COMUNICADO CONJUNTO FRENTE SINDICAL ALTICE – 13 OUT 2022

ALTICE NA PT PORTUGAL

SETE ANOS DE “TERROR LABORAL”

Abre aqui o comunicado em PDF » » » Comunicado Frente Sindical_Altice em Portugal Sete anos de terror laboral

Recordatório. Nunca é demais relembrar o que tem sido a Gestão da Altice desde que comprou a saudosa PT, cuja gestão tem sido recordista em “terror laboral” e outros aspectos, o que se comprova através de inúmeros exemplos dos quais destacamos:

  • Exploração dos trabalhadores em tudo o que pode, retirando direitos, negando sistematicamente aumentos salariais e movimentos de evolução profissional (progressões/promoções) quer em número quer em critérios justos e transparentes.
  • Transmissão de Estabelecimento, cujo “desastre empresarial”, só foi travado através de poderosas lutas.
  • Criminoso, injusto e desumano despedimento colectivo, coisa nunca vista nem praticada em todo o tempo de existência das empresas que deram origem à PT.
  • Brutal e injustificado ataque sem precedentes aos Planos de Saúde (ACS).
  • Assédio laboral, trabalhadores emprateleirados, sem funções, cujo processo deu origem a “coimas aplicadas pela ACT”, cujo montante foi superior a 5 milhões de Euros, certamente um record empresarial em Portugal.
  • Muitas multas (Tribunal da Concorrência da EU, AdC e Anacom), e ainda recente mais uma multa de 829 mil Euros, aplicada pela ANACOM, por falta de conservação às Cabines Telefónicas.

Em termos de conservação e manutenção do património, dos equipamentos, dos traçados telefónicos, muitas mais multas haverá para aplicar, porque a “gestão da empresa” é conduzida no sentido de só investir no que pode dar lucro imediato, pois é esse que corre para os cofres “ilimitadamente gananciosos” do accionista.

  • Venda de tudo o que vai sendo possível, desde as Torres das Antenas, à Rede de Fibra óptica, ao Património que não se sabe quantos edifícios já foram vendidos, incluindo edifícios emblemáticos, porque estes donos só pensam na forma retirar valor à empresa e realizar dinheiro vivo.

Quanto aos aumentos salariais para os trabalhadores, a gestão da Altice, deve viver noutro mundo que não Portugal, porque quem cá vive, sabe e sente o valor da inflação galopante de forma imparável.

A Gestão da Altice devia ter em conta, que os aumentos salariais aplicados em Janeiro de 2022, já na altura muito insuficientes, rapidamente foram absorvidos pelo aumento do custo de vida ao longo do ano.

Foi por isso que a Frente Sindical, em Junho deste ano apresentou uma Proposta de Aumentos intercalares, que se relembra:

  • 50€ de aumento para todos os trabalhadores;
  • Salário mínimo na empresa de 850€.

Se em Junho esta proposta era justíssima, tornou-se ainda mais à medida que o tempo foi passando e a inflação galopando.

Insensível a esta realidade, em 24 de Julho, a DRH comunicou aos Sindicatos da Frente Sindical que a empresa não aceitava os aumentos propostos, mas em 25 de Julho, a CEO da Altice, em reunião com os Sindicatos, quando questionada sobre a nossa Proposta, comunicou-nos que o tema estava em estudo, e disse que alguma coisa tinha que acontecer.

Com o passar do tempo e sem resposta da Altice, a Frente Sindical em Setembro voltou a questionar a CEO para saber se já havia resultado do estudo da nossa proposta e que esperava que esse resultado fosse no sentido da sua aceitação.

Na continuação do estilo de gestão “anti-trabalhadores”, a DRH e não a CEO, enviou aos Sindicatos da Frente Sindical, uma resposta da qual se transcreve o seu ponto mais “provocatório”.

“No que respeita especificamente aos trabalhadores, o acompanhamento é realizado através de análises comparativas com o mercado, por forma a que se possa atuar nas situações de maior criticidade. Nesse sentido, temos vindo a proceder a diversas revisões salariais, as quais terão impacto, sobretudo, no 4º trimestre, não estando, de momento, previstas atualizações salariais generalizadas”.

Este comportamento poderia ser praticado por exemplo na “República Dominicana”, onde não há Contratação Colectiva, mas na Altice existe um ACT e os aumentos salariais têm que ser negociados com os sindicatos e não aplicados “cegamente” por decisão discricionária da Gestão.

Conciliação. Face a esta atitude “reprovável e provocatória” da Gestão da Altice, os Sindicatos da Frente Sindical, decidiram passar o processo para a fase de Conciliação e esta foi solicitada em 29 de Setembro.

A DGERT, logo no dia 30 de Setembro, marcou a 1ª reunião de Conciliação para o dia 20 de Outubro, mas a DRH (cujo pessoal deve andar muito ocupado com as “malfeitorias” que vão inventando contra os trabalhadores, comunicou a estes serviços, que nesse dia não pode participar e então a reunião foi reagendada para o dia 2 de Novembro.

Vamos ver qual o comportamento da Altice e se a Gestão desta consegue perceber, que os trabalhadores têm neste momento cerca de 10% a menos no seu salário líquido no fim de cada mês e nesse sentido se disponibiliza para aceitar a Proposta de Frente Sindical.

COMEX DA ALTICE/ACS SÃO MAIS “PAPISTAS QUE O PAPA” OU DESMASCARADOS PROCURARAM EMENDAR A MÃO?

Assim que o governo anunciou que ia atribuir aos aposentados/reformados o valor de mais ½ pensão em Outubro, como medida extraordinária de apoios aos pensionistas, a Altice/ACS “correu” logo a aplicar na quota dos beneficiários do Plano de Saúde Clássico aposentados da CGA, 1.8% também sobre o valor da meia pensão atribuída (por mero acaso não aplicou aos beneficiários do Plano de Saúde Clássico reformados porque a Segurança Social quando pagou a pensão de Outubro, dia 9/10, já estes tinham pago a quota do Plano Clássico à Altice/ACS).

Após denúncia da Frente Sindical e do envio de várias reclamações e telefonemas dos beneficiários lesados, a ACS veio finalmente assumir que este pagamento de mais 50% da quota (se mensalmente paga 20 euros em Outubro pagará 30 euros) é um erro e que vai devolver esse adicional, abatendo na quota de Novembro o “saque indevido” que contudo irá ser retirado lá para dia 20/10).

No mínimo devem um pedido de desculpa aos Beneficiários e à Frente Sindical, mas esse comportamento não consta no ADN na Gestão da Altice/ACS.

O AUMENTO DAS TAXAS DE JURO PRESSIONA DONOS DA EMPRESA

A DIVIDA ASTRONÓMICA DA ALTICE, NÃO É CULPA DOS TRABALHADORES

Recentemente, a Comunicação Social, divulgou dados sobre as dívidas astronómicas (talvez impagáveis) da Altice USA e Altice Europa, 24 biliões de dólares de dívida relativa às empresas nos EUA, 23,5 biliões de dólares de dívida relativa à SFR de França e a pressão sentida com o aumento expressivo das taxas de juro.

Em relação a Portugal, Israel, República Dominicana e Inglaterra, a comunicação Social não divulgou dados, mas certamente que a situação não será mais risonha.

Mas este é um problema que resulta da “megalomania” do dono da Altice, com o qual ele se tem que entender e daí não podem resultar consequências para os trabalhadores.

É POR TUDO ISTO, QUE HÁ MUITO TEMPO A FRENTE SINDICAL VEM AFIRMANDO.

ESTA É A ALTICE QUE NÃO QUEREMOS EM PORTUGAL.

QUE MARCHEM QUANTO ANTES.

Lisboa, 13 de Outubro de 2022

SINTTAV – SNTCT – STT – FE – SINQUADROS

COMUNICADO SNTCT INTELCIA – 3-2022

Greve na INTELCIA

15 OUTUBRO!

 

Abre aqui o comunicado em PDF: SNTCT INTELCIA (3)

O SNTCT, enviou um pré-aviso de Greve à Intelcia, para dia 15 de Outubro, para permitir que os trabalhadores possam participar na Manifestação convocada pela CGTP-IN, em luta por questões que abrangem directamente todos os Trabalhadores da Empresa independentemente do seu posto de trabalho e/ou profissão.

  • PELO AUMENTO DOS SALARIOS;
  • CONTRA O AUMENTO DO CUSTO DE VIDA;
  • CONTRA O ATAQUE AOS DIREITOS.

  MANIFESTAÇÃO NACIONAL

Lisboa 15H Cais do Sodré

Porto 15H Campo 24 Agosto

 

A LUTA CONTINUA, NA EMPRESA E NA RUA.

SINDICALIZA-TE NO SNTCT!

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SNTCTa força de continuarmos juntos!

COMUNICADO COMJUNTO ALTICE 19 SETEMBRO 2022

INÍCIO DA CARAVANA EM DEFESA DOS PLANOS DE SAÚDE E DOS SALÁRIOS!

 

Os Sindicatos da Frente Sindical, decidiram voltar a percorrer o país para realizar plenários em todos os maiores locais de trabalho do continente e ilhas.

Abre aqui este comunicado em PDF » » » Comunicado Frente Sindical_19- 9 – 2022 – Aumento intercalar dos salários e ACS

Decidimos que estes plenários se realizam, regra geral à porta dos edifícios, para os beneficiários que não estão no activo poderem participar. 

O objectivo é continuar o debate e o esclarecimento e mobilização sobre dois temas, Planos de saúde e Aumentos salariais intercalares.

Planos de saúde

Relativamente aos Planos de Saúde o objectivo da Adm. da Altice é dar uma tremenda machada nos Planos de Saúde com as pretensas e brutais alterações, com as consequências daí resultantes para os Beneficiários.

TALVEZ OS BENEFICIÁRIOS PENSASSEM QUE A ADM. DA ALTICE NÃO FOSSE CAPAZ DE IR TÃO LONGE NO ATAQUE AOS 3 PLANOS DE SAÚDE, MAS O RESULTADO ESTÁ A VISTA.

Por um lado, é uma desumanidade sem limites, embora já estejamos habituados, porque tem sido a prática desde sempre.

A situação económica da empresa está de boa saúde e tem sempre aumentado as receitas, mas a resposta aí está, e agora com dados concretos que não deixam dúvidas da situação que os sindicatos da Frente sindical informaram e esclareceram nos plenários feitos anteriormente.

Nunca os trabalhadores melhoraram as suas condições de trabalho e defenderam os seus direitos, sem se mobilizarem e intervindo!

Aumentos salariais intercalares

Os sindicatos da “Frente Sindical” apresentaram no dia 3 de Julho à administração da ALTICE uma proposta nesse sentido, traduzida no seguinte:

  1. Aumento intercalar de 50€ em cada salário base, com efeitos a 01.07.2022;
  2. Salário mínimo praticado no Grupo com o valor de 835€, com efeitos a 01.07.2022.

A resposta da empresa foi negativa, informando que não iam rever os salários nesta altura.

Na reunião do passado dia 25 de Julho com a CEO, esta afirmou que o assunto estava a ser estudado.

NO DIA 2.9.2022, A FRENTE SINDICAL VOLTOU A QUESTIONAR A CEO, SE JÁ TINHAM CONCLUÍDO O ESTUDO E TRANSMITINDO QUE ESPERÁVAMOS QUE A CONCLUSÃO FOSSE NO SENTIDO DA APLICAÇÃO DOS AUMENTOS PROPOSTOS.

A resposta chegou no dia 8 de Setembro a qual transcrevemos.

À

Frente Sindical

SINTTAV/SNTCT/STT/FE/SINQUADROS

Sua referência           Sua comunicação               Nº referência             Data

02/09/2022                                                            08/ 09/ 2022

 

Assunto: Resposta à proposta de aumentos salariais intercalares

 

Exmos. Senhores,

Em resposta à proposta de aumentos salariais intercalares que essa Frente Sindical dirigiu à CEO, Dra. Ana Figueiredo, cumpre à Direcção de Recursos Humanos informar que o Comex tem vindo a acompanhar atentamente os impactos da inflação ao nível dos diversos stackholders da Altice.

No que respeita especificamente aos trabalhadores, o acompanhamento é realizado através de análises comparativas com o mercado, por forma a que se possa actuar nas situações de maior criticidade. Nesse sentido, temos vindo a proceder a diversas revisões salariais, as quais terão impacto, sobretudo, no 4o trimestre, não estando, de momento, previstas actualizações salariais generalizadas.

Os melhores cumprimentos,

Direcção de Recursos

Nota. A resposta e atitude da Adm. da Altice, revela mais uma vez a sua total aversão à procura de soluções através do diálogo social, o único caminho que conhece é o do “posso, quero e mando, como se Portugal fosse uma “República de bananas”, sem leis, como aquela de onde a CEO regressou, mas engana-se que cá a situação é diferente.

Além do mais, esta resposta configura uma discriminação de trabalhadores, que irá ter naturalmente a sua resposta adequada e no lugar certo.

Será que para a Adm. a inflação não abrange todos os trabalhadores da mesma maneira?

 

PARA A FRENTE SINDICAL ESTÁ MUITO CLARO QUE AS NOSSAS REINVIDICAÇÕES, POR MAIS JUSTAS QUE SEJAM, NÃO SE ALCANÇAM SEM RESPOSTA E INTERVENÇÃO DOS TRABALHADORES/BENEFICIARIOS

 A LUTA NÃO É SÓ FEITA PELOS DIRIGENTES SINDICAIS

A LUTA SÓ FAZ SENTIDO E PODE TER RESULTADOS, SE TIVER A ADESÃO DOS TRABALHADORES

A LUTA CONTINUA NA ALTICE E NA RUA!

                                                                                                                     

19 de Setembro 2022

 

COMUNICADO CONJUNTO INTELCIA 16/09/2022

INTELCIA

NFORMAÇÃO SINTTAV-SNTCT, AOS TRABALHADORES DA INTELCIA

CONCILIAÇÃO SOBRE CONTRATAÇÃO COLECTIVA SUSPENSA

Abre aqui o comunicado em PDF » » » CONUNTO INTELCIA
Como é do conhecimento geral, os dois sindicatos signatários há muito que lutam para que os trabalhadores da Intelcia sejam abrangidos por uma Convenção Colectiva de Trabalho.
Com esse objectivo, em 2021, durante o processo negocial do Acordo Colectivo de Trabalho da Altice, tudo fizeram para que este fosse também extensivo aos trabalhadores da Intelcia, o que era mais que justo, na medida em que 65% do Capital desta empresa é da Altice.
Porém, ambas as empresas recusaram essa possibilidade, pelo que o SINTTAV-SNTCT decidiram entregar no dia 11 de Fevereiro passado, uma proposta de AE (Acordo de Empresa) à Intelcia, na expectativa que esta se dispusesse a negociar com seriedade.
Mas como a Gestão da Intelcia deve estar subordinada aos padrões de diálogo social praticados pela Altice (que são padrões anti-diálogo social), a atitude que assumiu, que já foi tornada pública, foi de completa recusa negocial.
CONCILIAÇÃO. Face à recusa negocial da Intelcia sem fundamento, dizendo apenas “que não tem interesse na negociação”, os dois sindicatos tiveram que recorrer à Conciliação.
O QUE É A CONCILIAÇÃO? A Conciliação é ainda um processo negocial, no qual, também participa o Ministério do Trabalho através da DGERT (Direcção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho).
A reunião de Conciliação decorreu no passado dia 14 nas instalações do Ministério do Trabalho, na qual participou a DGERT, Intelcia, SINTTAV e SNTCT.
RESULTADO.
Os sindicatos mostraram bem à evidência a importância, para todas as partes envolvidas, resultantes da negociação de um AE, mas falar em justiça laboral para a Gestão da Intelcia, é como “pregar aos peixes”, porque aquela gente já está formatada para só “dizer não, porque não”.
O argumento de que um AE ia deixar a Intelcia em desvantagem com a concorrência, é um argumento sem fundamento e desprovido de qualquer sentido de Justiça Social.
CONCILIAÇÃO SUSPENSA ATÉ NOVEMBRO. Ao fim de hora e meia de discussão como sendo “chover no molhado”, como a Intelcia não saía do que a sua representação levava formatado para dizer, a Conciliadora suspendeu o processo até Novembro, para ver se até lá “aquelas mentes” conseguem perceber a importância de existência de um AE.
O QUE É A CONTRATAÇÃO COLECTIVA? É um processo que vendo acordo entre as partes, se traduz, no caso da Intelcia num AE (Acordo de Empresa) que em linhas gerais, entre muitos outros aspectos:
 Consagra direitos e deveres de todos, Chefias e Trabalhadores chefiados.
 Harmoniza direitos.
 Regula e consagra os salários (na Intelcia estes rondam o SMN).
 Define uma estrutura de carreiras com níveis salariais e critérios de promoção entre estes.
 Define os diversos subsídios/abonos, seus valores e regras de aplicação.
 Determina horários, férias e folgas.
É bem conhecida a prática de “regabofe” praticada na Intelcia, com:
 Valores de subsídio de alimentação diferentes.
 Uns trabalhadores a receberem subsídio de línguas e outros não, embora uma representante da empresa afirmasse que todos dissesse recebiam, parece que a informação interna não circula bem.
 Em termos de horários, férias, folgas, pagamento de trabalho suplementar e muitos outras situações que se passam na empresa, que através do Acordo tem que ser regulamentadas e uniformizadas.
NOTA FINAL. Os Sindicatos deixaram um aviso muito sério à Intelcia, dizendo que “quer queiram ou não na Empresa vai ter que existir um AE”.
Se não for através do diálogo, como preferimos, será através da Luta. Não pode haver dúvidas.
TRABALHADOR DA INTELCIA
REFORÇA OS SINDICATOS QUE TE DEFENDEM.
SINDICALIZA-TE.
SINTTAV – Sindicato Nacional dos Trabalhadores das Telecomunicações e Audiovisual
Av. Miguel Bombarda, nº 50 – 3º e 4º; 1050-166 Lisboa
Telef. 217 613 130 – Fax 217 613 139 – Tlm. 965 336 491 – E-mail: geral@sinttav.pt
SNTCT – Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações
Alameda D. Afonso Henriques, 41 r/c – 1000-123 LISBOA
Tf: 218428900 – Fax: 218476828 – Email: sntct@sntct.pt

COMUNICADO SNTCT TELECOM 2-2022

ALTICE PERSISTE 

EM LEVAR ADIANTE O ATAQUE AOS PLANOS DE SAÚDE DOS SEUS TRABALHADORES A PARTIR DE 1/1/2023

POR ISSO, A LUTA VAI TER DE CONTINUAR!

Abre aqui o comunicado em PDF » » »SNTCT TELECOM 2-2022 9-8-2022

O SNTCT esclareceu e informou, ao longo de dois meses, da vergonhosa proposta da ADM/DRH da Altice tem para os planos de saúde. Informámos sobre as consequências gravosas das intenções desta gestão “oligarca” que tem como propósito único sacar aos Trabalhadores/Beneficiários tudo o que puder para poder encher os bolsos dos accionistas.

As opções que têm vindo a ser assumidas pela gestão não dão a resposta necessária aos problemas dos Trabalhadores e dos Beneficiários.

Afirmaremos, bem alto e as vezes que forem necessárias, que o SNTCT não aceita alterações para pior aos Planos de Saúde e por isso exigimos a manutenção das actuais condições dos mesmos.

Já é tempo da ADM/DRH da Altice perceber que tem que desistir dessa afronta inqualificável aos Trabalhadores e a todos os Beneficiários dos Planos de Saúde, porque só a ganância insaciável dos patrões da Altice justifica essa teimosia e arrogância.

Para quem tinha dúvidas dos propósitos desta gestão ao longo dos últimos sete anos, ficou mais uma vez demostrado que o único objectivo desta gente é transferir custos para os beneficiários.

O ANUNCIADO PROPÓSITO DE ATAQUE

AOS PLANOS DE SAÚDE (ACS) AUMENTA CUSTOS

PARA BENEFICÁRIOS E RETIRA APOIOS E DIREITOS

A empresa já enviou para os Beneficiários as alterações aos respectivos Planos de Saúde e, dizem eles, que é para se manter o plano sustentavel e equilibrado.

Não dizem é que, a verificar-se essa alteração, os encargos para os beneficiários aumentarão substancialmente e os seus direitos serão diminuídos na inversa proporção.

Na questão do fincioamento, a Altice propõe-se agravar o valor das quotas. Propõe-se, por exemplo, colocar os filhos a pagarem 50% sobre os valores da tabela de quotas mensais de beneficiários e familiares.

Nos benefícios, o anunciado ataque da Altice nas compartecipações, plafons anuais, franquia anual e copagamentos é incomportável para os Trabalhadores/Beneficiários.

A Altice propõe-se excluir do plano serviços tais como; Oxigenoterapia e Ventiloterapia, Fraldas e Resguardos, Meias Elásticas e Coletores, tais como Sacos, Algalias, Apósitos, e restantes consumíveis associados, nomeadamente Pensos ou Sondas. A acontecer, os Beneficiarios que necessitem daqueles consumíveis vão ficar sem qualquer apoio e, dessa forma, agravar-se-á a hedionda actuação da Altice em relação aos mais desprotegidos e necessitados. Estes são alguns do exemplos do ataque que a ADM/DRH da Altice pretende desferir contra os Planos de Saúde e assim obrigar os Trabalhadores/Benficiários a suportarem os mesmos.

DA ILUSÃO (DE ALGUNS) NA REUNIÃO DO DIA 25 DE  JULHO Á CRUEL REALIDADE CONSUBSTANCIADA NO ANÚNCIO DE 8 DE AGOSTO DA ADM/DRH – ELES QUEREM É ATACAR/DESTRUIR OS PLANOS DE SAÚDE

Na reunião de 25 de Julho que voltamos a lembrar, a ADM/DRH da Altice declarou que quer “… manter a confiança nas equipas de gestão e que podem tomar medidas menos populares em relação aos trabalhadores, para garantir a sustentabilidade da operação…”.

A CEO da Altice também disse numa intrevista na CNN que: “Em Portugal, é mais fácil executar um despedimento colectivo do que executar o despedimento ou afastamento de um funcionário por falta de produtividade ou de desempenho. Há um conjunto de mecanismos que limitam as empresas do ponto de vista de contratação e até de restruturação.”

Patric Drahi disse “… não gosto de pagar salários e quando tenho que pagar, pago o mínimo possível…”

Para o SNTCT é claro e a vida têm-no provado que não há alternativa à luta, que esta é decisiva para avançar, para aumentar salários e manter os direitos (os Planos de Saúde são um direito) como factores indispensáveis para se garantir um futuro para os trabalhadores do Grupo Altice. É preciso uma política de gestão alternativa, que distribua a riqueza de forma justa, que respeite e valorize o trabalho e os trabalhadores.

O processo de ataque aos Planos de Saúde, promovido por uma gestão prepotente e arrogante, pretende aproveitar os medos provocados pela actual situação que vivemos para desencadear um brutal aumento de preços nos Plano de Saúde, com encargos acrescidos só para os trabalhadores e beneficiários, degradando assim ainda mais o poder de compra dos salários e das pensões, afectando de forma mais violenta e inqualificável pela crueldade, estes últimos.

Afirmamos que não há inevitabilidades e assumimos o compromisso de unidade com os trabalhadores para, todos, continuarmos a luta em torno das suas justas reivindicações.

ALTERÇÕES AOS PLANOS DE SAÚDE SÃO INJUSTIFICADOS E INJUSTOS

O SNTCT sempre afirmou que não havia necessidade de alteração dos Planos de Saúde considerando que as receitas da Altice Portugal, relativas ao segundo trimestre do ano, foram de 641,8 milhões, representando um crescimento de 16,5% face ao período homólogo do ano anterior. A ADM/DRH diz que se traduziu num impulso decisivo na trajetória deste indicador, após a tendência de crescimento dos últimos trimestres. Esta afirmação da empresa só vem dar razão ao SNTCT quando afirmamos que este ataque aos Planos de Saúde é, lamentável, mais uma tentativa de esbulho (mascarada de birra) contra os trabalhadores e beneficiarios.

SE EXISTIAM DUVIDAS QUANTO À NECESSIDADE DE LUTAR,… É AGORA EVIDENTE QUE A LUTA ESTA ADM/DRH É O CAMINHO!

A LUTA CONTINUA NA ALTICE E NA RUA!

SINDICALIZA-TE.

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SNTCT – a força de continuarmos juntos!

COMUNICADO SNTCT TELECOM – 1-2022

REUNIÃO COM A CEO DA ALTICE

COMO O SNTCT ESTAVA A ESPERA, DEU UMA MÃO VAZIA E OUTRA CHEIA DE NADA!

No passado dia 25 na reunião com a CEO da Altice as espectativas eram baixas e se alguém pensava que desta reunião ia sair alguma coisa, sairam com uma mão a frente e outra atrás.

ABRE AQUI O COMUNICADO EM FORMATO PDF » » » SNTCT TELECOM 1-2022 28 jul

A empresa apresentou uma iniciativa “Plataforma de verão” que tem como objectivo concentrar o horário de trabalhar em 4 dias e meio com o ojectivo de não trabalhar na tarde de sexta feira no periodo de 1 de Agosto a 16 de Setembro.

Em relação ao aumento intercalar proposto com efeitos a 1 de Julho a empresa respondeu que está a analisar a situação. Mas como sabemos noutras matérias também analisaram e foi sempre negativo para os trabalhadores.

Nos planos de saúde a empresa informou que vai manter a sua proposta de destruição dos planos, aumentando os encargos para os benefeciários e que enviará a proposta final oportunamente.

A empresa pretende ainda fazer uma Requalificação de Competências dos trabalhadores para um melhor futuro e reforço da empresa. A pergunta que se faz é se os trabalhadores vão ter um futuro melhor.

O SNTCT perguntou ainda como pretende a Altice valorizar essas competências, como restruturar a estrutura de carreiras e a valorização dos salários no quadro desta requalificação. Mais uma vez ficámos sem resposta.

A Altice declarou que quer “manter a confiança nas equipas de gestão e que podem tomar medidas menos populares em relação aos trabalhadores, para garantir a sustentabilidade da operação”. AINDA MAIS?

Estas opções da gestão traduzem-se num bloqueio generalizado da contratação colectiva, causando estagnação e desvalorização salarial e a consequente degradação/destruição das carreiras e profissões de que a gestão da Altice quer fazer tábua rasa. A gestão procura empurrar os trabalhadores para uma categoria única onde todos fazem tudo e ganham o mesmo, nivelando por baixo, independentemente dos anos de trabalho, experiência, formação e qualificação.

Os direitos consagrados na contratação colectiva são dos trabalhadores da Altice. É em torno desta ideia que vamos aprofundar o conhecimento e o envolvimento dos trabalhadores no que diz respeito à importância da contratação colectiva, na construção das reivindicações e propostas, envolvendo-os em todo o processo.

A contratação colectiva é um instrumento fundamental para os trabalhadores, de progresso social e  solidariedade, cujos direitos conquistados pela luta determinada dos trabalhadores da Altice devem ser assegurados tanto para o presente como para o futuro, garantindo a sua manutenção para as gerações que virão.

O SNTCT não está disponível a prestar vassalagem à gestão da Altice, que desde que chegou a Portugal a única coisa que fez foi atacar as trabalhadoras e trabalhadores.

Como não somos como outros que dizem “que o passado é passado e temos que olhar para o futuro vamos continuar a lembrar as malfeitorias cometidas pela gestão aos trabalhadores.

POR ISSO VOLTAMOS A RECORDAR:

ATAQUE AOS CUIDADOS DE SAÚDE. Em Fevereiro deste ano a Administração anunciou às ORT’s um brutal e violento ataque ao que resta do Sistema de Cuidados de Saúde negociado em 1994 após a constituição da PT.

PT ACS. Atribuição da Gestão do Sistema de Saúde designado PT ACS (Associação dos Cuidados de Saúde) à Multicare (Seguros Fidelidade) com graves prejuízos económicos para os beneficiários e continuada degradação destes serviços, em relação ao qual mantemos neste momento um grande conflito com a Administração.

AUMENTOS SALARIAIS. Para a Altice os trabalhadores não contam, daí que os salários se tenham mantido quase inalteráveis nestes 7 anos, em que houve um ano que os trabalhadores tiveram um parco aumento salarial e agora pretendam dar mais uma machadada no subsistema de saúde (Altice ACS).

CONTRATAÇÃO COLECTIVA. Recusa sistemática de negociação de aumentos salariais, apenas foi possível negociar um aumento salarial generalizado a todos os trabalhadores, com efeitos a 1.1.2022, embora com valores muito aquém do necessário e possível.

AJUDAS DE CUSTO. Alteração substancial das regras de atribuição de ajudas de custo, com graves prejuízos económicos para os trabalhadores.

PROGRESSÕES PROFISSIONAIS. Limitação muito grande em relação ao número de trabalhadores a movimentar profissionalmente. Nestes sete anos mais de 95% dos trabalhadores estão estagnados no mesmo nível profissional desde que a Altice adquiriu a MEO.

REDUÇÃO BRUTAL DE TRABALHADORES. Quando a Altice entrou na PT, o número de trabalhadores eram cerca de 12.000 e neste momento são 5.200 com vínculo directo.

TRANSMISSÃO DE ESTABELECIMENTO. O processo da Transmissão de Estabelecimento tinha por objectivo desmantelar completamente a empresa e, na nossa opinião, se este processo não tivesse sido travado com o sucesso que foi, com a histórica greve de 21 de Julho de 2017 e desfile de cerca de 5.000 trabalhadores, hoje já não existia o pouco que resta da PT.

DESPEDIMENTO COLECTIVO. Em 2021 a Administração decidiu o cruel e criminoso despedimento Colectivo de 246 trabalhadores, situação nunca vista nos mais de 100 anos de existência das empresas que constituíram a PT.

Para aqueles que acham muito positivo que a Altice tenha recrutado para presidente dos quadros da empresa, para aqueles que acham que não se deve fazer greves porque prejudicam a empresa, podem ter a certeza que vamos continuar com a mesma postura na defesa intransigente dos direitos e regalias dos trabalhadores.

ESTAREMOS NA LINHA DA FRENTE NESSE COMBATE E OS TRABALHADORES SABEM QUE PODEM CONTAR COM O SNTCT

SINDICALIZA-TE

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sntct – a força de continuarmos juntos!

 

FALECEU

JOÃO FIGUEIREDO

10/04/1944 – 13/07/2022

ESTAMOS MAIS POBRES

João Célio de Almeida Figueiredo

CRT APOSENTADO DOS CTT (ECC2 – CTC2N – CDC20) LISBOA

Associado 13522 do SNTCT

EX-DIRIGENTE REGIONAL E NACIONAL do SNTCT

Soubemos ontem da partida do nosso Figueiredo.

Foi a sua companheira de toda a vida (na foto ao seu lado, em 2018, nas Comemorações do 25 de Abril na Avenida da Liberdade) que nos ligou para nos dar a notícia e pedir desculpa a todos no SNTCT e aos colegas de trabalho do Figueiredo por não o ter feito antes (o que se percebe pois as últimas duas semanas têm sido bastante difíceis para ela e para os seus filhos). A toda a família deixamos aqui de novo as mais sentidas condolências.

Não estivemos por isso nas cerimónias fúnebres do Figueiredo mas, como ele diria do alto do seu pragmatismo e da sua militância e profunda amizade ao nosso Sindicato, foi como se lá tivéssemos estado.

Para muitos o seu nome não dirá nada mas o Figueiredo, na sua simplicidade de homem beirão (São Pedro do Sul) sempre foi uma das muitas pedras basilares nas sucessivas Direcções do SNTCT pelas quais passou, tendo preferido sempre manter-se “longe das luzes” mas sempre presente nos bons e sobretudo nos maus momentos pelos quais passaram o SNTCT, as suas e os seus associados e as Trabalhadores e Trabalhadoras Portugueses em geral.

Lutou até ao fim com a mesma dignidade e força mas não conseguiu vencer o seu último inimigo, na batalha que havia de levar do nosso convívio. 

Figueiredo, querido amigo e camarada, aqui te deixamos o abraço apertado de sempre e, disso podes estar certo, nas próximas comemorações do 25 de Abril e do 1º de Maio lá estarás ao nosso lado como sempre estiveste desde que a Liberdade chegou e para cuja chegada e implantação tanto lutaste.

Até sempre camarada!

COMUNICADO SNTCT INTELCIA 2-2022

INTELCIA

Greves

10, 13, 24 e 29 Junho

Abre aqui o comunicado em formato PDF » » » SNTCT INTELCIA 2-2022

  • A empresa não paga o trabalho feito em dia feriado de acordo com a lei;
  • A empresa continua a recusar discutir e negociar escalas de feriados e folgas;
  • A Empresa não negoceia aumentos salariais;
  • A empresa não negoceia a redução horário de trabalho
  • A empresa não negoceia o caderno reivindicativo aprovado pelos trabalhadores.

 

“SOMOS A VOZ DA ALTICE”

A LUTA CONTINUA!

Página Web: www.sntct.pt – Email: sntct@sntct.pt – Facebook: www.facebook.com/SNTCToSindicato – Instagram: www.instagram.com/sntct7 – Twitter: https://twitter.com/SNTCT

 

SINDICALIZA-TE NO SNTCT

sntcta força de continuarmos juntos!

5 DE MAIO – O SNTCT NASCEU HÁ 48 ANOS.

1974 – 5 de Maio – 2022

O SNTCT nasceu há 48 anos.

Chegou o dia 5 de Maio, o dia em que o SNTCT completa 48 anos de existência, de coerência, de fraternidade, de solidariedade,… mas também 48 de luta sempre em prol dos direitos, liberdades e garantias dos seus Associados e das suas Associadas e de todos os Trabalhadores e Trabalhadoras portugueses.
Ao longo destes 48 anos, gerações e gerações de dirigentes, delegados(as), activistas e associados(as) deste nosso Sindicato, o SNTCT, “O Sindicato”,  têm vindo a honrar os princípios fundadores decididos naquele dia 5 de Maio.
Temos honrado dessa forma a decisão tomada por aqueles mais de 10.000 Homens e Mulheres que, oriundos de todos os pontos do País, encheram naquele dia por completo o Pavilhão dos Desportos de Lisboa (hoje Pavilhão Carlos Lopes).
Homens e Mulheres que, naquele dia, conseguiam realizar o que há muito ambicionavam e pelo que muito tinham lutado: terem o Sindicato que o regime fascista lhes negara desde sempre até à Revolução de 25 de Abril de 1974 – Um Sindicato vertical onde coubessem todos os trabalhadores dos Correios e Telecomunicações.
Não podemos aqui escquecer, como é óbvio, os Homens e as Mulheres que em 1970 e 1971 constituiram as duas Comissões Pró-Sindicato e que, por força disso, foram perseguidos, prejudicados pessoalmente e profissionalmente e até presos pela PIDE-DGS, a polícia política do Estado Novo Fascista.
Nasceu assim o SNTCT.
Hoje, 48 anos volvidos, numa realidade diferente, num País diferente mas em que os problemas dos trabalhadores e os ataques de que são vítimas são os mesmos, a luta continua, o SNTCT continua o seu caminho.
Como tem sido demonstrado de toda a sua existência, principalmente ao longo do último ano, não existiram, existem ou existirão pandemias, ataques de gestores de empresa, ataques aos direitos dos Trabalhadores e das Trabalhadoras perpetrados pelo poder político – passado e actual – que nos parem e/ou nos demovam de seguirmos o nosso caminho sempre em defesa dos legítimos direitos e aspirações dos que representamos.
Caminho sempre trilhado seguindo os princípios de unidade e solidariedade, tendo sempre em vista a manutenção, conquista e a defesa de direitos dos(as) Associados(as) do SNTCT em particular e, repetimos, dos Trabalhadores e das Trabalhadoras portugueses em geral. Caminho que nunca foi, não é jamais será fácil de trilhar.
Hoje cumpre-nos saudar todos(as) os(as) 40402 homens e mulheres que ao longo destes 48 anos deram corpo ao mais antigo e consequente projecto sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos correios, telecomunicações e actividades afins.
“Contra ventos e marés” o SNTCT, o Sindicato, é, foi e será sempre a melhor protecção dos Trabalhadores e das Trabalhadoras dos Correios, Telecomunicações e Actividades Afins e dos seus direitos e bem-estar social e laboral.
Viva luta dos Trabalhadores e das Trabalhadoras dos correios, telecomunicações e actividades afins e de todos os Trabalhadores e de todas as Trabalhadoras portugueses unidos em torno do projecto sindical consubstanciado na CGTP-IN.
Viva o SNTCT!
SNTCT – A força de continuarmos juntos!

1° DE MAIO – DIA DO TRABALHADOR

1° de Maio

DIA DO TRABALHADOR

SNTCT PRESENTE EM TODAS AS COMEMORAÇÕES PROMOVIDAS PELA CGTP-IN UM POUCO POR TODO O PAÍS.

Neste 1° de Maio, o Dia do Trabalhador que comemoramos em luta sob o lema LUTAR E CONQUISTAR PARA O PAÍS AVANÇAR, estaremos na rua exigindo, para os Trabalhadores e as Trabalhadoras Portugueses e para os(as) dos Correios, Telecomunicações e Actividades Afins;

– MAIS SALÁRIO, digno e que respeite as qualificações profissionais e reponha o poder de compra perdido;

– 35 HORAS de trabalho semanal para todos(as) os(as) Trabalhadores(as) Portugueses(as);

– EMPREGOS COM DIREITOS e melhoria das condições sociais que passam, por exemplo pela manutenção e melhoria da assistência na saúde como são os casos da IOS-CTT e da ALTICE ACS;

– CONTRATAÇÃO COLECTIVA para todas as Empresas onde não existem (no nosso caso, em concreto,  por exemplo, na DHL Express, DHL Parcel, DPD, NOS, Vodafone, Intelcia, nos diversos Call Centers, … … …) e o fim, definitivo,  da caducidade dos Contratos Colectivos;

– SERVIÇOS PÚBLICOS de qualidade que dêem resposta às cabais necessidades dos Portugueses e que, no caso dos Serviços Postais, regressem à esfera do Estado com a renacionalização dos CTT.

Amanhã, lá estaremos todos(as), nas comemorações em luta promovidas pela CGTP-IN um pouco por todo o País, de braço dado com todos(as) os(as) Trabalhadores(as) Portugueses em Lisboa, no Porto, em Coimbra, … (abrir o seguinte link para ver os locais e actividades);

http://www.cgtp.pt/cgtp-in/areas-de-accao/accao-reivindicativa/17434-todos-ao-1-de-maio-programa

SNTCT/CGTP-IN – A força de continuarmos juntos todos os dias!

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