25 de Abril

25 abril

25 de Abril, sempre!

Participa nas comemorações que decorrem um pouco por todo o País, com especial atenção para os desfiles/manifestações de:

Lisboa

Marquês de Pombal – 14h30

Porto
Largo Soares dos Reis – 14h30

Coimbra
Praça da República – 14h30

Faro
Mercado Municipal de Faro – 16h

Comunicado Assembleia Geral 1-2018 – Assembleia Geral SNTCT

AG00

ASSEMBLEIA GERAL DO SNTCT
5 de Maio de 2018
em
Figueira da Foz

CONVOCATÓRIA

Abre aqui o comunicado em formato PDF » » » 2018-01 ASSEMBLEIA GERAL SNTCT

Nos termos dos Artigos 54.º, 55.º alínea J, 56.º Ponto 1.º, 57.º e 58.º dos Estatutos do SNTCT, publicados no BTE, 1.ª S, nº 4 de 29 de Janeiro de 2007 e das alterações introduzidas e publicadas no BTE, 1ª Série, nº 21 de 8 de Junho de 2015, bem como do Regulamento da Assembleia Geral que lhe é anexo, convoco os associados do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações a reunir em Assembleia Geral, em primeira convocatória, no dia 5 de Maio de 2018, pelas 14 horas, no Auditório Municipal da Figueira da Foz, Rua Calouste Gulbenkian, na Figueira da Foz, com a seguinte ordem de trabalhos:

1. Discussão e deliberação sobre o Relatório de Actividades e as Contas de 2017;
2. Discussão e deliberação sobre o Plano de Actividades e o Orçamento para 2018;
3. Diversos.

Não estando presentes a maioria legal dos associados à hora indicada, ficam os associados convocados a reunir em Assembleia Geral meia hora depois, em segunda e última convocatória, no mesmo local e com a mesma ordem de trabalhos, funcionando a Assembleia Geral com qualquer número de associados presentes.
Lisboa, 5 de Abril de 2018
O Presidente da Mesa da Assembleia Geral
do SNTCT

Auditório Municipal da Figueira da Foz
(Edifício do Museu Municipal da Figueira da Foz)
Rua Calouste Gulbenkian – Figueira da Foz

PARTICIPA!

Iremos organizar transportes em autocarro de aluguer (de que comparticiparemos 80% do custo) a partir das diversas regiões onde o número de interessados o justifique. As Secções Regionais do SNTCT abrirão antecipadamente as inscrições para o efeito.

Atenção: Onde pelo número de inscritos não se justificar o aluguer de um autocarro qualquer outro tipo de comparticipação nas despesas de deslocação será analisada caso a caso mas, sempre, tratado antecipadamente sem o que não haverá comparticipação.

Contacta já a Secção Regional do SNTCT da tua área para que possamos dar início à organização dos transportes.

www.sntct.pt – www.facebook.com/sntct

SNTCT – A força de continuarmos juntos!

ALTERAÇÃO REGIME TRANSMISSÃO DE EMPRESAS OU ESTABELECIMENTOS

altera1

COM UMA GRANDE SAUDAÇÃO AOS TRABALHADORES PT-MEO

PELO SEU GRANDE CONTRIBUTO, COM A SUA LUTA, PARA A ALTERAÇÃO DA LEI

altera1

Alteração do regime da transmissão de empresas ou estabelecimentos (Lei nº 14/2018, de 19 de Março)

Para consultar o texto da Lei nº 14/2018 clique aqui » » » LEI 14_2018 – 19 MARÇO

A POSIÇÃO DA CGTP-IN QUE O SNTCT SUBSCREVE NA INTEGRA:

 

“Camaradas,

Foi publicada a Lei 14/2018, de 19 de Março, que altera o regime da transmissão de empresas ou estabelecimentos constante do Código do Trabalho.

O objectivo desta alteração do regime da transmissão de empresa ou estabelecimento é reforçar os direitos dos trabalhadores, consagrando novas garantias, bem como um conjunto de novos procedimentos destinados a assegurar a legalidade do processo e a própria fundamentação da transmissão, sob controlo da administração do trabalho; com o mesmo objectivo é ainda clarificado o conceito de “unidade económica” para efeito da transmissão.

A principal garantia inovatoriamente consagrada nesta Lei é o direito de oposição do trabalhador à transmissão do seu contrato de trabalho quando esta transmissão seja susceptível de lhe causar prejuízo sério, nomeadamente por manifesta falta de solvabilidade ou situação financeira difícil do adquirente ou pelo facto de a política de organização do trabalho deste não lhe merecer confiança (artigo 286ºA).

O exercício deste direito de oposição do trabalhador tem como consequência ou a manutenção do vinculo com o transmitente (ou seja a manutenção do contrato de trabalho com o seu empregador original), ou, designadamente no caso de a transmissão da empresa ser total, a resolução do seu contrato de trabalho com justa causa e direito a compensação.

Cumpre aqui salientar que o direito a compensação pela resolução do contrato de trabalho com justa causa dependerá sempre da alegação e prova da existência de justa causa, neste caso concreto da alegação e prova de prejuízo sério para o trabalhador resultante da transmissão da empresa, em acção judicial intentada para o efeito.

Significa isto também que, em qualquer caso, não basta ao trabalhador alegar a existência de um prejuízo sério, terá que provar a sua existência decorrente nomeadamente de um dos factores expressamente definidos no nº1 do artigo 286ºA.

Outras novas garantias dos direitos dos trabalhadores em caso de transmissão são:

• O esclarecimento de que, em caso de transmissão dos contratos de trabalho, os trabalhadores mantêm todos os direitos contratuais e adquiridos, nomeadamente 
retribuição, antiguidade, categoria profissional e conteúdo funcional e benefícios sociais (artigo 285º, nº 3);

• O alargamento da responsabilidade solidária do transmitente pelos créditos emergentes do contrato de trabalho, sua violação ou cessação, bem como pelos correspondentes encargos sociais, vencidos até à data da transmissão, aos dois anos subsequentes a esta transmissão (artigo 285º,nº6);

• A possibilidade da legalidade e legitimidade da transmissão da empresa ou estabelecimento serem escrutinadas pela ACT (artigo 285º, nºs 8 e 9) e pelos próprios trabalhadores e seus representantes (artigo 286º);

• A garantia de que os efeitos produzidos pelo instrumento de regulamentação colectiva que vincula o transmitente, pelo menos no que respeita à retribuição do trabalhador, categoria e respectiva definição, duração do tempo de trabalho e regimes de protecção social substitutivos dos regimes públicos, se mantêm após o termo do respectivo prazo de vigência ou, em alternativa, findos 12 meses contados da transmissão, caso não seja aplicável ao adquirente qualquer instrumento de regulamentação colectiva de trabalho (artigo 498º).
O novo regime decorrente desta Lei 14/2018 entra em vigor no dia 20 de Março.

Não obstante considerar que estas alterações podem tornar o regime da transmissão de empresa ou estabelecimento mais claro e transparente e logo menos permeável a utilizações abusivas, a CGTP-IN alerta novamente para o facto de o novo regime agora instituído não constituir um meio ou instrumento idóneo para a resolução de processos concretos em curso, de que é exemplo o processo da PT/Altice, designadamente porque as novas disposições da lei não têm aplicação retroactiva.

Saudações Sindicais,

José Augusto Oliveira

Comissão Executiva do Conselho Nacional

CGTP-IN”

FALECEU O CAMARADA PACHECO VIEIRA, EX-PRESIDENTE DA MESA DO PLENÁRIO DO SNTCT

20180219_115901

20180219_115901

Manuel Ernesto PACHECO VIEIRA

28-06-1940 – 18-02-2018

Associado 13948 do SNTCT

Ex-Presidente da Mesa do Plenário Nacional do SNTCT

Faleceu ontem Manuel Ernesto Pacheco Vieira que, no princípio dos anos 90 foi Presidente da Mesa do Plenário Nacional do SNTCT.

Aposentado desde 1992, o camarada Pacheco Vieira era Engenheiro de Telecomunicações de profissão e foi o último responsável pelo serviço de Telégrafo, DST, dos CTT- Correios e Telecomunicações de Portugal, Empresa Pública.

Com a partida deste camarada ficamos mais pobres mas, conhecendo-o como o conhecíamos, continuarmos a nossa luta é a melhor forma de o homenagearmos.

À família do camarada Pacheco Vieira a Direcção Nacional do SNTCT apresentou já condolências e far-se-á representar no funeral.

Até sempre camarada Pacheco!

Nota: O corpo encontra-se em câmara ardente na Igreja do Santo Condestável (Campo de Ourique) em Lisboa, donde sairá hoje às 14H00 para o Cemitério dos Olivais onde será cremado.

Comunicado SNTCT Correios 3-2018

PPPP

CRT
DEFENDER O FUTURO DA TUA EMPRESA É, TAMBÉM, RESPONSABILIDADE TUA.
Constatares os problemas e as injustiças não chega.
TENS DE AGIR!

23 Fevereiro 2018
GREVE GERAL + MANIFESTAÇÃO EM LISBOA

Abre este link para acederes à versão PDF deste comunicado »»» 2018_3 CTT CORREIOS

• Andas há meses a dobrar giros por falta de pessoal;
• Trabalhas para além do teu horário prejudicando a tua vida;
• Vais para a rua dar a cara pelo mau serviço a que te obrigam;
• Sofres ameaças na rua por não levares o serviço que até está no CDP;
• Ao sol ou à chuva dás sempre o teu melhor;
• Falta-te equipamento adequado para transportares grandes volumes;
• Nas promoções por mais que faças e te superes, só vês outros subir;
• És exemplar no trabalho mas há sempre quem te diga que não chega.
Nunca lhes chega!
E tu sempre a seres prejudicado. BASTA!

Nos últimos anos a gestão dos CTT fez desaparecer quase metade dos CDP’s, centralizando muitos e provocando com isso ainda maiores problemas no serviço, além de ter reduzido grandemente o número de Carteiros. É visível, para quem o queira ver, que faltam trabalhadores e que a sobrecarga é enorme sobre os que restam. E ainda querem ver-se livres de mais 800 trabalhadores? Só se for para fecharem as portas e acabarem definitivamente com o serviço de correios dentro dos CTT.

Na generalidade dos serviços é flagrante a “poupança” principalmente no número de trabalhadores, mas não só. Procuram assim esconder a realidade; que o que tem desequilibrado as contas dos CTT são as assessorias, contratações com chorudos ordenados e investimentos no Banco CTT.
ENTRETANTO, NOS CDP’S, NINGUÉM O PODE IGNORAR:
• Faltam trabalhadores em número suficiente para uma correcta execução do serviço. As dobras de giros são constantes, com o desgaste que tal traz para os CRT’s. Os “Giros agenciados” proliferam com tudo aquilo que de mau trazem, incluindo a redução de pessoal dos CTT , em muitos casos, uma má prestação do serviço;
• As alterações de horários, sempre para pouparem em alguns subsídios, com acréscimos desmedidos dos intervalos de descanso, são maus para o normal andamento do serviço e para a vida pessoal dos CRT’s;
• As pressões, de toda a espécie, sobre os trabalhadores da Distribuição raia o assédio moral. Nunca chega mesmo que se cumpram os objectivos. O crescimento do número de casos de estafa física e psicológica bem como de acidentes de trabalho tem vindo a ser uma constante;
• A falta de respeito para com os cidadãos no tocante ao atraso verificado na distribuição das correspondências fez aumentar o número de ameaças de agressão física fundamentalmente nas zonas de maior problemática social;
• A enormidade de valores transportados pelos CRT’s, por exemplo para pagamento de vales ao domicílio (muitas da vezes em resultado do encerramento de estações de Correio na proximidade das populações), faz perigar também a segurança dos CRT’s;
Estas são apenas algumas das situações que nos são relatadas todos os dias. Mas muitas mais existem e tu, que trabalhas na Distribuição sabes bem quais são. Nada do que te acontece é inocente. Faz tudo parte da descapitalização da empresa até na sua imagem junto das populações, faz tudo parte da destruição dos CTT Correios para que possam ficar com a marca CTT a servir de escudo ao Banco.
Os CTT continuam a dar lucro, porque é também o teu trabalho, muitas vezes sem condições, a criar esse lucro. Mas, como deves saber, é muito mais que o lucro que vai parar ao bolso dos accionistas enquanto para ti, NADA. Isto não pode continuar.
A gestão dos CTT está descontrolada e urge pôr cobro ao desnorte antes que nada sobre da Empresa que também tu ajudaste a construir.
É POR ISSO QUE EXIGIMOS DO PODER POLÍTICO
A REVERSÃO TOTAL DA PRIVATIZAÇÃO.
É por tudo isto que, dia 23 de Fevereiro, vamos estar em Greve e nos vamos manifestar em Lisboa.
Motivos não nos faltam, verdade?
Então junta-te à luta porque juntos, somos mais fortes.
SNTCT – A força de continuarmos juntos!
www.sntct.pt – www.facebook.com/sntct

CTT – 23 FEVEREIRO 2018 – GREVE GERAL E MANIFESTAÇÃO

COM Conjunto 23 Fev A

GREVE GERAL
NAS EMPRESAS DO GRUPO CTT
23 DE FEVEREIRO DE 2018

MANIFESTAÇÃO NACIONAL DE TRABALHADORES DO GRUPO CTT E POPULAÇÕES
23 DE FEVEREIRO DE 2018
LISBOA – 14H30 – MARQUÊS DE POMBAL

Abra aqui a versão PDF deste comunicado » » » cOMUNICADO greve 23 Fev

• PELA REVERSÃO DA PRIVATIZAÇÃO DOS CTT
• POR UM SERVIÇO POSTAL UNIVERSAL DE QUALIDADE
• CONTRA OS DESPEDIMENTOS (ENCAPOTADOS OU NÃO)
• CONTRA O ENCERRAMENTO DE ESTAÇÕES DE CORREIO
• CONTRA A REDUÇÃO E SOBRECARGA DE GIROS
Os Sindicatos subscritores deste comunicado, confrontados com a destruição da Rede Pública Postal e da qualidade de serviço pela CE dos CTT, decidiram continuar a luta, com o apoio da Comissão de Trabalhadores dos CTT.
Depois dos contactos com as populações, reuniões com Comissões de Utentes e com Autarquias, das audições com os Grupos Parlamentares, das audições nas Comissões de Trabalho e Economia da AR, das reuniões com a ANACOM e ANMP, depois de Plenários e contactos com os Trabalhadores a nível nacional, e depois da Greve Geral realizada em Dezembro passado, é para todos claro os CTT têm que aumentar o número de trabalhadores, de giros e de estações actualmente existentes e não, como anunciaram, fechar Estações e despedir trabalhadores.
Assim, perante o autismo da CE da Empresa, o único caminho é o da exigência da Reversão Total da Privatização dos CTT, existindo já uma Petição nesse sentido entregue na AR. O Governo tem que assumir as suas responsabilidades no sentido de salvaguardar a Rede Pública Postal e para que o Serviço Postal Universal volte a ser prestado com qualidade às populações e empresas.

É NECESSÁRIO QUE NO DIA 23 DE FEVEREIRO ESTEJAM NA RUA MILHARES DE PESSOAS (TRABALHADORES E POPULAÇÃO), SÓ ASSIM PODEREMOS CONTRIBUIR DECISIVAMENTE PARA REVERTER A PRIVATIZAÇÃO DOS CTT.

As Direcções dos Sindicatos: SNTCT – SINDETELCO – SINCOR – SINTTAV

 

www.sntct.pt – www.faceboo.com/sntct

SNTCT – a força de continuarmos juntos!

Comunicado SNTCT Correios 18-2017

greve

GREVE GERAL NOS CTT

DIAS 21 E 22 DE DEZEMBRO 2017

Veja aqui a versão PDF » » » 2017_18 CTT CORREIOS

  • CONTRA A DESTRUIÇÃO DOS CTT
  • CONTRA A DETERIORAÇÃO DO SERVIÇO UNIVERSAL DE CORREIO
  • CONTRA OS DESPEDIMENTOS ENCAPOTADOS
  • CONTRA O ASSÉDIO MORAL E PROFISSIONAL
  • CONTRA DESTRUIÇÃO DOS POSTOS DE TRABALHO
  • CONTRA A ENTREGA DE ESTAÇÕES A TERCEIROS
  • CONTRA A DESTRUIÇÃO DO PATRIMÓNIO DOS CTT
  • CONTRA A GESTÃO APENAS PARA FAVOR DOS ACCIONISTAS
  • CONTRA O TRABALHO EXTRAORDINÁRIO NÃO PAGO
  • CONTRA O ABUSO EXERCIDO SOBRE OS CONTRATADOS A PRAZO EM RELAÇÃO AO PROLONGAMENTO ILEGAL DO HORÁRIO

EXIGIMOS:

  • PRESTAÇÃO DO SERVIÇO UNIVERSAL COM QUALIDADE
  • TRABALHADORES SUFICIENTES (EC´S, CDP´S E TRATAMENTO)
  • INTEGRAÇÃO DOS CONTRATADOS E AGENCIADOS
  • ADMISSÃO DE MAIS 300 TRABALHADORES
  • MELHORIA DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO

PELA REVERSÃO DA PRIVATIZAÇÃO DOS CTT.

SNCT – A força de continuarmos juntos!

FALECEU O NOSSO CAMARADA CARAÇA

CARAÇA1

O SNTCT está mais pobre…

FALECEU ONTEM O NOSSO

CAMARADA ACÁCIO CARAÇA

20171007_141854

ACÁCIO ALVES CARAÇA

BEJA – 05/07/1934 – 06/10/2017

Associado Fundador do SNTCT

ex-Dirigente Regional/Nacional do SNTCT

CRT Aposentado – CTT Correios de Portugal

Faleceu ontem o nosso Caraça. Esteve ligado à criação do nosso SNTCT, o seu/nosso Sindicato que sempre defendeu e ajudou a crescer.

O Caraça foi Dirigente Regional do SNTCT na Secção Regional de Beja do SNTCT (da qual foi Secretário Regional até à sua aposentação no princípio dos anos 90) e também seu Dirigente Nacional, tendo integrado o seu (então) Secretariado Nacional nos dois mandatos anteriores à data da sua aposentação.

Figura carismática do nosso SNTCT o Caraça, alentejano dos “quatro costados” era conhecido pela sua constante boa disposição, resposta sempre pronta e pelo seu humor por vezes muito cáustico.

Na memória de todos os camaradas que com ele conviveram o Caraça vai ficar sempre lembrado sobretudo como um querido amigo.

Já temos saudades tuas Caraça.

Um grande abraço e até sempre amigo e camarada!

– – – – –

O corpo do camarada Caraça encontra-se hoje em Câmara Ardente  na Capela Mortuária do Cemitério de Beja e o seu funeral terá lugar amanhã pelas 09:30.

A Direcção Nacional do SNTCT já apresentou condolências à família e far-se-á representar hoje e amanhã nas ezéquias fúnebres deste camarada que fará a sua ultima viagem coberto com a bandeira do seu SNTCT.

Como é usual entregaremos à família todas as mensagens de condolências que nos chegarem.

SNTCT APRESENTOU PETIÇÃO PELA REVERSÃO TOTAL DA PRIVATIZAÇÃO DOS CTT

PETIÇÃO 2017 FOTO CABEÇALHO

Cada vez mais apreensivos com o caminho que, a gestão privada dos CTT está a levar, o SNTCT decidiu propor aos Portugueses e às Portuguesas e com eles à Assembleia da República, o início do processo de reversão total da privatização da Empresa. Esta Petição dá corpo ao Programa Eleitoral da actual Direcção Nacional do SNTCT e é uma decisão reafirmada nas suas duas últimas Assembleia Gerais.

Abra aqui a versão PDF da “folha exemplo” da Petição: PETIÇÃO 2017 CTT exemplo

ATENÇÃO: NA RECOLHA DE ASSINATURAS DEVEMOS PRIVILEGIAR O CONTACTO DIRECTO COM AS PESSOAS, DEVEMOS LOGO QUE AS MESMAS ESTIVEREM DISPONÍVEIS, USAR SÓMENTE AS FOLHAS IMPRESSAS PELO SNTCT.

A VERSÃO ELECTRÓNICA DA PETIÇÃO ESTARÁ DISPONÍVEL LOGO QUE POSSÍVEL.

Na Petição, que a partir do princípio da próxima semana está disponível para recolha de assinaturas, o SNTCT propõe que os CTT- Correios de Portugal voltem à forma que tinham anteriormente à privatização que teve início em 5 de Dezembro de 2013: Posse total e gestão directa e total pelo Estado Português.

“Ao
Exmo. Senhor
Presidente da Assembleia da República
Assembleia da República
Palácio de São Bento
1249-068 Lisboa

Exmo. Senhor,
Os subscritores e as subscritoras desta Petição, confrontados(as) com os efeitos, em seu entender perniciosos e prejudiciais para os Portugueses e as Portuguesas e para o País, da privatização dos CTT, Correios de Portugal, S.A. decidida pelo Governo de então em 2013/2014, vêm junto de V.ª Ex.ª expor e peticionar de acordo com o texto que se segue.

Considerando os peticionantes e as peticionantes que:
• Desde 1520, aquando da instituição dos Serviços Postais em Portugal, os Correios Portugueses, adiante designados por CTT, independentemente da sua figura jurídica ou denominação, sempre foram considerados como o melhor serviço público em Portugal. Desde o início do Século XX e até 2014, apesar das diversas vicissitudes e transformações porque passaram, os CTT sempre respeitaram os seus utentes, fornecendo um Serviço Postal Público de qualidade e considerados no topo dos correios a nível mundial;
• Desde 2013/2014, após a privatização total dos CTT-Correios de Portugal, S.A., cujo capital era até aí detido em exclusivo pelo Estado Português, a qualidade do serviço prestado pela hoje designada CTT – Correios de Portugal, Sociedade Aberta, tem vindo a decrescer fortemente em qualidade e periodicidade estando actualmente a raiar o descalabro;
• Estando o imediatamente atrás referido publicamente comprovado pela Entidade Reguladora ANACOM, sob cuja proposta o Governo da República multou os CTT por desrespeito pelo Contrato de Concessão e Convénio de qualidade (só relativamente a 2014 faltando os anos subsequentes);
• Com a redução do número de Carteiros e as “novas metodologias” de distribuição de correio, os atrasos na distribuição são uma constante em todo o País, existindo mesmo localidades em que o Carteiro só passa uma vez por semana, e outras, pouco mais que isso, prejudicando assim gravemente os cidadãos;
• Após a implementação do chamado Banco CTT sobre a estrutura de Estações de Correio, agora designadas por Lojas Postais, o desvio de trabalhadores dos balcões dos serviços postais para os balcões do serviço do Banco, provoca filas intermináveis de espera nos primeiros, chegando ao absurdo de um cidadão ou uma cidadã esperar mais de duas horas para comprar um selo ou fazer um envio postal. Concomitantemente o encerramento de muitas estações de correio, nomeadamente nas zonas menos povoadas é em tudo preocupante até porque põe me causa a coesão territorial;
• Em nosso entender a gestão privada dos CTT está a emagrecer/destruir deliberadamente a estrutura e componentes da Rede Pública Postal e, com isso, a incumprir o Contrato de Concessão e o Convénio de Qualidade e, dessa forma, a prejudicar fortemente os Portugueses e Portuguesas e o Estado Português.

Somos, por tudo o atrás referido e antes que o Serviço Público Postal e a Rede Pública Postal sejam destruídos de forma irreversível, a requerer a V.ª Ex.ª que, nessa Assembleia da República, sejam envidados todos os passos necessários a um rápido e imprescindível processo de reversão da privatização dos CTT-Correios de Portugal, voltando os mesmos à posse total e gestão directa do Estado Português, como acontecia até Dezembro de 2013.”

 

43º ANIVERSÁRIO DO SNTCT

CARTAZ43 reduzido

Há 43 anos atrás, poucos dias após a Revolução de 25 de Abril de 1974, a Revolução dos Cravos, os trabalhadores dos Correios e Telecomunicações conseguiram cumprir o sonho da criação do seu Sindicato, criaram o SNTCT.

Hoje, 43 anos depois, ainda faltam cumprir muitos do ideais de Abril e da Constituição da República que dele saiu, nomeadamente no que concerne à valorização do trabalho, aos diretos sociais, e à valorização integral dos portugueses e das portuguesas quer no plano individual quer no plano colectivo.

No plano das empresas do Sector das Comunicações, Telecomunicações e Actividades Afins, ainda muito há para conseguir no plano da contratação colectiva e dos direitos dos trabalhadores e, muito luta nos aguarda para defender tudo aquilo que conquistámos nestes 43 anos e que tantos ataques tem sofrido.

Deixarmos aqui uma calorosa saudação a todos os homens e todas as mulheres que ao longo deste tempo ajudaram a construir o SNTCT com a sua dedicação, empenho e militância. Nós vos saudamos!

E, para terminarmos esta breves palavras, nada melhor que fazê-lo com o lema que nos tem guiado desde há muito tempo,

SNTCT – A força de continuarmos juntos!

Viva o SNTCT!

1 2 3 13