Comunicado SNTCT Randstad 2019-02

REUNIÃO NA DGERT

Abra aqui o comunicado na versão PDF » » » 2019_2 RANDSTAD_2

No dia 21 de Maio ocorreu a primeira reunião de conciliação para os aumentos salariais de 2019.
A proposta foi apresentada em Fevereiro mas a empresa não respondeu, o que levou o SNTCT a solicitar a intervenção da DGERT.
Foi apresentado o caderno reivindicativo que foi elaborado pelos trabalhadores nos plenários realizados. A empresa informou que está a elaborar uma resposta global à proposta de aumentos salariais e caderno reivindicativo.
A próxima reunião ficou marcada para dia 25 de Junho às 10.30h.

DIREITOS DOS TRABALHADORES DA PASSOS MANUEL ESTÃO AMEAÇADOS

Os trabalhadores têm o direito de se organizar e lutar pela contratação colectiva, direito que está consagrado na lei.
Os trabalhadores podem reunir para elaborar as suas propostas e quando as suas reivindicações não são atendidas pela entidade patronal podem manifestar-se e fazer greve pelas suas justas reivindicações.
No dia 22 de Março um RE afirmou que se os trabalhadores participassem em plenários e fizessem greve poderiam perder os prémios. É ilegal. O SNTCT julgava que estas situações, que eram frequentes no tempo da VEDIOR, já tinham sido banidas, mas continuam a ser recrutados responsáveis de equipas que não têm o mínimo de formação e capacidade para chefiar.

Conforme decisão dos trabalhadores nos vários locais de trabalho, o SNTCT irá colocar o pré-aviso de greve para o DIA 13 DE JUNHO DE 2019

A luta vai continuar na Randstad

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Comunicado SNTCT Randstad 2019-01

CADERNO REIVINDICATIVO
RANDSTAD 2019
(Empresas do Sector das Comunicações e Telecomunicações)

Abra aqui o comunicado na versão PDF » » » 2019_1 RANDSTAD

Após as várias reuniões e contactos com centenas de trabalhadores da Randstad II que
trabalham no sector das Comunicações e Telecomunicações em Call Center,
BackOffice e nas lojas dos vários operadores, concluíram manter as reivindicações
criando regras iguais para todos os operadores para os trabalhadores da Randstad II.

As reivindicações são as seguintes:

Salários
Os salários a 1 de Janeiro de 2018 de 600 euros mais o diferencial que foi imposto pelo
Governo no aumento do salario mínimo nacional no valor de 23 euros que perfaz 623€.
Passa a ser o salario mínimo na empresa a 1 de Janeiro de 2018.
Para os trabalhadores que não contam nesta tabela por falta de informação da
empresa o aumento salarial para estes trabalhadores e de 2,5%

Anuidades e Diuturnidades
Os trabalhadores têm direito a uma anuidade por cada ano no valor mensal de 6
euros mensais. Quando perfizerem 5 anos vencem a primeira diuturnidade no valor
de 30 euros a pagar mensalmente. As anuidades e diuturnidades produzem efeitos a
1 de Janeiro de 2017

Subsídio de alimentação
• Actualizar o subsídio de alimentação para o valor de 7 euros praticado no
operador NOS com retroactivos a Janeiro de 2018.
• O subsídio de refeição será pago sempre que haja prestação de serviço.
• Para os trabalhadores com carga horaria diária de oito horas, há lugar ao
pagamento de meio subsídio de alimentação, quando prestam pelo menos 4
horas de trabalho.
Não será deduzido o subsídio de alimentação referente as horas relativas a:
a) Reuniões com a empresa desde convocadas por esta;
b) Acções de formação desde que convocadas pela empresa;
c) Faltas dadas pelos trabalhadores-estudantes quando resultam da
acumulação das horas de dispensa;
d) Serviço de bombeiro voluntário, pelo tempo necessário a acudir a emergências;
e) Dádivas benévolas de sangue;
f) Exercício da actividade sindical nos termos da lei.

Subsídio de pequeno-almoço
Alargar o pagamento do subsídio de pequeno-almoço pago aos trabalhadores que
estão no operador MEO a todos os trabalhadores do sector das comunicações e
telecomunicações da Randstad.
Dispensa do trabalhador no dia de Aniversário
Atribuição de dispensa no dia de aniversario do trabalhador/a
Trabalho suplementar
1- O trabalho suplementar é pago pelo valor da retribuição horária com os seguintes
acréscimos;
a) 50% na primeira hora ou fracção e, a 75 % por hora ou fracção subsequente, em
dia útil;
b) 100% por cada hora ou fracção, em dia de descanso semanal, obrigatório,
complementar, ou feriado.

Prestações relativas a dia feriado
2 – O trabalhador tem direito à retribuição correspondente ao trabalho efectuado
em dia feriado, não podendo o empregador escalar o trabalhador nesse dia.
3 – O trabalhador que presta trabalho em dia feriado em empresa não obrigada
a suspender o funcionamento nesse dia tem direito a descanso compensatório de
igual duração ou a acréscimo de 100 % da retribuição correspondente.

Descanso compensatório
Quando o número de horas de trabalho suplementar seja equivalente a um dia de
trabalho, terá direito a um dia de descanso compensatório deverá ser gozado nos
90 dias seguinte
Quando o trabalho suplementar impedir o trabalhador de gozo do descanso
diário, este tem direito a descanso compensatório remunerado equivalente às
horas de descanso em falta e deverá ser gozado num dos 3 dias úteis
seguintes.
Quando o trabalhador presta trabalho em dia de descanso semanal obrigatório, tem
direito a um dia de descanso compensatório remunerado, a gozar num dos três dias
úteis seguintes.

Escalas de trabalho para feriados, Natal e Fim de Ano
As escalas destes dias devem ser organizadas em sistema de rodízio de modo a que
os trabalhadores não vejam prejudicada sistematicamente a sua vida familiar.
1. Entende-se por feriado a suspensão da prestação de trabalho durante vinte e quatro
horas seguidas nos dias considerados no número seguinte.
2. São considerados feriados os que como tal se encontram previstos na lei.
3. São igualmente considerados feriados a terça-feira de Carnaval e o feriado municipal da
localidade onde o trabalhador presta serviço.
Os feriados são pagos conforme a nossa proposta para o trabalho suplementar.
Pausas
Os trabalhadores têm direito a uma pausa de 5 minutos por cada hora de trabalho
Se o trabalhador praticar horário contínuo tem direito a uma pausa especial de 30 minutos.
Estas pausas servem para a recuperação ergonómica e psicologicamente e recuperação da
fadiga do trabalhador/a.
Para os devidos efeitos as paragens por necessidades e fisiológicas e médicas não contam
para estas pausas.
Carreiras e evolução salarial
Categoria Evolução na categoria Observações
De 0 a 6 meses De 6 a 12 meses
Operador júnior 650€ 650€ +10€
De 12 a 18 meses De 18 a 24 meses
Operador sénior 650€ + 20€ 650€ + 30€
De 24 a 32 meses De 32 a 36 meses
Operador principal 650€ + 40€ 650€ + 50€ A criar
Por concurso interno os operadores principais prioritariamente podem concorrer a RE.
De igual modo a ocupação dos postos de trabalho de cargos de supervisão, coordenação e
gestão, deve ser feita por concurso interno, à semelhança dos RE.
Todas estas matérias farão parte do regulamento interno já apresentado a Randstad.
Abono para falhas
Aos trabalhadores que exerçam funções de pagamento ou recebimento bem como aos que
tenham a sua guarda cofres da empresa terão direito a um abono mensal para falhas. Este
abono será actualizado anualmente.
a) Os trabalhadores que exerçam funções de pagamento ou recebimento terão direito a um
abono no valor de 25 euros se movimentarem até 4500€/mês ou, no valor de 35€ se
movimentarem mais de 4500€/mês
b) Os trabalhadores que tenham á sua guarda cofres da empresa terão um abono nos
seguintes termos:
Horas de contabilidade
no total do serviço
Valores movimentados em euros
«2300 =»2300 e «4500 =»4500
«=250 40€ 48€ 56€
»250 e «= 500 44€ 52€ 60€
»500 48€ 56€ 64€
OS TRABALHADORES DEVEM MANTER-SE
ATENTOS E INFORMADOS SOBRE O
DECORRER DO PROCESSO NEGOCIAL
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45º ANIVERSÁRIO DO SNTCT

SNTCT – 45 ANOS

1974 – 5 Maio – 2019

São 45 anos de existência.

São 45 anos de luta.

São 45 anos ao serviço daqueles que lhe têm dado corpo – os trabalhadores e as trabalhadoras portugueses do Sector dos Correios, Telecomunicações e Actividades afins.

São 45 anos e, estamos certos, outros tantos aí virão pela mão das novas gerações.

Nós te saudamos SNTCT e em ti todos os Homens e Mulheres que te construíram e hão-de continuar a construir.

SNTCT – A força de continuarmos juntos!

Todos ao 1º de Maio – CGTP-IN a luta continua!

Todos ao 1º de Maio!

SNTCT presente. Trabalhadores dos Correios, Telecomunicações e actividades afins, presentes!

1º de Maio CGTP-IN

Avançar nos direitos

VALORIZAR OS TRABALHADORES

 

Abre aqui o mapa das comemorações do 1º de Maio CGTP-IN que decorrem por todo o País: COMEMORAÇÕES 1º DE MAIO DE 2019

Encontramo-nos lá, verdade?

SNTCT – a força de continuarmos juntos

ACORDO COLECTIVO ENTRE A UPS PORTUGAL E O SNTCT

Válido por 5 anos

 

Este acordo resultou de uma negociação há muito esperada, quer para a UPS quer para todas as empresas que operam na prestação do serviço expresso.

O conteúdo deste acordo além de passar pela mesa de negociação passou também, como é normal no SNTCT, pela discussão com os principais interessados neste processo, os trabalhadores e as trabalhadoras da UPS.

Dentro do possível no processo negocial, foram acolhidas as suas propostas que assim permitiram um resultado que, não sendo o ambicionado por todos é, sem dúvida, o melhor que se conseguiu.

CLÁUSULAS A DESTACAR…

AUMENTOS SALARIAIS
Aumentos salariais anuais de 1,5%, garantidos em cada um dos próximos 5 Anos.

ESTRUTURA DE GRUPOS PROFISSIONAIS
Foi negociada uma nova estrutura de grupos profissionais bem como mo reposicionamento dos trabalhadores na nova estrutura.

PROGRESSÕES PROFISSIONAIS
Nos grupos profissionais com progressões por antiguidade, a primeira progressão acontece ao fim de 2 anos e a segunda ao fim de três anos.

FÉRIAS

Os trabalhadores da UPS têm uma majoração anual de até 3 dias de férias, a acrescentar aos 22 dias previstos no Código do Trabalho (Lei do trabalho portuguesa), desde que não tenham faltas injustificadas no ano a que as férias reportam e que, no mesmo período, tenham apenas faltas justificadas dentro dos seguintes parâmetros:

a) Majoração de 3 dias três dias de férias – até ao máximo de uma falta ou dois meios dias;
b) Majoração de 2 dias de férias – até ao máximo de duas faltas ou quatro meios dias;
c) Majoração de 1 dia de férias – até ao máximo de três faltas ou seis meios dias.

FERIADOS
Além dos feriados obrigatórios previstos no Código do Trabalho, os trabalhadores têm ainda a o Carnaval (terça-feira) e o Feriado Municipal da localidade onde se situam os estabelecimentos da empresa.

PERÍODO NORMAL DE TRABALHO
O período normal de trabalho tem duração de 7 horas por dia e 35 horas por semana.

TRABALHO NOCTURNO E TRABALHO SUPLEMENTAR
Trabalho nocturno:
O trabalho nocturno é remunerado com acréscimo de 25%.

Trabalho suplementar:
A retribuição do trabalho suplementar que ocorra em dias úteis, em dias de descanso semanal obrigatório ou descanso semanal complementar e em dias feriados é calculada nos seguintes termos:
a) Nos dias úteis de trabalho, entre as 7:00am e as 9:00pm — um acréscimo de 75 %;
b) Nos dias úteis de trabalho, entre as 9:00pm e as 7:00am do dia seguinte e também nos sábados, nos domingos e nos dias feriados, entre as 7:00am e as 9:00pm — um acréscimo de 100 %;
c) Nos sábados, domingos e feriados, entre a meia-noite e as 7:00am e entre as 9:00pm e a meia-noite — um acréscimo de 125 %.

SUBSÍDIO DE TRANSPORTE
Todos os trabalhadores (com excepção dos inseridos no Grupo Manager que utilizam viatura de serviço) terão direito a um subsídio de transporte no valor diário de € 1,19 (um euro e dezanove cêntimos) por cada dia efectivo de prestação de trabalho.

COMPLEMENTO DO SUBSÍDIO DE DOENÇA
Os trabalhadores que se mantiverem ausentes por motivo de doença têm direito a auferir um complemento (ao subsídio de doença pago pela Segurança Social) no valor 35% do valor da remuneração mensal, desde o primeiro dia de baixa, tendo como limite máximo um período de 12 meses.

OUTRAS MATÉRIAS
A todas as restantes matérias aplica-se o previsto no Código do Trabalho.

Comunicado SNTCT Correios 2-2019

O QUE QUEREM OS CTT E OS ACCIONISTAS?

• “ADORMECER” OS ÓRGÃOS DE PODER
• INCENTIVAR O GOVERNO A NÃO TOMAR DECISÕES
• O INCUMPRIMENTO DO CONTRATO DE CONCESSÃO
• A DEGRADAÇÃO DA QUALIDADE E UNIVERSALIDADE DO SERVIÇO POSTAL
• O ENCERRAMENTO DE MUITAS DEZENAS DE ESTAÇÕES DE CORREIO
• A REDUÇÃO DE MILHARES DE POSTOS DE TRABALHO
• DISTRIBUIR DIVIDENDOS ACIMA DOS LUCROS

Para abrir a versão PDF deste comunicado clicar no seguinte link: 2019_2 CORREIOS

A ADM e CE dos CTT, cumprindo rigorosamente as directrizes dos accionistas, estão a dar cabo de 500 anos de correios em Portugal. Estão a prejudicar o País, e os portugueses. Estão a contribuir para o isolamento de centenas de milhares de cidadãos e de muitas empresas.

• No último ano foram destruídas (encerradas) 84 Estações de Correios.
• Já há 38 municípios sem Estações de Correios, mas os CTT querem alargar este número para 48.

O maior accionista dos CTT já se dá ao luxo de insultar o regulador – ANACOM.

O ex-Ministro Pedro Marques, o Primeiro-ministro e o Governo a tudo assistem sem terem coragem política de tomar posição. Para o Governo, o capital é quem mais ordena mesmo no que diz respeito à destruição dos serviços públicos.

BASTA! É PRECISO TOMAR DECISÕES

O SNTCT e os trabalhadores têm vindo a lutar contra a degradação da qualidade e universalidade do serviço postal.

As populações têm lutado contra o encerramento dos serviços dos CTT.

Todos, populações, comércio e empresas, têm denunciado a falta de qualidade e o atraso com que o serviço de correios é prestado.

De todos os quadrantes políticos surgem muitas opiniões que estão de acordo com a caracterização da situação e que manifestam a opinião que é preciso alterar a situação.

É URGENTE RENACIONALIZAR OS CTT.

Do ponto de vista financeiro não é difícil demostrar a razão pela qual a privatização foi um erro:

Ano Venda Lucros Dividendos Qualidadeserviço
2013 909 m€ 61,4 m€ 50 m€ Das melhores da Europa
2014 77,2 m€ 60 m€ Piorou
2015 72,1 m€ 72 m€ Início da degradação
2016 62,2 m€ 73 m€ Continuação da degradação
2017 27,3 m€ 56 m€ Qualidade serviço degradado
Total 300,2 m€ 311 m€
2018 Completamente degradado
Valor actual dos CTT 466 m€

O Estado deixou de receber 311 m€, os CTT já só valem 466 m€ e o serviço postal está completamente degradado e cada vez menos universal. A renacionalização dos CTT custaria 10% do que o Estado suporta com o BES/NOVO BANCO.

O Estado já está a financiar os CTT – uma empresa privada – através da passagem das Estações de Correio para as Juntas de Freguesia. Por isso é falacioso que o Governo diga que não interfere, porque os CTT são uma empresa privada. Também a TAP era, também a banca era, também a REN é e o Governo está a estudar a possibilidade de entrar no seu capital.

Não é difícil perceber que o problema é político e tem que ter uma solução política:

• A bem dos direitos das populações, comércio e indústria;
• A bem da coesão nacional;
• A bem da economia nacional;
• A bem dos trabalhadores dos CTT;
• A bem do serviço público de qualidade;
• A bem do esforço financeiro que as autarquias estão a fazer para assegurar os postos e para que o Estado não esteja a financiar uma empresa privada;

A maioria dos portugueses e muitos dos seus representantes sabem que a privatização dos CTT foi um erro, sabem que a solução para haver um serviço postal de qualidade e universal é a reversão da privatização dos CTT.

Quem tem o dever e o poder para resolver a situação é o Governo e o Partido que o suporta – no entanto estão a arranjar desculpas, a empatar, a “chutar” para o Regulador, a enganar os portugueses, com medo de afrontar os interesses financeiros que dominam os CTT e consequentemente o serviço público e universal de correios.

A Direcção Nacional do SNTCT

PROTOCOLO ENTRE O SNTCT E A NOS

PROTOCOLO ENTRE O SNTCT E A NOS

OFERECE BENEFÍCIOS PARA OS(AS) ASSOCIADOS(AS) DO SNTCT 

NA AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS À NOS

 

Os associados(as) do SNTCT, no activo ou aposentados/reformados, bem como os(as) funcionários(as) do SNTCT, têm a partir de agora a possibilidade de adquirirem aos serviços da NOS com preços preferenciais, podendo estender o acesso a 5 familiares e/ou amigos.

CONSULTAR DETALHES NO DOCUMENTO EM ANEXO que podem aceder abrindo este link:Protocolo SNTCT_NOS

ATENÇÃO: O acesso aos benefícios do Protocolo só pode ser feito através do TELEFONE 800 990 099 devendo sempre indicar sempre a condição de beneficiários(as) do PROTOCOLO SNTCT/NOS

Se houver qualquer problema agradecemos que comuniquem o mesmo ao SNTCT via telefone 21 842 89 00 ou através do email sntct@sntct.pt .

NOTA: O relacionamento comercial com a NOS é da inteira responsabilidade de cada associado(a) não se responsabilizando o SNTCT por quaisquer pagamentos ou compromissos assumidos por cada um(a).

SNTCT – A força de continuarmos juntos!

 

Comunicado SNTCT Correios 1-2019

PROPOSTA DE AUMENTOS SALARIAS PARA 2019

O SNTCT ENVIOU AOS CTT A PROPOSTA, QUE SERÁ APLICADA  COM RETROACTIVOS A 1 DE JANEIRO.

ESTAMOS À ESPERA QUE SEJA MARCADA A DATA DO INÍCIO
DAS NEGOCIAÇÕES

Clique aqui para abrir a versão PDF deste comunicado >>> 2019_1 CTT CORREIOS

Aumentos remuneratórios para todos os trabalhadores.

Aumento na remuneração base:

  • Aumento de 4% nas remunerações base até 1926,65€
  • Aumento de 3% nas remunerações base superiores a 1926,65€

Aumento mínimo:

  • 40€ para vencimento base até 683,20€
  • 30€ para vencimentos base superiores a 683,20€
  1. Cláusulas de expressão pecuniária:
  • Aumento de 4% nas diuturnidades e subsídio de refeição
  • Aumento de 3% na compensação horário descontínuo e subsídio de condução.

O SNTCT vai lutar pela recuperação do poder de compra dos  trabalhadores e por aumentos significativos.

Defendemos também que os aumentos acordados sejam aplicados a todos os trabalhadores do grupo CTT.

Durante as negociações o SNTCT vai fazer propostas que visam a revisão do abono para falhas e a admissão de mais trabalhadores para o quadro dos CTT.

SNTCT – a força de continuarmos juntos!

Este é o momento para avançar nos Direitos

O Governo PS preparou a proposta de Orçamento do Estado para 2019, ao mesmo tempo que avançou no acordo que fez com UGT e patrões para altear a lei laboral, genericamente, agravando-a. Apesar dos avanços e conquistas alcançados nos últimos 3 anos, apenas possíveis pela luta de quem trabalha e pela posição minoritária do PS na Assembleia da República, é preciso ir mais longe na reposição e conquistas de direitos.
É possível e necessário ir mais longe na reposição e conquista de direitos, bastaria ao Governo do PS responder às justas reivindicações dos jovens e dos trabalhadores e romper com a política de direita e a sujeição aos interesses do grande capital e aos ditames da União Europeia.
Este é o momento! Porquê?
Porque é agora que se discutem duas matérias de extrema importância para os trabalhadores, e em particular para os jovens trabalhadores – O Orçamento do Estado para 2019 e as alterações à legislação laboral.

CGTP AFIRMA – PREÇOS DE BENS ESSENCIAIS CORROEM O PODER DE COMPRA NO PERÍODO DE 2000 – 2017

CGTP AFIRMA

PREÇOS DE BENS ESSENCIAIS CORROEM O PODER DE COMPRA NO PERÍODO DE 2000- 2017

Comunicado de Imprensa nº 042/2018

Abra aqui este comunicado de imprensa » » » Preços de bens essenciais corroem o poder de compra no periodo 2000 2017

1. Diversas categorias de bens essenciais tiveram no período de 2000 a 2017 aumentos significativos de preços. É o caso das despesas de educação (81%), de habitação (75,6%, compreendendo a habitação, água, energia, gás e outros) e de transportes (53,2%), assim como as da alimentação e bebidas não alcoólicas (27,5%), de acordo com os dados publicados pelo Eurostat.

2. Estes aumentos têm um forte impacto no nível de vida dos trabalhadores por se tratar de bens que pesam muito nas despesas das famílias. De acordo com o último Inquérito às Despesas das Famílias 2015/2016, os encargos destas em habitação, transportes e alimentação representam 60% do total das despesas.

3. O facto das despesas com alimentação e bebidas não alcoólicas ter subido abaixo da média comunitária não significa que este acréscimo deva ser minimizado. O facto é que subiu 27,5% e sabe-se que a proporção da despesa gasta nesta rubrica tem maior peso nos orçamentos familiares mais baixos. Acontece que os países cujo rendimento médio é baixo são mais afectados pelo aumento de preços em categorias de despesa que respeitam a necessidades básicas.

4.Do mesmo modo, o aumento de preços em cada país deve ter em conta a distribuição do rendimento entre categorias sociais. Neste quadro é preocupante o facto de no 1º trimestre existirem 31,2% dos trabalhadores a auferir um salário igual ou inferior ao SMN. Para estes trabalhadores, cerca de 1 milhão e 251 mil, assim como para muitos outros com salários baixos o agravamento de preços em categorias básicas é muito mais penalizador.

5. A CGTP-IN alerta também para o aumento em espiral do preço da habitação e o forte impacto que tem tido nos orçamentos familiares, num quadro em que os salários estão longe de recuperar o poder de compra perdido no período da troika e do Governo PSD-CDS. Este aumento em espiral dos valores da habitação está relacionado com a formação de uma “bolha” imobiliária de natureza especulativa que é fortemente sentido em todo o país, com especial incidência nos grandes centros populacionais, como são os casos das Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto.

6. A CGTP-IN considera ainda a necessidades da adopção de medidas urgentes que reduzam significativamente os encargos das famílias com os transportes públicos. O investimento do Estado em transportes colectivos é essencial não só para no imediato travar o estado de deterioração declarado em que alguns se encontram, mas também para assegurar o transporte público em todo o país, a preços sociais e com qualidade. Estas medidas são tanto mais importantes quanto Portugal, em 2016, se situou no grupo dos países que menos investiram nos transportes (1,7% do PIB face a 1,9% na média da UE).

7. Estes dados confirmam a importância e urgência do aumento geral dos salários e das pensões, não só para fazer face a estes aumentos mas também para promover uma mais justa distribuição da riqueza, elevar as condições de vida dos trabalhadores e da população e empreender de forma sustentada o caminho da convergência com os restantes países da U.E.

Saudações Sindicais

Arménio Carlos Secretário-Geral

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