COMUNICADO CONJUNTO ALTICE 29-06-2021

NA ALTICE, VAMOS LUTAR CONTRA O “CRIME HUMANO”

NÃO O DESPEDIMENTO COLECTIVO DOS TRABALHADORES.

SIM AO DESPEDIMENTO COLECTIVO DA ADMINISTRAÇÃO.

A LUTA SINDICAL, SERÁ EM TODAS AS FRENTES.

 

Abrir aqui o comunicado em PDF: Comunicado Frente Sindical_20210628

 

DESUMANIDADE NUNCA VISTA. Desde que a Altice comprou a PT, muitos atentados contra os direitos dos trabalhadores têm sido praticados, são cerca de 6 anos de terror laboral, mas nunca se imaginou que a COMEX chegasse a este “crime humano”.

 

Para encher os cofres do accionista não pode valer tudo e muito menos contra os trabalhadores que geram a riqueza que corre para os “bolsos daqueles que só se preocupam em sacar o que podem de todas as formas, até as inimagináveis, como este “crime humano”.

Sabia-se que desde que a PT foi comprada pela Altice, o objectivo principal e talvez único desta, foi sempre o lucro e mais lucro por todos os meios e um dos mecanismos utilizados ao longo dos anos, tem sido a redução sistemática de efectivos, pelas várias formas, mas que chegassem a este “crime humano” da tentativa de Despedimento Colectivo, era impensável.

COMO É POSSÍVEL: Que uma Empresa com a estabilidade financeira que sistematicamente é apregoada e que segundo os discursos do Presidente Eng. Alexandre Fonseca, é líder em Portugal em todos os sectores onde opera.

Que o CEO diz que a Altice é um dos cinco maiores operadores de Telecomunicações da Europa.

Que o Presidente também escreveu, na “triste” mensagem que enviou aos trabalhadores, que a Altice “lidera um sector responsável por mais de 2% do PIB do País”.

Então uma Empresa destas tem necessidade de afrontar a vida dos trabalhadores anunciando um Despedimento Colectivo? Que falta de humanismo, Eng. Alexandre Fonseca.

Uma empresa que segundo dados conhecidos, em 2020 recebeu mais de 11 milhões de Euros de Fundos Comunitários por via de Fundação Altice e da Altice Labs, tem o desplante de pretender aplicar este “crime humano”? Para a Altice, a ganância não tem limites.

O CEO, confrontado com a situação do primeiro despedimento colectivo praticado pela Altice na Cabovisão, respondeu que era uma questão de sobrevivência.

Então para a Altice, este Despedimento Colectivo também é uma questão de sobrevivência?

A ARQUITECTURA DO “CRIME HUMANO”. A decisão de envolver cerca de 300 trabalhadores neste processo, foi obviamente do CEO.

Mas como ele não conhece a generalidade dos trabalhadores, a decisão passou depois para os Recursos Humanos a operacionalizarem no terreno.

Como estes também não conhecem a generalidade dos trabalhadores, então certamente foi solicitado às chefias locais, que é quem conhece os trabalhadores, que indicassem a relação nominal dos “indesejados”.

E vai daí, que os “capatazes”, se apressaram a elaborar a “Lista” e enviar para os Recursos Humanos para estes fazerem as “contas da dita solução vantajosa” (que descaramento de afirmação), que as devolveram depois aos “capatazes locais”.

De seguida, muitas das chefias locais, sendo “mais papistas que o papa”, têm-se prestado ao “trabalho sujo e sem escrúpulos”, de pressionar os trabalhadores “ou aceitas a RMA com este valor até ao dia 30 de Junho, ou vais para o despedimento colectivo”.

A Altice, não contente com tal afronta, aos trabalhadores que descontaram toda a sua vida activa para a PT-ACS, tem o “descaramento” de lhe propor que o Plano de Saúde se mantém um ano.

A partir da cúpula da gestão, como é possível que haja tanta falta de respeito por quem trabalha e tanta falta de sensibilidade humana e a partir dos “capatazes”, como é possível tanto servilismo.

Depois uns e outros admiram-se do que aconteceu há uns anos ao filho do Champalimaud.

É que um ser humano, que fica sem trabalho e sem as condições mínimas de sobrevivência, vê-se perdido e nessa altura pode fazer tudo.

ATITUDE DOS TRABALHADORES. Para a Frente Sindical, impõe-se que os trabalhadores ajudem a LUTA, resistindo e não têm prazos limites para responder ao imposto pelos RH.

Se algum trabalhador quiser negociar a RMA, está no seu direito, então deve fazer as contas para saber quanto receberia até à idade da Reforma/Aposentação e exigir esse valor à Altice.

A LUTA INEVITÁVEL. O processo deste “crime humano” tem que ser derrotado com a LUTA, porque nenhum trabalhador pode ser abrangido pelo Despedimento Colectivo, eles não estão a mais na Empresa. Quem está a mais, que é quem decidiu esta monstruosidade, então, esses sim, que sejam abrangidos, não deixariam saudades.

GREVE GERAL A 21 DE JULHO.

A Frente Sindical, na sua reunião da semana passada já decidiu um conjunto de lutas, às quais outras se seguirão, porque a COMEX, decidiu avançar com este “crime humano” no período das férias, mas a LUTA não vai de férias.

Assim, dia 21 de Julho, quando se comemoram os 4 anos da derrota da Transmissão de Estabelecimento (espinha que continua atravessada na garganta da COMEX), será um dia de Greve Nacional, com deslocação dos trabalhadores para Lisboa e Concentração Frente às Picoas e respeitando as regras da DGS, vamos demonstrar a nossa força e revolta para derrotar este “crime humano” e havemos de vencer mais esta batalha.

OUTRAS ACÇÕES. No plano Político, foi solicitada reunião urgente ao Senhor Primeiro-Ministro, que é ele que tem a responsabilidade política sobre a situação e semanalmente uma Delegação da Frente Sindical, deslocar-se-á à sua Residência oficial até ser recebida.

No Plano Sindical, a Frente Sindical reuniu com a CGTP que se comprometeu a apoiar a nossa luta em tudo o que seja possível.

AUDIÇÃO PARLAMENTAR. Já está marcada para dia 30 de Junho, uma audição com a Comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação da Assembleia da República.

GRUPOS PARLAMENTARES. A Frente Sindical vai envidar esforços em ser recebida pelos Grupos Parlamentares, porque a Assembleia da República não pode ficar alheia a este “crime humano”.

COMISSÃO EUROPEIA. A Comissão Europeia, através de Deputados portugueses, já tem conhecimento da situação, tendo sido solicitados dados importantes em relação à Altice e ao mesmo tempo que este organismo tome decisões adequadas à situação.

NO PLANO DA UNI. A UNI já foi informada desta inaceitável situação e certamente irá também fazer as démarches que considerar necessárias, que serão transmitidas aos sindicatos.

ANÁLISE JURÍDICA E ECONÓMICA. A Frente Sindical reunirá no dia 29 para analisar a situação no Plano Jurídico e Económica, para intervir também neste âmbito.

OUTRAS MEDIDAS. A Frente Sindical irá analisar semanalmente a situação e tomará as decisões que em cada momento se julguem necessárias nos vários Planos de LUTA.

DERROTAR ESTE “CRIME HUMANO” É UM IMPERATIVO NACIONAL.

A FRENTE SINDICAL FARÁ TUDO O QUE ESTIVER AO SEU ALCANCE, PORQUE NA ALTICE PORTUGAL NÃO PODE HAVER UM SÓ DESPEDIMENTO COLECTIVO.

TODOS JUNTOS E ORGANIZADOS, TEMOS FORÇA BASTANTE PARA DERROTAR MAIS ESTA INQUALIFICÁVEL AFRONTA A QUEM DEU TUDO O QUE PODE PELA EMPRESA E QUE POR ISSO NÃO PODE TER UMA TAL PAGA.

SINDICALIZAÇÃO.

TRABALHADOR DO GRUPO ALTICE, MAIS QUE NUNCA, A SINDICALIZAÇÃO É MUITO IMPORTANTE.

SINTTAV – STPT – SNTCT – STT – FE – SINQUADROS

 

COMUNICADO SNTCT CORREIOS 3-2021

SNTCT VAI APRESENTAR UMA PROPOSTA DE AUMENTO INTERCALAR PARA TODOS OS TRABALHADORES DOS CTT

Abre aqui o comunicado em PDF» » » 2021_3 CTT CORREIOS

Proposta de aumento intercalar CTT para 2021 (com efeitos a 1 agosto 2021)

  Remunerações até €1.080,61                                  –     € 7,00

  Remunerações de €1.080,92 até €1.451,51             –     € 6,50

  Remunerações de €1.451,52 até €2.853,17             –     € 6,00

 

Esta proposta é resultado do conhecimento que tivemos após o fim das negociações.

  • As contas de 2020                                                             –       Lucro de 16,7 milhões de euros
  • A distribuição de dividendos a accionistas                        –       12,75 Milhões de euros
  • A injecção capital no Banco CTT Janeiro 2021        –       10 Milhões de euros
  • O resultado do 1º trimestre de 2021                            –       Mais 8,7 Milhões de euros
  • Recompraram acções próprias para atribuir aos administradores executivos e quadros dirigentes                                                                         –     Até 8,25 Milhões de euros
  • Compraram empresas para diversificar o portefólio  –   Mais 7 milhões de euros
  • Os CTT diziam que para aumentos salariais só havia  –        Cerca de 1,63 Milhões de euros

Por isso:

  • FALTA DE DINHEIRO NÃO HÁ! O que há é uma tentativa de manter baixos salários e de acabar com a negociação salarial. Esta estratégia é comum à maioria das empresas privadas.
  • Não é com prémios, vouchers e bolos que se enganam os “tolos”, porque os trabalhadores sabem que para os Administradores e directores vão ser “recompensados” com a atribuição de milhares euros em acções.
  • Este processo foi e continua a ser uma vergonha e uma provocação que TEM QUE OBRIGATORIAMENTE TER UMA RESPOSTA POR PARTE DOS TRABALHADORES.

 

Agora que acabaram as negociações, que foi assinado o acordo e que em Junho vão ser pagos os aumentos com retroactivos a Janeiro, é preciso fazer um balanço do processo negocial.

O SNTCT considera claramente que os aumentos salariais negociados são insuficientes e que os CTT podiam e deviam ter ido muito mais longe. Do mesmo modo insistimos desde o inicio que era fundamental alterar as tabelas (anexos III e IV do AE/CTT) tendo em atenção que o aumento salário mínimo tinha obrigatoriamente que ser acompanhado por aumentos nas posições de referência seguintes para evitar que as diferenças fossem cada vez menores. Os CTT estiveram irredutíveis nestas matérias e como é preciso que as duas partes estejam de acordo, o máximo que se conseguiu foi que os CTT aceitassem negociar as tabelas no início de 2022, assim como trabalhar para alterar os critérios e valores do abono para falhas. Para além disso foi negociada admissão até ao final do ano de 130 trabalhadores para o quadro dos CTT.

Foi pouco? – Foi! Mas foi o máximo que conseguimos.

Havia matérias que o SNTCT considerava fundamentais:

  • Aumentos salariais refletidos nas tabelas salariais;
  • Aumentos para todos os trabalhadores (até à posição 8 do nível VII do anexo IV do AE;
  • Continuação da admissão de trabalhadores para o quadro da empresa.

Para além de:

  • Aumentos justos;
  • Reformulação de toda a matéria de promoções e progressão Salarial.

 

FOI UMA NEGOCIAÇÃO DIFÍCIL POR CAUSA DA INTRANSIGÊNCIA DOS CTT.

 

 

DE INÍCIO HAVIA POUCOCHINHO DINHEIRO, DEPOIS APARECERAM MAIS UNS TOSTÕES, MAS SEMPRE LONGE DE ATINGIR O QUE OS TRABALHADORES MERECEM.

 

 

FIZEMOS COM QUE OS CTT FOSSEM AUMENTANDO A SUA PROPOSTA E NO FINAL DEU ACORDO AOS AUMENTOS SALARIAIS, COM A PRESPECTIVA DE CONTINUAR A REIVINDICAR NOVOS AUMENTOS AINDA ESTE ANO.

 

Como atrás já dissemos, algumas coisas foram conseguidas e outras não, mas se é verdade que os nossos associados e os trabalhadores em geral manifestaram pouca apetência para lutar para alcançar maiores aumentos, também é verdade que a maioria considera que a posição dos CTT é profundamente injusta e que à luz de novos dados financeiros, estarão dispostos a lutar para tentar alcançar mais e melhores salários ainda este ano.

Em resumo, mesmo não estando completamente de acordo, TODOS os Sindicatos assinaram a revisão salarial. Se neste processo alguém se sente órfão, somente se pode queixar de si mesmo.

 

 

SNTCT VAI CONTINUAR A ESCLARECER E MOBILIZAR OS TRABALHADORES PARA MELHORAR OS SALÁRIOS, AS CONDIÇÕES DE TRABALHO E DEFENDER A QUALIDADE DO SERVIÇO UNIVERSAL

 

Iremos igualmente continuar a apoiar os trabalhadores a nível local ou regional nas acções de luta pela ocupação dos postos de trabalho com trabalhadores efectivos e substituição dos trabalhadores em férias.

O SNTCT vai mobilizar os trabalhadores da distribuição para se oporem à implementação do chamado projecto (em)trevo, porque ele contribui para uma maior sobrecarga de trabalho e aumento da exploração. O horário de trabalho é de 7h48 e ninguém pode nem deve aceitar trabalhar mais. O que os CTT querem é que cada trabalhador faça o trabalho de 2 ou 3, para além de piorar/atrasar a distribuição do correio, prejudicando desta forma os utentes.  

_____________________________________________________________

 

REVERSÃO DA PRIVATIZAÇÃO DOS CTT

 

O SNTCT tem efectuado ao longo dos últimos anos variadas acções junto das populações, dos órgãos de pode regional, dos órgãos de poder nacional e das comissões de utentes. Foram feitas dezenas de reuniões, de audições, acções de rua e, foram efectuadas várias greves.

Reunimos com grupos parlamentares, com o regulador (ANACOM) e com o Ministro das Infraestruturas.

O SNTCT defende claramente a renacionalização dos CTT porque é a única maneira de garantir a qualidade do serviço e a manutenção dos postos de trabalho. Esta opção será ainda possível se houver por parte do Governo uma actitude coerente e defesa dos interesses do Estado Português, por isso iremos continuar a efectuar as mais variadas acções até que seja conseguido o nosso objectivo – RENACIONALIZAÇÃO DOS CTT.

Também nesta matéria a luta vai continuar!

 

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sntct – a força de continuarmos juntos!

 

COMUNICADO FRENTE SINDICAL ALTICE – 24 JUNHO 2021

DESPEDIMENTO COLECTIVO NA ALTICE PORTUGAL

A LUTA É O CAMINHO QUE PODE TRAVAR ESTE ATAQUE INDIGNO AOS TRABALHADORES

Abrir aqui o comunicado em PDF » » » Comunicado Frente Sindical_20210624

Os Sindicatos da Frente Sindical reunidos no dia 23 de Junho, de manhã, menos de 24 horas após o anúncio do CEO da Altice Portugal, Eng.º Alexandre Fonseca, de um despedimento colectivo de cerca de 300 trabalhadores nas empresas da Altice em Portugal, decidiram rejeitar de forma veemente, inequívoca e pública esta afronta sem paralelo aos Trabalhadores da Empresa e suas ERCT.

Inqualificável. O CEO da COMEX convoca a CT para uma reunião às 12h00 do dia 22 e os 4Sindicatos para as 14h30 desse mesmo dia, mas às 12h10 já os trabalhadores estavam a receber a comunicação que ia ser transmitida às ERCT e a justificação de tal acto foi o “grande respeito pelos trabalhadores”.

Se o respeito pelos trabalhadores é anunciar a estes um despedimento colectivo, o que seria se não os respeitasse. Inqualificável

A Frente Sindical decidiu trabalhar em conjunto com a CT da MEO e desenvolver um conjunto de iniciativas e Lutas a realizar ainda em Junho e durante o mês de Julho, para impedir esta destruição unilateral de emprego na Altice Portugal.

A COMEX ao assumir que este despedimento colectivo é consequência de um posicionamento hostil das entidades reguladoras (ANACOM e AdC) acusando o Governo de conivência com uma estratégia hostil contra a Altice, está a usar uma “bomba atómica” do despedimento, procurando que perto de 300 trabalhadores e respectivas famílias sejam a “tropa de choque” para esta conseguir dos seus interesses “escondidos” de, com base no argumento do 5G, sacar dinheiro do erário público para os bolsos dos accionistas.

A Frente Sindical recorda que o Sr. Armando Pereira, quando comprou a PT Portugal em 2015 e foi confrontado com a reivindicação de um compromisso escrito para garantir que não iria fazer despedimentos na PT Portugal, assumiu pessoalmente que não era necessário nenhum documento porque bastava a sua palavra e assumiu que não haveria despedimentos. Está na hora de exigirmos aos donos da Altice Portugal que cumpram o que assumiram, pois “PALAVRA DADA É PALAVRA HONRADA”.

Como primeira iniciativa pública a Frente Sindical em conjunto com a CT da MEO já agendou:

CONCENTRAÇÃO DE ACTIVISTAS À PORTA DAS PICOAS

 DIA 25 DE JUNHO, SEXTA-FEIRA

DAS 12H ÀS 13.30H

VAMOS CONTESTAR O DESPEDIMENTO COLECTIVO E ANUNCIAR PUBLICAMENTE AS INICIATIVAS E LUTAS A DESENVOLVER EM JULHO.

(A Comunicação Social foi informada que será feita uma conferência de imprensa no local).

Terminamos este primeiro comunicado com uma citação do Papa Francisco que têm assumido recorrentemente que a ganância e a arrogância são armas dos fracos, já que “O DIREITO À PROPRIEDADE PRIVADA É “SECUNDÁRIO”.

Os Sindicatos da Frente Sindical Lutam por TI e por Todos! Trabalhador contamos contigo.

24/06/2021

Os Sindicatos Subscritores

SINTTAV – STPT – SNTCT – STT – FE – SINQUADROS

 

Comunicado SNTCT RANDSTAD 4-2021

  1. GREVE NACIONAL

10 JUNHO 2021

 Abre aqui o comunicado em PDF » » » 2021_4 RANDSTAD

A Randstad recusa-se a negociar escalas para feriados e fins-de-semana!

A Randstad foge ao pagamento do trabalho prestado em dia feriado!

 

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Como a Randstad não cumpre a Lei

 

GREVE NOS FERIADOS MUNICIPAIS

13 JUNHO EM LISBOA

24 JUNHO NO PORTO

 

 “SOMOS A VOZ DAS EMPRESAS”

 

A LUTA CONTINUA PELA INTEGRAÇÃO NAS EMPRESAS PARA QUEM PRESTAMOS SERVIÇO

 

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COMUNICADO SNTCT INTELCIA – 6-2021

GREVE NACIONAL

10 JUNHO 2021

Abre aqui o comunicado em bersão PDF» » » 2021_6 INTELCIA

A Intelcia recusa-se a negociar escalas para feriados e fins-de-semana!

A Intelcia foge ao pagamento do trabalho prestado em dia feriado!

 

**************************************************************************************

 

Como a Intelcia não cumpre a Lei

GREVE NOS FERIADOS MUNICIPAIS

13 JUNHO EM LISBOA

24 JUNHO NO PORTO

29 JUNHO EM ÉVORA

 

“SOMOS A VOZ DA ALTICE”

 

A LUTA CONTINUA PELA INTEGRAÇÃO NA ALTICE

 

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COMUNICADO SNTCT INTÉLCIA 5-2021

PLENÁRIO ON-LINE

TRABALHADORES DA INTELCIA

25 MAIO 2021

(Este plenário é ao abrigo do Art. 461 do C.T.)

 Abre aqui este comunicado em PDF » » » 2021_5 INTELCIA

Para poderes participar, deverás enviar um email para carlos.galvao@sntct.pt

Deverás também informar a tua chefia/teu responsável que irás participar no plenário

 

Com a participação do SIESI e da FECTRANS

TURNO DA MANHÃ início às 10.00H

TURNO DA TARDE início às 15.00H

Com uma duração previsível de 2 horas

 

Ordem de trabalhos:

  • PROCESSO NEGOCIAL (aumentos salariais e caderno reivindicativo)
  • MEDIDAS A TOMAR (formas de luta a desenvolver)
  • DIVERSOS

 

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COMUNICADO SNTCT INTELCIA 4-2021

INTELCIA AFIRMA SER “PRECOCE” NEGOCIAR SALÁRIOS AGORA E RECUSA DISCUTIR O CADERNO REIVINDICATIVO DOS TRABALHADORES

Abre aqui o comunicado em formato PDF »» » 2021_4 INTELCIA

No dia 28 de Dezembro de 2020, enviamos a proposta de aumentos Salariais e respetiva Fundamentação económica para o ano de 2021 à empresa. Que não se dignou a responder, o que nos obrigou a solicitar à DGERT/MTSSS que abrisse o processo de mediação de conflitos.

A DGERT convocou as partes para uma reunião, por videoconferência no dia 19 de Abril de 2021.

O advogado que estava a representar a empresa, começou por questionar se a convocação se dirigia à Intelcia Unipessoal ou à Intelcia Insorce, a convocatória da DGERT e disse que a solicitação do sindicato não foram claras. Não iriam discutir o caderno reivindicativo dos trabalhadores, pois o mesmo não constava da ordem de trabalhos enviada pela DGERT. O SNTCT, afirmou ser para a Intelcia Insorce, pois é ai que estão os nossos associados.

A representante dos recursos humanos da Intelcia começou por dizer, que esta não é uma altura oportuna, que a Intelcia apenas labora em Portugal há cerca de um ano, que nesse ano se procederam a 4 transmissões de estabelecimentos, a ultima em Dezembro de 2020, a empresa ainda está em movimento de organização e ainda tem necessidade de avaliar todo o processo.

O advogado da empresa, afirma entender a pretensão do sindicato em querer negociar aumentos salariais, mas a empresa garantiu a todos os trabalhadores um plano de saúde, a antiguidade e paga vencimentos adequados e garante os vencimentos que traziam das entidades empregadoras anteriores a cerca de 4000 trabalhadores, e a empresa neste momento não está em condições de proceder a aumentos, não quer dizer que mais tarde não o esteja.

O responsável de Operações da Intelcia afirma também que a empresa tem menos de um ano em Portugal isso deve ser considerado, foram assumidos todos os direitos e garantias aos trabalhadores transferidos que foram mais de 4000 nos últimos meses, ainda estamos a uniformizar os vencimentos e não existe muita disparidade entre eles. Intervenção repetitiva e por isso sem nexo.

O SNTCT respondeu, que com responsabilidades na Intelcia estão gestores como o diretor de operações ou a responsável dos recursos humanos, oriundos da Randstad, que já conhecem as propostas e reivindicações dos trabalhadores e do Sindicato, conhecem este mercado e a sua realidade, não há nesta proposta ou neste caderno reivindicativo nenhuma novidade, só não haverá negociação se do lado da empresa não houver vontade para tal. A Intelcia é uma empresa em que a Altice é o principal acionista e também esta conhece a realidade, as reivindicações dos trabalhadores  transmitidos seja da Randstad, da Manpower ou de outras ETT, por isso a nossa posição mantém-se, e vamos com os trabalhadores dar a resposta que estes e o SNTCT consideram correta e que venham a ser aprovadas.

O Inspector da DGERT, informa que das partes as posições estão muito afastadas, não parece possível haver alguma forma de entendimento, daremos o processo encerrado por agora e quando alguma das partes quiser, poderá ser reaberto.

Dois dias úteis depois, dia 26 de Abril, o SNTCT recebeu um e-mail da Intelcia a reforçar e confirmar tudo o que já tinha sido dito na reunião, que ainda não estava concluída toda a reorganização da empresa,  nem reunidas as condições para poder responder ao caderno “de encargos”, e informar que, apesar de não ter sido possível atingir um acordo, estará sempre atenta e disponível, para mais tarde podermos discutir estes e outros assuntos.

 

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COMUNICADO SNTCT RANDSTAD 3-2021

PROCESSO NEGOCIAL 2021

Aumentos salariais – Caderno reivindicativo   

Abre aqui o comunicado em formato PDF »» » 2021_3 RANDSTAD

No dia 28 de Dezembro de 2020, enviamos à RANDSTAD a proposta de aumentos Salariais e respetiva fundamentação económica para o ano de 2021. Não tivemos resposta, por esse motivo solicitámos à DGERT/MTSSS que abrisse o processo de mediação de conflitos.

A DGERT convocou as partes para uma reunião, por videoconferência no dia 22 de Março de 2021.

Após a apresentação da Proposta e do Caderno reivindicativo, por parte do SNTCT, a representante da empresa, começou por dizer que os 90 euros estavam fora de questão, seria impossível, mas que a Randstad no prazo de uma semana estaria em condições de apresentar uma contra proposta.

Quanto as matérias do Caderno Reivindicativo foi afirmado pela representante da empresa que em algumas matérias poderá ser possível atingirmos um acordo, e passamos a discutir as mesmas;

  • Redução do horário trabalho – IMPOSSIVEL;
  • Atribuição do dia de aniversário – Disponíveis para atribuir aos trabalhadores do projeto EDP e nos projetos NÓS e VODAFONE em que a gestão seja da Randstad;
  • Atribuição do Feriado municipal – Disponíveis para atribuir em sistema de rodízio que permita o funcionamento do serviço;
  • Atribuição do dia de Carnaval – FORA DE QUESTÃO;
  • Elaboração de escalas para fins de semana e feriados a ser apresentadas e dado conhecimento com pelo menos 3 meses de antecedência – Será difícil com tanto tempo, mas iremos solicitar aos serviços que organizem e apresentem uma proposta;
  • Custos do teletrabalho – Estamos cientes e sensíveis para a questão, iremos aguardar que saia legislação sobre o assunto;
  • Condições de Trabalho – Estaremos atentos e solicitamos que o Sindicato e os trabalhadores nos reportem de imediato as questões para podermos resolver.

Ficou então consensualizado entre as partes, voltar a reunir no prazo de uma semana para a RANDSTAD apresentar a contra proposta de aumentos salariais e concluirmos as restantes matérias.

O Inspector da DGERT, deu por terminada esta reunião, com o compromisso das partes reunirem em breve, e se no final se julgar necessário o Sindicato, voltar a solicitar a continuação deste processo na DGERT.

No dia 5 de Abril, o SNTCT e a RANDSTAD, voltaram a reunir por Videoconferência.

Por parte da RANDSTAD, foi dito que não tinha ainda sido possível apresentar uma contra proposta ao Sindicato.

Que no projecto EDP existe alguma dificuldade de acordar com o cliente (EDP) valores e matérias pecuniárias, mas a atribuição do dia de aniversário pode vir a ser uma realidade.

Nos projectos NÓS e VODAFONE, iram procurar melhorar os incentivos e os prémios adicionais.

De momento não estão em condições de poder evoluir mais nas propostas.

Perante esta situação, o SNTCT irá então novamente solicitar à DGRT a reabertura do processo de prevenção de conflitos.

 

ESTAMOS A DAR CONHECIMENTO AOS NOSSOS ASSOCIADOS E TRABALHADORES EM GERAL DO ANDAMENTO DO PROCESSO. COM OS TRABALHADORES IREMOS DECIDIR O QUE FAZER.

 

CENTRO DE CONTACTO DA NOS EM COIMBRA

O SNTCT questionou ainda qual o motivo para não termos recebido uma resposta ao mail enviado à empresa, a questionar o que na realidade se está a passar no Centro de Contacto da NOS em Coimbra.

Foi então dito, que como íamos ter esta reunião, a empresa optou por não responder ao mail, e dar essa explicação na reunião.

Por decisão da NOS, o Centro de Contacto de Coimbra irá encerrar, mantendo apenas os de Lisboa e do Porto.

A RANDSTAD decidiu então aos trabalhadores contratados a prazo (entre 29 ou 31) rescindir os mesmos o pagar o que era devido. Aos trabalhadores do quadro efectivo (entre 29 a 31) da RANDSTAD propor a sua recolocação, mas que apenas têm condições no projeto EDP em Lisboa, até agora ninguém está disponível para aceitar e terão de pagar o que a lei impõe por indeminização.

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COMUNICADO SNTCT VERTENTE HUMANA 2-2021

VERTENTE HUMANA RECUSA NEGOCIAR AUMENTOS SALARIAIS

Abre aqui o comunicado em formato PDF » » » 2021_2 VERTENTE HUMANA

No dia 28 de Dezembro de 2020, enviamos a proposta de aumentos Salariais e respetiva Fundamentação económica para o ano de 2021 à empresa. Que não se dignou a responder, o que nos obrigou a solicitar à DGERT/MTSSS que abrisse o processo de mediação de conflitos.

A DGERT convocou às partes para uma reunião, por videoconferência no dia 19 de Maio de 2021.

O SNTCT iniciou a apresentação verbal da proposta, e questionou aos representantes da empresa, se tinham alguma contraposta ou resposta a dar?

Os representantes da empresa afirmaram que quem fixa os vencimentos, são as empresas operadoras/utilizadoras, é uma imposição legal, é a Lei que obriga a isso.

Da parte do SNTCT foi dito, que em quanto empregadores, são os responsáveis pelos seus trabalhadores, que o nosso entendimento da Lei não é esse, temos inclusive um parecer do nosso gabinete jurídico que sustenta a nossa pretensão (parecer esse que foi enviado à VERTENTE HUMANA em 2020), iremos informar da resposta da empresa os trabalhadores e iremos recorrer às entidade competentes para fazer valer a nossa posição.

 

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COMUNICADO SNTCT CALL CENTERS 2-2021

MANPOWER RECUSA

A NEGOCIAÇÃO DE AUMENTOS SALARIAIS  

Abre aqui o comunicado em formato PDF » » » 2014_2 CALL CENTERS

No dia 29 de Dezembro de 2020, enviamos a proposta de aumentos salariais e respetiva fundamentação económica para o ano 2021 à MANPOWER, a empresa não respondeu. O que nos obrigou a solicitar á DGERT/MTSSS a abertura do processo de mediação de conflitos.

Realizou-se no dia 19 de Abril, a reunião convocada pela DGERT, em sistema de videoconferência.

O SNTCT iniciou a apresentação verbal da proposta, e questionou aos representantes da empresa, se tinham alguma contraposta ou resposta a dar?

A empresa respondeu que não tinha respondido, porque na sua opinião, o sindicato deverá negociar os aumentos de vencimentos, com as empresas/operadoras. Não dependem da MANPOWER, os valores dos vencimentos, estes são fixados pelo nosso cliente (As empresas/operadoras para quem prestamos o serviço de cedência de mão de obra), e nem o cliente aceitaria isso, assim não estamos disponíveis para negociar qualquer valor.

Por parte do SNTCT foi dito, que esse não é o nosso entendimento da lei, e que a MANPOWER era a entidade empregadora, logo os responsáveis.

O SNTCT tem um parecer do nosso gabinete Jurídico, que sustenta a nossa pretensão, assim iremos recorrer às entidades oficiais para fazer valer o nosso direito de negociação, o direito dos trabalhadores a terem aumentos salariais negociados. Por isso vamos junto das instituições fazer valer a nossa posição

 

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