COMUNICADO SNTCT VERTENTE HUMANA 1-2021

PROPOSTA DE AUMENTOS SALARIAIS PARA VERTENTE HUMANA

Abre aqui o comunicado em PDF » » »2021_1 VERTENTE HUMANA

No passado dia 28 de Dezembro de 2020, remetemos por ofício à INTELCIA uma proposta de aumentos salariais para 2021, assim com a respectiva fundamentação.

Aguardamos agora uma resposta e a marcação de uma reunião, para darmos início à negociação.

Transcrevemos aqui, parte desse ofício:

“… Nesse sentido, face ao supra exposto, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações (SNTCT) vem propor que os trabalhadores que se encontram a prestar serviço para a INTELCIA tenham um aumento de 90.00€, com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2021 …”

Iremos agora, discutir com os trabalhadores, esta proposta assim como todo um caderno reivindicativo a apresentar brevemente à INTELCIA.

A LUTA CONTINUA

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COMUNICADO SNTCT VERTENTE HUMANA 3-2020

GREVE NA VERTENTE HUMANA

24, 25, 31 de Dezembro de 2020 e

1 Janeiro de 2021

 

Abre aqui o comunicado em formato PDF:2020_3 VERTENTE HUMANA

Considerando que:

  • As empresas não respondem às reivindicações dos trabalhadores;
  • Não apresentam escalas de folgas e feriados atempadamente, para garantir que todos os trabalhadores possam ter pelo menos um destes feriados com as suas famílias;
  • Os trabalhadores exigem aumento geral dos salários;
  • Os trabalhadores exigem melhores condições de trabalho;
  • Os trabalhadores exigem a integração nos quadros efetivos das empresas para as quais prestam serviços;

Pelos motivos expostos, os trabalhadores da VERTENTE HUMANA, decidiram marcar Greve Geral das 00H00 do dia 24/12/2020 às 24H00 do dia 25/12/2020 e das 00H00 do dia 31/12/2020 às 24H00 do dia 01l01/2021,

 

 

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Boas Festas

BOAS FESTAS – BOM 2021

 

A Direcção Nacional do SNTCT deseja a todos(as) os(as) seus(suas) Associados(as) e Trabalhadores(as) no activo ou aposentados(as) das empresas de correios, telecomunicações e das actividades afins CTT CORREIOS – CTT EXPRESSO – CTT CONTACTO – PAYSHOP – ALTICE – DHL EXPRESS – DHL AVIATION – DPD – UPS – NOS -FEDEX – VODAFONE – EGOR – PHONE HOUSE – RH MAIS – INTELCIA – RANDSTAD – MANPOWER – TALENTER – ARMATIS e todas as demais empresas do sector das comunicações, telecomunicações e actividades afins), bem como às respectivas famílias, umas Boas Festas e, sobretudo, um melhor e  Bom 2021.

Apesar dos tempos conturbados que vivemos por via dos efeitos da pandemia em curso e de todos os problemas dela decorrentes, quer naturais quer de flagrante aproveitamento da mesma, nomeadamente para ataques aos direitos e garantias dos(as) trabalhadores(as), o Mundo não para e a nossa luta também não.

A Direcção Nacional do SNTCT.

SNTCT – A força de continuarmos juntos!

PETIÇÃO REDUÇÃO IDADE DA REFORMA É DISCUTIDA DIA 22 DE DEZEMBRO

PETIÇÃO DA FECTRANS (INCLUINDO SNTCT) PELA REDUÇÃO DA IDADE DA REFORMA

É DISCUTIDA NA ASSEMBLÇEIA DA REPÚBLICA AMANHÃ 22 DE DESEMBRO

A petição dinamizada pela FECTRANS e seus sindicatos, para a redução da idade legal de reforma, vai a discussão na AR – Assembleia da República, no próximo dia 22 de Dezembro, pelas 15h.

Esta é mais uma etapa em torno desta importante reivindicação para os trabalhadores do sector dos transportes e comunicações e sem antecipar qualquer resultado, o mesmo só será mais um estímulo para prosseguirmos esta nossa luta.

A debate pode ser acompanhado pelo Canal Parlamento via emissão TDT, canal por cabo, Facebook, ou na página da AR área do referido canal.

Assim cada trabalhador do sector pode testemunhar directamente, quais são os deputados que acompanham e estão de acordo com a reivindicação expressa na petição que entregámos.

FALECEU KALIDÁS BARRETO

FALECEU KALIDÁS BARRETO

Foi com profundo pesar que a Direcção Nacional do SNTCT tomou conhecimento, através de nota da CGTP-IN (ver texto abaixo), da morte de Kalidás Barreto.

Enviámos já à família de Kalidás Barreto as nossas mais sentidas condolências.

A Direcção Nacional do SNTCT

“É com profundo pesar que a CGTP-IN toma conhecimento do falecimento de Kalidás Barreto.

Luís Maria Kalidás da Costa Barreto- Nasceu em Montemor-o-Novo a 16 de Outubro de 1932.

Contabilista de profissão, exercida no sector têxtil, em Castanheira de Pera, onde, em 1958, integrou a comissão de apoio à candidatura de Humberto Delgado à Presidência da República.

Foi dirigente do Sindicato dos Têxteis do Centro e, nessa qualidade, participou numa reunião da Intersindical, realizada em Leiria, antes do 25 de Abril. Foi também dirigente nacional da Federação dos Sindicatos Têxteis.

Foi eleito Deputado pelo PS à Assembleia Constituinte, em 1975,

Foi eleito, sucessivamente, para o Conselho Nacional e a Comissão Executiva da CGTP – IN, entre 1977 e 1996.

Membro do 1.º Conselho Permanente de Concertação Social

Mais tarde veio a ser Provedor do INATEL.

É autor de várias publicações entre as quais: Subsídios para a História do Movimento Operário em Castanheira de Pera, 1982; A Organização Profissional dos Trabalhadores Têxteis de Leira.

Acérrimo defensor da unidade dos trabalhadores, contra o divisionismo sindical, teve um importante papel na realização do Congresso de Todos os Sindicatos realizado em Janeiro de 1977, no qual lhe coube a primeira intervenção em defesa da unidade sindical, consubstanciada na CGTP-Intersindical Nacional.

Kalidás Barreto foi um activo sindicalista, desde a primeira hora, no processo de fundação da Intersindical a sua morte constitui uma perda assinalável que muito se lamenta.

Neste momento de luto e de perda para o Movimento Sindical, a CGTP-IN envia à sua família, aos amigos e camaradas as mais sentidas condolências.

Tendo em conta as restrições existentes, que não permitem a presença de todos quantos gostariam de prestar uma última homenagem a Kalidás Barreto, informamos, que poderão enviar mensagens de condolências para o seguinte email: pedrokalidas@gmail.com “

VÍDEO 50 ANOS CGTP-IN

1970 – 1 DE OUTUBRO – 2020

50 ANOS CGTP-IN

50 ANOS DE ACÇÃO E LUTA POR UM PORTUGAL COM FUTURO.

VIVA A CGTP-IN.

SNTCT – A FORÇA DE CONTINUARMOS JUNTOS!

CGTP-IN – 50 ANOS

50 ANOS CGTP

COMPLETAM-SE HOJE SOBRE O DIA EM QUE FOI FUNDADA A NOSSA CGTP-IN, A CONFEDERAÇÃO GERAL DOS TRABALHADORES PORTUGUESES – INTERSINDICAL NACIONAL.

A Direcção Nacional do SNTCT saúda todos os Homens e todas as Mulheres que deram e vão continuar a dar corpo a este projecto imprescindível aos Trabalhadores e às Trabalhadoras Portugueses mas, também e há que não o esquecer, ao País.

CGTP-IN – UNIDADE SINDICAL!

SNTCT – A FORÇA DE CONTINUARMOS JUNTOS!

Comunicado SNTCT Call Centers

TELETRABALHO
PRÓS E CONTRAS
QUEM GANHA COM ESTA FORMA DE TRABALHO

Abre aqui o comunicado em verdsa2020_5 CALL CENTERS

Foram muitas as empresas a optar por este regime de trabalho quando começou o surto de pandemia Covid-19. Quase todas elas tinham como objectivo diminuir despesas e tentar diminuir postos de trabalho a curto ou médio prazo, no sector de comunicações e telecomunicações não foi diferente. Foi uma forma expedita, de retirar os trabalhadores do seu local de trabalho, de os isolar, manter em casa e ao mesmo tempo assegurar o serviço às operadoras.
Algo que na altura nos pareceu uma opção válida, desde que as empresas cumprissem com todos os direitos dos trabalhadores. Situação essa, que nem sempre se veio a verificar. Várias foram as solicitações dos trabalhadores, sobre diversas situações a que o SNTCT teve de dar resposta, seja pela via sindical, a maioria, seja Jurídica em alguns casos que foram, ou estão a ser tratados pelo contencioso (Advogados) do Sindicato.
É verdade, pois só quem não conhece a realidade da maioria dos locais de trabalho (Call Centers), acharia possível acautelar e assegurar a segurança e a saúde dos trabalhadores, nos locais de trabalho.
Compreendemos que quem vive a uma distância considerável do local de trabalho, possa preferir trabalhar a partir de casa, poupa tempo nos transportes, evita ter de fazer o percurso entre casa e o local de trabalho todos os dias onde o risco de contágio é maior. É irrealista pensar que tal ganho se vai refletir na conciliação entre a vida pessoal e o trabalho de cada um.
Trabalhar a partir do local de trabalho ajuda a gerir mentalmente a relação de trabalho?
• O trabalho, quando prestado a partir do local de trabalho, ajuda o trabalhador a restringir a actividade laboral a esse espaço, ajudando a separar a atividade profissional da sua vida pessoal, social e familiar.
• Com essa separação de tempos e espaços de trabalho, permite ainda gerir os riscos quer físicos, quer psicológicos a que está sujeito, não sujeitando quem com ele vive a também ser afetado.
• Quando um trabalhador se afasta do local de trabalho, mas continua debaixo do controlo da entidade patronal, pode libertar-se de algum stress, mas por outro lado, pode transportar esse stress para o seu agregado familiar!
Levar o trabalho para casa pode agravar a exposição aos riscos psicossociais!
• O estar a trabalhar de casa em teletrabalho, diminui a exposição aos riscos, evita a socialização com colegas, chefias… Porém não exclui riscos, como a discriminação entre trabalhadores, a injustiça no tratamento de situações idênticas, a subvalorização do seu desempenho e a prepotência de alguns responsáveis da empresa.
• Podemos ainda adicionar o isolamento, a solidão, a falta de contacto humano para discussão, a menor troca de experiências, a perda de poder reivindicativo, a sujeição a condições de trabalho que não pode comparar e controlar, sendo possível à entidade patronal sujeitar um trabalhador isolado a uma carga cada vez maior de trabalho sem que este se aperceba, sem que tenha os parâmetros de comparação que antes utilizava e que lhe permitiam saber se estava a ser discriminado ou não.
• É plausível que, em teletrabalho, todo o encadeamento de experiências que ajudam o trabalhador a moldar a sua relação com o trabalho e com a entidade patronal sejam profundamente afetados em seu desfavor. Um trabalhador isolado é um trabalhador mais vulnerável à exploração.
O teletrabalho – invasor de domicílios
• Se coubesse ao trabalhador a decisão de ser colocado em teletrabalho ou de reverter a decisão, mas não o é porque esse poder é imposto pela entidade patronal, aliás, mesmo numa situação normal em que a decisão é lavrada “por acordo”, devemos questionar em que medida um trabalhador é livre para efetivamente não aceitar esse “acordo”.
Há empresas em Portugal que utilizam programas informáticos para controlar todos os passos dos funcionários em teletrabalho sem que estes tenham conhecimento, acusou uma especialista.
• A denúncia foi feita pela professora da Universidade do Minho, Teresa Coelho Moreira, num debate organizado recentemente pela Associação Práxis – Reflexão e Debate sobre Trabalho e Sindicalismo sobre «Teletrabalho e Direitos: a Lei e a Negociação». «Controlam tudo, mas mesmo tudo: os dados pessoais dos trabalhadores ou as fotografias que têm no computador, que são externos à prestação de trabalho; controlam todas teclas que o trabalhador usa e a velocidade (tiram screen shots sucessivos do écran). (…) Sabem o que está a fazer em cada momento, quem lá está do agregado familiar, incluindo menores», acusou a docente especializada em privacidade e protecção de dados pessoais, citada pela rádio “Renascença”.
A corroborar o que aqui expomos, ficam mais alguns dados:
• · 27% dos trabalhadores a trabalhar a partir de casa, durante a pandemia, referem ter de trabalhar durante o tempo livre para cumprirem as suas tarefas
• · 32% das mulheres e 28% dos homens colocados em trabalho a partir de casa, referem estar preocupados com o trabalho mesmo quando estão fora do horário de trabalho;
• · 29% das mulheres e 19% dos homens colocados a trabalhar a partir de casa, referem estar demasiado cansados após a jornada de trabalho
Nota: dados retirados de Eurofound, Living, Working and Covid-19 First Findings – April 2020
Será que o teletrabalho contribui de facto para uma maior libertação do trabalho?
Não! Se as leis laborais continuarem a ser o que são, se os sindicatos continuarem a ficar à porta das empresas, se os trabalhadores continuarem a ser perseguidos por pensarem de forma diferente, se o período normal de trabalho não for reduzido, etc.
Neste quadro, o teletrabalho prestado a partir de casa, só pode significar mais exploração e maior sujeição do trabalhador ao trabalho em detrimento da sua vida familiar.

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COMUNICADO SNTCT CALL CENTERS 4-2020

O REGRESSO À “NOVA NORMALIDADE”
NÃO PODE SIGNIFICAR VIOLAÇÃO DOS
DIREITOS DOS TRABALHADORES

Abre aqui a versão PDF deste comunicado: 2020_4 CALL CENTERS

Compreendemos e aceitámos a necessidade que existiu da aplicação do teletrabalho, não nos opondo ou
menosprezando a importância da aplicação do mesmo, no entanto os trabalhadores que realizaram teletrabalho
deverão ser compensados pelos gastos inerentes à realização de atividade a partir de casa, nomeadamente de luz e
acesso à internet. É inconcebível que os trabalhadores a realizarem teletrabalho para uma operadora que possuam
os serviços desta instalados na sua habitação, lhe seja imputado como habitualmente a fatura
Com a terceira fase de desconfinamento em vigor será importante fazermos um balanço e uma avaliação dos
atropelos à lei e aos direitos dos trabalhadores que as empresas procuram levar á prática. Como a partir de dia 1 de
Junho o teletrabalho terá que ter o acordo do trabalhador, ou seja, a maioria dos trabalhadores irão regressar aos
seus pontos de trabalho, há normas que têm que ser cumpridas pelas empresas.
.Com o regresso aos Locais de Trabalho (call-centers), questionamos e exigimos o cumprimento das normas
da DGS;
 Como vai ser programado o distanciamento obrigatório entre trabalhadores nas posições de trabalho?
 Como será efetuada a higienização e limpeza dos locais, já que são tradicionalmente locais de limpeza
duvidosa e que por diversas vezes expusemos a várias entidades competentes?
 Em vários locais obrigavam trabalhadores a partilhar headsets, que medidas as empresas estão a tomar para
que tal não continue a acontecer?
 Garantiram as empresas a distribuição de equipamentos de segurança, nomeadamente gel/álcool e
mascaras?
Como dissemos anteriormente no caso da Altice a integração dos trabalhadores da Manpower na Intelcia não chega
porque esses trabalhadores devem estar na Altice e não noutra empresa prestadora. Quando Alexandre Fonseca
disse que era o que os sindicatos queriam, que os trabalhadores passassem para uma empresa do grupo, estava a
mentir. O que os trabalhadores querem não é isso, os que trabalhadores querem é ser da empresa Altice, com os direitos
que o ACT contem. A situação de lay off aplicada aos trabalhadores da Intelcia demostrou que os trabalhadores tinham razão.
AGORA, MAIS QUE NUNCA AS REIVINDICAÇÕES ASSUMIDAS E APROVADAS PELOS
DOS TRABALHADORES, TÊM RAZÃO DE SER:
 AUMENTOS SALARIAIS, ACIMA DO VALOR DO ORDENADO MINIMO NACIONAL;
 INTEGRAÇÃO NOS QUADROS EFECTIVOS DOS OPERADORES;
 MELHORES CONDIÇÕES DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO.
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COMUNICADO SNTCT VERTENTE HUMANA 1-2020

O REGRESSO À “NOVA NORMALIDADE”
NÃO PODE SIGNIFICAR VIOLAÇÃO DOS
DIREITOS DOS TRABALHADORES

Abre aqui este comunicado na versão pdf » » »VERTENTE HUMANA 12020
A empresa contactou os trabalhadores no dia 14/04, a sugerir que tirassem férias durante o estado de emergência e
dia 17/04 receberam telefonemas da Empresa a anunciar que no dia útil seguinte (20/04) todos passariam a trabalhar
apenas 4 horas/dia, com a correspondente perda de salário, do subsídio de alimentação e do prémios de
desempenho, de acordo com uma adenda enviada por mail e pressionando os trabalhadores a responder de imediato
com a devida aceitação. Os prazos e os procedimentos legais não foram cumpridos, colocando muitos
colegas, de um dia para outro, numa situação financeira insustentável.
O Governo decidiu como vai ser efectuado o desconfinamento faseado:
Regressar ao local de trabalho a meio do mês tem muitas questões prévias que têm que ser resolvidas:
 Sabemos que o edifício não sofreu uma intervenção de fundo por empresa especializada, por isso tem que
ser feita com urgência.
 Obriga à compra do passe e a “desperdiçar” 15 ou 20 euros, consoante o passe, para ir trabalhar 4 horas/dia,
com a agravante de continuar a receber apenas metade do SMN com chamadas sempre a cair e quase
sempre clientes em espera;
 Irá a empresa fornecer os EPI (equipamentos individuais de protecção), tais como máscaras, o gel-álcool e
álcool para desinfectar os PA’s?
 Durante o tempo em que vigorou o teletrabalho, os trabalhadores foram “obrigados” a utilizar a sua
electricidade e internet sem qualquer menção de compensação.
 Perante tudo isto é urgente a revogação da adenda, o regresso aos horários que os trabalhadores
tinham e a manutenção em teletrabalho enquanto as determinações governamentais e sanitárias o
exigirem.
AGORA, MAIS QUE NUNCA AS REIVINDICAÇÕES ASSUMIDAS E APROVADAS PELOS DOS
TRABALHADORES, TÊM RAZÃO DE SER:
 AUMENTOS SALARIAIS, ACIMA DO VALOR DO ORDENADO MINIMO
NACIONAL;
 INTEGRAÇÃO NOS QUADROS EFECTIVOS DOS OPERADORES;
 MELHORES CONDIÇÕES DE SEGURANÇA E DE TRABALHO.
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