Comunicado Mesa da Assembleia Geral – 1-2020

Sobre as duas Assembleias Gerais do SNTCT

realizadas em 16 de Dezembro de 2020

Abre aqui o comunicado em formato PDF: 2020_01 SNTCT MESA DA ASSEMBLEIA GERAL

ASSEMBLEIA GERAL ELEITORAL DO SNTCT
DESCENTRALIZADA POR LOCAL DE TRABALHO
REALIZADA EM 16 DEZEMBRO 2019
RESULTADOS FINAIS

Na sequência da votação realizada no passado dia 16 de Dezembro de 2019, para a eleição da Mesa da Assembleia Geral, Direcção Nacional e Conselho Fiscalizador do SNTCT para o quadriénio 2019-2023, feito o escrutínio dos votos, apuraram-se os seguintes resultados finais:

Ponto único da Ordem de Trabalhos:
• Proceder à eleição da Mesa da Assembleia Geral, da Direcção Nacional e do Conselho Fiscalizador para o quadriénio 2019-2023.

NÚMERO DE VOTANTES 1921
VOTOS LISTA A 1831
VOTOS EM BRANCO 75
VOTOS NULOS 15

Perante os resultados do escrutínio proclama-se que:
• Foi eleita a Lista A candidata à Mesa da Assembleia Geral, Direcção Nacional e Conselho Fiscalizador do SNTCT para o triénio 2019-2023 com 1831 votos a favor.

Viva o SNTCT!
A Comissão Eleitoral Nacional e a Mesa da Assembleia Geral desejam felicitar todos(as) os(as) associados(as) do SNTCT pela decisão e também a Lista vencedora, que tomará posse dentro dos prazos legais após publicação da sua composição no Boletim do Trabalho e Emprego, desejando a todos(as) os(as) que a integram sucesso para o mandato que vão iniciar.

Lisboa, 2 de Janeiro de 2020

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral do SNTCT em exercício
A Comissão Eleitoral Nacional do SNTCT

ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DO SNTCT
REALIZADA EM 16 DE DEZEMBRO DE 2019
RESULTADOS FINAIS

Na sequência da votação realizada no passado dia 16 de Dezembro de 2019, relativa ao património do SNTCT, feito o escrutínio dos votos, apuraram-se os seguintes resultados finais:
Ponto único da Ordem de Trabalhos:
• Autorizar a Direcção Nacional a alienar a totalidade ou parte dos bens imóveis que são propriedade do SNTCT, mais autorizando a Direcção Nacional a, simultaneamente ou posteriormente, adquirir para o SNTCT outro bem imóvel com o objectivo de nele ser instalada a nova sede e serviços administrativos do SNTCT – tudo sob a forma jurídica, no modo e nas condições que a Direcção Nacional achar convenientes, mais podendo esta proceder à transferência da sede e serviços para o bem imóvel que for adquirido, quando entender.
NÚMERO DE VOTANTES 2017
VOTOS SIM 1808
VOTOS NÃO 146
VOTOS EM BRANCO 53
VOTOS NULOS 10

Perante os resultados do escrutínio proclama-se que:
• Nos termos do disposto nos artigos 54º, 55º alínea c), 56º nº 2 alíneas a), b) e c), 57º nºs 1, 2 e 3 dos Estatutos do SNTCT publicados no BTE, 1ª Série, nº 4 de 29 de Janeiro de 2007, com as alterações introduzidas e publicadas no BTE, 1ª Série, nº 21 de 8 de Junho de 2015, bem como do Regulamento da Assembleia Geral (anexo aos Estatutos) também com as alterações introduzidas e publicadas no BTE, 1ª Série, nº 21 de 8 de Junho de 2015, a Assembleia Geral do SNTCT, reunida em 16 de Dezembro de 2010 de forma extraordinária e descentralizada por local de trabalho autorizou a Direcção Nacional a alienar a totalidade ou parte dos bens imóveis que são propriedade do SNTCT, mais autorizando a Direcção Nacional a, simultaneamente ou posteriormente, adquirir para o SNTCT outro bem imóvel com o objectivo de nele ser instalada a nova sede e serviços administrativos do SNTCT – tudo sob a forma jurídica, no modo e nas condições que a Direcção Nacional achar convenientes, mais podendo esta proceder à transferência da sede e serviços para o bem imóvel que for adquirido, quando entender.

Lisboa, 2 de Janeiro de 2020

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral do SNTCT em exercício
A Comissão de Apuramento Nacional do SNTCT

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Queremos, ainda, expressar o nosso reconhecimento a todos(as) os(as) associados(as) do SNTCT pela participação activa no processo destas duas Assembleias Gerais que decorreu numa altura inusual por via da alteração dos Estatutos do SNTCT o que, para rigoroso cumprimento dos prazos, obrigou a que a votação para a eleição dos órgãos tivesse que realizar-se nesta data. Queremos ainda agradecer a todos os Delegados Sindicais do SNTCT bem como a todos(as) os(as) Dirigentes Nacionais e Regionais cessantes e aos(ás) funcionários(as) do SNTCT a sua preciosa ajuda para que tudo se desenrolasse com absoluta normalidade.

SNTCT – a força de continuarmos juntos!
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COMUNICADO SNTCT CORREIOS 1-2020

GREVE GERAL NOS CTT
13 JANEIRO 2020

António Manuel Neto Cunha é Carteiro desde 17 de Maio de 1984 e trabalha no CDP de Ermesinde. Nestes mais de 35 anos de serviço, não roubou, não matou, cumpriu com zelo e lealdade todas as suas obrigações e funções que lhe foram dadas fazer.

Então, qual foi o “crime” que cometeu? De que o acusa a Gestão dos CTT para estar a tentar despedi-lo, como que a descartá-lo como lixo?

Falamos dum trabalhador que, em virtude de ter sofrido um Acidente de Serviço no trajecto do local de trabalho para casa em 20/12/1984, ficou com lesões irreversíveis e, desde 1988, foi considerado apto condicionalmente pela Medicina do Trabalho.

Abre aqui o comunicado em versão PDF» » » 2020_01 CTT CORREIOS

Contudo, até finais de 2011, altura em que a Empresa decidiu coloca-lo em serviços internos, continuou sempre a exercer todas as funções que vinha exercendo até à data do acidente, normalmente, incluindo os giros em viatura automóvel. Neto Cunha exerceu portanto, desde sempre, as suas funções integralmente.

ENTÃO, QUAL O PORQUÊ DESTA VERDADEIRA ABERRAÇÃO QUE É A TENTATIVA DO SEU DESPEDIMENTO POR PARTE DA GESTÃO DOS CTT?

Na base, já todos percebemos que a Gestão dos CTT elegeu Neto Cunha como “cobaia”, num processo de contornos “kafkianos” para, conseguindo despedi-lo, avançar para o despedimento de todos os trabalhadores vítimas de Acidentes de Serviço ou de Trabalho ou outras incapacidades.

A mesma Gestão dos CTT que tem plena noção que como Como Neto Cunha é subscritor Caixa Geral de Aposentações não tem direito a atribuição de subsídio de desemprego.
A mesma Gestão dos CTT que quando o despediu em Agosto de 2019, alegando a cessação do seu contrato de trabalho por caducidade, colocando este trabalhador sem auferir quaisquer rendimentos desde então, sabia estar a coloca-lo e á sua familia em grandes dificuldades já que, é público e notório, o salário de Neto Cunha era/é a única fonte de rendimento do seu agregado familiar.

Após várias sessões de Julgamento da Providência Cautelar interposta pelo Gabinete Jurídico do SNTCT, foi considerado pelo Juiz que Neto Cunha não está impossibilitado de executar as suas funções, tanto mais que as executou até ao seu despedimento (ilegal, dizemos nós), incluindo um vasto conjunto de tarefas internas de Carteiro (internas porque, há que recordar, o retiraram dos giros em 2011) mas, ainda assim, tarefas de Carteiro e necessárias ao bom andamento da actividade do CDP e da Distribuição Postal.
Mais, considerou o Juiz que: “…nos termos das fichas de avaliação da medicina do trabalho nunca o trabalhador foi considerado inapto, antes apto condicionalmente, isto é, podia continuar a executar, e executava, boa parte das funções inerentes à sua categoria de carteiro. Donde, afigura-se manifesta a conclusão de que a requerida não tinha fundamento para comunicar ao requerente a cessação do contrato de trabalho, o que vale por dizer que entendemos como altamente provável vir a declarar-se – na acção principal – a ilicitude do despedimento.”

A pretensa caducidade invocada pela Gestão dos CTT constitui uma violação flagrante do princípio da estabilidade e segurança do emprego, corolário do estado de Direito e traduziu-se num despedimento ilícito e sem justa causa. A Empresa recorreu da Sentença no último dia para o fazer, com efeito suspensivo mediante a prestação de caução.

Ou seja, a empresa preferiu pagar a caução ao Tribunal em vez de pagar já ao trabalhador os valores devidos em virtude da Sentença do Procedimento Cautelar, demonstrando mais uma vez a falta de consideração e ataque ao trabalhador, apesar de saber a situação económica, muito grave, que o mesmo atravessa.

Foi por terem a noção de tudo isto que, um vasto conjunto de Trabalhadores CTT da zona norte do País, decidiram em diversos Plenários realizados, levarem a cabo uma Greve Geral nos respectivos locais de trabalho, LUTA SOLIDÁRIA QUE SAUDAMOS E QUE A GESTÃO DOS CTT DEVIA TER TOMADO EM BOA CONTA, COISA QUE NÃO FEZ, TAL COMO NÃO CUMPRIU A DECISÃO DO TRIBUNAL DE INTEGRAR O TRABALHADOR NO SEU LOCAL DE TRABALHO E FUNÇÕES.

A mesma Luta que a Gestão dos CTT tentou desmobilizar com inverdades tais como a alegação de que estaria a pagar ao trabalhador quando, desde Agosto, só lhe pagaram – DIA 19 DE DEZEMBRO, NA VÉSPERA DA GREVE – as retribuições de 26 de Novembro a 20 de Dezembro, o que se traduziu, em 1.075,09 Euros líquidos. Se a gestão CTT acha que isso é pagar salários em falta e que esse valor dá para sobreviver 4 meses, comece por dar o exemplo… !!!

Foi por tudo isto que, perante a flagrante continuação da falta de respeito por Neto Cunha e do ataque vergonhoso que a gestão dos CTT lhe está a mover, a Direcção Nacional do SNTCT decidiu alargar a luta a todo o País e a todos os serviços dos CTT, decretando Greve Geral para os CTT no próximo dia 13 de Janeiro (outros 4 sindicato meteram pré-aviso ou apoiam esta luta).

HOJE É NETO CUNHA A “COBAIA”. SE NÃO O DEFENDERMOS, AMANHÃ PODERÁ SER QUALQUER UM(A) DE NÓS, COMEÇANDO PELAS CENTENAS DE TRABALHADORES(AS) VÍTIMAS DE ACIDENTES DE SERVIÇO/TRABALHO.

HOJE É O NETO CUNHA, AMANHÃ PODES SER TU!

LUTA CONTRA ESTA IGNOMÍNIA,
CONTRA ESTA INDECÊNCIA.

13 DE JANEIRO – GREVE GERAL NOS CTT

 

Consulta as páginas do SNTCT em
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SNTCT – A força de continuarmos juntos!

ANTÓNIO NETO CUNHA SOMOS TODOS NÓS.

António Neto Cunha somos todos nós!
20 DE DEZEMBRO GREVE GERAL
PARA JÁ EM ALGUNS LOCAIS DE TRABALHO CTT…
… uma luta que, a manter-se esta ignomínia da Gestão dos CTT poderá alargar a outros.

SOLIDARIEDADE NÃO É, NEM SERÁ, UMA PALAVRA VÃ.
A DEFESA DOS DIREITOS E POSTOS DE TRABALHO DE CADA UM, É UMA BATALHA DE TODOS.

É esta a resposta que se impõe a mais uma das muitas investidas da actual Gestão dos CTT contra os trabalhadores que, com o seu trabalho e dedicação, sustentam a vida da Empresa.

Trabalhadores que sustentam a vida da Empresa cuja Gestão só se preocupa com os dividendos dos accionistas e “manda para as urtigas” a qualidade do serviço que lhe está concessionado, o património físico e de imagem que levou 500 anos a construir e, neste caso, tenta descartar um trabalhador acidentado em serviço.

Sem entrarmos em pormenores o ataque ao Carteiro ANTÓNIO NETO CUNHA, do CDP de Ermesinde, deveria envergonhar os senhores que habitam os últimos pisos do Edifício Báltico, se o conceito de vergonha, se o conceito de decência, ainda ali morassem.

A situação é de tal forma que o SNTCT viu ser-lhe dada razão na Providência Cautelar que interpôs no Juízo de Trabalho de Valongo, do Tribunal Judicial da Comarca do Porto, que condenou os CTT a reintegrarem este trabalhador e a atribuírem-lhe as funções que vinha exercendo e a manterem o pagamento da sua retribuição e subsídios, com os descontos e benefícios inerentes.

CTT, cuja Gestão revanchista e sem escrúpulos, não só não cumpre a decisão do Tribunal e mantendo o indecoroso despedimento deste trabalhador cujo único crime foi ter-se acidentado em serviço como, INDECOROSAMENTE, desde Agosto que o mantém sem recursos sabendo que, devido à sua condição de Trabalhador Subscritor da Caixa Geral de Aposentações, o António Neto Cunha nem tão pouco tem direito ao chamado “subsídio de desemprego”.

PORQUE ESTE DESPROPÓSITO E ESTA VERGONHA NÃO PODEM, NEM VÃO, CONTINUAR, os trabalhadores CTT dos locais de trabalho abaixo referidos têm estado em luta.

Em luta porque solidários com António Neto Cunha e porque esta questão DIZ RESPEITO A TODOS – HOJE É ANTÓNIO NETO CUNHA AMANHÃ, PODE SER UM QUALQUER OUTRO DOS MUITOS QUE ESTÃO COM OS MESMOS CONDICIONALISMOS.

Estes trabalhadores, para já só estes, têm estado a reunir em Plenários desde o dia 2 de Dezembro (ver mapa) decidiram mandatar o SNTCT para decretar Greve Geral para os seus locais de trabalho para o próximo dia 20 de Dezembro.

Que exigem? Que os CTT respeitem o seu trabalhador António Neto Cunha e cumpram a decisão do Tribunal.

O SNTCT saúda desde já todos os trabalhadores que vão estar em luta no próximo dia 20 e, mantendo os CTT esta vergonhosa atitude, não descartamos alargar esta luta a outros pontos do País.

SE DEIXARMOS, HOJE É O ANTÓNIO NETO CUNHA…
E AMANHÃ SERÃO QUANTOS MAIS?

Plenários (realizados e a realizar) nos Centros de Distribuição Postal (CDP) e no Centro de Produção e Logística Norte (CPLN)…
2 Dezembro – CDP Ermesinde
3 Dezembro – CDP Carvalhos
4 Dezembro – CDP Vila Nova de Gaia
– CDP 4000/4050 Porto
5 Dezembro – CDP Matosinhos
6 Dezembro – CDP Braga
– CDP Gondomar
9 Dezembro – CDP 4100/4150 Porto
10 Dezembro – CDP 4200/4300 Porto
11 Dezembro – CDP Maia
– CPLN (Maia)
12 Dezembro – CDP Barcelos
13 Dezembro – CDP Vila Nova de Famalicão
16 Dezembro – CDP Póvoa de Varzim
17 Dezembro – CDP Fafe
18 Dezembro – CDP Guimarães

… que, a manter-se esta ignomínia da Gestão dos CTT, vão culminar com…

GREVE GERAL EM TODOS ESTES LOCAIS DE TRABALHO NO PRÓXIMO DIA 20 DE DEZEMBRO.

SNTCT – Mais que nunca, a força de continuarmos juntos!

ELEIÇÕES SNTCT 2019

ATENÇÃO: NO PROXIMO DIA 16 DE DEZEMBRO TEMOS 2 VOTAÇÕES

1- ELEIÇÃO DOS CORPOS GERENTES DO SNTCT PARA O QUADRIÉNIO 2019-2023

2- DECISÃO SOBRE O PATRIMÓNIO FACE Á NECESSIDADE DE MUDARMOS O LOCAL DA SEDE NACIONAL

Sobre a questão do património consultar o verso do Comunicado Nº 5-2019 da Mesa da Assembleia Geral do SNTCT que se encontra publicado nesta página

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DEIXAMOS AQUI O PROGRAMA DA LISTA A CANDIDATA AO QUADRIÉNIO 2019-2023

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PROGRAMA DA LISTA A

Abra este ficheiro para ver o programa em formato PDF » » » LISTA A CANDIDATA ELEIÇÕES SNTCT 16 DEZEMBRO 2019

Somos a Lista A candidata aos corpos gerentes do SNTCT para o próximo quadriénio de 2019/2023 e temos como objectivo consolidar e reforçar a acção do SNTCT junto dos trabalhadores das empresas do sector das comunicações, telecomunicações, empresas de trabalho temporário e call-centers, organizando, lutando e intervindo na defesa dos direitos dos trabalhadores, na melhoria dos seus salários, na defesa da contratação colectiva já existente e apresentar cadernos reivindicativos onde ainda não existe contratação.
O lema do SNTCT – a força de continuarmos juntos! – continua a revelar-se apropriado porque são cada vez mais fortes e agressivos os ataques que o patronato e o Governo fazem aos trabalhadores e às suas organizações de classe.
A força de continuarmos juntos vai também ser um factor fundamental para continuar a luta pela renacionalização dos CTT.
É necessária uma outra política fiscal e parar o aumento dos impostos sobre quem trabalha, a diminuição de direitos sociais de quem trabalha, ou trabalhou uma vida inteira, a deterioração do serviço nacional de saúde, da escola pública e segurança social. É preciso defender serviços públicos com qualidade. É imperativo repor o poder de compra dos trabalhadores através do aumento dos salários, que pretendemos de 90€ já em 2020 e o aumento das pensões para valores que se aproximem da média europeia. É necessário parar o empobrecimento generalizado do Portugueses. É preciso lutar por uma alternativa política de esquerda e soberana que valorize o trabalho e dignifique os trabalhadores. Uma política que pare de enriquecer os que mais têm e distribua a riqueza por quem a produz – os trabalhadores. É fundamental acabar com o flagelo do desemprego, do trabalho precário, dos recibos verdes e defender e aumentar os trabalhadores com vínculos de trabalho efectivos. A cada posto de trabalho deve corresponder um vínculo de trabalho efectivo.
Neste contexto é fundamental a acção dos trabalhadores e das suas organizações de classe, na luta, resistência, participação e ampliação de acções que visem defender os seus direitos, os aumentos dos salários e dos postos de trabalho.
A força da razão é a razão da nossa luta.
A lista A candidata-se ao mandato de 2019/2023 com a firmeza e determinação necessárias para desenvolver o seu trabalho no sentido de:
• Promover a unidade dos trabalhadores, aumentar o esclarecimento e manter o apoio aos associados do SNTCT;
• Lutar por aumentos salariais dignos, a todos os trabalhadores tendo como base para 2020, os 90€ independentemente da empresa e/ou antiguidade.
• Defender a contratação colectiva (AE´s e IRCT’s) nos CTT, DHL Aviation, UPS e MEO/Altice e reclamar junto do ministério a aplicação de portarias de extensão para outras empresas do sector.
• Defender os planos de saúde dos CTT (Obras Sociais) e da PT Comunicações (PT/ACS);
• Lutar pela melhoria das condições saúde e segurança trabalho;
• Lutar pelo reconhecimento da profissão de Carteiro como profissão de desgaste rápido;
• Lutar pela diminuição da idade da reforma/aposentação, aplicando-se o princípio da reforma aos 40 anos de desconto sem penalizações.
Com a CGTP-IN e o MSU (Movimento Sindical Unitário), lutar contra as políticas anti laborais e anti sociais, nomeadamente pela eliminação das alterações gravosas à legislação laboral, exigindo o fim da caducidade das convenções e a aplicação do princípio do tratamento mais favorável. A CGTP-IN tem um papel fundamental na dinamização e coordenação da acção de massas e no processo reivindicativo, por isso o SNTCT como sindicato filiado, participará em todas as acções que sejam por ela convocadas e dinamizadas;
No plano sectorial o SNTCT participa activamente nos órgãos e nas acções promovidas pela FECTRANS – Federação dos Transportes e Comunicações, tem dirigentes eleitos nos seus órgãos e, não estando ainda filiado, vamos proceder à nossa filiação.
No relacionamento internacional iremos continuar a trabalhar no âmbito da UNI – Global Union, bem como intervir no Comité de Diálogo Social da União Europeia para o Sector Postal e acompanhar de forma interventiva a actividade do Comité para o sector das Telecomunicações;
Apoiaremos as reivindicações e as lutas dos aposentados e reformados pelo aumento real das reformas e pensões, pela dignificação de quem trabalhou uma vida inteira e agora está a empobrecer e a ser empurrado para situações degradantes e sem apoios sociais por parte do Estado.
No plano da Organização Sindical vamos reforçar a estrutura do SNTCT e alterar alguns métodos de trabalho que tenham em atenção a nova realidade do sector das comunicações e telecomunicações:
DELEGADOS SINDICAIS
O delegado sindical, na estrutura do SNTCT é o dirigente do local de trabalho, é um elemento fundamental para informar e divulgar as posições do Sindicato. Ele é o primeiro elo de ligação entre o local de trabalho e a direcção do SNTCT. Os delegados sindicais do SNTCT têm que ser respeitados pelos associados e trabalhadores em geral e por isso têm que ser dotados dos meios necessários para o exercício da sua função.
Vamos promover a eleição de delegados sindicais no maior número possível de locais de trabalho, tentando eleger associados respeitados, com capacidade e disponibilidade para o cargo. Vamos promover reuniões periódicas de delegados sindicais para que colectivamente possamos discutir e analisar os problemas dos trabalhadores e as suas reivindicações.
FORMAÇÃO SINDICAL
A formação sindical é fundamental para a melhoria do conhecimento dos delegados e dirigentes sindicais. Iremos elaborar um plano de formação descentralizado que abranja toda a estrutura do Sindicato.
INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
Ainda que a comunicação escrita e a utilização dos meios electrónicos não supere o contacto individual que procuraremos manter e ampliar com os trabalhadores através de plenários, sessões de esclarecimento ou reuniões específicas, iremos procurar implementar alterações para a melhorar.
A página e o Facebook do SNTCT são meios privilegiados e rápidos para que os associados tenham conhecimento das acções desenvolvidas pelo Sindicato e, por outro lado, tenham acesso às últimas notícias e comunicados, por isso neste mandato vamos melhorar os seus conteúdos. Vamos também actualizar a lista de endereços de e-mail dos nossos associados de modo a que possamos enviar a comunicação mais rapidamente.
SINDICALIZAÇÃO
O trabalho de sindicalização terá que ser uma prioridade de toda a estrutura. No nosso sector de actividade existem empresas em que a taxa de crescimento da sindicalização é grande. Em algumas empresas os trabalhadores não são abrangidos por contratação colectiva, têm uma faixa etária baixa e uma grande percentagem de precarização. É importante que sejam criados planos específicos para estas empresas, com suportes de apoio para o efeito.

Comunicado 5-2019 da Mesa da Assembleia Geral

ELEIÇÃO
DA MESA DA ASSEMBLEIA GERAL,
DA DIRECÇÃO NACIONAL E DO
CONSELHO FISCALIZADOR
DO SNTCT
Para o quadriénio 2019/2023
16 de Dezembro de 2019

Abra aqui a versão PDF deste comunicado » » » 2019_05 SNTCT MESA DA ASSEMBLEIA GERAL

Nos termos dos Estatutos do SNTCT publicados no BTE, 1.ª S, nº 4 de 29 de Janeiro de 2007 e das alterações introduzidas e publicadas no BTE, 1ª Série, nº 21 de 8 de Junho de 2015, bem como do Regulamento da Assembleia Geral e do Regulamento Eleitoral que lhes são anexos, declara-se que deu entrada e foi aceite, a lista candidata à Mesa da Assembleia Geral, Direcção Nacional e Conselho Fiscalizador do SNTCT para o quadriénio 2019/2023, à qual foi atribuída a letra A e que a seguir se identifica:

LISTA A
Encabeçada pelo candidato a Presidente da Mesa da Assembleia Geral;
António José Gouveia Duarte
Com o lema;
“ A força de continuarmos juntos! ”
Lisboa, 25 de Novembro de 2019
O Presidente
em exercício da Mesa da Assembleia Geral do SNTCT
António José Gouveia Duarte

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NOTA EXPLICATIVA

SOBRE A ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
A REALIZAR NO MESMO DIA E HORAS
DA ASSEMBLEIA GERAL ELEITORAL

A Assembleia Geral Extraordinária que tem como ordem de trabalhos e ponto único;

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ORDEM DE TRABALHOS
PONTO ÚNICO – Autorizar a Direcção Nacional a alienar a totalidade ou parte dos bens imóveis que são propriedade do SNTCT, mais autorizando a Direcção Nacional a, simultaneamente ou posteriormente, adquirir para o SNTCT outro bem imóvel com o objectivo de nele ser instalada a nova sede e serviços administrativos do SNTCT – tudo sob a forma jurídica, no modo e nas condições que a Direcção Nacional achar convenientes, mais podendo esta proceder à transferência da sede e serviços para o bem imóvel que for adquirido, quando entender.

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Decorre de 3 factos:
1. Ter o senhorio das instalações, a Predial Ferreira & Filhos, onde de encontra a Sede do SNTCT – Alameda D. Afonso Henriques, 41 – R/C, em Lisboa – exigido (fazendo uso da nova “Lei da Rendas” do Governo Passos Coelho) um aumento de renda incomportável para o SNTCT já que exige um aumento de renda para 5.730,00€, pagando nós actualmente 1.366,50€. Na altura reclamámos de tal imposição mas, não tendo sido possível resolver a nosso favor tal problema, pelo que teremos de deixar as instalações onde se encontra a actual Sede até ao próximo dia 20 de Junho de 2020. Carecemos por isso de tentar encontrar uma solução que pode passar pela permuta do andar que possuímos na Rua de Santa Marta, 45 r/c, em Lisboa, ou a sua alienação para futura aquisição de outras instalações com capacidade para instalarmos a Sede Nacional do SNTCT, carecendo por disso a Direcção Nacional do SNTCT, tal como nos dois pontos seguintes, de acordo com os Estatutos do SNTCT, da autorização que só esta Assembleia Geral Extraordinária pode dar;
2. Termos necessidade de alienar a parte de que somos co-proprietários, com a GCTP-IN e outros Sindicatos, das instalações onde esteve instalada a antiga Casa Sindical de Angra do Heroísmo (Rua Pêro Anes do Canto, 27 – 9700-150 Angra do Heroísmo), instalações que se encontram devolutas e cuja só venda ainda não foi concretizada porque para alienarmos a parte do SNTCT carecemos desta autorização agora pedida nos termos dos Estatutos do SNTCT. Acrescentar que se pretende que o valor resultante desta venda será para aplicar, em princípio também em regime de co-propriedade, nas instalações da Casa Sindical de Angra do Heroísmo onde já estamos a utilizar um espaço comummente com a União de Sindicatos de Angra de Heroísmo e outros Sindicatos (Rua Dr. Cândido Forjaz, nº 17 – 9700-039 Angra do Heroísmo);
3. Termos necessidade de eventualmente rentabilizar – por alienação ou outra solução – as instalações de que somos proprietários em Aveiro (Rua do Recreio Artístico, 17-2º Sala A – 3800-155 Aveiro) já que a Secção Regional de Aveiro do SNTCT, tal como as restantes Secções Regionais, deixou de existir por reestruturação da estrutura do Sindicato.
Por tal, esta porque os nosso Estatutos estão “blindados” na questão do património e do local da Sede, obrigando a Direcção Nacional a ter uma autorização da Assembleia Geral descentralizada por local de trabalho, autorização essa que agora se pede até pela urgência em resolver a situação da Sede.

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SNTCT – a força de continuarmos juntos!

CTT Comunicado conjunto sobre assinatura revisão salarial

ASSINADO O ACORDO PARA A REVISÃO SALARIAL DOS CTT PARA O ANO DE 2019
AFINAL ERA POSSÍVEL IR MAIS LONGE
AFINAL ERA POSSÍVEL CHEGAR A ACORDO COM OS SINDICATOS
AFINAL DESORIENTAÇÃO TOTAL É SER APANHADO DE SURPRESA E TER QUE VIRAR O BICO AO PREGO

Abre aqui o comunicado em formato PDF: comunicado conjunto CTT assinatura processo negocial

No seguimento da proposta apresentada pelos Sindicatos, realizou-se no dia 8 de Novembro, uma reunião entre os CTT e os Sindicatos que não assinaram o acto de gestão.
Nesta reunião os CTT afirmaram que não podiam aceitar a proposta apresentada pelos Sindicatos por ser demasiado onerosa mas contrapropuseram o seguinte:

  • Aumento de 1,2% Vencimentos base até 1296,54€
  • Aumento de 1,0% Vencimento base entre 1296,55€ e 1926,65€
  • Aumento de 0,8% Vencimento base entre 1926,66€ e 2821,10€
  • Aumento mínimo 10€

Até final de 2019

  • Admissão de 100 CRT
  • Admissão de 50 TNG
  • Data efeitos – 1 Janeiro 2019
  • Revisão das tabelas para os valores agora propostos
  • Compromisso de cessação das deduções das verbas que têm vindo a ser descontadas, já no vencimento do mês de novembro de 2019
  • Compromisso de regularização no processamento do vencimento do mês de dezembro de 2019, dos descontos efetuados aos trabalhadores que foram promovidos em 2019

Os Sindicatos signatários deste comunicado deram acordo de princípio, subordinado à resolução por parte dos CTT de algumas questões formais. O acto da assinatura do acordo foi agendada para o dia 14 de Novembro à tarde.

Em Novembro já não serão efectuados os cortes nos vencimentos dos trabalhadores que tiveram promoções e, no mês de Dezembro será normalizada toda a situação, sendo igualmente aplicados os aumentos agora acordados bem como a aplicação das novas tabelas salariais com efeitos a Janeiro de 2019.

Como é evidente não nos opomos a que o sindicato que assinou o “acto de gestão” faça a anulação do acordo que subscreveu e assine este acordo final. Que sirva para reflexão futura.

Com a unidade dos Sindicatos e dos trabalhadores foi possível melhorar as propostas dos CTT

Lisboa, 14 de Novembro de 2019

CTT – COMUNICADO CONJUNTO 8-NOV-2019

NEGOCIAÇÕES SALARIAIS DE 2019

Abre aqui o comunicado em formato PDF: proposta de comunicado mat salarial CTT_ 8 nov 2019

No seguimento da proposta apresentada pelos Sindicatos, realizou-se hoje, dia 8 de Novembro, uma reunião entre os CTT e os Sindicatos que não assinaram o acto de gestão.

Nesta reunião os CTT afirmaram que não podiam aceitar a proposta apresentada por ser demasiado onerosa mas contrapropuseram o seguinte:

Aumento de 1,2% Vencimentos base até 1296,54€
Aumento de 1,0% Vencimento base entre 1296,55€ e 1926,65€
Aumento de 0,8% Vencimento base entre 1926,66€ e 2821,10€
Aumento mínimo 10€
Admissão de 100 CRT  

Até final de 2019

Admissão de 50 TNG
Data efeitos – 1 Janeiro 2019
Revisão das tabelas para os valores agora propostos

Os Sindicatos, após uma pausa para analisar a proposta dos CTT deram acordo de princípio, ficando os CTT de resolver as questões formais.

O acto da assinatura do acordo foi agendada para o dia 14 de Novembro à tarde.

Em Novembro já não serão efectuados os cortes nos vencimentos dos trabalhadores que tiveram promoções e, no mês de Dezembro será normalizada a situação e serão igualmente aplicados os aumentos agora acordados e a aplicação das novas tabelas salariais com efeitos a Janeiro de 2019.

Lisboa, 8 de Novembro de 2019

Comunicado Mesa Assembleia Geral SNTCT 4-2019

ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DO SNTCT

16 de Dezembro de 2019

CONVOCATÓRIA

Abre aqui a versão PDF deste Comunicado: 2019_04 SNTCT MESA DA ASSEMBLEIA GERAL

Nos termos do disposto nos artigos 54º, 55º alínea c), 56º nº 2 alíneas a), b) e c), 57º nºs 1, 2 e 3 dos Estatutos do SNTCT publicados no BTE, 1ª Série, nº 4 de 29 de Janeiro de 2007, com as alterações introduzidas e publicadas no BTE, 1ª Série, nº 21 de 8 de Junho de 2015, bem como do Regulamento da Assembleia Geral (anexo aos Estatutos) também com as alterações introduzidas e publicadas no BTE, 1ª Série, nº 21 de 8 de Junho de 2015, convoco a Assembleia Geral dos associados do SNTCT – Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações a reunir em sessão extraordinária, de modo descentralizado, por local de trabalho, no dia 16 de Dezembro de 2019, funcionando das 00H00 às 24H00, excepto nos locais de trabalho que funcionem com horário inferior, onde funcionará coincidindo com o horário de funcionamento dos serviços desse local, com a seguinte

ORDEM DE TRABALHOS

PONTO ÚNICO – Autorizar a Direcção Nacional a alienar a totalidade ou parte dos bens imóveis que são propriedade do SNTCT, mais autorizando a Direcção Nacional a, simultaneamente ou posteriormente, adquirir para o SNTCT outro bem imóvel com o objectivo de nele ser instalada a nova sede e serviços administrativos do SNTCT – tudo sob a forma jurídica, no modo e nas condições que a Direcção Nacional achar convenientes, mais podendo esta proceder à transferência da sede e serviços para o bem imóvel que for adquirido, quando entender.

Lisboa, 16 de Outubro de 2019

O Presidente em exercício da Mesa da Assembleia Geral do SNTCT

António José Gouveia Duarte

Comunicado Mesa Assembleia Geral SNTCT 3-2019

ASSEMBLEIA GERAL ELEITORAL DO SNTCT

16 de Dezembro de 2019

Para proceder à eleição da Mesa da Assembleia Geral, Direcção Nacional e Conselho Fiscalizador para o quadriénio de 2019-2023

CONVOCATÓRIA

Abre aqui a versão PDF deste comunicado: 2019_03 SNTCT MESA DA ASSEMBLEIA GERAL

Nos termos do disposto nos artigos 54º, 55º alínea a), 56º nº 2 alíneas a) e c), 57 nºs 1, 2 e 3 e 48º dos Estatutos do SNTCT publicados no BTE, 1ª Série, nº 4 de 29 de Janeiro de 2007, com as alterações introduzidas e publicadas no BTE, 1ª Série, nº 21 de 8 de Junho de 2015, bem como dos artºs 1º, 3º e 5º do Regulamento da Assembleia Geral (anexo aos Estatutos) também com as alterações introduzidas e publicadas no BTE, 1ª Série, nº 21 de 8 de Junho de 2015, convoco a Assembleia Geral dos associados do SNTCT – Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações a reunir em sessão extraordinária, de modo descentralizado, por local de trabalho, no dia 16 de Dezembro de 2019, funcionando das 00H00 às 24H00, excepto nos locais de trabalho que funcionem com horário inferior, onde funcionará coincidindo com o horário de funcionamento dos serviços desse local, com a seguinte

ORDEM DE TRABALHOS:

PONTO ÚNICO – Proceder à eleição da Mesa da Assembleia Geral, da Direcção Nacional e do Conselho Fiscalizador do SNTCT para o quadriénio 2019-2023

Lisboa, 16 de Outubro de 2019

O Presidente em exercício da Mesa da Assembleia Geral do SNTCT

António José Gouveia Duarte

SOBRE OS DESCONTOS INDEVIDOS NOS CTT…

ESCLARECIMENTO ONLINE 114… E TAL, MAS ESTE DO SNTCT, SOBRE O CONJUNTO DE PSEUDO VERDADES ESPARRAMADAS DE FORMA ATABALHOADA NO “CORREIOS ONLINE Nº 114”

A DRH EM NOME DA CE/CTT TENTA ESCONDER O SOL COM A PENEIRA PARA, NO MÍNIMO, FUGIR ÀS SUAS RESPONSABILIDADES
MEUS SENHORES, NOS CTT AINDA NÃO VALE TUDO.

 

Hoje os CTT emitiram um comunicado (correios online) onde tentam explicar o inexplicável e, infelizmente, confirmam a gravidade de outras.

Sem prejuízo de uma análise mais pormenorizada levar à emissão de um comunicado, interessa agora desmascarar a tentativa da/do DRH de colocar trabalhadores contra trabalhadores.

O comunicado do/da DRH começa assim:

Conforme informação ….
… “Não podemos deixar de lamentar o tipo de afirmações constantes do comunicado dos Sindicatos que revela, no mínimo, uma falta de respeito e consideração por colegas que todos os meses dão o seu melhor para que todos recebamos o nosso salário atempadamente”.

QUE FIQUE BEM CLARO QUE O SNTCT NUNCA MANIFESTOU FALTA DE RESPEITO PELOS TRABALHADORES DOS SERVIÇOS ELABORADORES!

O que se disse foi: “Alguém mandou os serviços elaboradores meter os pés pelas mãos e meter-se na actividade sindical”.

Será que esses trabalhadores acordaram nesse dia todos com a mesma ideia? E que por coincidência deram todos a mesma informação? Ou será que lhes foram dadas indicações para darem todos a mesma resposta?

Qual é a consideração que a/o DRH têm pelos trabalhadores que estão nos serviços elaboradores? Nenhuma! Senão não os deixavam dar “o corpo às balas” por aquilo que a/o DRH afirma pomposamente ser uma “falha processual”.

A Comissão Executiva dos CTT devia averiguar quem é que exorbitou as suas funções ou quem agiu com incompetência.

Também os trabalhadores não foram informados antecipadamente da dita “falha processual” nem lhes foi pedida autorização para efectuar os descontos no vencimento.

SNTCT, 8 OUT 2019

A Direcção Nacional do SNTCT

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