COMUNICADO SNTCT CALL-CENTERS 3-2018

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GREVE GERAL DIA 1 DE MAIO 2018

PARA OS TRABALHADORES DOS CALL-CENTERS

(sector de comunicações e telecomunicações)

Abra aqui o comunicado em versão PDF » » » 2018-03 CALL CENTERS

O SNTCT exorta, todos os dirigentes, delegados e activistas sindicais, à intensificação da acção e da luta reivindicativa nos locais de trabalho das empresas e serviços, esclarecendo, sensibilizando e mobilizando os trabalhadores, tendo por objectivo a luta pelas suas reivindicações, designadamente:

• Aumento dos salários;
• Fixação de salários não inferiores a 600€ nas empresas e serviços;
• Erradicação da precariedade dos vínculos laborais, pelo emprego com direitos;
• Eliminação das normas gravosas da legislação laboral, com destaque para a revogação da caducidade e a reintrodução do princípio do tratamento mais favorável;
• Respeito pelo direito de negociação e o aumento dos salários dos seus trabalhadores;
• Melhoria do trabalho em regime de turnos e nocturno;
• Aumento do poder de compra, reposição da idade legal de reforma aos 65 anos e acesso à pensão de velhice, sem penalizações, com pelo menos 40 anos de contribuições;
• Melhor protecção social no desemprego;
• Reforço e melhoria do acesso aos serviços públicos e a garantia da universalidade na Saúde, no Ensino, na Segurança Social, na Justiça e na Cultura.

O SNTCT apela a todos para a mobilização, envolvimento e participação dos trabalhadores para a grande Jornada Nacional de Luta do 1º de Maio, que terá lugar em cerca de 40 localidades do país, pela melhoria das suas condições de vida e de trabalho e em homenagem aos heróis de Chicago de há 132 anos e às gerações de homens e
3/2018 12 Mai.
mulheres que deram e dão o melhor das suas vidas por um mundo mais justo que erradique a exploração do homem pelo homem.
Vamos fazer do Dia Internacional do Trabalhador, um Dia Nacional de Luta, de forte afirmação, na rua, das nossas reivindicações, por cada local de trabalho, serviço, empresa e sector, pela valorização dos trabalhadores e dos seus direitos, pelo aumento dos salários, a eliminação da precariedade, pela redução dos horários e contra a sua desregulamentação, por melhores condições de trabalho, pelo respeito dos direitos sociais e laborais, pela revogação das normas gravosas da legislação laboral.
Vamos fazer do 1º de Maio uma grande jornada de luta de todos os trabalhadores, por um Portugal desenvolvido e soberano.

Este pré-aviso abrange os trabalhadores das empresas:
Adecco – RH+ – Manpower – Vertente humana – Randstad – Grupo Egor – Talenter – Kelly Services – Contact

MANIFESTAÇÃO EM LISBOA 1 DE MAIO – 14.30H MARTIM MONIZ – ALAMEDA

A LUTA CONTRA A PRECARIEDADE VAI CONTINUAR!

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sntct – a força de continuarmos juntos!

25 de Abril

25 abril

25 de Abril, sempre!

Participa nas comemorações que decorrem um pouco por todo o País, com especial atenção para os desfiles/manifestações de:

Lisboa

Marquês de Pombal – 14h30

Porto
Largo Soares dos Reis – 14h30

Coimbra
Praça da República – 14h30

Faro
Mercado Municipal de Faro – 16h

NEGOCIAÇÕES PARA A REVISÃO DO ACT DA MEO-PT

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Estão a decorrer as negociações para a revisão do ACT da MEO-PT.

Sem prejuízo de informação SNTCT sobre esta matéria, que oportunamente enviaremos, deixamos aqui o comunicado conjunto relativo à 1ª sessão de negociação.

A Direcção Nacional do SNTCT

______________________________________________________________________

 

COMITÉ EXECUTIVO APRESENTA CONTRAPROPOSTA PARA O ACT ARGUMENTANDO COMO PREOCUPAÇÃO PRINCIPAL A MANUTENÇÃO DOS POSTOS DE TRABALHO

Abra este link para aceder ao comunicado em versão PDF » » » Comunicado ACT
Conforme anunciado decorreu dia 18 a 1ª sessão de negociação do ACT para 2018.

Nessa reunião esteve também presente o CEO da ALTICE PORTUGAL Engº Alexandre Fonseca para fazer o enquadramento em que a empresa se insere.

Uma grande preocupação na manutenção dos postos de Trabalho e da estabilidade de emprego na ALTICE PORTUGAL como compromisso principal.

A transformação da empresa numa empresa Tecnológica, a necessidade de recrutamento e renovação de competências para melhorar a eficiência, abordar e abranger novos mercados.

A necessidade de uma forte aposta na formação profissional adequada à evolução tecnológica e adaptação das competências dos Trabalhadores.

A manutenção da ALTICE PORTUGAL como o maior investidor em tecnologia do nosso país.

A manutenção de um forte investimento social e cultural como atitude diferenciadora da concorrência.

Face a este enquadramento o Comité Executivo apresenta como proposta inicial os seguintes princípios:

1. Garantir a actualização dos salários tendo em atenção o custo máximo do valor da massa salarial propondo que a distribuição dos valores deve ter em atenção as situações dos salários mais baixos.

2. Abertura para estabelecer um número mínimo de progressões/promoções em 2018.

3. Melhorar as matérias relacionadas com a Parentalidade, Faltas para o Acompanhamento Escolar do menor, Trabalhadores com capacidade reduzida, Férias, Dádiva de Sangue.

4. Adaptar a Mobilidade funcional (como forma essencial de garantir a empregabilidade), Transferências do local de trabalho.

5. Horarios concentrados, para possibilitar novo tipo de organização do trabalho em equipa.

Embora como se percebe, longe do que diz respeito à matéria salarial e pecuniária proposta pela Frente Sindical, regista-se no entanto o princípio da abertura para haver lugar a actualizações salariais e evolução profissional (Progressões/Promoções).
Regista-se também a abertura confirmada de analisar outras propostas dos Sindicatos em Matérias que contribuam para o desenvolvimento dos Trabalhadores e a estabilidade dos seus Direitos.

Ficam-nos no entanto e desde já sérias dúvidas, não só sobre até que ponto e de que forma o Comité Executivo poderá ir em matéria salarial e pecuniária, bem como os objectivos reais que pretende obter em Matéria de Mobilidade funcional, transferência do local de trabalho e horários concentrados.

Outra das reivindicações que os Sindicatos esperam obter concordância é no Pacote de Comunicações, tendo como principal objectivo a sua gratuitidade em analogia com o passado recente.

As reuniões de negociação serão semanais, duas sessões por semana, e pretende-se que o epílogo das negociações termine em meados de Junho.

20 de Abril de 2018

Os sindicatos: SINTTAV, STPT, SINDETELCO, SNTCT, SINQUADROS, STT, SITESE e FE

Comunicado Assembleia Geral 1-2018 – Assembleia Geral SNTCT

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ASSEMBLEIA GERAL DO SNTCT
5 de Maio de 2018
em
Figueira da Foz

CONVOCATÓRIA

Abre aqui o comunicado em formato PDF » » » 2018-01 ASSEMBLEIA GERAL SNTCT

Nos termos dos Artigos 54.º, 55.º alínea J, 56.º Ponto 1.º, 57.º e 58.º dos Estatutos do SNTCT, publicados no BTE, 1.ª S, nº 4 de 29 de Janeiro de 2007 e das alterações introduzidas e publicadas no BTE, 1ª Série, nº 21 de 8 de Junho de 2015, bem como do Regulamento da Assembleia Geral que lhe é anexo, convoco os associados do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações a reunir em Assembleia Geral, em primeira convocatória, no dia 5 de Maio de 2018, pelas 14 horas, no Auditório Municipal da Figueira da Foz, Rua Calouste Gulbenkian, na Figueira da Foz, com a seguinte ordem de trabalhos:

1. Discussão e deliberação sobre o Relatório de Actividades e as Contas de 2017;
2. Discussão e deliberação sobre o Plano de Actividades e o Orçamento para 2018;
3. Diversos.

Não estando presentes a maioria legal dos associados à hora indicada, ficam os associados convocados a reunir em Assembleia Geral meia hora depois, em segunda e última convocatória, no mesmo local e com a mesma ordem de trabalhos, funcionando a Assembleia Geral com qualquer número de associados presentes.
Lisboa, 5 de Abril de 2018
O Presidente da Mesa da Assembleia Geral
do SNTCT

Auditório Municipal da Figueira da Foz
(Edifício do Museu Municipal da Figueira da Foz)
Rua Calouste Gulbenkian – Figueira da Foz

PARTICIPA!

Iremos organizar transportes em autocarro de aluguer (de que comparticiparemos 80% do custo) a partir das diversas regiões onde o número de interessados o justifique. As Secções Regionais do SNTCT abrirão antecipadamente as inscrições para o efeito.

Atenção: Onde pelo número de inscritos não se justificar o aluguer de um autocarro qualquer outro tipo de comparticipação nas despesas de deslocação será analisada caso a caso mas, sempre, tratado antecipadamente sem o que não haverá comparticipação.

Contacta já a Secção Regional do SNTCT da tua área para que possamos dar início à organização dos transportes.

www.sntct.pt – www.facebook.com/sntct

SNTCT – A força de continuarmos juntos!

ALTERAÇÃO REGIME TRANSMISSÃO DE EMPRESAS OU ESTABELECIMENTOS

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COM UMA GRANDE SAUDAÇÃO AOS TRABALHADORES PT-MEO

PELO SEU GRANDE CONTRIBUTO, COM A SUA LUTA, PARA A ALTERAÇÃO DA LEI

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Alteração do regime da transmissão de empresas ou estabelecimentos (Lei nº 14/2018, de 19 de Março)

Para consultar o texto da Lei nº 14/2018 clique aqui » » » LEI 14_2018 – 19 MARÇO

A POSIÇÃO DA CGTP-IN QUE O SNTCT SUBSCREVE NA INTEGRA:

 

“Camaradas,

Foi publicada a Lei 14/2018, de 19 de Março, que altera o regime da transmissão de empresas ou estabelecimentos constante do Código do Trabalho.

O objectivo desta alteração do regime da transmissão de empresa ou estabelecimento é reforçar os direitos dos trabalhadores, consagrando novas garantias, bem como um conjunto de novos procedimentos destinados a assegurar a legalidade do processo e a própria fundamentação da transmissão, sob controlo da administração do trabalho; com o mesmo objectivo é ainda clarificado o conceito de “unidade económica” para efeito da transmissão.

A principal garantia inovatoriamente consagrada nesta Lei é o direito de oposição do trabalhador à transmissão do seu contrato de trabalho quando esta transmissão seja susceptível de lhe causar prejuízo sério, nomeadamente por manifesta falta de solvabilidade ou situação financeira difícil do adquirente ou pelo facto de a política de organização do trabalho deste não lhe merecer confiança (artigo 286ºA).

O exercício deste direito de oposição do trabalhador tem como consequência ou a manutenção do vinculo com o transmitente (ou seja a manutenção do contrato de trabalho com o seu empregador original), ou, designadamente no caso de a transmissão da empresa ser total, a resolução do seu contrato de trabalho com justa causa e direito a compensação.

Cumpre aqui salientar que o direito a compensação pela resolução do contrato de trabalho com justa causa dependerá sempre da alegação e prova da existência de justa causa, neste caso concreto da alegação e prova de prejuízo sério para o trabalhador resultante da transmissão da empresa, em acção judicial intentada para o efeito.

Significa isto também que, em qualquer caso, não basta ao trabalhador alegar a existência de um prejuízo sério, terá que provar a sua existência decorrente nomeadamente de um dos factores expressamente definidos no nº1 do artigo 286ºA.

Outras novas garantias dos direitos dos trabalhadores em caso de transmissão são:

• O esclarecimento de que, em caso de transmissão dos contratos de trabalho, os trabalhadores mantêm todos os direitos contratuais e adquiridos, nomeadamente 
retribuição, antiguidade, categoria profissional e conteúdo funcional e benefícios sociais (artigo 285º, nº 3);

• O alargamento da responsabilidade solidária do transmitente pelos créditos emergentes do contrato de trabalho, sua violação ou cessação, bem como pelos correspondentes encargos sociais, vencidos até à data da transmissão, aos dois anos subsequentes a esta transmissão (artigo 285º,nº6);

• A possibilidade da legalidade e legitimidade da transmissão da empresa ou estabelecimento serem escrutinadas pela ACT (artigo 285º, nºs 8 e 9) e pelos próprios trabalhadores e seus representantes (artigo 286º);

• A garantia de que os efeitos produzidos pelo instrumento de regulamentação colectiva que vincula o transmitente, pelo menos no que respeita à retribuição do trabalhador, categoria e respectiva definição, duração do tempo de trabalho e regimes de protecção social substitutivos dos regimes públicos, se mantêm após o termo do respectivo prazo de vigência ou, em alternativa, findos 12 meses contados da transmissão, caso não seja aplicável ao adquirente qualquer instrumento de regulamentação colectiva de trabalho (artigo 498º).
O novo regime decorrente desta Lei 14/2018 entra em vigor no dia 20 de Março.

Não obstante considerar que estas alterações podem tornar o regime da transmissão de empresa ou estabelecimento mais claro e transparente e logo menos permeável a utilizações abusivas, a CGTP-IN alerta novamente para o facto de o novo regime agora instituído não constituir um meio ou instrumento idóneo para a resolução de processos concretos em curso, de que é exemplo o processo da PT/Altice, designadamente porque as novas disposições da lei não têm aplicação retroactiva.

Saudações Sindicais,

José Augusto Oliveira

Comissão Executiva do Conselho Nacional

CGTP-IN”

COMUNICADO SNTCT RANDSTAD 2-2018

rANDS 2018-01 A

GREVE GERAL
RANDSTAD
28 MARÇO

Abre aqui o comunicado em formato PDF » » » 2018-2 RANDSTAD

Esta Greve abrange todos os trabalhadores da Randstad do sector das comunicações e telecomunicações independentemente do operador onde estão a trabalhar.
Os trabalhadores estão determinados a lutar para conseguir os seus objectivos e continuar a reivindicar os seus direitos.

Os trabalhadores da Randstad estão firmes nas suas exigências e propuseram várias acções de luta para alcançarem as suas reivindicações.
Os trabalhadores mostraram a sua indignação por falta de resposta ao caderno reivindicativo e ao regulamento interno. já apresentados em 2017 e Janeiro de 2018.
Os trabalhadores avançaram com marcação de greve geral para dia 28 de Março, e assumiram dar continuidade á luta caso a empresa continue a não dar resposta ás suas reivindicações.
As propostas dos trabalhadores fazem parte de um caderno reivindicativo do qual a empresa só actualizou o subsídio de almoço de 5,25€ para 6€ para os trabalhadores da Randstad que estão na MEO.
Os trabalhadores da Randstad que estão na Vodafone continuam com 5.25€ e os trabalhadores que estão na NOS tem vários valores em que o mais alto é de 7€. Nesse sentido a reivindicações dos trabalhadores é a actualização para os 7€.
Os trabalhadores da Randstad querem ver actualizados os seus salários, a atribuição de anuidades e diuturnidades, dia do aniversário do trabalhador, pausas de 5 minutos no mínimo para todos os trabalhadores, subsídio de pequeno-almoço, actualização do trabalho suplementar, descanso compensatório, escalas de feriados natal e fim de ano, carreiras e evolução para todos os trabalhadores.
O SNTCT e os trabalhadores, considerando que o processo está parado desde 22 de Novembro decidiram voltar com o processo para a DGERT – Ministério do Trabalho para dar continuidade á negociação. O SNTCT tem estado desde a primeira hora ao lado dos trabalhadores com propostas concretas e objectivas. Todas as propostas têm saído do seio dos trabalhadores e concretizadas em colectivo para serem elaborados os respectivos cadernos reivindicativos.
Não há duvidas que o SNTCT trabalha os problemas concretos dos trabalhadores e trabalhadoras da Randstad como é exemplo a questão das pausas que a empresa tentou retirar e que os trabalhadores continuam a usufruir dos 5 minutos por hora na MEO. Também relativamente as compensações do tempo de trabalho que a empresa quer que os trabalhadores compensem relativamente aos anos anteriores.
Os descontos indevidos pelos atrasos dos trabalhadores que são descontados ao final do mês, a empresa só podem descontar quando perfizer um dia de trabalho. Nesta matéria o SNTCT vai participar a ACT.
É no SNTCT que os trabalhadores devem estar sindicalizados para realizarmos eleições de delegados sindicais em todos os locais de trabalho. Trabalhador sindicalizado é um trabalhador mais protegido!
Os trabalhadores vão lutar:
• Por aumentos salariais
• Pela valorização do trabalho
• Pelo fim do seu vínculo precário
• Por melhores condições de trabalho
• Pela negociação do caderno reivindicativo
• Pela integração nos operadores onde prestam serviço
• Pela integração nos operadores onde prestam serviço
28 MARÇO 15H
MANIFESTAÇÃO
Cais do Sodré
Assembleia da Republica

A luta vai continuar na Randstad
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SINDICALIZA-TE NO SNTCT

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Comunicado SNTCT Call Centers 2-2018

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OS TRABALHADORES DOS CALL-CENTERS
EM GREVE NO DIA
28 DE MARÇO
No sector de comunicações e telecomunicações

NÃO HÁ VOLTA A DAR
A PRECARIEDADE E BAIXOS SALÁRIOS SÃO PARA ACABAR

Os trabalhadores vão lutar:
• Por aumentos salariais
• Pela valorização do trabalho
• Pelo fim do seu vínculo precário
• Por melhores condições de trabalho
• Pela integração nos operadores onde prestam serviço

Abre aqui o comunicado em formato PDF » » » 2018-2 CALL CENTERS

A precariedade do emprego é um instrumento de chantagem e de assédio moral sobre os trabalhadores que visa limitar o exercício dos direitos laborais e as reivindicações por melhores salários e condições de trabalho, tendo como objectivo baixar os custos do trabalho e dispor de mão-de-obra facilmente descartável de acordo com as conveniências do patronato.
A luta vai ser necessária para por fim à mão-de-obra barata e sem direitos, por mais e melhor emprego e condições de trabalho passa, necessariamente, pela participação, acção e luta dos trabalhadores, só assim é possível alterar a actual situação.
Para combater a precariedade é necessário:
• Terminar com as normas gravosas do código do trabalho, nomeadamente as medidas que promovem os despedimentos e fomentam a precariedade.
• Que a cada posto de trabalho permanente corresponda um vínculo de trabalho efectivo.
• O fim da subcontratação e do aluguer de mão-de-obra seja no privado ou no público.
A contratação colectiva e um instrumento dos trabalhadores para garantir mais e melhores direitos. NÃO ABDICAMOS DELA!

Este pré-aviso abrange os trabalhadores das empresas: Adecco – Manpower – Vertente humana – Randstad – Grupo Egor – Talenter – Kelly Services – Contact

Os trabalhadores devem sindicalizar-se no SNTCT para realizarmos eleições de delegados sindicais e formarmos as comissões sindicais de empresa, trabalhador sindicalizado é um trabalhador mais protegido!
28 MARÇO
MANIFESTAÇÃO
Cais do Sodré
Assembleia da Republica

A LUTA CONTRA A PRECARIEDADE VAI CONTINUAR!

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FALECEU O CAMARADA PACHECO VIEIRA, EX-PRESIDENTE DA MESA DO PLENÁRIO DO SNTCT

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Manuel Ernesto PACHECO VIEIRA

28-06-1940 – 18-02-2018

Associado 13948 do SNTCT

Ex-Presidente da Mesa do Plenário Nacional do SNTCT

Faleceu ontem Manuel Ernesto Pacheco Vieira que, no princípio dos anos 90 foi Presidente da Mesa do Plenário Nacional do SNTCT.

Aposentado desde 1992, o camarada Pacheco Vieira era Engenheiro de Telecomunicações de profissão e foi o último responsável pelo serviço de Telégrafo, DST, dos CTT- Correios e Telecomunicações de Portugal, Empresa Pública.

Com a partida deste camarada ficamos mais pobres mas, conhecendo-o como o conhecíamos, continuarmos a nossa luta é a melhor forma de o homenagearmos.

À família do camarada Pacheco Vieira a Direcção Nacional do SNTCT apresentou já condolências e far-se-á representar no funeral.

Até sempre camarada Pacheco!

Nota: O corpo encontra-se em câmara ardente na Igreja do Santo Condestável (Campo de Ourique) em Lisboa, donde sairá hoje às 14H00 para o Cemitério dos Olivais onde será cremado.

PLENÁRIO/VIGÍLIA PT-MEO – LISBOA – 22 JAN

pt.meo cartaz 22 janeiro 2018

pt.meo cartaz 22 janeiro 2018

TRABALHADORES(AS) PT-MEO
22 JANEIRO 2018

14 HORAS – PLENÁRIO DE TRABALHADORES
17 HORAS – VIGÍLIA
Edifício PT-MEO – Picoas – Lisboa

  • Não aos despedimentos de Trabalhadores(as).
  • Não à permanência de Trabalhadores(as) sem funções (USP).

Convocatória da Frente Sindical

(SINTTAV- STPT- SINDTELCO – SNTCT – SINQUADROS – STT – SITESE)

com o apoio da CT-PT

A Direcção Nacional do SNTCT apela à participação de todos(as) os(as) Trabalhadores(as) PT-MEO nestas iniciativas independentemente da sua filiação (ou não filiação) sindical.

Informamos que foram convidadas a fazer-se representar a CGTP-IN e a UGT, estando a esta hora já confirmada a presença de Arménio Carlos, Secretário Geral da CGTP-IN.

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Comunicado SNTCT RANDSTAD

2018 01 RANDSTAD A

CADERNO REIVINDICATIVO
RANDSTAD 2018
(Empresas do sector das Comunicações e Telecomunicações)

Abre aqui o comunicado na versão PDF » » » 2018_1 RANDSTAD 2

Após as várias reuniões e contactos com centenas de trabalhadores da Randstad II que trabalham no sector das Comunicações e Telecomunicações em Call Center, BackOffice e nas lojas dos vários operadores, concluíram manter as reivindicações criando regras transversais a todos os operadores para os trabalhadores da Randstad II.
As reivindicações são as seguintes:
Salários
Os salários a 1 de Janeiro de 2018 de 600 euros mais o diferencial que foi imposto pelo Governo no aumento do salario mínimo nacional no valor de 23 euros que perfaz 623€.
Passa a ser o salario mínimo na empresa a 1 de Janeiro de 2018.
Para os trabalhadores que não contam nesta tabela por falta de informação da empresa o aumento salarial para estes trabalhadores e de 2,5%
Anuidades e Diuturnidades
Os trabalhadores têm direito a uma anuidade por cada ano no valor mensal de 6 euros mensais.
Quando perfizerem 5 anos vencem a primeira diuturnidade no valor de 30 euros a pagar mensalmente.
As anuidades e diuturnidades produzem efeitos a 1 de Janeiro de 2017
Subsídio de alimentação
Actualizar o subsídio de alimentação para o valor mais alto de 7 euros praticado na NOS para todos os trabalhadores a Janeiro de 2018.
• O subsídio de refeição será pago diariamente, ainda que o trabalho seja prestado em dia de descanso do trabalhador
• Para os trabalhadores com carga horaria diária de oito horas, há lugar ao pagamento de meio subsídio de alimentação, quando prestam 4 horas de trabalho.
Não será deduzido o subsídio de alimentação referente as horas relativas a:
a) Reuniões com a empresa desde convocadas por esta;
b) Acções de formação desde que convocadas pela empresa;
c) Faltas dadas pelos trabalhadores-estudantes quando resultam da acumulação das horas de dispensa;
d) Serviço de bombeiro voluntário, pelo tempo necessário a acudir a emergências;
e) Dádivas benévolas de sangue;
f) Exercício da actividade sindical nos termos da lei.
Subsídio de pequeno-almoço
Alargar o pagamento do subsídio de pequeno-almoço pago aos trabalhadores que estão no operador MEO a todos os trabalhadores do sector das comunicações e telecomunicações da Randstad.
Dispensa do trabalhador no dia de Aniversário
Atribuição de dispensa no dia de aniversario do trabalhador/a
Trabalho suplementar
1- O trabalho suplementar é pago pelo valor da retribuição horária com os seguintes acréscimos:
a) 50% pela primeira hora ou fracção desta e 75 % por hora ou fracção subsequente, em dia útil;
b) 100% por cada hora ou fracção, em dia de descanso semanal, obrigatório, complementar, ou feriado.
Prestações relativas a dia feriado
2 – O trabalhador tem direito à retribuição correspondente ao trabalho efectuado em dia feriado, não podendo o empregador escalar o trabalhador nesse dia.
3 – O trabalhador que presta trabalho normal em dia feriado em empresa não obrigada a suspender o funcionamento nesse dia tem direito a descanso compensatório de igual duração ou a acréscimo de 100 % da retribuição correspondente.
Descanso compensatório
Quando o número de horas de trabalho suplementar atinja o mesmo número de horas do trabalho normal, o descanso compensatório deverá ser gozado nos 90 dias seguintes.
Quando o trabalho suplementar impede o trabalhador de gozo do descanso diário, este tem direito a descanso compensatório remunerado equivalente às horas de descanso em falta e deverá ser gozado num dos três dias úteis seguintes.
Quando o trabalhador presta trabalho em dia de descanso semanal obrigatório, tem direito a um dia de descanso compensatório remunerado, a gozar num dos três dias úteis seguintes.
Escalas de trabalho para feriados, Natal e Fim de Ano
As escalas destes dias devem ser organizadas em sistema de rodízio de modo a que os trabalhadores não vejam prejudicada sistematicamente a sua vida familiar.

Pausas
Os trabalhadores têm direito a uma pausa de 5 minutos por cada hora de trabalho
Se o trabalhador praticar horário contínuo tem direito a uma pausa especial de 30 minutos.
Estas pausas servem para a recuperação ergonómica e psicologicamente e recuperação da fadiga do trabalhador/a.
Para os devidos efeitos as paragens por necessidades e fisiológicas e médicas não contam para estas pausas.
Carreiras e evolução salarial
Categoria Evolução na categoria Observações
De 0 a 6 meses De 6 a 12 meses
Operador júnior 623€ 623€ +10€
De 12 a 18 meses De 18 a 24 meses
Operador sénior 623€ + 20€ 623€ + 30€
De 24 a 32 meses De 32 a 36 meses
Operador principal 623€ + 40€ 623 + 50€ A criar

Por concurso interno os operadores principais prioritariamente podem concorrer a RE
De igual modo, os trabalhadores em cargos de supervisão, coordenação e gestão, deve ser feito por concurso interno, a semelhança dos operadores.
Todas estas matérias farão parte do regulamento interno já apresentado a Randstad.
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