de bens essenciais corroem o poder de compra no periodo 2000 2017

1. Diversas categorias de bens essenciais tiveram no período de 2000 a 2017 aumentos significativos de preços. É o caso das despesas de educação (81%), de habitação (75,6%, compreendendo a habitação, água, energia, gás e outros) e de transportes (53,2%), assim como as da alimentação e bebidas não alcoólicas (27,5%), de acordo com os dados publicados pelo Eurostat.

2. Estes aumentos têm um forte impacto no nível de vida dos trabalhadores por se tratar de bens que pesam muito nas despesas das famílias. De acordo com o último Inquérito às Despesas das Famílias 2015/2016, os encargos destas em habitação, transportes e alimentação representam 60% do total das despesas.

3. O facto das despesas com alimentação e bebidas não alcoólicas ter subido abaixo da média comunitária não significa que este acréscimo deva ser minimizado. O facto é que subiu 27,5% e sabe-se que a proporção da despesa gasta nesta rubrica tem maior peso nos orçamentos familiares mais baixos. Acontece que os países cujo rendimento médio é baixo são mais afectados pelo aumento de preços em categorias de despesa que respeitam a necessidades básicas.

4.Do mesmo modo, o aumento de preços em cada país deve ter em conta a distribuição do rendimento entre categorias sociais. Neste quadro é preocupante o facto de no 1º trimestre existirem 31,2% dos trabalhadores a auferir um salário igual ou inferior ao SMN. Para estes trabalhadores, cerca de 1 milhão e 251 mil, assim como para muitos outros com salários baixos o agravamento de preços em categorias básicas é muito mais penalizador.

5. A CGTP-IN alerta também para o aumento em espiral do preço da habitação e o forte impacto que tem tido nos orçamentos familiares, num quadro em que os salários estão longe de recuperar o poder de compra perdido no período da troika e do Governo PSD-CDS. Este aumento em espiral dos valores da habitação está relacionado com a formação de uma “bolha” imobiliária de natureza especulativa que é fortemente sentido em todo o país, com especial incidência nos grandes centros populacionais, como são os casos das Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto.

6. A CGTP-IN considera ainda a necessidades da adopção de medidas urgentes que reduzam significativamente os encargos das famílias com os transportes públicos. O investimento do Estado em transportes colectivos é essencial não só para no imediato travar o estado de deterioração declarado em que alguns se encontram, mas também para assegurar o transporte público em todo o país, a preços sociais e com qualidade. Estas medidas são tanto mais importantes quanto Portugal, em 2016, se situou no grupo dos países que menos investiram nos transportes (1,7% do PIB face a 1,9% na média da UE).

7. Estes dados confirmam a importância e urgência do aumento geral dos salários e das pensões, não só para fazer face a estes aumentos mas também para promover uma mais justa distribuição da riqueza, elevar as condições de vida dos trabalhadores e da população e empreender de forma sustentada o caminho da convergência com os restantes países da U.E.

Saudações Sindicais

Arménio Carlos Secretário-Geral

Comunicado SNTCT Correios 3-2018

ESTÃO A DESTRUIR OS CTT

ESTÃO A DAR CABO DO SERVIÇO UNIVERSAL DE CORREIO

O GOVERNO TEM QUE TOMAR COM URGÊNCIA A DECISÃO DE REVERTER A PRIVATIZAÇÃO DOS CTT

Abra aqui a versão PDF deste comunicado. Clique no neste link »» » 2018_ 3 CTT Correios

“Lacerda declara”, “Lacerda sublinha”, “Lacerda promete”, “Lacerda transforma”, são as parangonas que os meios de comunicação normalmente trazem sobre os CTT. Continuamos pois a aguardar que algum deles, um dia, tenha a coragem de mudar o disco e, assim, titular efectivamente a realidade, com um “Lacerda aufere centenas de milhares para dar cabo do serviço de correios”!

Ainda não há muitos anos, por exemplo em 2007 os CTT, empresa cujo capital era 100% do Estado Português, deu lucros anuais de 72,7 milhões de euros. Tinha mais 2500 trabalhadores do que tem hoje, tinha mais 1000 estacões e postos de correio do que tem hoje, prestava um serviço público e universal de qualidade.

Hoje, privatizados, os CTT dão 6,3 milhões de euros por semestre, as Estações de Correio têm enormes filas de espera, o correio é distribuído muitas vezes apenas uma vez por semana. Os utentes são mal servidos e as reclamações sobem em flecha.

O “mérito” desta situação desastrosa vai todo para o CEO Lacerda e seus pares.

Comparando o 1º semestre de 2018, com o de 2017, a situação nos CTT era a seguinte:

Lucro 6,3 Milhões €
Diminuição do lucro – 64,8%
Resultados operacionais + 3,0 Milhões €

Rendimento Correio + 761 Mil €
Rendimento correio expresso e encomendas + 11,1 Milhões €
Serviços financeiros – 9,3 Milhões €
Banco CTT + 1,9 Milhões €
Aumento das tarifas + 4,1%
Venda do edifício da R. da Palma + 1,7 Milhões €
Pagamento de dividendos a accionistas 57,7 Milhões €
Integração da Payshop no Banco – saíram dos CTT 6,4 Milhões €
Aumento do capital social do Banco – saíram dos CTT 25 Milhões €
Nº de trabalhadores no grupo CTT – 164
Gastos com pessoal – 1,5 Milões €
Nº Estações de Correio – 33
Indicador global da qualidade do serviço – 20%
Satisfação dos clientes – 6,3%
Valor das acções 2,99€
Desvalorização das acções – 46%

Em resumo, menos qualidade, menos postos de trabalho, menos estações de correio, menos distribuição de correio, menos lucros e património delapidado.

O País, as populações, o tecido empresarial/económico e os agentes culturais regionais e locais têm direito a um serviço público de qualidade, prestado atempadamente e que seja propiciador da coesão económica e social em todo o território Português.

A esmagadora maioria da população sabe que a privatização foi um erro e os decisores políticos, mesmo os que cobardemente o negam, também.

A esmagadora maioria dos utentes sabe o estado de degradação a que o serviço chegou. O ministro do Planeamento disse em Fevereiro de 2018 que a situação dos CTT é consequência da privatização a 100% da empresa feita pelo anterior governo (grande novidade) e que, lavando as mãos como pilatos, cabe agora ao regulador assegurar a qualidade dos serviços. Perante esta situação perguntamos:

DE QUE ESTÁ O GOVERNO À ESPERA
PARA REVERTER A PRIVATIZAÇÃO DOS CTT?

Porque é que o Governo empurra para o regulador e este aplica multinhas para que tudo continue na mesma?

Não vale a pena saber de quem foi a culpa da privatização. Todos sabem que foi. Importa sim, assumir que foi um erro e resolver a situação.

REVERTER DA PRIVATIZAÇÃO DOS CTT É URGENTE!

FAÇAM-NO, PÔRRA!!!!!

SNTCT – a força de continuarmos juntos!

Comunicado SNTCT Tempos Livres – 1-2019

PROTOCOLO PARA AQUISIÇÃO DE
LIVROS ESCOLARES
PARA OS FILHOS DOS ASSOCIADOS DO SNTCT

Livros 2018

Abra aqui o comunicado em formato PDF: 2018_01 CULTURA_TEMPOS LIVRES

No seguimento do sucesso do Protocolo celebrado nos anos anteriores entre o SNTCT e a Livraria Tio Papel – especialista em livros escolares – a mesma irá continuar a realizar 10% de desconto sobre o preço de capa dos livros escolares – 7º ao 12º Ano (ver em a) pág. 2), encomendados até dia 31 de Agosto de 2018.
A encomenda deverá ser feita para o email encomendas@tigrepapel.pt através do preenchimento da ficha em anexo (digitalizando-a depois de preenchida ou escrevendo no email de encomenda todos os dados solicitados bem como as indicações a colocar no campo observações).
A Livraria Tio Papel comunicará ao associado(a) do SNTCT o valor total da factura, valor que o mesmo pagará de acordo com forma estabelecida; transferência bancária, cheque ou cobrança postal (ª).
Após bom pagamento, quando a encomenda estiver pronta, a livraria entregará a mesma, junto com a factura, directamente nas suas papelarias (em Lisboa (Tigre de Papel, Rua de Arroios), Barreiro ou Sacavém) ou na sede do SNTCT, que por sua vez irá fazê-la chegar ao associado. No caso de optar pela Cobrança Postal a mesma será enviada pela Livraria Tio Papel directamente para casa do Associado ficando os portes e prémio de cobrança a cargo do mesmo.
Para além dos 10% de desconto, poderá ainda solicitar a plastificação dos seus livros por mais 1 euros por exemplar.
(ª) O valor total da factura poderá ainda ser pago em 3 vezes por via do envio de cheques pré-datados sendo o primeiro descontado pela Livraria Tio Papel antes do envio da encomenda.

PARA ESCLARECIMENTOS CONTACTAR SNTCT SEDE: 218428900 ou sntct@sntct.pt

SNTCT – A força de continuarmos juntos!
www.sntct.pt – www.facebook.com/sntct
A Direcção Nacional do SNTCT
SINDICATO NACIONAL DOS TRABALHADORES DOS CORREIOS E TELECOMUNICAÇÕES

Enviar por email para: encomendas@tigrepapel.pt

Nome do(a) Associado(a):
Nº de Associado(a):
Contacto Telefónico:
Morada do(a) Associado(a):
Empresa:
Local de Trabalho:
Nome da Escola da Criança:
Localidade da Escola:
Concelho da Escola:
Ano escolar a frequentar:

 

ATENÇÃO
Os livros vêm normalmente no chamado “Pack Pedagógico”, conjuntamente com os cadernos de actividades.
Assinale em “Observações”:
– Se quer a “Senha de Acesso” que substituiu o CD;
– Se não pretende algum dos cadernos de actividades;
– Se não deseja algum dos livros adoptados pela escola;
– se pretende algum livro com a capa plastificada.
a) OS MANUAIS DO 1º AO 6º ANO DE ESCOLARIDADE SÃO GRATUÍTOS.
PARA TAL, O MINISTÉRIO FORNECE UM VOUCHER POR VIA ELECTRÓNICA.
Também pode adquirir os livros relativos a esses anos de escolaridade na LIVRARIA TIO PAPEL, mediante troca do referido voucher.

Comunicado SNTCT Telecom 2-2018

NEGOCIAÇÕES DO ACT 2018 PT/ALTICE PORTUGAL
RESULTADO FINAL TERIA SIDO ACEITÁVEL SE NÃO FOSSE A MOBILIDADE FUNCIONAL
O SNTCT NÃO DEU ACORDO DE PRINCÍPIO PORQUE TEM DÚVIDAS SOBRE AS CONSEQUÊNCIAS DA APLICAÇÃO DA CLª 15 DO ACT
VAMOS AUSCULTAR OS NOSSOS ASSOCIADOS E DEPOIS TOMAREMOS UMA DECISÃO DEFINITIVA

Abra aqui a versão PDF deste comunicado » » » 2018_2 Comunicado Telecom

Face às propostas iniciais da Comissão Executiva sabíamos que este processo seria complicado porque todos conhecemos os princípios da MEO/Altice – poupar nos recursos humanos e maximizar os lucros.
Por outro lado, a MEO/Altice queria “aproveitar” para alterar também algumas cláusulas do ACT, ou seja, duma penada podiam conseguir os seus objectivos com o mínimo possível de acréscimo de custos.
Os Sindicatos da Frente Sindical, através das suas propostas levaram à alteração de posições por parte da empresa e ao fim de 2 meses de negociações, foi apresentada uma proposta que a MEO/Altice considerou final que não sendo consensual inclui muitas das nossas propostas:
• Aumentos no salário base, nalgumas matérias pecuniárias e benefícios;
• Compromisso do CEO de que não haverá despedimentos;

RESULTADOS DA NEGOCIAÇÃO.
A Empresa tinha inicialmente propostas inaceitáveis, pois eram muito negativas para os trabalhadores, nomeadamente no clausulado:
1. Mobilidade geográfica – pretendiam poder transferir trabalhadores abolindo a atual limitação máxima das 2 horas em transportes. Proposta que caiu pela oposição dos Sindicatos da Frente.
2. Horários Concentrado – pretendiam de forma unilateral flexibilizar os horários de trabalho de modo a que os trabalhadores fossem obrigados a fazer 10 horas diárias em 4 dias por semana. Esta proposta caiu pela oposição dos Sindicatos da Frente.
3. Mobilidade funcional. A Empresa pretendia alterar a Cláusula 15ª do ACT, de modo a que os trabalhadores fossem obrigados a exercer temporariamente funções não compreendidas na actividade contratada, sem referir expressamente a justificação e a duração previsível da mesma.
O SNTCT tem dúvidas e reservas acerca das consequências que esta alteração produziria nos direitos dos trabalhadores se esta imposição fosse consagrada na regulamentação colectiva (ACT).

TABELAS SALARIAIS, MATÉRIA SALARIAL E DE EXPRESSÃO PECUNIÁRIA:

1. Salários base
• Salários até 800€ inclusive, aumento de 25€.
• Salários a partir de 800€ até 1000€ inclusive, aumento de 20€.
• Salários a partir de 1000€ até 1500€ inclusive, aumento de 15€.
• Salários a partir de 1500 até 3000€ inclusive, aumento de 10€.
(de 3000 a 3009 euros aumento de 10€).
• Salários a partir de 3010€ inclusive, sem atualização.
2. Subsídio de grande altura
A Empresa aceitou pagar este subsídio no trabalho em Torres de Telecomunicações com altura a partir dos 30 metros contados a partir da base.
A 1ª subida sem necessidade de permanência mínima de 3h, atribui um subsídio de 13€.
Paga também, a 2ª intervenção desde que esta tenha pelo menos 3 horas de atividade na Torre.
No entanto, fica limitado ao máximo de 2 subsídios por dia, salvo casos excepcionais. Esta assumido o compromisso que o trabalhador pode receber mais de 2 subsídios por dia desde que os mesmos sejam justificados e aprovados pela Direção.
3. Subsídio de Turno
• Turnos de descanso semanal variável, o subsídio de 2,5% (salario base + diuturnidades) com o valor mínimo de 30€.
• Turnos de laboração contínua, 5%, com o valor mínimo de 60€.
4. Subsídio especial de refeição
O subsídio especial de refeição (refeições em trabalho suplementar), passa a ser igual ao valor do subsídio de refeição – 8,15€ (era 7,97 €).
5. Subsídio de Pequeno-almoço:
Passa de 1,95€ para 2€.

BENEFÍCIOS DE COMUNICAÇÕES:

• Para os trabalhadores na SCT e Pré-reforma, conseguiu-se alterar o valor do desconto de 50%, para 60%, a partir do próximo ciclo de facturação (previsão Agosto de 2018).
• Em sede de Comissão Paritária, no início de 2019, esta matéria voltará a ser discutida.
Para os trabalhadores do ativo foi criado um novo escalão (total pecuniário até 15.000€/ano)

Total pecuniário até 15.000€ Total pecuniário até 30.000€ Total pecuniário => 30.000€
PACOTE – MENSALIDADE PACOTE- MENSALIDADE PACOTE – MENSALIDADE
M5O 19,99€ M5O 24,99€ M5O 34,99€
M4OLIGHT (2CARTÕES) 14,99€ M4OLIGHT (2CARTÕES) 19,99€ M4OLIGHT (2 CARTÕES) 24,99€
M4O LIGHT (1CARTÃO) 9,99€ M4O LIGHT (1CARTÃO) 14,99€ M4O LIGHT (1CARTÃO) 19,99€
PACOTE 3P (TV+NET+TELEFONE 4,99€ PACOTE 3P (TV+NET+TELEFONE 9,99€ PACOTE 3P (TV+NET+TELEFONE 14,99€
6. Prémio de reforma/aposentação
Pagamento em dobro para os trabalhadores do ativo que se reformem na idade mínima legal ou por invalidez, até 31/12/2020.
Dois dias de dispensa por mês, a pedido do trabalhador, mantendo o subsídio de refeição nos 6 meses que antecedem o pedido de reforma.
Diminui o número de anos do prémio máximo de reforma/aposentação de 50 anos para 47 anos de antiguidade.
7. Progressões
Serão efectuados 200 movimentos de evolução profissional até ao final de 2018, sendo 100 Progressões e 50 Promoções e, ainda, mais 50 de progressões ou promoções consoante as necessidades da Empresa. No primeiro semestre de 2019 haverá mais 50 movimentos de progressão.
8. Férias
Será atribuído mais um dia de férias (em regra passa de 22 para 23) para quem não tenha qualquer falta injustificada no ano a que as férias dizem respeito, este aumento aplica-se já a partir de 1 de Janeiro de 2019.
9. PT/ACS
As partes acordam diligenciar no sentido de abordar conjuntamente a temática dos Planos de Saúde até ao final do 1º semestre de 2019, com vista a discutir a possibilidade de prolongamento das condições atuais do Plano de Saúde Clássico para além de 31 de dezembro de 2019.

O SNTCT continua na Frente Sindical porque considera que os interesses dos trabalhadores estarão melhor defendidos com a unidade na acção de todos os Sindicatos e porque estamos em crer que a MEO/Altice tem projectos para, futuramente penalizar os trabalhadores.
No entanto, os nossos princípios sindicais levam-nos a recusar as matérias que penalizam os trabalhadores nomeadamente o banco de horas, a mobilidade geográfica, horário concentrado e mobilidade funcional.

ORA, ESTA ÚLTIMA FOI O QUE LEVOU A QUE O SNTCT NÃO DESSE O SEU ACORDO DE PRINCÍPIO.
AGORA TÊM A PALAVRA OS SÓCIOS

Comunicado RANDSTAD 3-2018

A RANDSTAD VIOLA A LEI DA GREVE

E PROCURA COAGIR TRABALHADORES

Abre aqui a versão PDF deste comunicado » » » 2018-03 RANDSTAD

A RANDSTAD, após a Greve de 25 de Abril e 1 de Maio, informou os assistentes que nos dias de greve quem falta deve indicar o motivo pelo qual faltou, sob pena de ficar com falta injustifica.
A LEI 7/2009 DE 12 DE FEVEREIRO (CODIGO DE TRABALHO), É CLARA SOBRE ESTA MATÉRIA.
Os trabalhadores, sócios dos Sindicatos promotores da Greve ou não, assim como os não sindicalizados, estão cobertos pelo Pré-Aviso de Greve emitido dentro da Lei.
Esta medida, é uma “Grosseira” violação da Lei, e visa intimidar e limitar os trabalhadores para que de futuro abdiquem do direito á GREVE, direito que está na Constituição e na Lei.
Excerto da Lei 7/2009 Código de Trabalho:
Lei n.º 7/2009 de 12 de fevereiro
Aprova a revisão do Código do Trabalho
Artigo 530.º – Direito à greve
1 – A greve constitui, nos termos da Constituição, um direito dos trabalhadores. 2 – Compete aos trabalhadores definir o âmbito de interesses a defender através da greve. 3 – O direito à greve é irrenunciável.
Artigo 536.º – Efeitos da greve
1 – A greve suspende o contrato de trabalho de trabalhador aderente, incluindo o direito à retribuição e os deveres de subordinação e assiduidade. 2 – Durante a greve, mantêm-se, além dos direitos, deveres e garantias das partes que não pressuponham a efetiva prestação do trabalho, os direitos previstos em legislação de segurança social e as prestações devidas por acidente de trabalho ou doença profissional. 3 – O período de suspensão conta-se para efeitos de antiguidade e não prejudica os efeitos decorrentes desta.

Artigo 540.º – Proibição de coação, prejuízo ou discriminação de trabalhador
1 – É nulo o ato que implique coação, prejuízo ou discriminação de trabalhador por motivo de adesão ou não a greve. 2 – Constitui contra-ordenação muito grave o ato do empregador que implique coação do trabalhador no sentido de não aderir a greve, ou que o prejudique ou discrimine por aderir ou não a greve.
Artigo 543.º
Responsabilidade penal em matéria de greve A violação do disposto no n.º 1 ou 2 do artigo 535.º ou no n.º 1 do artigo 540.º é punida com pena de multa até 120 dias.
Iremos de imediato apresentar uma queixa junto da ACT.
Visita a página do SNTCT em www.sntct.pt
SINDICALIZA-TE NO SNTCT
SNTCT – a força de continuarmos juntos!

1 2 3 4